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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A inutilidade dos ídolos
“O nosso Deus está no céu e faz tudo como lhe agrada. Os ídolos das nações são prata e ouro, obra de mãos humanas.” Salmo 115:3, 4
O Salmo 115 nos convida a refletir sobre a natureza da adoração e a importância de escolhermos com sabedoria aquilo que colocamos como objeto da nossa devoção. Ao longo desse salmo, somos levados a um confronto entre a majestade do Deus Criador e a insignificância dos ídolos feitos pelas mãos humanas.
O salmista destaca a disparidade entre Deus e os ídolos nos versículos 4 a 8. Os ídolos são criações humanas, enquanto Deus é o Criador da humanidade. Essa comparação nos conduz a uma reflexão profunda sobre nossa tendência de nos assemelharmos ao que adoramos. Quando colocamos nossa devoção em objetos inanimados ou ideias vazias, corremos o risco de nos tornar igualmente vazios e sem vida espiritual.
O versículo 9 enfatiza a confiança no Senhor, uma mensagem que o salmista repete três vezes. Isso nos lembra da importância de confiar em Deus em todas as áreas da nossa vida, buscando Sua orientação e sabedoria em vez de confiar em ídolos ou em nossa própria compreensão limitada.
A responsabilidade humana é posta em evidência no versículo 16, onde é mencionado que Deus confiou a Terra aos seres humanos. Essa confiança carrega consigo a ideia de responsabilidade e mordomia. Somos chamados a ser dignos dessa confiança, cuidando da criação e usando nossos dons para o bem.
Por fim, o versículo 17 reforça a crença bíblica de que os mortos permanecem inconscientes até a ressurreição. Portanto, a oportunidade de direcionar nossa adoração ao Deus vivo nos é dada agora, em vida.
Promessa: Tornamo-nos semelhantes ao objeto da nossa adoração. Escolhamos bem!
“O nosso Deus está no céu e faz tudo como lhe agrada. Os ídolos das nações são prata e ouro, obra de mãos humanas.” Salmo 115:3, 4
O Salmo 115 nos convida a refletir sobre a natureza da adoração e a importância de escolhermos com sabedoria aquilo que colocamos como objeto da nossa devoção. Ao longo desse salmo, somos levados a um confronto entre a majestade do Deus Criador e a insignificância dos ídolos feitos pelas mãos humanas.
O salmista destaca a disparidade entre Deus e os ídolos nos versículos 4 a 8. Os ídolos são criações humanas, enquanto Deus é o Criador da humanidade. Essa comparação nos conduz a uma reflexão profunda sobre nossa tendência de nos assemelharmos ao que adoramos. Quando colocamos nossa devoção em objetos inanimados ou ideias vazias, corremos o risco de nos tornar igualmente vazios e sem vida espiritual.
O versículo 9 enfatiza a confiança no Senhor, uma mensagem que o salmista repete três vezes. Isso nos lembra da importância de confiar em Deus em todas as áreas da nossa vida, buscando Sua orientação e sabedoria em vez de confiar em ídolos ou em nossa própria compreensão limitada.
A responsabilidade humana é posta em evidência no versículo 16, onde é mencionado que Deus confiou a Terra aos seres humanos. Essa confiança carrega consigo a ideia de responsabilidade e mordomia. Somos chamados a ser dignos dessa confiança, cuidando da criação e usando nossos dons para o bem.
Por fim, o versículo 17 reforça a crença bíblica de que os mortos permanecem inconscientes até a ressurreição. Portanto, a oportunidade de direcionar nossa adoração ao Deus vivo nos é dada agora, em vida.
Promessa: Tornamo-nos semelhantes ao objeto da nossa adoração. Escolhamos bem!
Comentário Blog Associação Geral
Desde que o pecado entrou na terra, o homem tem lutado contra o governo de Deus. Nossa natureza humana vai contra tudo o que Ele ensinou, culpa os outros e constrói falsos deuses para não parecermos indignos aos olhos dos outros.
Por que insistimos em não colocar a culpa onde ela realmente deveria estar – com nossos desejos egoístas? Não sabemos que tudo será resolvido se confiarmos no Senhor?
Um ídolo não pode abraçá-lo quando você está triste – um ídolo não pode lhe advertir quando você precisa ficar atento a uma situação [de perigo/perigosa] – um ídolo não pode ouvir suas orações ou lhe dar simpatia. Então, por que ainda hoje temos ídolos? Se nos apegarmos a eles, Deus em seu julgamento final nos destruirá com os ídolos que adoramos. Mas aqueles que confiam no Senhor não anseiam por nenhum ídolo ou pelas consequências que isso possa trazer.
Temos muito pouco tempo nesta terra. Coloquemos nossos corações e casas em ordem e adoremos ao único Deus verdadeiro. Não teremos uma segunda chance quando a morte nos silenciar. Quanto a mim, minha esperança e confiança estão em Jesus e no Pai.
Pamela Woods
Augusta, Georgia USA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 115 – Estudar profundamente as Escrituras robustece a fé, e fortalece a estrutura do indivíduo ao colocar em prática os princípios dali extraídos.
