Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A alegria do perdão
“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado é aquele a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há engano.” Salmo 32:1, 2
Verso 1: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” Não há felicidade como a de uma consciência limpa.
Verso 2: Deus conhece nossos pensamentos e intenções. Ser hipócrita com Ele é a coisa mais inútil.
Verso 5: a primeira coisa que devemos fazer diante de Deus quando pecamos é reconhecer nossa falta e não usar desculpas.
Verso 5: quando reconhecemos nosso pecado (arrependimento) e o confessamos, Deus perdoa. Então por que esconder?
Verso 5: o reconhecimento do pecado é o primeiro passo para o perdão.
Verso 7: o que ocorre com os perdoados: sentem-se abrigados, ficam livres das angústias da consciência e cantam de alegria.
Verso 7: “Tu és o meu abrigo; Tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento.”
Verso 8: depois do perdão vem a santificação: Deus nos ensina o caminho em que devemos andar.
Verso 8: os perdoados amam tanto a Deus que obedecem com prazer. Os conselhos Dele são ordens cumpridas com alegria.
Verso 8: ações de um Deus de amor: instrui, ensina, aconselha e cuida.
Verso 9: apelo de Deus: “Não sejam [teimosos] como o cavalo ou o burro.” É “burrice” não obedecer ao Deus que nos perdoa e só quer nosso bem.
Verso 9: animais como o cavalo e o burro precisam ser controlados. Seres humanos perdoados obedecem por amor.
Verso 11: a alegria da justificação.
Verso 11: alegria genuína só na retidão.
Promessa: O pecado escondido nos faz adoecer e traz um senso de condenação. Confesse-o e aceite o perdão .
“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado é aquele a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há engano.” Salmo 32:1, 2
Verso 1: “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!” Não há felicidade como a de uma consciência limpa.
Verso 2: Deus conhece nossos pensamentos e intenções. Ser hipócrita com Ele é a coisa mais inútil.
Verso 5: a primeira coisa que devemos fazer diante de Deus quando pecamos é reconhecer nossa falta e não usar desculpas.
Verso 5: quando reconhecemos nosso pecado (arrependimento) e o confessamos, Deus perdoa. Então por que esconder?
Verso 5: o reconhecimento do pecado é o primeiro passo para o perdão.
Verso 7: o que ocorre com os perdoados: sentem-se abrigados, ficam livres das angústias da consciência e cantam de alegria.
Verso 7: “Tu és o meu abrigo; Tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento.”
Verso 8: depois do perdão vem a santificação: Deus nos ensina o caminho em que devemos andar.
Verso 8: os perdoados amam tanto a Deus que obedecem com prazer. Os conselhos Dele são ordens cumpridas com alegria.
Verso 8: ações de um Deus de amor: instrui, ensina, aconselha e cuida.
Verso 9: apelo de Deus: “Não sejam [teimosos] como o cavalo ou o burro.” É “burrice” não obedecer ao Deus que nos perdoa e só quer nosso bem.
Verso 9: animais como o cavalo e o burro precisam ser controlados. Seres humanos perdoados obedecem por amor.
Verso 11: a alegria da justificação.
Verso 11: alegria genuína só na retidão.
Promessa: O pecado escondido nos faz adoecer e traz um senso de condenação. Confesse-o e aceite o perdão .
Comentário Blog Associação Geral
Davi foi uma pessoa que falhou com o Senhor várias vezes, como todos nós. Nós somos humanos; nós nascemos em pecado. A Bíblia diz que um homem que diz que está sem pecado é um mentiroso. Todos nós ficamos aquém da glória de Deus.
O pecado é pesado e às vezes começa a nos arrastar para baixo. Pensamos que, porque ele não é um “grande pecado”, devemos ficar bem. Mas se mantivermos uma caneta pequena ou um livro por muito tempo, nossos braços começarão a ficar cansados e cansados. É da mesma maneira com o nosso espírito. Não importa o tamanho ou a quantidade de pecado que temos, ele começará a ficar pesado. Quando confessamos nossos pecados a Deus, nos tornamos uma nova criatura em Cristo. O pesado fardo de culpa é levantado. Nascemos de novo, um filho de Deus.
Ser perdoado por nossos pecados nos torna novas pessoas. Nossas famílias e amigos percebem a diferença! Eu pessoalmente me tornei uma pessoa mais feliz quando isto aconteceu na minha vida. O perdão de Cristo mudou minha vida completamente. É claro que o pecado está sempre presente, mas servimos a um Deus que sempre perdoará quando confessarmos e abandonarmos o pecado. Ele nunca nos deixará nem nos abandonará. Jesus pagou o preço final para todos. Ele lança nossos pecados no mar e não se lembra mais deles. Ele realmente perdoa e esquece.
Heather Chirinos
Estudente, Southwestern Adventist University, Texas EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 32 – Pastores, papas, bispos, presbíteros, prostitutas, ladrões, empresários, desempregados, funcionários, etc. todos são pecadores. Toda raça humana está contaminada com pecados.
