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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A paz e a alegria de ter Deus
“Na angú
“Na angú
Comentário Blog Associação Geral
Neste Salmo Davi roga a Deus por misericórdia e libertação de sua angústia. No versículo 5, ele lembra a Deus que “Entre os mortos ninguém se lembra de ti. Do túmulo, quem te louvará?” (NIV). Em outras palavras, apresse-se e livra-me antes que eu morra, enquanto ainda posso louvar o seu nome!
Você, assim como Davi, já se sentiu sobrecarregado emocionalmente a ponto de ficar exausto fisicamente? Jesus lhe convida a ir a Ele, depositar sobre Ele os seus fardos, e encontrar descanso nEle (Mateus 11:28-30).
Que seus cuidados e preocupações sejam aliviados hoje, porque Jesus, está levando a sua carga.
Lisa Ward
Funcionário da Igreja Adventista do Sétimo Dia Vida no Campo
Cleburne, Texas EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 6 – Aflição e angústia têm solução e cura através da oração e comunhão com Deus. Todo aquele que humildemente recorrer a Deus com sinceridade experimentará os efeitos de Sua graça, bondade e misericórdia.
Dê atenção à mensagem do Salmo em apreço:
1. Devemos olhar para nós mesmos e reconhecer quem realmente somos. Fazer isso não é fácil, pois nos leva à aflição; não somos quem gostaríamos de ser, ou melhor, estamos aquém do ideal de Deus. Somos pecadores, falhos, defeituosos, provocadores da ira divina. Culpados e condenados, devemos suplicar a misericórdia e a graça de Deus para nos salvar (vs. 1-4).
2. Devemos ser sinceros e reconhecer que todas as nossas tentativas de encontrar felicidade, solução para nossa situação e salvação só nos leva a mais decepção se não buscarmos a Deus genuinamente. Nosso estado espiritual, nossa debilidade moral e nossa fraqueza física nos faz lutar em vão pela vida, nos faz gemer e encher nossos travesseiros de lágrimas, envelhecemos e nos desgastamos com a amargura da alma até a morte (vs. 6-7).
3. Devemos reconhecer que Deus é o único capaz de resolver nossa aflição de alma, libertar-nos de nossos pecados que nos assolam e colocar o bálsamo refrescante da esperança que restaura nossa alma. Para isso, precisamos nos humilhar e reconhecer que carecemos muitíssimo de Deus, depois confessar nossas fragilidades e orar com fé pela intervenção graciosa e miraculosa de Deus (vs. 8-10).
“O Salmo 6 é o primeiro dos sete ‘salmos de penitência’, nos quais os escritores estão sendo disciplinados por Deus e passando por sofrimentos… Neste salmo, Davi registra os estágios de sua experiência difícil de passar, pela fé, da tribulação para o triunfo”, explica Warren W. Wiersbe.
• Deus quer transformar-nos. Ele quer que reconheçamos quem realmente somos (mortais) e O busquemos a fim de libertar-nos de nós mesmos e dos problemas que nos assolam para que alcancemos a satisfação que Ele nos oferece.
• Deus quer que amadureçamos. Ele quer que cresçamos com as adversidades e as lágrimas, as quais servem de disciplina para nossa alma e correção para nosso coração.
• Deus quer restaurar-nos. Ele quer que sintamos paz, alegria e satisfação na comunhão com Ele, onde encontraremos a solução para todos os nossos problemas.
Deixe Deus te libertar! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O livro “Orientação da criança”, da escritora norte-americana Ellen G. White, traz verdadeiras pérolas da educação cristã. Dentre os diversos e preciosos conselhos, um deles diz que: “Cada família, na vida doméstica, deve ser uma igreja, um belo símbolo da igreja de Deus no Céu. Se os pais reconhecessem sua responsabilidade para com os filhos, sob nenhuma circunstância repreenderiam e se irritariam com eles” (O.C., p.335).
O que este texto nos diz é que a família, como símbolo da igreja celeste, não pode dar lugar à irritação criando um ambiente inadequado à devida educação cristã. Quando um pai ou uma mãe agem movidos pela ira e não pelo amor, a correção não atinge o seu real objetivo.
A súplica de Davi é pela misericórdia de Deus. Que Ele não o repreenda na Sua ira e nem o castigue no Seu furor (v.1). Isto me faz avançar até o relato de João oito e lembrar da atitude de Cristo diante de uma mulher adúltera. Todos ao redor a acusavam encolerizados com pedras nas mãos. Mas as palavras de Jesus os dispersou e o que Ele disse àquela mulher reflete bem o que Deus faz em nossas vidas: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo.8:11). A ira do Senhor não é contra o pecador, e sim contra o pecado. Como nosso Pai de amor, Ele não nos repreende com ira, mas com amor e compaixão.
O salmista expressa uma condição de profunda tristeza e até sintomas de depressão, por causa dos seus inimigos. Como no caso da mulher adúltera, os inimigos de Davi o rodeavam prestes a atirar a primeira pedra. Mas assim como Cristo acolheu aquela mulher, Davi tinha certeza de que o Senhor ouviu e acolheu a sua oração.
Hoje, ainda há tempo de ouvirmos do Senhor:
“Eu não te condeno; vai e não pratique mais a iniquidade”. Contudo, chegará o dia em que muitos terão de ouvir as duras palavras: “Apartai-vos de Mim, todos os que praticais a iniquidade” (v.8; Mt.7:23).
O tempo que temos para clamar: “Volta-Te, Senhor, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça” (v.4), é agora. Ele é o nosso Pai do Céu e não há ninguém tão interessado em nossa salvação quanto Ele. Chegou a hora de nos achegarmos de todo o nosso coração ao Pai da Eternidade que escolheu sofrer os resultados do mal por mim e por você. Ao Pai que enviou o Seu Unigênito para receber o salário que era nosso (Rm.6:23). Ao Pai que troca as pedras da ira por palavras de apreço e de perdão. Então, certamente, Ele nos ouvirá e acolherá as nossas orações. Vigiemos e oremos!
