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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Justiça, vingança e proteção
“Ó Deus, não Te cales! Não Te emudeças, nem fiques inativo, ó Deus!” Salmo 83:1
No Salmo 83, o salmista clama por justiça e proteção diante de inimigos que buscam destruir o verdadeiro cristianismo. Neste tempo em que muitas pessoas, movimentos e ideologias estão ativamente trabalhando para minar a fé e os valores cristãos, o Salmo 83 ressoa de forma profunda e atual.
Diante da hostilidade, o salmista deixa claro que a vingança não deve ser buscada pelas mãos humanas. Ele coloca sua confiança na justiça divina, sabendo que Deus é o juiz supremo que conhece os corações e as intenções de cada pessoa. Pedir vingança é uma atitude que não cabe aos seguidores de Cristo, pois o Senhor é o único que pode julgar com perfeita justiça.
Em vez disso, o salmista expressa seu desejo de que Deus envergonhe os inimigos, não com intuito de vingança, mas para que eles possam reconhecer a soberania e a grandeza divinas. A atitude louvável do salmista é a de esperar que a manifestação do poder de Deus leve aqueles que se opõem ao verdadeiro cristianismo a buscarem o Senhor em arrependimento e rendição.
Essa perspectiva é um lembrete importante para os cristãos em tempos de adversidade. Diante das lutas, o desejo de justiça pode ser natural, mas é essencial lembrar que nossa confiança deve estar firmada no Senhor. Buscar a justiça com as próprias mãos pode levar a consequências negativas e não reflete o caráter de Cristo, que nos ensinou a amar e orar por nossos inimigos.
Assim como o salmista reconhece que Deus é o Altíssimo sobre toda a Terra, devemos manter em mente que, mesmo em meio às adversidades e perseguições, Deus está no controle e Seu propósito será cumprido. Confiar em Sua justiça e soberania nos dá a segurança de que Ele está cuidando de todas as coisas, inclusive das afrontas contra a verdade cristã.
Promessa: O salmista pede que Deus envergonhe seus inimigos a fim de que busquem o Senhor. Atitude louvável. E o Senhor promete abençoar os que agem assim.
No Salmo 83, o salmista clama por justiça e proteção diante de inimigos que buscam destruir o verdadeiro cristianismo. Neste tempo em que muitas pessoas, movimentos e ideologias estão ativamente trabalhando para minar a fé e os valores cristãos, o Salmo 83 ressoa de forma profunda e atual.
Diante da hostilidade, o salmista deixa claro que a vingança não deve ser buscada pelas mãos humanas. Ele coloca sua confiança na justiça divina, sabendo que Deus é o juiz supremo que conhece os corações e as intenções de cada pessoa. Pedir vingança é uma atitude que não cabe aos seguidores de Cristo, pois o Senhor é o único que pode julgar com perfeita justiça.
Em vez disso, o salmista expressa seu desejo de que Deus envergonhe os inimigos, não com intuito de vingança, mas para que eles possam reconhecer a soberania e a grandeza divinas. A atitude louvável do salmista é a de esperar que a manifestação do poder de Deus leve aqueles que se opõem ao verdadeiro cristianismo a buscarem o Senhor em arrependimento e rendição.
Essa perspectiva é um lembrete importante para os cristãos em tempos de adversidade. Diante das lutas, o desejo de justiça pode ser natural, mas é essencial lembrar que nossa confiança deve estar firmada no Senhor. Buscar a justiça com as próprias mãos pode levar a consequências negativas e não reflete o caráter de Cristo, que nos ensinou a amar e orar por nossos inimigos.
Assim como o salmista reconhece que Deus é o Altíssimo sobre toda a Terra, devemos manter em mente que, mesmo em meio às adversidades e perseguições, Deus está no controle e Seu propósito será cumprido. Confiar em Sua justiça e soberania nos dá a segurança de que Ele está cuidando de todas as coisas, inclusive das afrontas contra a verdade cristã.
Promessa: O salmista pede que Deus envergonhe seus inimigos a fim de que busquem o Senhor. Atitude louvável. E o Senhor promete abençoar os que agem assim.
Comentário Blog Associação Geral
“Ó Deus, não te cales! não emudeças, nem fique inativo, ó Deus!”
Como profundo apreciador do livro de canções de Israel, o Salmo 83 nunca chegou à minha lista dos dez melhores. Em vez disso, busquei conforto nos Salmos 23, 91, 103 e outros. Foi um desafio saber o que escrever sobre este salmo… até que o momento perfeito de Deus se desdobrou.
“Os teus inimigos se alvoroçam, e os que Te odeiam levantam a cabeça. Tramam astutamente contra o Teu povo e conspiram contra os teus protegidos…”
Sabemos que aqueles que amam a Deus são objetos do desprezo do inimigo supremo das almas, e ele tem um desejo: a destruição da igreja e do povo de Deus. Podemos sentir a raiva do leão enjaulado quando eventos sem precedentes e nossas vidas se desenrolam neste momento … uma pandemia viral mundial, sistemas de assistência médica em perigo, perda de vidas, fechamento de negócios, perda de empregos, inevitável recessão econômica mundial. Restrições aumentam diariamente.
