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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O fim dos ímpios e dos justos
“Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele, e o mais Ele fará.” Salmo 37:5
Davi contrasta a transitoriedade e a finitude dos ímpios com a eternidade reservada aos fiéis. Deus diz para Davi não se irritar com a prosperidade momentânea dos ímpios. A riqueza deles não se compara à vida eterna. Em vários versos há a promessa de que os salvos herdarão a Terra (nova). Os ímpios, infelizmente, serão destruídos.
Verso 5: “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie Nele, e Ele agirá.”
Verso 7: “Não se aborreça com o sucesso dos outros.” Sucesso verdadeiro é viver para sempre com Deus.
Verso 8: “Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal.” Ótimo conselho!
Verso 11: “Os humildes receberão a Terra por herança e desfrutarão pleno bem-estar.”
Verso 11: para Deus, humildade é mais importante que sucesso temporal.
Verso 11: quem cultiva a humildade (anda com Aquele que é humilde) viverá para sempre. Quem cultiva poder e dinheiro, perderá tudo.
Verso 16: “Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios.”
Versos 18 e 20: a herança dos íntegros permanecerá para sempre; os ímpios desvanecerão como fumaça.
Verso 22: “Aqueles que o Senhor abençoa receberão a Terra por herança, mas os que Ele amaldiçoa serão eliminados.” Mais claro impossível.
Verso 24: “Ainda que [o justo] tropece, não cairá, pois o Senhor o toma pela mão.” Amém!
Verso 25: “Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão.”
Verso 27: não basta querer ser bom; é preciso se desviar intencionalmente do mal.
Versos 30 e 31: a sabedoria está na boca do justo porque a lei está em seu coração. A boca fala do que está cheio o coração.
Verso 31: não basta conhecer a lei; é preciso tê-la no coração.
Verso 39: “Do Senhor vem a salvação.” Conclusão perfeita para um salmo maravilhoso. Tudo vem dEle.
Promessa: Dois verbos conjugados pelo justo: esperar e seguir. Deus determina quando .
“Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele, e o mais Ele fará.” Salmo 37:5
Davi contrasta a transitoriedade e a finitude dos ímpios com a eternidade reservada aos fiéis. Deus diz para Davi não se irritar com a prosperidade momentânea dos ímpios. A riqueza deles não se compara à vida eterna. Em vários versos há a promessa de que os salvos herdarão a Terra (nova). Os ímpios, infelizmente, serão destruídos.
Verso 5: “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie Nele, e Ele agirá.”
Verso 7: “Não se aborreça com o sucesso dos outros.” Sucesso verdadeiro é viver para sempre com Deus.
Verso 8: “Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal.” Ótimo conselho!
Verso 11: “Os humildes receberão a Terra por herança e desfrutarão pleno bem-estar.”
Verso 11: para Deus, humildade é mais importante que sucesso temporal.
Verso 11: quem cultiva a humildade (anda com Aquele que é humilde) viverá para sempre. Quem cultiva poder e dinheiro, perderá tudo.
Verso 16: “Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios.”
Versos 18 e 20: a herança dos íntegros permanecerá para sempre; os ímpios desvanecerão como fumaça.
Verso 22: “Aqueles que o Senhor abençoa receberão a Terra por herança, mas os que Ele amaldiçoa serão eliminados.” Mais claro impossível.
Verso 24: “Ainda que [o justo] tropece, não cairá, pois o Senhor o toma pela mão.” Amém!
Verso 25: “Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão.”
Verso 27: não basta querer ser bom; é preciso se desviar intencionalmente do mal.
Versos 30 e 31: a sabedoria está na boca do justo porque a lei está em seu coração. A boca fala do que está cheio o coração.
Verso 31: não basta conhecer a lei; é preciso tê-la no coração.
Verso 39: “Do Senhor vem a salvação.” Conclusão perfeita para um salmo maravilhoso. Tudo vem dEle.
Promessa: Dois verbos conjugados pelo justo: esperar e seguir. Deus determina quando .
Comentário Blog Associação Geral
O Salmo 37 produziu uma profunda impressão em mim quando o descobri durante meu primeiro ano na Mount Vernon Academy, uma escola em Ohio. Eu memorizei os seus oito primeiros versos e posso repeti-los até hoje.
Em vários momentos o Salmo 37 aconselha: “Não se preocupe…”. “Não se preocupe por causa de malfeitores. . .”; “Não se preocupe por causa daquele que prospera em seu caminho . . .”; “Não se preocupe, ele só causa danos” .
Eu não conhecia malfeitores na Academia, mas eu tinha algo a superar. Meus pais não eram ricos. Eu tive que trabalhar muitas horas por semana para pagar minhas despesas escolares. Minhas roupas eram poucas e bastante simples e eu não conseguia deixar de me preocupar com aqueles poucos que não tinham que trabalhar e se vestiam melhor. Sim, eu tive um problema preocupante que eu precisava superar.
Mais importante do que o conselho do Salmo sobre O QUE NÃO FAZER é o conselho sobre O QUE FAZER. O Salmo 37 me ajudou a não me preocupar através das ordens positivas: “Seja feliz”; “Confia no Senhor e faze o bem…”; “Deleita-te também no SENHOR…”; “Entrega o teu caminho ao SENHOR…”; “Descansa no SENHOR e espera nele…” Enquanto eu meditava nos conselhos positivos do Salmo 37, o Senhor me ajudou a parar de me preocupar e ser feliz.
