Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O Messias sacerdote divino
“Disse o Senhor ao meu Senhor: ‘Sente-se à Minha direita, até que Eu ponha os Seus inimigos por estrado dos Seus pés.’” Salmo 110:1
O Salmo 110 nos leva a uma jornada de reflexão profunda sobre as realidades da divindade triúna, o serviço voluntário, a santidade e o sacerdócio eterno de Cristo. Cada versículo oferece insights valiosos sobre nossa fé e nosso relacionamento com Deus.
No versículo 1, encontramos uma menção poderosa ao Deus Pai e ao Deus Filho. Isso ressalta a natureza triúna do Criador, uma realidade que permeia a Bíblia. Nessa declaração, encontramos a figura do Senhor, que é Deus Pai, e o Messias, que é o Deus Filho. Essa visão composta de Deus nos lembra da riqueza da relação entre o Pai e o Filho, revelada em Cristo.
O versículo 3 nos ensina sobre o valor do serviço voluntário diante de Deus. Ele valoriza o serviço que brota do coração voluntário e sincero. Quando oferecemos nosso serviço a Ele de forma livre e dedicada, estamos expressando nossa devoção e amor. Isso nos lembra que a motivação do coração é essencial em nossa adoração e serviço a ao Senhor.
O versículo 3 nos fala sobre a importância de vestir-se de modo santo. Um povo santo é aquele que busca viver em conformidade com os valores e princípios divinos. Isso vai além da aparência exterior e envolve a transformação interior que ocorre quando nos rendemos a Deus e buscamos Sua santidade em todas as áreas da vida.
O versículo 4 traz à tona o sacerdócio eterno de Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque. Esse conceito tem profundas implicações teológicas, pois Melquisedeque é uma figura misteriosa e significativa nas Escrituras. O sacerdócio de Cristo é superior e eterno, e Sua obra de intercessão e mediação transcende o sistema de sacerdócio levítico. Isso ressalta a importância central de Cristo em nossa fé e salvação.
Promessa: O Salmo 110 menciona o sacerdócio eterno de Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque. Ele é o nosso Salvador e intercessor .
“Disse o Senhor ao meu Senhor: ‘Sente-se à Minha direita, até que Eu ponha os Seus inimigos por estrado dos Seus pés.’” Salmo 110:1
O Salmo 110 nos leva a uma jornada de reflexão profunda sobre as realidades da divindade triúna, o serviço voluntário, a santidade e o sacerdócio eterno de Cristo. Cada versículo oferece insights valiosos sobre nossa fé e nosso relacionamento com Deus.
No versículo 1, encontramos uma menção poderosa ao Deus Pai e ao Deus Filho. Isso ressalta a natureza triúna do Criador, uma realidade que permeia a Bíblia. Nessa declaração, encontramos a figura do Senhor, que é Deus Pai, e o Messias, que é o Deus Filho. Essa visão composta de Deus nos lembra da riqueza da relação entre o Pai e o Filho, revelada em Cristo.
O versículo 3 nos ensina sobre o valor do serviço voluntário diante de Deus. Ele valoriza o serviço que brota do coração voluntário e sincero. Quando oferecemos nosso serviço a Ele de forma livre e dedicada, estamos expressando nossa devoção e amor. Isso nos lembra que a motivação do coração é essencial em nossa adoração e serviço a ao Senhor.
O versículo 3 nos fala sobre a importância de vestir-se de modo santo. Um povo santo é aquele que busca viver em conformidade com os valores e princípios divinos. Isso vai além da aparência exterior e envolve a transformação interior que ocorre quando nos rendemos a Deus e buscamos Sua santidade em todas as áreas da vida.
O versículo 4 traz à tona o sacerdócio eterno de Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque. Esse conceito tem profundas implicações teológicas, pois Melquisedeque é uma figura misteriosa e significativa nas Escrituras. O sacerdócio de Cristo é superior e eterno, e Sua obra de intercessão e mediação transcende o sistema de sacerdócio levítico. Isso ressalta a importância central de Cristo em nossa fé e salvação.