Sabemos que, às vezes, Deus retira as pessoas de toda ajuda material para que elas aprendam a confiar somente nEle. Parece que o grande confronto está próximo. Que os eventos atuais levem as pessoas a conhecer e se voltar para o nosso grande Deus. Essa é a minha oração e a oração deste salmo.
Kami Borg
Ancião, professor da Escola Sabatina de jovens, tesoureiro assistente
Igreja Adventista do Sétimo Dia em Forest Park, Everett, Washington, EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 83 – Por que os fieis sofrem? Por que há tantas coisas que acontecem com aqueles que são tão piedosos? Por que a angústia e a aflição assolam aos cristãos consagrados?
O Salmo em apreço parece responder objetivamente a estas questões:
1. Os que servem a Deus e representam Seu nome são alvos dos inimigos de Deus que iniciaram uma guerra no Céu e continuam provocando e instigando aqui na Terra (vs. 1-3).
2. Os amantes do pecado e da iniquidade almejam insistentemente a destruição do povo de Deus, isso foi desde o início, com a morte de Abel pelas mãos assassinas de Caim, passou por Cristo que representa o povo de Deus de todas as eras, e vai terminar com a segunda vinda de Cristo. Inimigos querem exterminar aos que amam a verdade (v. 4).
3. Todas as nações se voltam contra o povo de Deus no tempo do fim como aconteceu em outros períodos da história (vs. 5-8), porém, Deus vencerá e Jesus reinará vitoriosamente (Apocalipse 17 e 18).
4. Nossa expectativa deve ser a vitória divina sobre os impérios humanos que se opõem contra o reino de eterna paz (vs. 13-18). Um dia não haverá nenhum outro reino que interferirá ao reino de Deus, pois todos os reinos do mundo se tornarão num turbilhão de pó, serão incendiados, envergonhados e destruídos para sempre pela presença divina (Apocalipse 19 e 20).
Nunca foi fácil ser povo de Deus, pior ainda será não pertencer a Deus no dia do juízo. A história de Israel não foi fácil simplesmente porque eles se desviavam de Deus; eles se desviavam de Deus facilmente porque as investidas satânicas eram ferrenhas e titânicas contra o povo do qual viria o Messias.Contudo, Jesus nasceu em Israel. Esse judeu (que é Deus e se fez carne) garantiu a destruição do império do pecado e a salvação de todos os que se apegam a Ele. Por meio dEle o nome de Deus será reconhecido em todo o Universo (v. 18, ver Filipenses 2:10; João 3:14-15).
Portanto, se você…
• …sofre por ser fiel, clame a Deus que é mais poderoso que todos os exércitos. Jesus já venceu para te dar a vitória! Sem demora, aceite-a!
• …quer vitórias sobre inimigos, ore agora intensamente!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O pedido do salmista foi expresso em um clamor pela atuação da justiça divina sobre as nações inimigas. Todos os prodígios de Deus realizados no Egito em favor dos hebreus e todos os milagres e livramentos no êxodo, tornaram Israel uma nação temida e também muito perseguida. Apesar de ser a menina dos olhos de Deus (Sl.17:8), não poucas vezes, caía em suas próprias ciladas. Deixava de buscar a Deus e de seguir os Seus mandamentos, e o resultado era desastroso.
O verso nove faz menção a Sísera. Este comandante do exército do rei de Canaã, foi derrotado junto com todo o seu forte exército, pela mão poderosa do Senhor. Israel padecia sob jugo de Jabim, rei de Canaã, justamente por ter dado as costas a Deus. Após vinte anos de sofrimento, resolveram clamar ao Senhor. Deus os ouviu e libertou, concedendo-lhes quarenta anos de paz (Jz.5:31). Percebem, amados? Vinte anos de sofrimento, mas o dobro de tempo de paz. Deus tem maior desejo de nos oferecer o Seu melhor do que nós temos de receber. Pois assim diz o Senhor: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr.29:11).
A justiça de Deus é plena de misericórdia e enquanto há alguma chance de arrependimento, Ele usa a Sua justiça como instrumento de salvação, para que busquem o Seu nome (v.16); para que reconheçam que só Ele é Deus (v.18). Na experiência de Elias no Carmelo podemos vislumbrar um tipo do desfecho do conflito final, denominado pelo Apocalipse de: Armagedon (Ap.16:16), quando a intervenção divina será manifestada em resposta às orações de Seus servos e todo o mundo terá de reconhecer que só o Senhor é Deus.
O Senhor nos tem chamado para buscá-Lo tanto em tempos de crise quanto em tempos de paz. “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto” (Is.55:6). “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13). Cristo em breve voltará para vingar “o sangue dos Seus servos” (Ap.19:2). Que sejamos encontrados por Jesus como Elias e os sete mil fiéis, e Ele nos salvará! Vigiemos e oremos!
