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Pr. Michelson Borges
Deus honra seu filho Jó
“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem.” Jó 42:5
Lições do último capítulo do livro de Jó: (1) podemos ser criticados e humilhados, mas um dia Deus vai vindicar nosso caráter; (2) quando Deus enxugar nossas lágrimas, a dor será menos do que uma tênue lembrança; (3) Jesus também foi incompreendido pelos amigos e orou por eles; façamos o mesmo; (4) Jó não conhecia o final feliz de sua história. Nós conhecemos. Fiquemos firmes!
Verso 2: “Podes fazer todas as coisas; nenhum dos Teus planos pode ser frustrado.”
Verso 2: o plano de Deus para Jó não foi frustrado, conforme atesta este capítulo.
Verso 3: Jó admite ter falado de coisas que não entendia, e Deus não levou isso em conta (“tempos de ignorância”).
Verso 5: não basta ouvir falar de Deus, temos que conhecê-Lo pessoalmente.
Verso 6: quando contemplamos Deus, nossa indignidade se faz mais clara e nos resta o arrependimento.
Verso 6: devemos menosprezar nossa pecaminosidade, mas aceitar que Deus nos preza.
Verso 7: Deus fica indignado com aqueles que O representam mal.
Verso 7: representar mal a Deus pode levar as pessoas ao medo, à incompreensão e à perdição. Por isso Deus fica indignado com isso.
Verso 7: Jó não falou de forma totalmente correta em todos os momentos, mas Deus vê o coração. Para o Senhor, a vida e as motivações falam mais alto que as palavras.
Verso 8: a oração de Jó livrou seus amigos da punição que mereciam. Foi exatamente isso o que Jesus fez por nós.
Verso 9: o Senhor aceita nossa oração quando intercedemos por outras pessoas.
Verso 10: Jó recebeu em dobro tudo o que perdeu. Um dia, receberemos infinitamente mais do que temos e do que sonhamos ter.
Promessa: “Meus ouvidos já tinham ouvido a Teu respeito, mas agora os meus olhos Te viram.” Nossa comunhão com Deus deve sempre crescer, se aprofundar. E Ele corresponderá a essa busca.
Lições do último capítulo do livro de Jó: (1) podemos ser criticados e humilhados, mas um dia Deus vai vindicar nosso caráter; (2) quando Deus enxugar nossas lágrimas, a dor será menos do que uma tênue lembrança; (3) Jesus também foi incompreendido pelos amigos e orou por eles; façamos o mesmo; (4) Jó não conhecia o final feliz de sua história. Nós conhecemos. Fiquemos firmes!
Verso 2: “Podes fazer todas as coisas; nenhum dos Teus planos pode ser frustrado.”
Verso 2: o plano de Deus para Jó não foi frustrado, conforme atesta este capítulo.
Verso 3: Jó admite ter falado de coisas que não entendia, e Deus não levou isso em conta (“tempos de ignorância”).
Verso 5: não basta ouvir falar de Deus, temos que conhecê-Lo pessoalmente.
Verso 6: quando contemplamos Deus, nossa indignidade se faz mais clara e nos resta o arrependimento.
Verso 6: devemos menosprezar nossa pecaminosidade, mas aceitar que Deus nos preza.
Verso 7: Deus fica indignado com aqueles que O representam mal.
Verso 7: representar mal a Deus pode levar as pessoas ao medo, à incompreensão e à perdição. Por isso Deus fica indignado com isso.
Verso 7: Jó não falou de forma totalmente correta em todos os momentos, mas Deus vê o coração. Para o Senhor, a vida e as motivações falam mais alto que as palavras.
Verso 8: a oração de Jó livrou seus amigos da punição que mereciam. Foi exatamente isso o que Jesus fez por nós.
Verso 9: o Senhor aceita nossa oração quando intercedemos por outras pessoas.
Verso 10: Jó recebeu em dobro tudo o que perdeu. Um dia, receberemos infinitamente mais do que temos e do que sonhamos ter.
