Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Reclamações sinceras
“Pois tu
“Pois tu
Comentário Blog Associação Geral
A idéia central do salmo está no versículo 4: “Certamente Deus é o meu auxílio; é o Senhor que me sustém” (NVI). É por isso que Davi em sua angústia volta-se para Deus. Os dois primeiros versos são um clamor a Deus. Em hebraico, os dois primeiros versos começam com a mesma expressão de súplica: “Oh, Deus!”: “Oh, Deus, salva-me!”; “Oh, Deus, escuta-me!” A oração de Davi é simples e direta.
Quando você está em apuros, suas orações se tornam mais simples e diretas. Muitas vezes um mero “Ajuda-me, Senhor!”. Deus não vai desprezar a simplicidade e a espontaneidade de tal oração.
Davi visualiza antecipadamente a chegada do seu socorro, dizendo: “Eu te oferecerei um sacrifício voluntário; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque Tu és bom.” (v. 6, NVI). A oferta voluntária não é exigida, nem forçada – é uma oferta “extra” dada voluntariamente como um sinal de gratidão a Deus, nosso Salvador. Devemos reconhecer que nossas vitórias só acontecem porque Deus age poderosamente em nosso benefício, ou corremos o risco de esquecer as vezes em que imploramos a Ele que nossa situação mudasse e ela mudou.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 54 – Este Salmo apresenta-nos dois tipos de indivíduos: os que vivem na presença de Deus em oposição aos que vivem distantes dEle.
Leia o salmo e reflita:
· Os que buscam a Deus anseiam pela salvação, mas os que O ignoram vivem no caminho da perdição.
· Os que recorrem a Deus anseiam por Sua justiça neste mundo injusto, os que O desprezam são responsáveis por propagar injustiças.
· Os que exaltam a Deus e O adoram de coração esperam que Ele faça justiça aos perversos, mas quem não quer compromisso com Deus, fará o mal liberalmente.
· Os amigos de Deus devem saber que terão inimigos, não por fazerem algo para prejudicar ou provocar alguém, mas porque inimigos de Deus não gostam dos amigos de Deus.
· Os que oram, adoram e louvam a Deus são pessoas do bem, não fazem justiças contra os injustos com as próprias mãos; em contrapartida, os ímpios apreciam as imoralidades praticadas, eles mesmos fazem “justiça” contra quem eles alegam que os prejudicou, pagando mal com mal.
· Os que têm familiaridade com Deus clamam por ajuda através da oração, os que têm familiaridade com o pecado são causadores de confusão.
· Os amigos do mal são a razão do sofrimento dos amigos do bem; a única solução é esperar que Deus livre de todas as tribulações e faça alguma coisa aos que amam viver distantes dEle; somente assim haverá harmonia e felicidade na sociedade, no mundo e no Universo inteiro.
Este lamento de Davi foi proferido quando ele fugia de Saul (I Samuel 23:19-23; 26:1-25). E pode ser dividido em três partes:
1. Prece dirigida a Deus em meio à perseguição (vs. 1-3);
2. Convicção de que Deus age em prol dos que O buscam sinceramente (vs. 4-5);
3. Expressão de gratidão pela bondade do Deus que age para nossa salvação (vs. 6-7).
Saul e Davi pertenciam ao povo de Deus; porém, a diferença entre eles estava na intimidade com Deus. Portanto, reflita:
· Você anda com Deus?
· Você reflete o caráter divino?
· Tua vida revela o quê?
Diga-me que andas com Deus que te direi quem és! Em outras palavras, se você diz que anda com Deus e tuas atitudes não condizem com a transformação resultante de tal intimidade, duvidarei de você.
“Senhor, reviva-nos!” – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O código universal de socorro, SOS, surgiu da necessidade de alertar uma situação de perigo ou necessidade urgente que ponha a vida em risco. Apesar das suposições, esta sigla não tem um significado específico. Foi criada pelo simples fato de não ser confundida com outra e porque eram as letras mais fáceis de reproduzir e mais difíceis de serem confundidas no famoso código morse. Desde então, o SOS tem sido usado como padrão de socorro em todo o mundo.
Há, porém, um meio de pedir socorro bem mais antigo e que, mesmo conhecido de muitos, tem sido negligenciado: a oração. O apelo do salmista pelo socorro divino expressa a sua necessidade de livramento e proteção. Em sua rota de fuga, por vezes Davi se deparava com falsos aliados, que tão logo tivessem a oportunidade, delatavam a sua localização a Saul. Mas em meio ao perigo, Davi sabia a Quem recorrer. Sua fé estava alicerçada em Deus e com confiança declarava: “o Senhor é quem me sustenta a vida” (v.4).
Em momentos de fragilidade e quando nos encontramos em situação de risco, a quem recorremos? Como Davi, você pode afirmar: “Deus é o meu ajudador” (v.4)? É na crise que somos confrontados com as nossas debilidades e do Céu nos é oferecido o perfeito livramento. Entretanto, costumamos canalizar as nossas orações em nossos problemas, e não em nossa real necessidade de buscar a Deus. A oração é o “SOS” do cristão. Mas o seu principal objetivo deve ser o de nos conectar ao divino Socorrista.
Com base na experiência da angústia de Jacó, Ellen White declarou: “Ao rodearem-nos os perigos, e ao apoderar-se da alma o desespero, devem confiar unicamente nos méritos da obra expiatória. Nada podemos fazer de nós mesmos. Em toda a nossa desajudada indignidade, devemos confiar nos méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Ninguém jamais perecerá enquanto fizer isto” (Patriarcas e Profetas, 203). Semelhante a Jacó, pela graça de Cristo, que nossa noite de angústia redunde em uma manhã gloriosa. Vigiemos e oremos!
