Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Deus respondeu
“Onde você estava, quando eu lancei os fundamentos da terra? [...] Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus gritavam de alegria?” Jó 38:4, 7
“Então o Senhor respondeu a Jó” (v. 1). Ele sempre responde na hora certa! E já que falaram tanto em tempestades e fenômenos climáticos, Deus resolveu responder do meio de uma tempestade. Ele sempre usa a linguagem mais apropriada para Sua audiência. Ele Se revela em nossa língua.
Verso 2: Deus repreendeu Eliú por causa de suas palavras sem conhecimento.
Verso 2: é melhor ficar calado do que obscurecer os conselhos de Deus com palavras sem entendimento.
Verso 4: Deus colocou todos em seu devido lugar: “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra?”
Verso 7: os anjos regozijaram com as obras criadoras de Deus. Alegremo-nos também.
Verso 16: permita que Deus passeie nas profundezas do seu coração, limpe-o e ilumine sua vida.
Verso 19: o ser humano não pode ir ao lugar “onde mora a luz” (estrelas?). Mas pode se achegar à verdadeira fonte de luz: Deus.
Versos 12 a 25: neve, saraiva, relâmpagos, ventos, chuva, tempestade. Interessante como Deus usou os temas das conversas deles. Deus sempre usa a linguagem e a forma mais apropriadas para nos impressionar.
Verso 30: Deus mencionou a formação do gelo, um fenômeno que Ele não poderia explicar para aqueles homens, mas que até hoje impressiona.
Versos 31 e 32: Deus, o grande astrônomo, mencionou as Plêiades, Órion e a Ursa. “Os céus proclamam a glória [Dele].”
Versos 31 e 32: diante das constelações o que somos nós e nossos problemas? Mesmo assim, o Criador Se interessa por estas “formiguinhas”.
Verso 33: até hoje não conhecemos todas as leis dos céus, as constantes físicas que regem o Universo, mas Deus as conhece e administra.
Verso 33: Se Deus administra todo o Universo, não terá competência para cuidar da nossa vida?
Verso 36: Deus também criou a maior maravilha do Universo: a mente humana.
Versos 39 a 41: Se Deus alimenta os animais selvagens, não cuidará também de nós?
Promessa:O Deus que lançou os alicerces da terra quer firmar nossos pés sobre a Rocha.
“Onde você estava, quando eu lancei os fundamentos da terra? [...] Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus gritavam de alegria?” Jó 38:4, 7
“Então o Senhor respondeu a Jó” (v. 1). Ele sempre responde na hora certa! E já que falaram tanto em tempestades e fenômenos climáticos, Deus resolveu responder do meio de uma tempestade. Ele sempre usa a linguagem mais apropriada para Sua audiência. Ele Se revela em nossa língua.
Verso 2: Deus repreendeu Eliú por causa de suas palavras sem conhecimento.
Verso 2: é melhor ficar calado do que obscurecer os conselhos de Deus com palavras sem entendimento.
Verso 4: Deus colocou todos em seu devido lugar: “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra?”
Verso 7: os anjos regozijaram com as obras criadoras de Deus. Alegremo-nos também.
Verso 16: permita que Deus passeie nas profundezas do seu coração, limpe-o e ilumine sua vida.
Verso 19: o ser humano não pode ir ao lugar “onde mora a luz” (estrelas?). Mas pode se achegar à verdadeira fonte de luz: Deus.
Versos 12 a 25: neve, saraiva, relâmpagos, ventos, chuva, tempestade. Interessante como Deus usou os temas das conversas deles. Deus sempre usa a linguagem e a forma mais apropriadas para nos impressionar.
Verso 30: Deus mencionou a formação do gelo, um fenômeno que Ele não poderia explicar para aqueles homens, mas que até hoje impressiona.
Versos 31 e 32: Deus, o grande astrônomo, mencionou as Plêiades, Órion e a Ursa. “Os céus proclamam a glória [Dele].”
