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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A vida é um sopro
“O ser humano passa como uma sombra. Em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem ficará com eles.” Salmo 39:6
Verso 1: “Vigiarei minha conduta.” No grande conflito, não podemos baixar a guarda um instante.
Verso 1: devemos vigiar nossa conduta para não pecar em palavras. Quem fala demais e sem pensar corre maior risco.
Verso 1: diante de pessoas que não conhecem a Deus, devemos cuidar ainda mais do que dizemos.
Verso 4: devemos ter sempre em mente nossa finitude nesta vida, para não perder de vista a vida eterna.
Verso 5: “O homem não passa de um sopro.” Mas, com o sopro de Deus, seremos eternos.
Verso 6: para quem vive tão pouco tempo, acumular riquezas e perder a vida eterna é pura estultice.
Verso 7: depois de falar da brevidade da vida, Davi declara: “Minha esperança está em Ti.”
Verso 8: “Livra-me de todas as minhas transgressões.” Uma vez perdoados e salvos, a brevidade da vida não nos incomodará.
Verso 11: Deus repreende para nos livrar dos pecados.
Verso 13: Davi entende que voltará a ter alegria se for perdoado e sair debaixo do olhar condenador de Deus.
Promessa: Antes de deixar de existir, coloquemos a vida em dia com Deus. Assim, voltaremos a existir – para sempre.
Verso 1: “Vigiarei minha conduta.” No grande conflito, não podemos baixar a guarda um instante.
Verso 1: devemos vigiar nossa conduta para não pecar em palavras. Quem fala demais e sem pensar corre maior risco.
Verso 1: diante de pessoas que não conhecem a Deus, devemos cuidar ainda mais do que dizemos.
Verso 4: devemos ter sempre em mente nossa finitude nesta vida, para não perder de vista a vida eterna.
Verso 5: “O homem não passa de um sopro.” Mas, com o sopro de Deus, seremos eternos.
Verso 6: para quem vive tão pouco tempo, acumular riquezas e perder a vida eterna é pura estultice.
Verso 7: depois de falar da brevidade da vida, Davi declara: “Minha esperança está em Ti.”
Verso 8: “Livra-me de todas as minhas transgressões.” Uma vez perdoados e salvos, a brevidade da vida não nos incomodará.
Verso 11: Deus repreende para nos livrar dos pecados.
Verso 13: Davi entende que voltará a ter alegria se for perdoado e sair debaixo do olhar condenador de Deus.
Promessa: Antes de deixar de existir, coloquemos a vida em dia com Deus. Assim, voltaremos a existir – para sempre.
Comentário Blog Associação Geral
Davi era um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13:14). Às vezes, é difícil entender esse conceito por causa dos enormes pecados que Davi cometeu em sua vida. Ele era um grande rei, mas também matou, mentiu, era polígamo – e seus pecados foram registrados!
O Salmo 39 expressa o tipo de relacionamento que Davi teve com Deus. Davi focou sua visão não no que ele poderia ou não poderia fazer por Deus, mas no que Deus poderia fazer por ele. Temos um Deus maravilhoso ao nosso alcance, que está disposto a nos livrar de nossas iniquidades quando exclamamos: “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança” (Sl 39:7).
Davi reconhece que “todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v. 5). Ele reconhece sua condição pecaminosa dizendo: “Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato” (v. 8). Reconhecer sua situação é uma parte do que devemos fazer. O outro é agir sobre esse conhecimento e buscar a ajuda de Deus.
No final, os planos de Deus para nós são sempre melhores que os nossos.
Eliangel Fermin
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 39 – Quem não coloca Deus em primeiro lugar em tudo na vida, dificilmente dará algum lugar para Ele durante o dia.
Deus não deve ser apêndice para ninguém, todos devem priorizar um compromisso íntimo com Ele.
Após Merrill Frederick Unger intitular este salmo de “A fragilidade humana”, ele o sintetiza assim: “O vazio da vida [vs. 1-6], deve conduzir ao autojulgamento e à oração [vs. 7-13]”.
