Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
À tarde, pela manhã e ao meio-dia
“À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz.” Salmo 55:17
Deus Se inclina para escutar com atenção. Assim como Ele demonstra esse cuidado conosco, somos desafiados a “nos inclinar” para aqueles que amamos. Que possamos prestar atenção aos sentimentos, necessidades e palavras do nosso cônjuge, dos filhos e amigos, cultivando relacionamentos de proximidade e empatia.
Os ímpios podem nos cercar e até mesmo nossos amigos podem nos trair, mas isso não deve abalar nossa confiança no Senhor. Ele é a rocha segura em quem podemos depositar nossa confiança. Em tempos de adversidade, devemos buscar refúgio Nele, sabendo que Ele nunca nos abandonará.
Quando nossos pensamentos nos perturbarem, quando estivermos confusos ou angustiados, devemos conversar com Aquele que conhece todos o nosso íntimo. Deus está pronto para ouvir nossas preocupações e nos trazer clareza e paz. Nele encontramos a sabedoria e a orientação de que necessitamos.
Deus é um Pai amoroso que registra todas as nossas lágrimas e ouve nossos lamentos. Ele se importa com as nossas dores e sofrimentos. Podemos encontrar consolo na certeza de que Ele está presente em nossas aflições, pronto para nos consolar e fortalecer.
Elevemos nossa voz e nossos pensamentos ao Céu, não apenas em momentos de desespero, mas também em gratidão e adoração. Que possamos buscar a presença de Deus em todos os momentos do nosso dia – pela manhã, ao meio-dia e à tarde. Ele está pronto para nos ouvir e responder.
Aqueles que se recusam a abandonar uma conduta pecaminosa e não têm temor de Deus enfrentarão condenação. Devemos examinar nossa própria vida e buscar uma conduta de retidão, arrependendo-nos dos nossos pecados e temendo a Deus, reconhecendo Sua autoridade e seguindo Seu caminho.
Nossas palavras devem ser um reflexo sincero do que habita em nosso coração. A hipocrisia não tem lugar na vida daqueles que seguem a Deus. Busquemos ter coração íntegro e sincero, para que nossas palavras sejam coerentes com o que vivemos e acreditamos.
Promessa: Quando seus pensamentos o perturbarem, converse com Aquele que conhece todos eles.
“À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz.” Salmo 55:17
Deus Se inclina para escutar com atenção. Assim como Ele demonstra esse cuidado conosco, somos desafiados a “nos inclinar” para aqueles que amamos. Que possamos prestar atenção aos sentimentos, necessidades e palavras do nosso cônjuge, dos filhos e amigos, cultivando relacionamentos de proximidade e empatia.
Os ímpios podem nos cercar e até mesmo nossos amigos podem nos trair, mas isso não deve abalar nossa confiança no Senhor. Ele é a rocha segura em quem podemos depositar nossa confiança. Em tempos de adversidade, devemos buscar refúgio Nele, sabendo que Ele nunca nos abandonará.
Quando nossos pensamentos nos perturbarem, quando estivermos confusos ou angustiados, devemos conversar com Aquele que conhece todos o nosso íntimo. Deus está pronto para ouvir nossas preocupações e nos trazer clareza e paz. Nele encontramos a sabedoria e a orientação de que necessitamos.
Deus é um Pai amoroso que registra todas as nossas lágrimas e ouve nossos lamentos. Ele se importa com as nossas dores e sofrimentos. Podemos encontrar consolo na certeza de que Ele está presente em nossas aflições, pronto para nos consolar e fortalecer.
Elevemos nossa voz e nossos pensamentos ao Céu, não apenas em momentos de desespero, mas também em gratidão e adoração. Que possamos buscar a presença de Deus em todos os momentos do nosso dia – pela manhã, ao meio-dia e à tarde. Ele está pronto para nos ouvir e responder.
Aqueles que se recusam a abandonar uma conduta pecaminosa e não têm temor de Deus enfrentarão condenação. Devemos examinar nossa própria vida e buscar uma conduta de retidão, arrependendo-nos dos nossos pecados e temendo a Deus, reconhecendo Sua autoridade e seguindo Seu caminho.
Nossas palavras devem ser um reflexo sincero do que habita em nosso coração. A hipocrisia não tem lugar na vida daqueles que seguem a Deus. Busquemos ter coração íntegro e sincero, para que nossas palavras sejam coerentes com o que vivemos e acreditamos.
Promessa: Quando seus pensamentos o perturbarem, converse com Aquele que conhece todos eles.
Comentário Blog Associação Geral
Desde suas primeiras palavras o Salmo 55 apresenta um tom de urgência desesperada: “Escuta a minha, ó Deus, não ignores a minha súplica; ouve-me e responde-me!” (v. 1, 2a NVI). Davi fala de turbulência emocional: “Os meus pensamentos me perturbam e estou atordoado [ou: “em pânico”, New English Bible]. … O meu coração está acelerado; os pavores da morte me assaltam. Temor e tremor me dominam; o medo tomou conta de mim.” (v. 2b, 4,5 NVI). Aqui temos um caso de extremo estresse, de grande ansiedade.
Geralmente a primeira reação nesses casos é querer fugir e se esconder. E era assim que Davi se sentia. Ah, quem dera se ele pudesse voar como uma pomba para algum canto do deserto para se abrigar de tudo! Davi, ao invés de fugir da situação ameaçadora, entregou-a a Deus: “Eu, porém, clamo ao a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia choro angustiado, e ele ouve a minha voz. Ele me guarda ileso na batalha.” (v. 16-18 NVI)
Refletindo sobre a experiência de Davi, a congregação em adoração é incentivada a cantar: “Confia os teus cuidados ao Senhor e Ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado.” (v. 22).