Versos 31 e 32: diante das constelações o que somos nós e nossos problemas? Mesmo assim, o Criador Se interessa por estas “formiguinhas”.
Verso 33: até hoje não conhecemos todas as leis dos céus, as constantes físicas que regem o Universo, mas Deus as conhece e administra.
Verso 33: Se Deus administra todo o Universo, não terá competência para cuidar da nossa vida?
Verso 36: Deus também criou a maior maravilha do Universo: a mente humana.
Versos 39 a 41: Se Deus alimenta os animais selvagens, não cuidará também de nós?
Promessa:O Deus que lançou os alicerces da terra quer firmar nossos pés sobre a Rocha.
Comentário Blog Associação Geral
Anjos e outros seres celestes ficaram entusiasmados com a criação da terra. Alguns “exultaram de alegria” e outros “cantaram em côro”, o que me faz pensar que as emoções angélicas não são tão diferentes daquelas dadas a Adão e Eva.
Mas o que mais noto em Jó 38:7 é que alguns desses seres santos são chamados de “filhos de Deus”, assim como os descendentes de Sete foram chamados de “filhos de Deus” alguns séculos depois. Pense sobre isso. Deus teve filhos antes da existência de úteros, algo característico da raça humana.
Veja bem, “filhos” antigamente não tinha necessariamente relação com DNA ou descendência física. A “semente” da serpente cuja inimizade contra nós foi predita em Gênesis 3:15 são pessoas, não cobras. João Batista chamou essas pessoas de “filhos de víboras” e Jesus disse aos judeus de sangue vermelho que eles pertenciam ao “pai” deles, o diabo (ver João 8).
Tudo isso mostra que a filiação, antigamente, era uma referência à semelhança de caráter. E é por isso que “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”. Romanos 8:14. E é por isso que Miguel (que significa “quem é como Deus”) é outra palavra para “Filho de Deus”. Os filhos de Deus são como Ele, e Jesus é como Deus em todos os aspectos. Nesse sentido, Ele é o Filho de Deus por excelência.
Eugene Prewitt
Diretor
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 38 – Quando Deus entra em cena, nada fica igual. Deus desce do Céu até a Terra para fornecer satisfação humana, orientar as informações deficientes e repreender as teorias erradas sobre a vida, sobre o ser humano e principalmente sobre Sua pessoa.
Deus não respondeu as diversas perguntas intrigantes de Jó, pelo contrário, fez mais perguntas a Jó do que ele havia feito a Deus. O psicólogo Paul Turnier explica: “A resposta de Deus não é uma ideia, uma proposição como a conclusão de um teorema; Ele próprio é a resposta. Jó recebeu a revelação de Deus e encontrou um relacionamento pessoal com Ele”.
Deus responde por meio de perguntas. Deus não fala nada a Jó sobre seu sofrimento, muito menos aborda as razões do sofrimento. No capítulo em questão, Deus introduz Sua fala com 32 interrogações.
No capítulo anterior, “Eliú procurava defender sua compreensão religiosa, atacando a credibilidade de Jó. O sofrimento de Jó constituía um desafio à tradição teológica dos quatro amigos. E Eliú achava que, se pudesse deter o protesto de Jó contra Deus, o desafio desapareceria. Ele procurava mostrar que, sendo Jó tão insignificante diante da grandiosidade de Deus, não tinha o direito de interrogá-Lo” (Charles H. Betz).
Mas, Eliú estava equivocado em suas ideias filosóficas e teológicas. Betz continua: “O Senhor, por meio de perguntas similares [às de Eliú], queria que Jó visse que, se não conseguia compreender como Deus atua nos fenômenos naturais bem conhecidos, como poderia compreender por que Ele permite o sofrimento? Assustado, Eliú queria ver-se livre de Jó, ao passo que Deus, em Seu amor, desejava fazer com que Jó percebesse a diferença fundamental entre o Criador e a criação. O Senhor levou Jó a sério, ajudando-o a reconhecer o fato de que, mesmo que Deus explicasse todos os mistérios do sofrimento, Jó não conseguiria compreendê-los. O patriarca precisava crer simplesmente que Deus sabe o que faz”.