Somos frágeis. Nossos dias de vida são efêmeros. Nossas habilidades são extremamente limitadas. Nossa fraqueza é grande. Nossos defeitos, incalculáveis. Somos carentes, necessitamos admitir nossa dependência de um Ser superior. Precisamos mais de Deus do que imaginamos!
1. Nossa língua pode nos colocar em confusão, precisamos vigiar; nossas palavras podem ser pedras de tropeços aos justos e ímpios, precisamos controlá-las (v. 1).
2. Calar-se diante do mal é ser indiferente diante do bem; a situação, o ambiente e a sociedade ficam piores sem a promoção e execução do bem (v. 2).
3. Quando a frustração em relação à situação caótica, nossa frustração com nossa condição, e nosso desânimo por nossas fraquezas tornam-se evidentes, precisamos abrir o coração e com sinceridade e transparência desabafar com o Autor de nossa existência (vs. 3-6).
4. Ao orarmos a Deus, nossa percepção torna-se mais aguçada, nosso discernimento mais acurado e, nossa visão mais ampliada; consequentemente, percebemos o bem que existe nas provações, a limpeza que faz no coração: Eliminado vaidades, extraindo o orgulho e, arrancando os ídolos que veneramos (vs. 7-11).
5. Intimidade com Deus através da oração e sinceridade em relação à nossa fragilidade faz com que o indivíduo priorize Deus em sua vida, agarre à fé com ousadia e busque ao Senhor com perseverança (vs. 12-13).
Somos pecadores. Nossos pecados nos deterioram, nossos erros nos despedaçam, nossas transgressões nos desmascaram, e nossos defeitos nos destroem; contudo, para tudo o que está desgraçadamente arruinado, Deus tem solução.
• Deus transforma o que o pecado deforma!
• Deus restaura o que o pecado destrói.
• Deus salva! Davi soube disso, e você?
Por mais entulho que se abrigue na alma, nunca estaremos satisfeitos se Deus não ocupar o vazio do coração. Não haverá nenhum conserto em ninguém que rejeitar a obra de Deus em sua alma.
Portanto, desistamos do orgulho para humilharmo-nos perante Deus! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A vaidade da vida destacada por Davi no Salmo de hoje encontra um paralelo com o que o seu filho Salomão escreveria mais tarde: “vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec.1:2). Tanto o pai quanto o filho, chegaram a uma conclusão: a vida neste mundo é um sopro, é passageira. “Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta” (v.6).
O salmista iniciou com um monólogo. É Davi falando consigo mesmo, mais ou menos assim:
— Preciso estar vigilante para não falar demais. Vou fechar a minha boca diante dos que não são tementes a Deus.
O resultado disto foi dor de coração e angústia. Ele passou a ter uma real noção da brevidade da vida e de tudo o que o homem acumula nesta terra (v.6). É tudo “pura vaidade” (v.11). Enquanto a esperança de muitos estiver depositada nesta vida passageira e nas coisas deste mundo, ela passará “como uma sombra” (v.6). Mas se o Senhor for a nossa esperança, podemos ter a certeza de que ainda que tenhamos que passar pelo fogo das provações (v.11), Ele ouvirá a nossa oração (v.12).
Apesar de ter iniciado o Salmo como a figura de um homem emudecido (v.2), Davi o encerrou com um “grito por socorro” (v.12). Podemos até nos calar para evitar falar o desnecessário, mas não podemos negligenciar o diálogo com o Eterno. De dia e de noite precisamos clamar: “Ouve, Senhor, a minha oração” (v.12). Antes que o nosso prazo de vida chamado “nada” (v.5) se esgote, antes que seja tarde demais, que o nosso “grito por socorro” alcance os ouvidos misericordiosos de Deus. Reconhecer que somos seres finitos e dependentes dEle nos faz olhar na direção do Único que é eterno e declarar: “Tu és a minha esperança” (v.7).
Entreguemos a nossa vida nas mãos de Jesus! Ele é a própria Vida (Jo.14:6)! E ainda que morramos aqui, quando Ele voltar “com poder e muita glória” (Mt.24:30), nossa vida será transformada de “alguns palmos” (v.5) em dias incontáveis. Vigiemos e oremos!
