Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Enfrentando Desafios
“Que os aflitos vejam isso e se alegrem; quanto a vocês que buscam a Deus, que o seu coração se reanime. Porque o Senhor ouve os necessitados e não despreza os seus prisioneiros.” Salmo 69:32, 33
Salmo 69:2 nos ensina a clamar a Deus quando nos sentimos afundando em águas profundas e lamacentas. Em momentos de dificuldade e aflição, podemos confiar em Deus como nosso libertador. Ele nos estende a mão para nos tirar das situações adversas em que nos encontramos.
O verso 5 nos lembra de clamar a Deus para nos livrar da nossa própria insensatez. Reconhecemos que, muitas vezes, agimos de maneira tola e pecaminosa. Precisamos pedir ao Senhor que nos guie, nos corrija e nos transforme, a fim de que vivamos de acordo com Sua vontade e apresentemos um bom testemunho para o mundo.
O verso 9 nos desafia a ser consumidos pelo zelo pela obra de Deus. Devemos ser fervorosos em nosso compromisso com Ele. Que nosso zelo esteja focado em obedecer aos Seus mandamentos, em compartilhar o evangelho e em viver uma vida que honre e glorifique o nome do Senhor.
Os versos 13 e 14 nos lembram de que o pecado pode nos levar a um atoleiro, mas a salvação de Deus é perfeita. Em meio às lutas e às consequências de nossas ações, podemos encontrar esperança na graça e na redenção que o Senhor oferece por meio de Jesus Cristo. Ele é a fonte da nossa salvação e da nossa restauração.
Promessa: Jesus sentiu sede para que um dia possamos beber a água do rio da vida.
“Que os aflitos vejam isso e se alegrem; quanto a vocês que buscam a Deus, que o seu coração se reanime. Porque o Senhor ouve os necessitados e não despreza os seus prisioneiros.” Salmo 69:32, 33
Salmo 69:2 nos ensina a clamar a Deus quando nos sentimos afundando em águas profundas e lamacentas. Em momentos de dificuldade e aflição, podemos confiar em Deus como nosso libertador. Ele nos estende a mão para nos tirar das situações adversas em que nos encontramos.
O verso 5 nos lembra de clamar a Deus para nos livrar da nossa própria insensatez. Reconhecemos que, muitas vezes, agimos de maneira tola e pecaminosa. Precisamos pedir ao Senhor que nos guie, nos corrija e nos transforme, a fim de que vivamos de acordo com Sua vontade e apresentemos um bom testemunho para o mundo.
O verso 9 nos desafia a ser consumidos pelo zelo pela obra de Deus. Devemos ser fervorosos em nosso compromisso com Ele. Que nosso zelo esteja focado em obedecer aos Seus mandamentos, em compartilhar o evangelho e em viver uma vida que honre e glorifique o nome do Senhor.
Os versos 13 e 14 nos lembram de que o pecado pode nos levar a um atoleiro, mas a salvação de Deus é perfeita. Em meio às lutas e às consequências de nossas ações, podemos encontrar esperança na graça e na redenção que o Senhor oferece por meio de Jesus Cristo. Ele é a fonte da nossa salvação e da nossa restauração.
Promessa: Jesus sentiu sede para que um dia possamos beber a água do rio da vida.
Comentário Blog Associação Geral
À luz da instrução de Jesus para que amemos os nossos inimigos, como devemos lidar com os salmos nos quais os inimigos são amaldiçoados? Davi, apesar de sua vida de dedicação a Deus, ainda não havia chegado a compreender de uma maneira experiencial de que abençoar é melhor do que amaldiçoar. Muitos capítulos de sua vida teriam sido bem menos estressantes se Ele tivesse aprendido a confiar em Deus completamente, deixando com Ele a tarefa de julgar e condenar seus inimigos.
Nossa antipatia para com nossos detratores os afeta menos do que afeta a nós. O perdão de Jesus a Seus algozes (“…porque eles não sabem o que fazem… “), não os tornaram bons. Eles ainda irão enfrentar o seu castigo. O perdão refletiu a atitude de pena de Jesus por eles. Quando perseguido, a atitude de perdão pode trazer paz. Ele coloca você acima da dor, da autopiedade, da dúvida. No devido tempo os maus serão julgados e condenados por Deus, portanto você não precisa gastar suas energias odiando-os e amaldiçoando-os.
Talvez você esteja passando por uma situação em que pessoas estão lhe difamando e perseguindo. Abra o seu coração a Deus. Revele a Ele os seus sentimentos mais profundos, incluindo os negativos. Mas, ao mesmo tempo, siga o caminho superior apontado por Jesus. O caminho da confiança em Deus e do perdão aos inimigos.
Outra importante lição que extraímos deste Salmo é que os sofrimentos que passamos foram também experimentados por Jesus. Temos um intercessor que nos ama com amor eterno e de uma maneira que jamais entenderemos. Ele trilhou o caminho que hoje estamos passando e, portanto, nos compreende, consola e pode nos dar a vitória contra o mal.