Promessa: “Meus ouvidos já tinham ouvido a Teu respeito, mas agora os meus olhos Te viram.” Nossa comunhão com Deus deve sempre crescer, se aprofundar. E Ele corresponderá a essa busca.
Comentário Blog Associação Geral
No capítulo 42 Jó sente-se confiante de que Deus está do seu lado, trabalhando a seu favor. Deus não está mais confrontando Jó e Jó não está mais chateado com Deus.
O Senhor volta a Sua atenção para os amigos de Jó e diz que eles não falaram corretamente, como Jó havia feito (v. 7). A solução para os amigos de Jó é o arrependimento e uma oferta de fé. Então Jó intercedeu em oração por seus amigos, e Deus aceitou as suas orações (v. 8) e favoreceu a Jó (v. 9). Os amigos de Jó poderiam ter trazido suas ofertas sem a presença de Jó e orado sozinhos, mas Deus nos incentiva a restaurar relacionamentos quebrados e curar corações feridos.
Jó viveu mais 140 anos, viu seus filhos e filhas e netos até a quarta geração. “E então morreu Jó, em idade muito avançada” (v. 17, NVI). Moisés alcançou o que havia planejado fazer na história de Jó.
Se você perder tudo na vida, há um Deus no Céu que tem você em Seu coração.
Querido Deus,
Chegamos ao final do livro de Jó e aprendemos mais sobre Ti do que sobre Jó. Passamos a ter uma melhor compreensão do grande conflito a que todos estamos sujeitos. Obrigado porque a história de Jó contribuiu para fortalecer a nossa fé em Ti e direcionou nossa fé para nosso Salvador. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 42 – Refletindo e estudando Jó, meu pai, Alier Armi de Oliveira, chegou à seguinte conclusão: “Precisamos de fé como Jó para que sejamos homens e mulheres de oração capazes de interceder por pecadores perante Deus”.
Meditando nos argumentos falhos e defeituosos de Jó e na repreensão de Deus, aprendemos que precisamos pensar e repensar baseando-se na revelação divina, não em nossa experiência ou suposta sabedoria. Após Jó ouvir a Deus e reagir com humildade, reconhecendo sua tremenda limitação, suas falhas e seus pecados, arrependendo-se profundamente de seus defeitos de caráter, Deus interagiu com ele (vs. 1-6). O resultado (cf. Francis I. Anderson) foi:
- O veredito de Jeová (vs. 7-9);
- A restauração de Jó (vs. 10-17).
Chama-me a atenção o contraste da introdução com a conclusão do livro. Deus que havia dito duas vezes que Jó era “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (1:8; 2:3; ver também 1:1), agora está diante de Deus, humildemente, reconhecendo que falou coisas ilícitas: “Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia” (42:3).
Além disso, Jó foi mais fundo e declarou para Deus: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v. 6).
Jó não era perfeito. Suas crenças e suas declarações não eram perfeitas. Ele era tão pecador quanto eu e você. Somente a justificação pela fé mediante a graça de Deus é que nos faz justos no tribunal divino. A única forma de sermos justificados e restaurados por Deus agora (e/ou no juízo) está em apegar a Deus sem titubear, assim como fez Jó.
Se Jó e seus amigos falaram o que não deviam, por que Deus só repreendeu os amigos e não Jó? Simplesmente porque eles foram orgulhosos demais, não permitiram que nenhuma verdade mudasse suas opiniões expressas com convicção. Eles se apegaram à mentira mesmo com provas contrárias. Contudo, a graça estendida a Jó também foi estendida a eles.
Como assim?
Deus os orientou a buscar em Jó um intercessor, então Deus aceitou-os mesmo que não tenham dito o que era reto (vs. 7-9). Entretanto, isso aconteceu somente depois de oferecerem os holocaustos, símbolos da graça de Cristo.
Comentário Rosana Barros
A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria comover-nos a cavar fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).
Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar, foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, lhe dando “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).
A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrário à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo. “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).
A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma declaração de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas, e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui.
Amados, por mais que a nossa lida neste mundo pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, sermos instrumentos de salvação na vida de muitos.
“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor!
Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Que quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, que seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Vigiemos e oremos!
