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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A Justiça de Deus e a natureza humana
“Na verdade, há recompensa para os justos; de fato há um Deus que julga a terra.” Salmo 58:11
O Salmo 58 nos traz reflexões profundas sobre a justiça divina e a natureza pecaminosa do ser humano. No versículo 1, o salmista nos lembra de que a justiça dos homens pode falhar, mas Deus é o juiz supremo que punirá os ímpios poderosos. Embora pareça haver impunidade para os injustos nesta vida, podemos confiar que, em algum momento, o Senhor trará justiça plena e punirá aqueles que praticam o mal. Sua justiça é perfeita e não falha.
Nos versículos 1 e 2, somos confrontados com a realidade de que aqueles que vivem sem o Todo-Poderoso só fazem o mal. A injustiça e a violência são frutos da ausência de Deus na vida. Isso nos lembra da importância de viver em comunhão com o Criador e buscarmos Sua direção em todas as áreas da vida. Somente quando estamos conectados com o Senhor podemos agir com justiça e verdadeiro amor ao próximo.
O versículo 3 ecoa a ideia presente no Salmo 51: “Sei que sou pecador desde que nasci.” Revela nossa natureza pecaminosa herdada e nossa dependência desesperada do poder de Deus. Reconhecemos que somos falhos e necessitamos da graça divina para ser transformados. É somente na glorificação, quando Jesus voltar, que essa natureza pecaminosa será definitivamente destruída, como nos ensina o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 15:51-53.
No versículo 4, o salmista destaca que os ímpios tapam os ouvidos para não ouvir falar de justiça. É um lembrete para nós de que devemos manter os ouvidos atentos à voz de Deus. Precisamos estar dispostos a ouvir Sua Palavra, buscar Sua orientação e seguir Seus caminhos justos. Ao nos mantermos abertos à Sua voz, encontraremos sabedoria e discernimento para agir corretamente em todas as circunstâncias.
Nos versículos 5 a 10, Davi, mais uma vez perseguido, clama a Deus para que puna seus inimigos. Ele entrega a justiça nas mãos de Deus, confiando que Ele julgará retamente. Essa atitude nos ensina a confiar em Deus em meio às adversidades e a deixar nas mãos Dele as injustiças que enfrentamos. Ele é o juiz perfeito e sabe como lidar com cada situação.
No último verso, o salmista declara com convicção: “Há um Deus que faz justiça na terra.” Essa afirmação é uma verdade inabalável e uma fonte de esperança para todos nós. Podemos descansar na certeza de que Deus é o Deus da justiça e que Seu juízo prevalecerá. Ele não permitirá que o mal triunfe e, no final, toda injustiça será corrigida.
Promessa: Mantenhamos os ouvidos sempre bem abertos para ouvir a voz de Deus. Ele promete nos orientar.
O Salmo 58 nos traz reflexões profundas sobre a justiça divina e a natureza pecaminosa do ser humano. No versículo 1, o salmista nos lembra de que a justiça dos homens pode falhar, mas Deus é o juiz supremo que punirá os ímpios poderosos. Embora pareça haver impunidade para os injustos nesta vida, podemos confiar que, em algum momento, o Senhor trará justiça plena e punirá aqueles que praticam o mal. Sua justiça é perfeita e não falha.
Nos versículos 1 e 2, somos confrontados com a realidade de que aqueles que vivem sem o Todo-Poderoso só fazem o mal. A injustiça e a violência são frutos da ausência de Deus na vida. Isso nos lembra da importância de viver em comunhão com o Criador e buscarmos Sua direção em todas as áreas da vida. Somente quando estamos conectados com o Senhor podemos agir com justiça e verdadeiro amor ao próximo.
O versículo 3 ecoa a ideia presente no Salmo 51: “Sei que sou pecador desde que nasci.” Revela nossa natureza pecaminosa herdada e nossa dependência desesperada do poder de Deus. Reconhecemos que somos falhos e necessitamos da graça divina para ser transformados. É somente na glorificação, quando Jesus voltar, que essa natureza pecaminosa será definitivamente destruída, como nos ensina o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 15:51-53.
