Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A jornada da integridade
“Não porei coisa injusta diante dos meus olhos. [...] Não quero conhecer o mal” Salmo 101:3, 4
No primeiro verso do Salmo 101, somos lembrados de que nosso louvor a Deus deve refletir Sua justiça e lealdade. Nossa adoração não é apenas um ritual, mas um meio de comunicar nossos valores mais profundos e de reconhecer a retidão do Senhor em tudo o que fazemos.
O segundo verso nos convida a seguir o caminho da integridade. A integridade não é apenas uma ação isolada, mas um compromisso contínuo com a verdade e a honestidade, mesmo quando ninguém mais está olhando. É um objetivo que permeia todos os aspectos de nossa vida, iluminando nossas escolhas e atitudes.
A conexão entre a integridade no lar e em qualquer lugar é destacada no terceiro verso. Nossa verdadeira natureza é revelada em nossas interações cotidianas e relacionamentos familiares. A consistência em nossa integridade é um sinal de autenticidade e respeito pelos princípios que defendemos.
Repudiar o mal, como nos lembra o quarto verso, não é apenas sobre evitar o ódio, mas também sobre tomar uma posição ativa contra a injustiça. Devemos nos opor ao mal e contribuir para um mundo melhor, agindo com compaixão, empatia e ações positivas.
A advertência contra o envolvimento com o mal, no quinto verso, destaca a influência poderosa que nossas escolhas têm sobre nós. A contemplação constante do mal pode corroer nossa moralidade, transformando-nos gradualmente. Portanto, é essencial manter a guarda contra influências negativas.
Calar o difamador, como mencionado no sexto verso, faz lembrar da importância de discernir a verdade antes de reagir a boatos e fofocas. Uma resposta construtiva envolve procurar o entendimento direto com a pessoa em questão.
Por fim, o sétimo verso nos encoraja a nos cercar de pessoas íntegras, pois nossas companhias ajudam a moldar nosso caráter. O ditado “diga-me com quem andas, e direi quem és” ressalta a influência que os outros têm sobre nós. Cultivar relacionamentos com pessoas que compartilham nossos valores fortalece nosso compromisso com a integridade.
Promessa: Quem é íntegro no lar é íntegro em qualquer lugar. Ande de mãos dadas com o Deus da integridade.
“Não porei coisa injusta diante dos meus olhos. [...] Não quero conhecer o mal” Salmo 101:3, 4
No primeiro verso do Salmo 101, somos lembrados de que nosso louvor a Deus deve refletir Sua justiça e lealdade. Nossa adoração não é apenas um ritual, mas um meio de comunicar nossos valores mais profundos e de reconhecer a retidão do Senhor em tudo o que fazemos.
O segundo verso nos convida a seguir o caminho da integridade. A integridade não é apenas uma ação isolada, mas um compromisso contínuo com a verdade e a honestidade, mesmo quando ninguém mais está olhando. É um objetivo que permeia todos os aspectos de nossa vida, iluminando nossas escolhas e atitudes.
A conexão entre a integridade no lar e em qualquer lugar é destacada no terceiro verso. Nossa verdadeira natureza é revelada em nossas interações cotidianas e relacionamentos familiares. A consistência em nossa integridade é um sinal de autenticidade e respeito pelos princípios que defendemos.
Repudiar o mal, como nos lembra o quarto verso, não é apenas sobre evitar o ódio, mas também sobre tomar uma posição ativa contra a injustiça. Devemos nos opor ao mal e contribuir para um mundo melhor, agindo com compaixão, empatia e ações positivas.
A advertência contra o envolvimento com o mal, no quinto verso, destaca a influência poderosa que nossas escolhas têm sobre nós. A contemplação constante do mal pode corroer nossa moralidade, transformando-nos gradualmente. Portanto, é essencial manter a guarda contra influências negativas.
Calar o difamador, como mencionado no sexto verso, faz lembrar da importância de discernir a verdade antes de reagir a boatos e fofocas. Uma resposta construtiva envolve procurar o entendimento direto com a pessoa em questão.
Por fim, o sétimo verso nos encoraja a nos cercar de pessoas íntegras, pois nossas companhias ajudam a moldar nosso caráter. O ditado “diga-me com quem andas, e direi quem és” ressalta a influência que os outros têm sobre nós. Cultivar relacionamentos com pessoas que compartilham nossos valores fortalece nosso compromisso com a integridade.
Promessa: Quem é íntegro no lar é íntegro em qualquer lugar. Ande de mãos dadas com o Deus da integridade.
Comentário Blog Associação Geral
Davi começa este capítulo cantando louvores a Deus por Sua misericórdia e justiça.
Ele então decide se comportar com sabedoria e perfeição. Davi tem um claro entendimento de suas responsabilidades de modelar a integridade em todos os níveis em sua própria casa e governo como um exemplo para todo o seu povo. Ele entende que não pode tolerar o mal de nenhuma forma, seja corrupção, degradação, arrogância, fofoca, difamação ou deslealdade.Ele declara que se associará apenas àqueles que têm integridade na vida e nos propósitos pessoais e a servir sua casa e a nação com honra e fidelidade.
Se os líderes seguirem o exemplo de consagração de Davi, louvor a Deus e resolução de nunca tolerar o mal de nenhuma forma, a corrupção predominante e a destruição moral da sociedade serão grandemente reduzidas.
Nesta era em que a moral e os princípios são rotineiramente virados de cabeça para baixo, quando o mal não é apenas tolerado, mas celebrado, não devemos ser descarrilados pela rejeição popular das antigas palavras das Escrituras escritas por “homens do Oriente Médio, mortos a muito tempo”. Pelo contrário, essas palavras antigas são vivas, poderosas e afiadas como uma espada de dois gumes, dividindo-se entre uma cultura da vida ou outra de destruição. Escolhamos a vida.