Gordon Christo
India
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 69 – Você esteve em uma situação de quase afogar-se na piscina ou no mar, quanto mais você se cansava tentando se salvar mais afundava? ou, numa situação como na areia movediça, cada decisão e cada reação parecia levar-te para mais fundo?
Um beco sem saída, um problema sem solução, encurralado pela vida… O desespero faz uma visita, a angústia vem de mudança, o sofrimento invade o coração…
Incompreendido pela família, desvalorizado pelo chefe e colegas de trabalho, criticado pelos membros da igreja, alvo de zombaria dos amigos, inimigos por todos os lados, traído por pessoas que você confiava, se esta parece ser a tua história, saiba que Davi e Jesus também tiveram tal experiência.
• Jesus era problemático?
• Davi era causador de confusão?
Na verdade, era o contrário, as pessoas ao redor deles não toleravam os traços de Deus em Davi e, muito menos em Jesus.
Ainda hoje é assim, quando mais parecido com Jesus você for, mais invejosos, arrogantes e orgulhosos vão tentar interpor o teu caminho. Portanto, dê uma atenção ao Salmo em questão: Os cristãos…
• …passam por momentos de aflições, tudo parece sufocante, às vezes se sentem até desamparados em meio à solidão, quase perdem as forças, parece não aguentarem mais (vs. 1-5).
• …são alvos de insultos, envergonhados publicamente, são atacados pelas línguas destruidoras; consequentemente, choram e gemem; por isso até os bêbados e párias da sociedade fazem piadas com os que amam e servem a Deus (vs. 6-12).
• …apesar das afrontas e oposições, não desistem de Deus; pelo contrário, mais se apegam a Ele. A oração é o meio de buscar consolação, libertação e salvação de forma paciente, confiante na misericórdia divina (vs. 13-19). Paulo amplia esse ensinamento sugerido por Davi: “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (Romanos 12:12).
• …sabem a quem recorrer quando a situação está difícil. Suas orações imprecatórias logo se tornarão louvor e adoração, além de obterem coragem para testemunhar ousadamente de um juízo vindouro a todos os indivíduos deste mundo (vs. 20-36).
O Novo Testamento refere-se a Jesus com este Salmo devido a Seu sofrimento. Embora Jesus tenha sofrido bem mais que Davi, também deixou-nos um legado ainda maior, mais nobre: Em vez de amaldiçoar Seus inimigos, pediu perdão para eles. Aprendamos! – Heber Toth Armí .
Comentário Rosana Barros
Este Salmo, intitulado de “O lamento do Messias”, possui algumas referências acerca do sofrimento de Cristo, principalmente no que diz respeito aos Seus últimos momentos de vida na Terra. Rejeitado pelos Seus (Jo.1:11) e até pela própria família (Jo.7:5), Jesus viveu o ministério da reconciliação oferecendo-Se a Si mesmo na vida e na morte. Movido por terna compaixão e amor abnegado, Suas obras testificavam da riqueza de Sua graça para com a humanidade caída. E, no silêncio da madrugada, o Homem de dores ascendia aos Céus as orações mais altruístas que este mundo jamais testemunhou.
Olhando para as cenas finais do Calvário, percebemos o claro contraste entre criatura e Criador. Nos momentos finais de Sua paixão, Aquele que curou multidões só pôde contar de perto com a companhia de João e de Sua mãe. Onde estavam os Seus seguidores? Onde estavam as multidões que O aclamaram como um rei em Sua entrada triunfal em Jerusalém? Sua morte ignominiosa foi vista como uma derrota, devido à cegueira espiritual predominante. Não puderam reconhecer o cumprimento das profecias messiânicas e perderam o privilégio único de, apontando para a cruz, como o Batista, declarar a vitoriosa afirmação: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo.1:29).
A morte que nos trouxe a vida foi suficiente e eficaz. Até mesmo em Sua morte e sepultamento, Jesus respeitou o mandamento que estabeleceu desde o Éden como memorial da criação (Gn.2:1-3). Nas horas do sábado, o nosso Salvador descansou e selou este dia como memorial da redenção. Sua agonia encontrou o repouso no cumprimento de Sua imutável Lei. Assim também somos chamados, hoje, a descansar no repouso de Cristo. E, assim como Ele ressuscitou ao terceiro dia, aguardar o cumprimento da fiel promessa de Sua segunda vinda.
O Senhor não nos deixou na ignorância, amados. Temos em mãos a Sua santa Palavra. “Vejam isso os aflitos e se alegrem”, e, “quanto a vós outros que buscais a Deus, que o vosso coração reviva” (v.32). Diante da turbulência que estamos vivendo, não precisamos andar desanimados, mas louvando “com cânticos o nome de Deus” (v.30), pois Jesus mesmo nos deixou escrito: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Não precisamos cair no mesmo erro daqueles que não souberam reconhecer as profecias messiânicas, mas que, com o coração reavivado pela bendita esperança, olhemos “firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, O qual, em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb.12:2). Vigiemos e oremos!