Os resultados são ainda mais evidentes quando cada crente entende que os receptores da mensagem divina são transmissores dessa mensagem para promover a vida da humanidade desfalecida.
Priorizar Deus em nosso viver diário é a melhor forma de passar nossa existência desde o berço até a sepultura. Reflita…
• As sábias instruções divinas nos dão suporte para nossas ações;
• As incomparáveis revelações escriturísticas dão o norte para nossas decisões;
• As elevadas informações inspiradas são úteis para rejeitarmos filosofias pagãs e religiões fraudulentas.
Antes de esboçar os pontos importantes do Salmo em foco, abra a tua mente para que sejas moldado pelas revelações do Senhor e não pelas informações humanas (ou pior, criadas pelos demônios).
1. Os ignorantes desprezam a Deus e provocam ao Seu povo; até o Senhor operar, deixando-os sem argumentos (vs. 1-3). Um dia os incrédulos terão que responder por suas atitudes e ficarão sem palavras.
2. Deuses falsos, imagens de esculturas de pessoas boas que morreram, ídolos, embora sejam de materiais valiosos, são obras das mãos humanas (vs. 4-8), que podem ter…
• boca, mas são incapazes de predizer o futuro;
• olhos, mas não velam pelo povo;
• ouvidos, mas não ouvem a aflição dos sofredores;
• nariz, mas não sentem cheiro das ofertas;
• mãos, mas não seguram nem abençoam nada;
• pés, mas não saem do lugar sem ajuda de alguém.
3. Há um enorme contraste na existência de quem deposita sua fé no Deus vivo e aqueles que confiam em insignificantes ídolos. É bem melhor servir a Deus corretamente (vs. 9-15).
4. A crença em imagens de esculturas (ídolos) tem muitas razões para ter sido aceita, a principal delas é a rejeição da crença de que os mortos se encontram inertes e, em silêncio absoluto. Nada sabem e nada fazem (vs. 17-18).
Não priorizar a Deus facilita a absorção de crenças espúrias, a aceitação de doutrinas falsas e ao terrível ato de criar deuses, que não passam de ídolos absolutamente inúteis. Pois, quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossa vida, inventamos, reverenciamos e adoramos o que não é Deus de fato.
Experimente: A presença divina certamente transforma nossa vida! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Em humilde súplica, o salmista aponta para o “Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15) como o único digno de glória e louvor. A aparente manifestação da misericórdia e da fidelidade de Deus para com o Seu povo é reclamada como prova de Sua existência e da inutilidade dos ídolos pagãos. Este Salmo reforça a autoridade dos dois primeiros mandamentos do decálogo: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que Me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos” (Êx.20:3-6).
O primeiro ídolo rejeitado pelo salmista encontra-se no versículo um, quando diz: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória”. O próprio homem tem se tornado um dos piores objetos de culto espúrio. Pela vaidade, pelo orgulho ou pela insanidade de erguer um monumento de adoração aos “que descem à região do silêncio” (v.17), a criatura se coloca em lugar do Criador, seguindo o princípio diabólico do originador do mal: “subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is.14:14). E multidões são atraídas pelo afã de ver ou tocar em ídolos de carne e osso, ou pela falsa segurança de ter em casa objetos que “têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; som nenhum lhes sai da garganta” (v.5-7).
Satanás tem urdido através das eras sua trama de afastar as pessoas da Palavra de Deus. Pela violência, feriu os reformadores com a vara da perseguição religiosa escurecendo a Idade que foi marcada pela gloriosa manifestação dos corajosos e irrepreensíveis servos de Cristo. Em um conflito marcado claramente pelo contraditório de leis arbitrárias estabelecidas pelos que se diziam representantes de Deus, os verdadeiros filhos de Deus foram perseguidos, inúmeros torturados e até mortos por escolher viver o princípio apostólico: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29).
O cenário atual tem sido preparado para que um tempo ainda mais escuro cubra toda a Terra. Desde que “a ferida mortal foi curada” (Ap.13:3), percebendo que sua antiga estratégia em derramar o sangue dos santos tornou ainda mais poderoso e numeroso o movimento de reforma, o adversário tem velado a sua maligna atuação através da sutil estratégia em misturar aos poucos a verdade com o engano, fazendo com que “tanto pequenos como grandes” quebrem um por um os mandamentos “do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15; Leia Êx.20:8-11). Pela letargia e falsa piedade de um cristianismo supostamente ativo, Satanás exulta ao ver o seu exército de homens e mulheres que “mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador” (Rm.1:25).
“Mas, à meia-noite” (Mt.25:6), em meio às trevas morais e espirituais que cobrem a Terra, o Senhor está despertando um povo que se está levantando com suas lâmpadas acesas em caminho “para as bodas” (Mt.25:10). Homens e mulheres, jovens e crianças, como Ellen White escreveu, “com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, p.611). Eis que a vinda do Senhor se aproxima! “Sede benditos do Senhor, que fez os céus e a terra” (v.15). Confiem no Senhor, “os que temem o Senhor” (v.11), de que Ele mesmo, “que em Cristo vos chamou à Sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A Ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!” (1Pe.5:10-11). Vigiemos e oremos!
