Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Trono eterno
“O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de justiça é o cetro do teu reino.” Salmo 45:6
Sl 45:1 – Somos aquilo que pensamos e pensamos aquilo de que nos alimentamos mentalmente.
Sl 45:1 – Para ter o coração (mente) vibrando (NVI) com boas palavras é preciso colocá-las lá. Leia a Bíblia.
Sl 45:7 – Deus ama a justiça e odeia a iniquidade. Ama o pecador e odeia o pecado.
Sl 45:7-9 – Mais alguns elementos messiânicos. Quem tem vestes com aroma de mirra, aloés e cássia?
Sl 45:9 – A noiva do Rei está à direita dEle. Nós, a igreja, devemos estar sempre perto do Rei.
Sl 45:11 – Assim como a esposa deve honrar seu marido, devemos nós honrar o Rei.
Sl 45:14, 15 – Um dia seremos conduzidos ao palácio do Rei por um cortejo de anjos.
Sl 45:17 – E o rei nos tornará eternos.
Promessa: Somente o reino de Deus é eterno e justo. A melhor coisa que podemos fazer é ser súditos desse Rei.
“O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de justiça é o cetro do teu reino.” Salmo 45:6
Sl 45:1 – Somos aquilo que pensamos e pensamos aquilo de que nos alimentamos mentalmente.
Sl 45:1 – Para ter o coração (mente) vibrando (NVI) com boas palavras é preciso colocá-las lá. Leia a Bíblia.
Sl 45:7 – Deus ama a justiça e odeia a iniquidade. Ama o pecador e odeia o pecado.
Sl 45:7-9 – Mais alguns elementos messiânicos. Quem tem vestes com aroma de mirra, aloés e cássia?
Sl 45:9 – A noiva do Rei está à direita dEle. Nós, a igreja, devemos estar sempre perto do Rei.
Sl 45:11 – Assim como a esposa deve honrar seu marido, devemos nós honrar o Rei.
Sl 45:14, 15 – Um dia seremos conduzidos ao palácio do Rei por um cortejo de anjos.
Sl 45:17 – E o rei nos tornará eternos.
Promessa: Somente o reino de Deus é eterno e justo. A melhor coisa que podemos fazer é ser súditos desse Rei.
Comentário Blog Associação Geral
O Salmo 45 descreve um casamento entre um príncipe e uma princesa – o casamento perfeito. Mas isso não é um conto de fadas. Em vez disso, representa, por um lado, características ideais pelas quais os noivos aspiram (e que os participantes e convidados esperam) e, por outro lado, reflete o relacionamento entre Cristo e a igreja (Efésios 5:22-33). O príncipe tem características de força e mansidão, a princesa de beleza e virtude.
A celebração descrita no Salmo é a fusão de todas essas características em uma harmonia única e perfeita – a experiência de “uma só carne” que Deus planejou para marido e mulher desde o início (Gênesis 2: 21-24).
No sentido messiânico, este Salmo nos apresenta a promessa de um futuro maravilhoso – uma união maravilhosa de uns para com os outros e com Cristo por toda a eternidade na Nova Terra. Manter isso constantemente em vista nos capacitará – em todas as nossas relações, não apenas no casamento – praticar diariamente as virtudes exaltadas neste Salmo, tais como força, mansidão, beleza e virtude.
Mitch Menzmer
Professor de Química
Southern Adventist University
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 45 – O casamento é importante para Deus. O matrimônio é honroso e glorioso se pautado pelos princípios do céu desde seu início.
O comentário Moody distinguiu as seguintes partes deste Salmo real e nupcial:
1. Dedicação do hino: Ao rei (v. 1);
2. Panegírico [elogio público] ao Noivo (vs. 2-9):
• Ele tem boa aparência;
• Suas palavras são cheias de graça;
• Seu porte é majestoso;
• Seu governo é justo;
• Seu poder militar é grande;
• Sua escolha espiritual é certa;
• Suas vestes e suas cortes são régias.
3. Conselhos à noite: Ela precisaria encontrar seu devido lugar na família real, sendo submissa ao rei, como também leal ao seu povo (vs. 10-12).
4. Entrada da noiva: Destaca-se a cena da marcha processional. Suas roupas e séquitos são adequados para a ocasião (vs. 13-15).