Promessa: O Salmo 110 menciona o sacerdócio eterno de Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque. Ele é o nosso Salvador e intercessor .
Comentário Blog Associação Geral
O Salmo 110 é um hino messiânico, o salmo mais citado no Novo Testamento (Mateus 22:42-45, Marcos 12:36-37, Lucas 20:42-44, Hebreus 1:13) e apresenta Jesus Cristo como Rei, Juiz e Sacerdote. Este Salmo também contém duas profecias curtas e várias promessas de vitória (vs. 1-3 e 4-7), que foram cumpridas pela primeira vez na ressurreição e ascensão de Jesus, enquanto o completo cumprimento virá no final do grande conflito entre o bem e o mal e a vitória final do Cordeiro.
Se aqueles que participaram de Seu julgamento e zombaria pudessem olhar para o futuro, ficariam chocados. Se eles tivessem sido capazes de ver o grande número de Seus seguidores, a grande multidão de mártires dando suas vidas por Ele e a marcha irrefreável do seu reino para conquistar todo o planeta pelas poderosas palavras e ações generosas de seus fiéis, eles teriam recuado de vergonha.
Querido Deus, abra meus olhos para ver, como o salmista viu, quem Tu és: nosso Rei, grande Sumo Sacerdote celestial e Juiz. Dá-nos a coragem, a força e a determinação para fazermos parte do seu exército vitorioso. Amém
Pr Ioan Campian–Tatar
Romênia
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 110 – Devemos estudar a Bíblia para encontrar nela a Cristo, para que Ele transforme nossa vida transtornada pelo pecado. Isso só é possível mediante a ajuda do Espírito Santo, o qual está por trás de cada texto inspirado.
Martinho Lutero fez a seguinte declaração: “Da mesma forma como vamos até o berço tão-somente para encontrar um bebê, também recorremos às Escrituras apenas para encontrar Cristo”.
O Salmo 110 é evidentemente messiânico. É fácil encontrar Cristo nele. Glauber Araújo, em sua exegese do Salmo, conclui que ele “apresenta o Messias como um rei vitorioso na luta contra seus inimigos, bem como um sacerdote que ministra pelo povo perante YHWH. Ele recebe poder e honra de YHWH e se assenta à sua direita. De seu trono (Sião) Ele rege a nação e tem o apoio de seu povo que se une a Ele em suas batalhas. Seus inimigos lhe são subjugados e finalmente eliminados”.
Araújo ainda destaca que, “além da função de rei, [o salmo] agrega a função de sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Ele [Jesus] julga os povos e executa a sentença para finalmente obter a vitória total… Devido às várias referências encontradas no NT, entendemos que Ele está assentado à direita de Deus e, conforme o livro de Hebreus indica, é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Esse salmo apresenta implicações cristológicas, eclesiológicas e escatológicas que devem ser consideradas dentro da luta de YHWH contra o mal”.
Esse salmo, declara o Comentário bíblico NVI de F. F. Bruce, “é o texto mais citado ou aludido no NT (cf. At 3.34,35; 1Co 15.25; Ef 1.20; Cl 3.1; 1Pe 3.22)… O autor aos Hebreus deu muito valor a este salmo; ele desenvolveu a aplicação do v. 4 ao fato de Cristo exercer o sacerdócio celestial, não araônico, depois do sacrifício do Calvário (Hb 1.3,13; 5:6-10; 6.20-10:21)”.
Conforme relata o Salmo, Jesus…
1. …como Rei está organizando Seu povo como um exército para obter juntos a vitória final, a qual será total, sobre Seus inimigos de todas as espécies (vs. 1-3).
2. …como Sumo Sacerdote julgará todos os reis e nações do mundo inteiro para eliminar o mal por completo do Planeta Terra (vs. 4-7).
