Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Não confie em riquezas
“Não tenha medo, quando alguém enriquecer, quando aumentar a glória de sua casa;
pois, quando morrer, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará.” Salmo 49:16, 17
Resumo: nossa única esperança de vida eterna está em Deus.
Versos 7 a 9: uma vida não tem preço, por isso foi exigida a incalculável vida de Jesus.
Verso 10: sábios, insensatos, ricos e pobres, na morte, vão todos para o mesmo lugar. Todos precisam da Vida – Jesus.
Verso 12: em termos de vida e morte, o ser humano é como os animais: veio do pó e volta ao pó. Só Jesus pode nos trazer de volta à vida, por ocasião da ressurreição.
Versos 12 a 14: pode ser a pessoa mais importante, se confiar em si mesma para a salvação, morrerá como um animal.
Verso 15: os que confiam em Deus serão ressuscitados para viver com Ele.
Promessa: Daqui nada levaremos para a vida eterna, exceto nosso caráter. Invista no que dura para sempre.
“Não tenha medo, quando alguém enriquecer, quando aumentar a glória de sua casa;
pois, quando morrer, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará.” Salmo 49:16, 17
Resumo: nossa única esperança de vida eterna está em Deus.
Versos 7 a 9: uma vida não tem preço, por isso foi exigida a incalculável vida de Jesus.
Verso 10: sábios, insensatos, ricos e pobres, na morte, vão todos para o mesmo lugar. Todos precisam da Vida – Jesus.
Verso 12: em termos de vida e morte, o ser humano é como os animais: veio do pó e volta ao pó. Só Jesus pode nos trazer de volta à vida, por ocasião da ressurreição.
Versos 12 a 14: pode ser a pessoa mais importante, se confiar em si mesma para a salvação, morrerá como um animal.
Verso 15: os que confiam em Deus serão ressuscitados para viver com Ele.
Promessa: Daqui nada levaremos para a vida eterna, exceto nosso caráter. Invista no que dura para sempre.
Comentário Blog Associação Geral
Somos lembrados neste salmo que o rico não comprará favores ou acomodações para além desta vida. “Não se aborreça quando alguém se enriquece e aumenta o luxo de sua casa; pois nada levará consigo quando morrer; não descerá [à sepultura] com ele o seu esplendor” (v. 16,17 NVI). Nos tempos antigos, as pessoas abasteciam seu túmulos com bens terrenos para tornar a pós-vida mais confortável. Mas os únicos que se beneficiaram disso foram os ladrões de túmulos.
Será que algum dia compreenderemos o quanto custou nos redimir da sepultura? “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23). Qual foi o preço deste presente? O que custou a Deus para que Seu Filho se tornasse um ser humano, se vinculasse para sempre a esta raça humana, e ao final, se submetesse a abuso degradante e uma morte horrível?
O próprio Deus pagou pela nossa redenção. Qualquer coisa que ofereçamos como pagamento não poderia contribuir em nada para a nossa redenção. A expressão “Deus amou o mundo de tal maneira” abre uma dimensão totalmente nova de existência para nós. A poderosa atração da sepultura é interceptada por Sua promessa de que “todo aquele que crê n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 49 – As pessoas que bebem do lamaçal deste mundo para satisfazer a sede da alma, jamais sentirão o sabor do manancial celestial refrigerando seu coração.
Este Salmo nos oferece ensinamentos magníficos, dos quais precisamos muitissimamente:
“Um dos grandes enigmas da vida é o fato de os perversos com frequência desfrutarem prosperidade material enquanto os fieis, muitas vezes, são pobres e desfavorecidos. Mas essa não é a história toda. A riqueza na qual os ímpios confiam com tanta devoção os deixará na mão na hora da maior necessidade. Não tem poder para salvá-los da morte nem para evitar que se corrompam na sepultura. Não podem desfrutá-la para sempre, leva-la consigo ou voltar para usufruir dela. Em longo prazo, é insensato confiar no dinheiro, em vez de confiar no Senhor! Essa é a essência do Salmo 49” (William MacDonald).