Eileen VanTassel
Igreja Adventista do Sétimo Dia em Riverside,
Washougal, Washington EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 101 – O ego doentio devido ao vírus do pecado deve inclinar-se perante Deus, o Médico dos médicos, até morrer; a fim de renascer para uma nova vida pautada pela Palavra de Deus e voltada para as coisas espirituais.
É preciso humilhar-se para exaltar a Deus. É preciso abrir mão da vanglória para, então, dar glórias ao Deus que é o único digno de toda honra, todo louvor e adoração. É necessário diminuir-se para engrandecer ao Senhor. Quem assim proceder será grandemente recompensado.
Precisamos ser súditos do reino de Deus para que nosso futuro esteja garantido. O Salmo em apreço originalmente referia-se a Davi e depois foi provavelmente utilizado na entronização de outros reis em Israel. Contudo, Jesus é o Rei dos judeus e o nosso Rei, o qual se encaixa perfeitamente neste Salmo, melhor do que aplicando a qualquer outro rei.
Merrill F. Unger declara que neste Salmo “Davi fala como um profeta sobre o verdadeiro caráter do Rei [vs. 1-3], e Seu justo reinado [vs. 4-8]”. Embora Jesus seja o Rei por excelência, Seus súditos anseiam reproduzir Seu caráter em um mundo depravado.
1. A perfeição de caráter resulta de uma experiência profunda e íntima com Deus, quando a glória pessoal cede espaço para Deus (vs. 1-2);
2. Ser súdito do reino de Deus significa ser regido pela legislação divina, o que é nítido no caráter do servo de Deus contrastando com as atitudes dos ímpios:
a) Nosso lar é pautado pela piedade atraindo um clima celestial no ambiente familiar (v. 2);
b) Nosso procedimento será de aversão ao que Deus despreza, desejaremos distância do que é injusto e teremos nojo da corrupção (v. 3);
c) Nossa recusa à hipocrisia será emitida numa determinante declaração audível e pública (v. 4);
d) Nossa intolerância para com caluniadores, fofoqueiros, arrogantes e soberbos será nítida em palavras e atos (v. 5);
e) Nosso desejo pelo bem será notório na procura de boas companhias; homens e mulheres honestos e justos serão nossos alvos de amizades (v. 6);
f) Nossos desejos serão os desejos de Deus, crendo que só Ele poderá fazer justiça e limpar da Terra toda a falsidade e maldade (vs. 7-8).
Quem se converte ao Senhor não se curva ao torpor do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Modelo, segundo a definição do dicionário, significa “aquele que serve de objeto de imitação”. Este Salmo davídico apresenta uma série de ações que definem o modelo de um bom rei e a escolha sensata de seus servos. Seu coração anseia por viver sábia e fielmente diante de Deus e na companhia dos “fiéis da Terra” (v.6). Estabelecer um reino sobre o seguro fundamento da verdade e da justiça é seu principal objetivo.
Só houve no mundo um Modelo digno de imitação, cuja origem é eterna e perfeito o Seu caráter. Jesus Cristo, a Raiz de Davi, o Rei da Glória, declinou de Seu trono por 33 anos e meio a fim de servir àqueles que deveriam servi-Lo. “Portas a dentro” (v.2) de Sua casa em Nazaré, Sua conduta cheia de zelo até mesmo nos pequenos afazeres era um deleite para Seus pais e como uma harmoniosa melodia que Lhe iluminava o semblante. Cada pessoa que entrava em contato com Ele era impactada pelo contraste de Sua vida santa mesmo em face de Sua humanidade.
Diante do triste quadro do pecado e do fato de que as nossas obras não são suficientes para nos redimir, a nossa única saída está em imitar o excelente e incomparável Modelo. Foi com ousadia que Paulo escreveu: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co.11:1). O testemunho do apóstolo dos gentios é uma tremenda evidência de que é possível atentar “sabiamente ao caminho da perfeição” (v.2). Provando que ser perfeito não significa nunca mais errar, e sim, nunca mais se curvar diante do erro. Desvendados os olhos para contemplar o esplendor das verdades que outrora eram apenas leis restritivas, Paulo enxergou a beleza do evangelho na pessoa de Jesus Cristo.
Necessitamos olhar para o Rei se queremos um dia habitar em Seu reino. Os Seus olhos estão a percorrer a Terra à procura de Seus servos fiéis. Pois não há de entrar em Sua casa “o que usa de fraude” (v.7), nem o “que às ocultas calunia o próximo”, e “que tem olhar altivo e coração soberbo” (v.5); “o que profere mentiras não permanecerá ante os [Seus] olhos” (v.7). Pois “a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Ap.21:8). Mas aos de “coração sincero” (v.2), prometeu: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).
“Oh! Quando virás ter comigo?” (v.2), tem sido o clamor de cada coração ansioso para encontrar-se com Deus e ser participante de Seu reino eterno. Ao sofrer em nosso lugar, Jesus nos deixou exemplo para seguirmos os Seus passos (1Pe.2:21). A nossa total submissão a Ele é o que revela a Quem pertencemos e para onde estamos indo. Que apegados à graça e misericórdia do Senhor, nossa vida seja a evidência que o mundo precisa de que há um Rei no Céu que Se fez servo e que em breve voltará “com poder e grande glória” (Lc.21:27). Jesus prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E Ele não mente! Vigiemos e oremos!