Hoje, peça que Jesus reine em tua vida e interceda por ela! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Oh, gloriosa redenção! O Dia em que veremos o nosso Salvador em glória não pode assemelhar-se a nenhum outro dia já vivido nesta Terra. A expectativa que faz o nosso coração desfalecer (Leia Jó 19:27) está prestes a tornar-se realidade. O Céu trabalha para isso enquanto o Senhor arregimenta o Seu exército de santos. Tudo se apressa para o fim e as taças estão prestes a ser derramadas, para que então seja dito: “Feito está!” (Ap.16:17).
Oh, gloriosa redenção! A redenção que foi rejeitada pelos líderes judeus. Tão diligentes na letra da Lei, mas tão ignorantes acerca de sua essência. Ansiaram pelo filho de Davi e deram as costas ao Filho de Deus. Diante deles estava Aquele sobre o qual o próprio Davi escreveu: “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés” (v.1, Mt.22:44).
Em cada geração deste mundo, Deus tem um povo para chamar de Seu, e assim o será até o fim. Quando chamou Abraão para ser o pai de uma numerosa nação, de várias formas o abençoou. E uma delas foi através da aparição de um rei desconhecido na genealogia bíblica, chamado Melquisedeque (v.4), denominado “sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn.14:18-20). Já em Hebreus, encontramos a seguinte descrição acerca deste rei: “...rei de justiça… rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote perpetuamente” (Hb.7:2-3). É como se o próprio Cristo tivesse aparecido a Abraão para abençoá-lo pessoalmente. E Ele, além de ter-Se assentado à destra de Deus Pai como nosso Juiz, também cumpre o Seu papel de Sumo Sacerdote, intercedendo por nós.
A obra no santuário celestial está prestes a completar-se. Cristo tem intercedido junto ao Pai por todos os crentes, e como tem sido difícil para Ele o veredicto de alguns! A luta de Jesus tem sido para que os Seus filhos não O louvem apenas com os lábios. Porque, para estes, quando Ele voltar “no dia da Sua ira” (v. 5), com o coração partido terá que dizer: “Nunca vos conheci!” (Mt.7:23). Precisamos buscar ao Senhor e louvá-Lo com todo o nosso coração. Se afirmamos louvá-Lo com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentimos por alguém, para Ele este louvor é maldito e não tem valor algum. Com urgência, devemos aprender a lição do Mestre: “…se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mt.18:3). Deve ser nossa oração constante: “Dá-me, ó Deus, um coração puro; rápido para amar, rápido para perdoar!” Então, assim como um dia Cristo disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mt.19:14), nos dirá nAquele grande Dia: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Não será diferente. Como as crianças tiveram total acesso a Cristo, nos apresentaremos voluntariamente no Dia do Seu poder, “com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora” (v.3).
Oh, gloriosa redenção! Naquele Dia, se encontrarão a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijarão (Sl.85:10) em favor de todos aqueles que temem a Deus. Todavia, a preciosa graça tão copiosamente derramada dará lugar ao juízo para todo aquele que não se arrependeu de seus maus caminhos (v.5-6). “Por ocasião da vinda de Cristo, os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo sopro de Sua boca e destruídos pelo resplendor de Sua glória” (Revista Eventos Finais, 10 dias de oração, p. 32). Não ignoremos as profecias, meus irmãos! Pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18). Chegou a hora de erguermos o alto clamor proclamando ao mundo o último chamado de Deus! Você nasceu nesta época com esta finalidade, como a “Voz do que clama no deserto” (Is.40:3). Assim como João Batista foi escolhido para anunciar a primeira vinda de Cristo, fomos eleitos para anunciar a Sua segunda vinda. Onde estão vocês, homens, mulheres e jovens de coragem? Agora é o momento de vestirmos toda a armadura de Deus (Ef.6:10) e, como Isaías, tomarmos a firme decisão: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8).
A chama do Espírito Santo foi acesa, amados! “Não apagueis o Espírito” (1Ts.5:19). Vigiemos e oremos!.