No versículo 4, o salmista destaca que os ímpios tapam os ouvidos para não ouvir falar de justiça. É um lembrete para nós de que devemos manter os ouvidos atentos à voz de Deus. Precisamos estar dispostos a ouvir Sua Palavra, buscar Sua orientação e seguir Seus caminhos justos. Ao nos mantermos abertos à Sua voz, encontraremos sabedoria e discernimento para agir corretamente em todas as circunstâncias.
Nos versículos 5 a 10, Davi, mais uma vez perseguido, clama a Deus para que puna seus inimigos. Ele entrega a justiça nas mãos de Deus, confiando que Ele julgará retamente. Essa atitude nos ensina a confiar em Deus em meio às adversidades e a deixar nas mãos Dele as injustiças que enfrentamos. Ele é o juiz perfeito e sabe como lidar com cada situação.
No último verso, o salmista declara com convicção: “Há um Deus que faz justiça na terra.” Essa afirmação é uma verdade inabalável e uma fonte de esperança para todos nós. Podemos descansar na certeza de que Deus é o Deus da justiça e que Seu juízo prevalecerá. Ele não permitirá que o mal triunfe e, no final, toda injustiça será corrigida.
Promessa: Mantenhamos os ouvidos sempre bem abertos para ouvir a voz de Deus. Ele promete nos orientar.
Comentário Blog Associação Geral
Nós esperamos que os juízes não se corrompam e que os governantes mantenham a lei e a ordem e estabeleçam uma sociedade segura. Mas como disse o Barão Acton em 1887, “O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe completamente”.
A história está repleta de atos terríveis de opressão e injustiça. Quando contemplamos, pela imaginação, os corpos de milhões de vítimas massacradas ao longo dos séculos por governantes e juízes corruptos, somos levados a gritar com Davi “Quebra os dentes deles, ó Deus; arranca, Senhor, as presas desses leões!” (v. 6, NVI). Certamente temos o direito de sentir a máxima indignação para com o desumano abuso de poder exercido por eles, e a ansiar pelo dia em que “os ímpios serão varridos…” (v. 9) Não sabemos hoje porque Deus não intervêm para evitar tragédias como estas, mas o que sabemos é que um dia todos concordarão: “De fato os justos têm a sua recompensa; com certeza há um Deus que faz justiça na terra” (v. 11, NVI).
Mas considere o seguinte: Cada um desses homens, nasceu como um meigo bebê. Como essa aparente inocência transformou-se em algo tão mau? Na verdade, desde o início, o potencial estava lá: “Os ímpios erram o caminho desde o ventre; desviam-se os mentirosos desde que nascem” (v. 3, NVI). A assustadora verdade é que todos nós nascemos com semelhantes tendências para o mal. Como disse um pregador: “Não fosse pela graça de Deus, qualquer um de nós poderia cometer os mesmos pecados”. Se não estamos seguindo os passos dos ímpios, é unicamente graças ao trabalho do Espírito Santo de Deus!
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
PS: A expressão “Quebra os dentes deles”, no verso 6, não tem aqui o sentido de pugilato, briga de rua, mas de alguém que quebra os dentes de uma fera que está a fazer mal a alguém.
Reflexão - Heber Toth Armí
O Salmo 58 condena juízes injustos e, portanto, reprova e adverte de forma veemente a todos que praticam a injustiça e a opressão. Com figuras vívidas e estilo vigoroso, o salmo acusa a injustiça, dita a sentença e se regozija na justiça de Deus, o grande juiz. Neste salmo é notável o contraste entre os juízes injustos da terra e Deus, o justo juiz. CBASD, vol. 3, p. 866.
O Antigo Testamento está cheio de referências à justiça, e é um tema-chave nos salmos. Infelizmente, muitos juizes e governantes em épocas antigas tomaram a justiça dentro em suas próprias mãos. Eles tinham completa autoridade sem responsabilidade e o poder de fazer suas próprias leis. Quando os juízes da terra são corruptos, há pouca esperança de justiça nesta vida. Mas Deus ama a justiça, e aqueles que lhe obedecem experimentarão perfeita justiça na eternidade. Life Application Study Bible Kingsway.
2 mãos. A iniquidade é concebida no íntimo, isto é, no coração, e é praticada com as mãos. CBASD, vol. 3, p. 866.
4 a víbora surda. Sua iniquidade obstinada se compara à teimosia de uma víbora ou áspide que se recusa a se submeter ao encantador de serpentes. CBASD, vol. 3, p. 866.