A vaidade é um dos principais motivos que impedem um verdadeiro e profundo fervor espiritual e um real e elevado compromisso com o soberano Senhor. As riquezas muitas vezes se tornam um dos maiores obstáculos para muitos se renderem plena e genuinamente ao Salvador. Por isso, Satanás parece envaidecer a muitos.
• Ricos e pobres devem dar atenção à filosofia da vida do ponto de vista de um sábio inspirado pelo Espírito Santo, que tem informações que não se encontram em nenhum outro livro – nem pode ser descobertas de nenhuma outra forma (vs. 1-4).
• Orgulhosos e ostentadores precisam saber que não existe nenhum seguro contra a sepultura; os inimigos do bem e da justiça estão a um passo da morte; os violentos, orgulhosos e arrogantes não conseguem libertar-se do terrível fim que lhes espera (vs. 5-9).
• Intelectuais e ignorantes morrem do mesmo jeito, todos se tornam vizinhos no cemitério; a não ser que haja uma busca fervorosa ao Deus que estende Suas poderosas mãos para resgatar acorrentados à morte (vs. 10-15).
• Fama e fortuna podem parecer o máximo, mas nada fazem para mudar o definhamento do indivíduo até a morte. Ricos, orgulhosos, intelectuais e famosos morrem tanto quanto os analfabetos, miseráveis, indigentes e ignorantes (vs. 16-19).
Então, quem realmente aproveita a vida é quem se prepara nesta vida curta para receber a vida eterna que Deus outorga aos que se Lhe submetem integralmente!
O que você acha? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Visto se tratar de um chamado global, o Salmo de hoje contém uma mensagem que se aplica a todos, sem distinção, “tanto plebeus como os da fina estirpe” (v.2). Não é apenas uma questão que envolve os ricos, mas “todos juntamente, ricos e pobres” (v.2). Existem ricos que não se encaixam na realidade deste Salmo, porém, há pobres que podem estar vivendo isso. Não é difícil apegar-se a coisas que ocupam o lugar onde somente Deus deveria estar. No final das contas, porém, essas coisas são deixadas para outros quando a vida se vai (v.10).
Estamos diante de uma mensagem de advertência a todas as pessoas, inclusive àquelas que pensam estar longe dessa realidade. Todo ser humano está sujeito a agir como se fosse viver aqui para sempre, e “chegam a dar seu próprio nome às suas terras” (v.11). E como um Salmo 23 às avessas, “a morte é o seu pastor” (v.14) e, ao invés de habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6), “a sepultura é o lugar em que habitam” (v.14).
No entanto, a certeza dos salmistas e a que deve transbordar de nosso coração é que nada neste mundo, e nem todas as riquezas que possam existir, podem ser comparadas ao preço que foi pago pela nossa redenção, pois ela “é caríssima” (v.8): “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Este foi o inigualável preço pago para Deus nos remir “do poder da morte” (v.15).
Não podemos permitir que coisas perecíveis ocupem o lugar do Eterno em nosso coração e nem precisamos temer os que nos perseguem e usam de glórias terrenas para nos oprimir. Pois o pastor deles não é o nosso Pastor. Lembrem que uma das características principais das ovelhas de Cristo é que elas seguem a Sua voz, pois O conhecem. Elas conhecem o preço de seu resgate. Sabem a que voz seguir e não dão ouvidos a estranhos (Jo.10:5). Não fomos criados para ser levados como ovelhas condenadas à morte, mas Cristo tomou para Si essa cruel penalidade e, “como Cordeiro foi levado ao matadouro” (Is.53:7). Ele pagou o maior resgate da história da humanidade uma vez “para sempre” (v.8), para nos livrar do pastor da morte (v.14) e nos “tomar para Si” (v.15).
Que possamos reconhecer as nossas limitações e que o que temos vem de Deus. Então, estas coisas serão consideradas um nada comparado ao que Cristo nos deu na cruz: tudo. O caminho das ovelhas de Jesus pode apresentar o “vale da sombra da morte” (Sl.23:4), mas lembre-se de que ele é apenas um pedaço do caminho e não o destino final. Que a nossa riqueza seja ouvir a voz do nosso bom Pastor e segui-Lo por onde quer que formos. Então, habitaremos em Sua Casa e com Ele reinaremos “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!