Helen E. Sauls
Professora Associada Aposentada
Southern Adventist University, EUA q
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 37 – Aparentemente os desonestos e corruptos prosperam, enquanto os humildes e sinceros são oprimidos no ambiente em que vivem ou trabalham. Assim, facilmente podem aparecer questionamentos sobre a existência de Deus e Seu poder.
O salmo em apreço tende a responder questões complexas que surgem nos sofredores e injustiçados que lutam para sobreviver neste mundo de perversidade.
O Comentário Bíblico Africano observa que “o Salmo 37 faz parte da poesia sapiencial do AT”; seu “tema é a atitude que devemos ter diante do aparente sucesso dos ímpios. Sua prosperidade levanta dúvidas acerca da soberania de Deus. O Senhor está de fato no controle? Esse salmo contém a resposta que um homem idoso e sábio oferece à geração mais jovem. Convém observar que ele não considera a prosperidade em si errada. Ela se torna problemática, porém, quando se baseia na opressão e exploração dos humildes”.
G. Arthur Keough afirma que este Salmo “é retratado como um salmo de sabedoria, que apresenta bons conselhos para o viver diário […]. Este salmo nos traz especial encorajamento para enfrentarmos os acontecimentos finais da história terrestre. O assunto geral do salmo é a diferença entre os bons e os maus, os justos e os ímpios, e por que devemos estar entre os bons”.
• Precisamos aprender a desconfiar 100% de nós mesmos, nossos recursos, habilidades, filosofias, etc. para confiar 100% em Deus – essa é a maior diferença entre o ímpio e o justo (vs. 1-11).
• Somos informados do destino daqueles que não permitem que Deus altere o curso de sua vida. Os ímpios terão um fim trágico, serão destruídos totalmente. Seus pecados acariciados serão o combustível de sua destruição (vs. 12-20).
• Aqueles que sofrem por causa dos encrenqueiros, trapaceiros, corruptos, imorais e perversos viverão eternamente num lugar perfeitamente preparado pelo Deus que a tudo observa e julga com justiça e amor objetivando absolver os justos (vs. 21-31).
• Ainda que os maus não estejam colhendo agora o que estão semeando diariamente, não quer dizer que sua safra nunca chegará; igualmente, o fato de que os justos não estejam 100% livres das desgraças agora, não significa que nunca serão recompensados por sua fidelidade (vs. 32-40).
Vale a pena comprometer-se com Deus, ainda que aparentemente não haja nenhuma vantagem no presente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Comentário Rosana Barros
Certa vez, ouvi uma frase que me fez refletir: “Só leva pedrada a árvore que dá frutos”. A Bíblia destaca as qualidades de Davi da seguinte forma: “sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o Senhor é com ele” (1Sm.16:18). Que cristão não gostaria de ter uma biografia como esta? Davi era uma pessoa tão agradável, que, de pronto, Saul “o amou muito e o fez seu escudeiro” (1Sm.16:21). Contudo, aconteceu o que Saul não esperava. Ele percebeu que aquele menino pastor poderia ameaçar o seu trono, então, o amor de interesses acabou. Enquanto a bênção de Deus não estava mais com ele, era notória a presença do Senhor na vida de Davi. E o coração de Saul, movido por inveja e ódio, só desejava uma coisa: procurar “tirar-lhe a vida” (v.32).
Diferente do que muitos até o aconselharam a fazer (1Sm.24:4), Davi escolheu confiar no Senhor e fazer o bem (v.3). Teve a vida de Saul em suas mãos por duas vezes, e por duas vezes não lhe fez nenhum mal. Ele entregou o seu caminho aos cuidados de Deus, confiou nEle e em Sua perfeita justiça (v.5 e 20). Sabemos que fim teve Saul, não pela ira de Davi, mas por suas próprias escolhas caminhou para a morte. “A sua espada, porém, [lhe] traspassará o próprio coração” (v.15). Porque “o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17).
Não há vantagem alguma na vingança, pois tudo o que é guiado pelo furor, “certamente… acabará mal” (v.8). Confiemos na justiça divina, porque a Deus “pertence a vingança” (Rm.12:19). Percebam quantas preciosas promessas contém neste Salmo, e todas referentes aos que herdarão o Reino dos Céus: “os que esperam no Senhor possuirão a terra” (v.9); “Mas os mansos herdarão a terra” (v.11); “a herança deles permanecerá para sempre” (v.18); “Aqueles a quem o Senhor abençoa possuirão a terra” (v.22); “Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” (v.29). Disse Jesus: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5).
Portanto, “espera no Senhor, segue o seu caminho, e Ele te exaltará para possuíres a terra” (v.34). Os ímpios podem até ter uma aparente prosperidade (v.35), mas, um dia, não mais existirão (v.36). Quer ser amparado por Deus junto com sua família (v.25)? Quer ser um herdeiro da Nova Terra (Ap.21:1)? Então, busque em Deus a mansidão, “aparta-te do mal e faze o bem, e será perpétua a tua morada” (v.27), “e a sua descendência será uma bênção” (v.26). Vigiemos e oremos!,