6-10 Este é .. um clamor por justiça tão intenso que parece, à primeira vista, ser um clamor por vingança. Life Application Study Bible Kingsway.
7 Desapareçam como águas. A oração do salmista é para que seus inimigos pereçam assim como as águas de uma torrente se perdem nas areias do deserto ou desaparecem por completo nas secas do verão (ver 2Sm 14:14; Jó 6:15-17). CBASD, vol. 3, p. 866.
9 Como espinheiros, antes que vossas panelas sintam delas o calor. Alguns creem que represente os nômades no deserto que acendem fogo ao livre e uma rajada de vento os apaga antes que o fogo tenha aquecido as panelas. A ilustração tem o objetivo de expressar o desejo do salmista de que o ímpio seja logo destruído. CBASD, vol. 3, p. 866.
11 Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo. Todo ser humano reconhecerá que Deus intervém nos assuntos humanos, reconhecendo a justiça e punindo o pecado. CBASD, vol. 3, p. 866.
De todas as pessoas, nossos líderes nacionais deveriam ser os mais justos e corretos. Quando são injustos, as pessoas sofrem. Os ricos ficam mais ricos, os pobres ficam mais pobres, os políticos arrancam o poder do povo, a moralidade nacional se deteriora e Deus é ignorado. Quando a justiça triunfar finalmente, o justo se alegrará (v. 10). Esteja certo de que haverá um dia de prestação de contas e que Deus julga justamente. Tenha cuidado para não ficar do lado da injustiça, para não se encontrar um dia em frente de um juiz irritado. Life Application Study Bible Kingsway.
há um Deus, com efeito, que julga na terra. Embora, às vezes, pareça que Deus permite que o mal e a injustiça prossigam livremente, Seus olhos estão sobre a maldade cometida pelos pecadores, das quais mantém um relato fiel, e no tempo devido, Ele intervirá. Sempre houve um limite além do qual não se permite passarem os ímpios. Esta lição está estreitamente ligada à que o rei Nabucodonososr aprendeu durante os sete anos de loucura. CBASD, vol. 3, p. 867.
Comentário Rosana Barros
Impressionado pelas injustiças e pela impunidade dos perversos, Davi não ocultou a sua ira. A parcialidade das autoridades jurídicas da época e seu julgamento iníquo provocava no grande rei e guerreiro fome e sede de justiça. A prosperidade e tranquilidade dos ímpios despertava-lhe o anseio pela justiça divina e pela vingança dos justos. Seu sentimento, porém, não lhe era peculiar, nem tampouco eram exclusivas de seu tempo as obras que contemplava.
Desde Abel, “a voz do sangue” dos filhos de Deus “clama da terra” (Gn.4:10). O mesmo símbolo é apresentado na visão de João na abertura do quinto selo: “Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a Terra?” (Ap.6:10). Elencados como justos pela dispensação de Cristo, muitos dormem no pó da terra até que se completem “o número dos seus conservos e seus irmãos” (Ap.6:11). No juízo final veremos o cumprimento da profecia dada a Daniel: “Muitos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn.12:2).
A Bíblia apresenta uma impiedade adquirida desde a concepção (v.3); de pessoas que já nascem com a índole corrompida. Muitos estudiosos classificam a índole como um conjunto de peculiaridades e de características inerentes à pessoa desde o seu nascimento. Ou seja, são as heranças biológicas, tendências transmitidas dos pais aos filhos. A índole, contudo, difere do caráter, pois este é adquirido através da educação e do ambiente em que o indivíduo é exposto. Há esperança, portanto, para todo aquele que se dispõe a aprender na escola de Cristo. Pois, assim diz o Senhor: “Mas, se o perverso se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os Meus estatutos, e fizer o que é reto e justo, certamente viverá; não será morto” (Ez.18:21).
Tão perto como estamos da gloriosa aparição de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que pela graça de Deus não façamos parte do grupo descrito pelo apóstolo Paulo (2Tm.3:1-5). Não há herança de sangue que não possa ser lavada pelo sangue do Cordeiro! Os últimos apelos estão sendo feitos antes que os ímpios “Desapareçam como águas que se escoam” (v.7). Eis o desejo do Eterno: “que ninguém pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). “Ouvi isto, vós, todos os povos” (2Cr.18:27), antes que chegue o tempo em que se dirá: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2). Vigiemos e oremos!