“Evidências da iniquidade de nossa raça estão em todo lugar. Estão publicadas nas manchetes dos jornais; são exibidas nos noticiários da televisão; e estão escritas por toda a história humana. Ninguém entre nossos conhecidos está livre de pecados. Além disso, se formos sinceros, as provas mais cabais de nossa depravação nos são mostradas por nossa própria consciência” (John MacArthur).
Embora o segundo rei de Israel fosse o homem segundo o coração de Deus, caiu em pecados hediondos. Ele, que venceu um grande gigante, caiu em pecado sexual e, assassinato. Davi sentiu e expressou o peso da culpa e a alegria da libertação operada pelo perdão divino.
Seu filho Salomão deve ter aprendido observando os devaneios do pai, por isso escreveu em Provérbios 28:13 as seguintes palavras:
“Não dá para encobrir os pecados e ir vivendo com eles;
mas, quando você os reconhece e abandona, encontra misericórdia”.
Observe, agora, o testemunho de Davi, que falou por experiência própria, mais do que por teoria:
• O pecador perdoado introduz sua fala, canção ou oração com alegria e gratidão (vs. 1-2);
• Davi relata que não existe alegria verdadeira no coração daqueles que não confessam com sinceridade a Deus todos os seus pecados (vs. 3-4);
• Davi declara que a tristeza deprimente só vai embora para dar espaço à alegria quando o culpado confessa e deixa seu pecado para obter o perdão divino (vs. 5-8);
• O pecador perdoado que conta seu testemunho apela para que os pecadores se alegrem no Senhor como ele (vs. 10-11).
Fábio de Melo fez esta observação: “Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpa nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos”.
O verso 9 é um forte apelo para nós, independente de nossa situação: “Não sejas teimoso como o cavalo ou a mula que precisam de freio e rédea para se manter no caminho”.
• Por que não reconhecer e abandonar nossos pecados?
• Que vantagem tem apegar-se aos pecados sendo que apegar-se a Deus é bem melhor?
Jesus morreu para libertar-nos da culpa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Comentário Rosana Barros
O perdão é um dos mais preciosos dons de Deus. Não temos o perdão. Ele é um atributo divino que o Senhor nos oferece mediante genuíno arrependimento. Deus tanto nos concede o perdão pelos nossos pecados, quanto nos habilita a perdoar o nosso semelhante. Esta bem-aventurança, no entanto, precisa funcionar nos dois sentidos. Não há perdão verdadeiro quando ele fica apenas na esfera entre criatura e Criador. Cristo foi bem claro quando afirmou no Pai Nosso que o perdão só será concedido de forma vertical se também estivermos dispostos a praticá-lo de forma horizontal (Mt.6:14,15).
Davi, por ser um homem de guerra, possuía muitos inimigos, mas os piores surgiram de onde ele menos imaginava. Quando teve que fugir de Saul, por exemplo, não fugiu com rancor em seu coração, mas com o coração aflito pois não conseguia compreender a razão de tanta ira. Imagino a angústia de Davi ao questionar: “Que fiz eu? Qual é a minha culpa? E qual é o meu pecado…?” (1Sm.20:1). Com sinceridade, Davi gostaria de se retratar se preciso fosse. Se ele tinha tanto interesse em se redimir diante de alguém que lhe perseguia sem causa, imagina diante de Deus.
Sabemos que não havia dolo da parte de Davi para com Saul. Porém, Saul, possuído por um espírito maligno (1Sm.19:9), infeliz pela bênção de Deus na vida de Davi, “continuamente foi seu inimigo” (1Sm.18:29). Ele escolheu aquela situação, e não Davi.
Amados, a bem-aventurança de hoje só pode ser concedida aqueles que, como Davi, estão dispostos a ter o coração governado pelo Espírito de Deus, e não por um espírito maligno. Por isso que “muito sofrimento terá de curtir o ímpio” (v.10), pois enquanto os pecados são calados (v.3) e o coração endurecido, como no caso de Saul, a aparência pode até ser de um rei e representante de Deus, mas a ausência de confissão o consome dia após dia (v.3). Quando confessamos os nossos pecados a Deus e entendemos a essência do perdão divino, a consequência natural é perdoar aqueles que nos ofendem. Ainda que eles sejam como Saul, que o Senhor nos dote da atitude de Davi. Pois só assim Deus nos preservará da tribulação, nos cercará “de alegres cantos de livramento” (v.7), nos instruirá e ensinará o caminho que devemos seguir (v.8).
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21). Não permita que o teu coração se feche para o perdão! Lembre que você também não é merecedor do perdão e da graça divina. Mas Jesus escolheu te amar primeiro e tomar sobre Si os teus pecados. Confie no Senhor, e “a misericórdia o assistirá” (v.10). Portanto, “aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo.4:21) e o Senhor perdoará os nossos pecados, “assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt.6:12). Vigiemos e oremos!
