Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A oração de um pecador aflito
“Em Ti, Senhor, espero; Tu me responderás, Senhor, Deus meu.” Salmo 38:15
Verso 3: o pecado faz adoecer.
Verso 4: a culpa do pecado é como um fardo insuportável. A única solução consiste em confessá-lo.
Verso 5: Davi admitiu que o pecado é insensatez. Como não seria? Às vezes, um minuto de prazer mancha uma vida toda.
Verso 7: como somos seres integrais, quando pecamos, sofrem o corpo, a mente e a natureza espiritual.
Verso 9: não esconda nada de Deus. Ele sabe tudo. Abra o coração.
Verso 15: “Senhor, em Ti espero; Tu me responderás, ó Senhor meu Deus.” Amém!
Verso 18: finalmente, Davi vai ao encontro da cura: “Confesso a minha culpa.”
Verso 18: é positiva a angústia que nos leva ao arrependimento.
Verso 21: o pecado nos afasta de Deus. Por isso, Deus odeia o pecado e nós devemos fugir dele.
Promessa: Davi sabia que a única solução para o pecador é correr para Deus, não se afastar Dele, como quer o inimigo.
Verso 3: o pecado faz adoecer.
Verso 4: a culpa do pecado é como um fardo insuportável. A única solução consiste em confessá-lo.
Verso 5: Davi admitiu que o pecado é insensatez. Como não seria? Às vezes, um minuto de prazer mancha uma vida toda.
Verso 7: como somos seres integrais, quando pecamos, sofrem o corpo, a mente e a natureza espiritual.
Verso 9: não esconda nada de Deus. Ele sabe tudo. Abra o coração.
Verso 15: “Senhor, em Ti espero; Tu me responderás, ó Senhor meu Deus.” Amém!
Verso 18: finalmente, Davi vai ao encontro da cura: “Confesso a minha culpa.”
Verso 18: é positiva a angústia que nos leva ao arrependimento.
Verso 21: o pecado nos afasta de Deus. Por isso, Deus odeia o pecado e nós devemos fugir dele.
Promessa: Davi sabia que a única solução para o pecador é correr para Deus, não se afastar Dele, como quer o inimigo.
Comentário Blog Associação Geral
O Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e assassinado o seu marido (2Sm 12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (2Sm 24).
O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.
Pai, você testemunhou o meu pecado e feriu fortemente o meu coração – feridas infligidas por um amigo fiel. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Sua compaixão já me alcançou. Em Sua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.
Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 38 – O salmos penitenciais são: Salmo 6, 32, 51, 102, 130, 143, e este em apreço.
Segundo Derek Kidner, esses salmos penitenciais se compõem em três partes:
1. O fardo repugnante (vs. 1-8).
2. A vítima solitária (vs. 9-14).
3. A única esperança (vs. 15-22).
Não precisa ter muito discernimento para saber que o pecado aflige, sufoca, esmaga e mata; o salmista Davi clama pela graciosa misericórdia divina devido ao terrível castigo que sofria pelo seu pecado.
• Ao recorrer a Deus é preciso ser humilde e reconhecer Sua intolerância ao pecado devido a Sua santidade (vs. 1-2).
• Ao orar é necessário admitir ser um causador de problemas, um transgressor da Lei divina, traçando uma existência pautada pela loucura do pecado (vs. 3-5).
• Ao confessar pecados a Deus é imprescindível relatar tudo, o fedor das feridas na alma, o ardor dos lombos, a franqueza física, seus órgãos débeis e o abandono – uma vida miserável por causa do pecado (vs. 6-12).
• Ao colocar o caso nas mãos do Deus que sabe todas as coisas e livra aos que O buscam, não é necessário gastar energia física e mental para fazer justiça com as próprias mãos (vs. 13-15).
• Ao entregar as questões da existência nas mãos do Autor da vida, nosso único foco deve ser o nome de Deus. Como representantes dEle, não devemos sujar Seu caráter com nossos atos contaminados com pecados para lidar com os que se acham superiores e pisam nos outros (vs. 16-20).
• Ao encerrar a oração de aflição diante de um Deus que possui todas as soluções, é preciso apegar-se a Ele como uma criança apega-se a seu pai quando corre perigo (vs. 21-22).
O pecado nos faz enfermar total e mortalmente, já a oração que nos liga a Deus que é o Médico dos médicos, tem poder de nos reavivar.
A saúde perdida por causa do pecado pode ser recuperada através da busca incessante dÀquele que atende as nossas orações em quaisquer situações.
Aqueles moribundos, capengando espiritualmente, devem entrar de cabeça num ministério fervoroso de oração a fim de ser reavivados e fortalecidos na fé.
A falta de vigor resulta de uma vida desprovida de oração; pois, a oração restaura fisicamente, revigora emocionalmente e fortalece espiritualmente! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Quantas vezes nos sentimos tão mal por nossos erros e atitudes precipitadas que sentimos até vergonha de orar e pedir perdão! Mas nossa mente é tomada por um sentimento de impotência diante de nossa própria natureza pecaminosa e o grito da alma eclode em clamor e confissão. O Salmo de hoje revela palavras de quem viveu momentos assim. É importante reconhecer a nossa condição como pecadores e a nossa necessidade constante do perdão e do favor divino. Corremos o risco, porém, de estar carregando um fardo demasiadamente pesado.
Sabendo que é “a bondade de Deus que [nos] conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), precisamos atender ao Seu chamado crendo que Ele nos ouvirá e atenderá. Nossas fraquezas e defeitos de caráter, sejam herdados ou adquiridos, não são irremediáveis. E ainda que nossas más escolhas tenham nos provocado prejuízos no corpo ou na mente, Jesus não nos trata com indiferença, mas estende para nós Sua terna mão de misericórdia e nos oferece auxílio e salvação: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo… Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt.11:28-30).
Não é errado clamar a Deus por socorro. Pelo contrário, é quando mais necessitamos de Seu perdão e aprovação, quando mais sentimos repulsa de nossa triste condição, quando em humilhação nos voltamos para Ele como servos, que Ele nos recebe como filhos amados e nos oferece as vestes de Sua justiça. É contemplando a Cristo, Seu sacrifício expiatório, Seu amor incondicional e Sua vitória sobre o mal, que “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).
Ninguém, nem mesmo Satanás, tem o direito de nos acusar por pecados que já foram confessados e perdoados. Como Davi diante de seus adversários, precisamos ser “como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica” (v.14). Que o Senhor nos conceda um coração humilde e contrito em tempo de frieza e mornidão, crendo que “Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:6). Portanto: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp.4:6-7). Vigiemos e oremos!