5. Antecipação do casamento: Filhos (príncipes) que abençoarão a união e perpetuarão o nome da família (vs. 16-17).
O texto inspirado, aparentemente antiquado para nosso contexto, tem muitas lições de vida a nos oferecer:
• Todo homem deve ser rei de seu lar, assim como toda mulher deve ser rainha de sua casa. Consequentemente, os filhos serão príncipes.
• Não apenas o rei, mas todo noivo (ou futuro marido) deve ter qualidades e virtudes espirituais que impressionam ao público; assim como a noiva deve ter a postura de uma dama descente, pura e honrosa.
• Se todo marido tratasse sua esposa como rainha, ela o trataria como rei. Somos filhos e filhas de Deus, temos vestígios de realeza (apesar de o pecado nos ter deteriorado). Podemos elevar nosso padrão de tratamento conjugal.
• O noivo deve elogiar a noiva antes, durante e depois da cerimônia nupcial (vs. 1-5).
• A noiva deve reconhecer as características do caráter divino em seu noivo, antes, durante e após a festa de casamento (vs. 6-9).
• Deve haver um compromisso mútuo, uma entrega mútua e uma submissão mútua para que o matrimônio seja uma bênção; para isso, deve haver humildade e amor incondicional (vs. 10-12).
• O nome da família é preservado quando o caráter dos seus membros colabora com o bem da sociedade; os filhos são educados para serem bênçãos e, juntos revelam serem súditos do eterno reino divino (vs. 13-17).
Enfim, eleve teu nível familiar meditando nos planos de Deus para o matrimônio! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Disse Jesus: “… a boca fala do que está cheio o coração” (Mt.12:34). O coração do salmista transbordava “de boas palavras” (v.1) e essas palavras foram consagradas a Deus. Uma composição inspirada segundo a melodia celeste. A celebração de um casamento tornou-se a ilustração mais adequada para descrever o amor inigualável do Ungido de Deus por Sua noiva. Afinal, Quem é “o mais formoso entre os filhos dos homens?”. Quem “dos lábios extravasou graça” (v.2)? Quem é Aquele cujo trono é eterno (v.6)? Quem foi ungido “com o óleo de alegria, como a nenhum” outro (v.7)? A Quem os povos “louvarão para todo o sempre” (v.17)? Há uma só resposta a todas essas perguntas: Jesus Cristo.
Apesar de não ser considerado por inteiro como um Salmo messiânico, é bem notória a utilização da figura de Jesus em muitas passagens. A Bíblia compara a união entre Cristo e Sua igreja com a união matrimonial entre um homem e uma mulher: “porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja… Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Ef.5:23,25). Observe novamente o verso dez. Ele é como um amoroso convite à igreja de Deus de todos os tempos, mas que também não deixa de ser um chamado urgente:
— “Ouve, filha; vê, dá atenção”. Dá atenção a Quem se despiu da glória de um Rei e vestiu-se de humanidade para que um dia possa celebrar as Suas bodas contigo. Desperta para dar ouvidos à voz do teu Senhor! Ouve, vê e obedece! Menina dos Meus olhos, “dá-Me ouvidos e não te desvies das palavras da Minha boca” (Pv.5:7).
De Gênesis a Apocalipse, as Escrituras testificam de Cristo (Jo.5:39). A “Palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) nos serve de aio para que as palavras de nossa boca sejam resultado de um coração em que Cristo reina soberano (Ef.3:17). O convite do Príncipe da Paz é que possamos dar ouvidos à Sua voz por meio do Espírito Santo (Ap.2:7), observar a Sua Palavra (1Tm.4:9,13) e sermos obedientes a ela (Ap.14:12).
Estamos muito perto, amados, das bodas do Cordeiro! E a Bíblia também aponta a noiva como um símbolo da cidade santa (Ap.21:9-10), e nós, as virgens (Mt.25:1-13). As virgens prudentes serão “as virgens…” (v.14) que “serão dirigidas com alegria e regozijo”, e que “entrarão no palácio do Rei” (v.15). Se tão-somente aceitarmos o convite do Senhor (v.10), faremos parte deste grupo seleto e dia após dia Ele derramará sobre nós do Seu Espírito até que venha a Sua chuva serôdia (Jl.2:28; Os.6:3). O Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!