1. Precisamos mais de confiança em Deus do que de compreensão e explicação de nossa situação.
2. Precisamos de um real encontro com Deus mais do que explicação de nossa intrigante situação.
3. Precisamos mais da atenção de Deus do que entendimento de nossa aflição.
4. Precisamos mais de Deus que de qualquer coisa.
Amigos, oremos: Senhor, reaviva-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Desconhecendo o grande conflito em que estava envolvido, finalmente, Jó obteve alguma resposta. Na verdade, não era bem o que esperava, mas foi surpreendido com a voz de Deus a lhe declarar o Seu poder e sabedoria supremos através das obras da criação. Através de uma série de perguntas, o Senhor ilustrou a Sua majestade com os cenários da natureza e do Universo. O Criador do Universo estava diante de uma criatura a lhe descortinar os sentidos para um conhecimento acima de qualquer ciência humana.
Do “meio de um redemoinho”, Deus “respondeu a Jó” (v.1) e lhe deu uma ordem um tanto curiosa. A expressão “cinge, pois, os lombos” (v.3) se referia a prender as vestes com um cinto de modo que pudesse facilitar na realização de trabalhos físicos ou de algum tipo de esforço prolongado. Também era um símbolo de preparo mental para o trabalho. Para quem estava com o corpo coberto de feridas em extremo dolorosas, este pequeno esforço lhe seria praticamente impossível. Contudo, era provável que o Senhor já tivesse iniciado o Seu discurso declarando a breve cura física e mental de Seu fiel servo.
Iniciando pelos “fundamentos da terra” (v.4), Deus enumerou uma série de detalhes da criação não contidos no livro de Gênesis. Como, por exemplo, o cântico alegre do Universo enquanto a Terra era criada. Quando lemos o relato da criação, imaginamos tão somente a voz da Onipotência dando ordens e tudo surgindo em perfeita obediência. Mas enquanto o Criador falava e tudo surgia, milhares de seres santos olhavam para a diversidade de cores e espécies, para os detalhes de cada criatura, para a singular beleza das coisas inanimadas, para aqueles cuja atenção divina se demorou em moldar-lhes com as mãos à Sua própria imagem, e em uníssono encheram o espaço infinito de harmoniosa melodia em louvor a Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
A mensagem dada a Jó ressoou em tempo determinado e nos alcança com a força de sua urgência: “e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Desde que iniciado o tempo do fim, o homem tem intensificado seus estudos a fim de atestar o seu conceito de que não há um Criador. E o que é pior, há líderes religiosos reforçando esta ideia e defendendo de que o relato da criação não passa de uma literatura poética. Entretanto, este tipo de tese lança por terra toda a Bíblia e faz do cristianismo a maior farsa de todos os tempos.
Anule os primeiros capítulos do livro de Gênesis, então, não houve pecado. Se não houve pecado, não precisamos de perdão. Se não precisamos ser perdoados, para quê a graça? E se não precisamos do perdão e da graça, qual a necessidade de um Salvador? E se o Salvador não veio e não ressuscitou, é vã a nossa fé (1Co.15:17). Se fizermos uma releitura das palavras do Senhor a Jó, encontraremos um eloquente apelo para que adoremos ao Criador, O mesmo que nos deixou escrito um claro lembrete como mandamento: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar… porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:8).
O sábado vem até nós à cada semana como um presente de Deus, como o “redemoinho” no tempo, para que possamos nos encontrar com o nosso Criador e ouvir Sua voz de uma forma especial. Não perca este privilégio aqui, e você o viverá pela eternidade (Is.66:22-23). Vigiemos e oremos!