Aqui está um convite e uma promessa que dos quais você pode se apropriar. Quando seu dia de ansiedade chegar, você não tem que carregar o problema sozinho. Como Pedro escreveu mais tarde: “Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês” (1 Pedro 5:7 NVI).
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 55 – O quê fazer quando somos cercados por inimigos? Como agir quando um dos nossos melhores amigos se torna nosso pior inimigo? Como lidar com pessoas de nossa mesma igreja que nos perseguem?
Davi lidou com tudo isso nesse Salmo, sem fazer justiça com as próprias mãos. Temos muito que aprender e aplicar em nossa vida.
• Em meio à aflição devido a relacionamentos difíceis, o melhor caminho é recorrer a Deus em oração (vs. 1-3).
• Diante de fortes ameaças inclusive de morte, é sábio depositar todo medo, angústia e dor aos pés do Deus que atente, socorre e abriga aos aflitos (vs. 4-8).
• Como o juízo divino trará absolvição aos justos e condenação aos ímpios, os servos de Deus anseiam urgentemente pela vinda do juízo universal (vs. 9-11).
• Quando um amigo íntimo que nos conhece bem se levanta contra nós devemos entregá-lo a Deus em oração, tal atitude é bem melhor e mais nobre do que tentar vingança com as próprias mãos (vs. 12-13).
• Às vezes, inimigos surgem de dentro da casa de Deus, de crentes que mantínhamos comunhão – consequentemente devemos orar pelo juízo que começará pela casa de Deus (vs. 14-15); ver I Pedro 4:17).
• Colocar-se nas mãos de Deus, entregar-se sem reservas e depender totalmente de Seu poder para defender-nos nos dá tranquilidade e confiança mesmo em meio a um campo minado de inimigos declarados e disfarçados (vs. 16-21).
• Quando Deus executar Seu juízo os que confiaram e se refugiaram nEle serão protegidos e absolvidos, por outro lado, os fraudulentos e violentos serão condenados (vs. 22-23).
Voz maldosa que ameaça, olhar perverso e cheio de ódio e línguas que ferem com calúnias podem até intimidar os humildes servos de Deus, mas jamais ao Deus destes pequeninos.
Aqueles que perturbam aos súditos do reino de Deus terão que enfrentar ao Deus que é justo Juiz e está atento a tudo. Jesus toma as dores dos sofredores (Lucas 17:1-2; Mateus 18:6-9). Tenho pena daqueles que creram que, “os que saem da igreja por causa das pessoas nunca entraram lá por causa de Jesus” e com suas atitudes afastaram aos humildes filhinhos de Deus.
O ponto positivo deste salmo é que humildes perante Deus serão protegidos! Os salvos serão absolvidos. Portanto, oremos: “Senhor, reaviva-nos” – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O contexto deste Salmo foi um dos mais tristes para Davi, e, creio eu, seja uma das causas que mais aflige o coração do justo. Já não fosse suficiente ter de lidar com inimigos declarados, Davi teve de enfrentar a profunda tristeza de conviver com amigos íntimos cuja “boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra” (v.21). Sendo um homem temente a Deus, sabia identificar o ódio voluntário. Isso, contudo, o consumia de tristeza: “sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado” (v.2).
A lamentação do salmista pela traição de seus amigos foi um dissabor vivido por muitos servos de Deus. O profeta Jeremias, por exemplo, sendo fortemente perseguido e ameaçado pelo seu próprio povo, fez uma oração bem parecida com o Salmo de hoje (Jr.18:18-23), e o Senhor mesmo o alertou, dizendo: “Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios procedem perfidamente contigo; eles mesmos te perseguem com fortes gritos. Não te fies deles ainda que te digam coisas boas” (Jr.12:6).
Em Seu ministério terrestre, Jesus teve de lidar com semelhante situação. Entre as multidões que O seguiam, havia corações endurecidos. E até mesmo entre os Seus discípulos, um que O trairia com palavras brandas (v.21) e com um beijo (Mt.26:49). Judas representa a classe de falsos amigos de que Davi se referiu. São aqueles que conservam no coração sentimentos malignos, mas que se esforçam por manifestar aparência de piedade. Na experiência de Davi, de Jeremias e de tantos outros, porém, todo fiel e sincero servo de Deus deve encontrar conforto. Pois assim como Ele os ajudou a identificar a falsidade e os livrou de todo o mal, certamente, o mesmo Deus há de, hoje, abrir os olhos dos justos e livrá-los dos perigos ocultos.
Sabem, amados, tomara não façamos parte desta classe maldita. Antes ser perseguido do que ser perseguidor de nossos irmãos. Pois, como foi o fim de Judas, assim será o fim daqueles que rejeitam a voz do Espírito Santo. Há um único meio de que podemos fazer uso e Davi bem o descreveu: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz” (v.16-17). Quando perseguido por seus próprios amigos, Davi orou. Quando ameaçado de morte pelos que desejava o bem, Jeremias orou. Ao aproximar-se a hora da traição, Jesus orou. Portanto, não entregue o seu coração à vingança, mas “Confia os teus cuidados ao Senhor, e Ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (v.22). Vigiemos e oremos!
