Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A integridade acima de tudo
“Até morrer, nunca abrirei mão da minha integridade.” Jó 27:5
Uma das definições de integridade é: “Qualidade de quem é íntegro, de quem é honesto; incorruptível. Cujos comportamentos ou ações demonstram retidão; honestidade.” Outra é: “Conduta que se caracteriza por uma convergência entre palavras e ações.” Jó era tudo isso, e com Deus podemos ser também.
Verso 2: Jó ainda mantinha uma visão errada de Deus: pensava que Ele negava justiça e trazia amargura.
Versos 3 e 4: “Enquanto eu tiver vida [...] meus lábios não falarão maldade [e] nada que seja falso.” Grande e raro exemplo!
Versos 3 e 4: Que tipo de palavras saem de nossos lábios?
Verso 5: “Minha integridade não negarei jamais, até a morte. Manterei minha retidão e nunca a deixarei.”
Verso 8: o ímpio não tem esperança para além da morte. Ele é eliminado.
Versos 16 a 18: é inútil confiar em riquezas materiais; elas ficarão todas para trás. Devemos acumular tesouros no Céu.
Promessa: A única esperança de vida após a morte consiste em aceitar a Vida durante a vida.
Uma das definições de integridade é: “Qualidade de quem é íntegro, de quem é honesto; incorruptível. Cujos comportamentos ou ações demonstram retidão; honestidade.” Outra é: “Conduta que se caracteriza por uma convergência entre palavras e ações.” Jó era tudo isso, e com Deus podemos ser também.
Verso 2: Jó ainda mantinha uma visão errada de Deus: pensava que Ele negava justiça e trazia amargura.
Versos 3 e 4: “Enquanto eu tiver vida [...] meus lábios não falarão maldade [e] nada que seja falso.” Grande e raro exemplo!
Versos 3 e 4: Que tipo de palavras saem de nossos lábios?
Verso 5: “Minha integridade não negarei jamais, até a morte. Manterei minha retidão e nunca a deixarei.”
Verso 8: o ímpio não tem esperança para além da morte. Ele é eliminado.
Versos 16 a 18: é inútil confiar em riquezas materiais; elas ficarão todas para trás. Devemos acumular tesouros no Céu.
Promessa: A única esperança de vida após a morte consiste em aceitar a Vida durante a vida.
Comentário Blog Associação Geral
“Enquanto Deus viver, enquanto o fôlego dEle estiver no meu corpo, manterei minha integridade: não concordo com você! … Eu vou te ensinar sobre DEUS! ” [v. 5, 6, 11, trad. livre do autor].
Os companheiros de Jó haviam passado muito tempo tentando convencê-lo de que ele era um grande pecador, mas Jó sabia que não era verdade. Mais tarde, ele tenta convencê-los de que sua vida havia sido bastante nobre: ele se comprometera com a virtude e a generosidade, não merecia todas aquelas tragédias. “Se eu somente pudesse discutir meu caso com o Todo-Poderoso! Se ao menos Ele me desse uma audiência!”
Aqui, ele parece concordar com seus amigos – coisas ruins acontecem com pessoas más.
Elas acontecem, mas também acontecem coisas boas para eles. Deus envia Sua chuva aos justos e injustos, e faz Seu sol brilhar sobre os maus e os bons. Mas há também o mal sobrenatural – “satanás” [adversário] – que causa problemas em geral e assedia especialmente aqueles que escolheram Deus. É muito complicado julgar.
O ponto parece ser: não avalie uma pessoa pelo que está acontecendo com ela – e não inveje os malvados por seu sucesso: sempre há uma perspectiva mais ampla, que se esclarecerá à frente. Aprenda a esperar.
Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Spokane Valley, Washington USA
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 27 – Quem deve teme, quem não deve não teme. Jó conhecia quem era e sabia que tinha vivido corretamente, não tinha do que se envergonhar. Contudo, Jó não era perfeito. Ele tinha natureza pecaminosa como a nossa. Ele não era impecável/infalível. Ele errava e falhava como qualquer crente fervoroso e íntegro nos dias de hoje.
O capítulo em questão pode-se dividir em três partes:
1. Jó revela confiança em si mesmo (vs. 1-6);
2. Jó profere imprecações aos seus inimigos (vs. 7-10)
3. Jó intenta ensinar aos seus amigos (vs. 11-23).
Observemos atentamente: Jó insinua que Deus é injusto ao deixar a injustiça solapar o justo (neste caso, ele): “O Deus santo me negou justiça! O Todo-poderoso arruinou minha vida!” (AM).
• Será que Deus fez isso mesmo, ou… isso é Jó acusando Deus?
• Seria essa uma crítica infundada diante de seu sofrimento intenso?
Mais à frente, Jó admite ter falhado, se humilha e arrepende-se (Jó 42:1-6). Desta forma, precisamos cuidar ao estudar e pregar sermões extraídos de seu livro.
Nem tudo o que Jó disse é correto. Ele falhou. Ele admitiu que:
- queixava-se como revoltado (23:2),
- revelou estar confuso (26:3), e,
- além de outros comentários duvidosos sobre Deus, agora O acusou de injusto, causador de injustiças,
Quem amargurou a sua alma, mesmo ele (Jó) sendo “justo ao máximo”, “aos próprios olhos” (27:1-6; 32:1).
Certamente, Jó…
• …era de carne e osso e dotado de natureza pecaminosa como todos nós.
• …era frágil, sentia dor e sofria como qualquer ser humano;
• …tinha fome, sede, sono, era limitado física e intelectualmente como qualquer mortal.
• …tinha emoções e sentimentos como nós; consequentemente, sentia a dor do abandono, as críticas, calúnias e frieza de seus amigos.
Assim, em meio ao sofrimento titânico, Jó ficou confuso, desesperado, deprimido. Desamparado, ele reclamou e falou coisas incorretas sobre teologia.
Contudo, em meio às suas crises emocionais e espirituais, Jó não rejeitou Deus como fazem os ímpios (27:7-10). Ele é referência de perseverança a todos nós; pois, mesmo incompreendido pelos amigos (vs. 11-12) e sendo “evangelizado” com mensagens de um Deus tirano (vs. 13-23), não ousou apostatar-se!
Tendo tudo para desistir, Jó persistiu! Que legado!
Amigo(a)! Inspire-se em Jó: Busque, comprometa-se com Deus, confie apesar de tudo, mesmo sem entender muitas coisas! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Os pensamentos e as palavras têm uma íntima relação com o ser todo. E não mensuramos o quanto os nossos hábitos afetam diretamente a nossa mente. Como criaturas holísticas, não temos como negar o fato de que corpo e mente estão intimamente ligados um ao outro. Portanto, quando um é afetado, consequentemente, o outro também sofre. Mas a experiência de Jó nos mostra algo de extrema importância em um mundo repleto de enfermidades físicas e emocionais: Ainda que o nosso corpo e a nossa mente sofram danos, a nossa fé em Deus pode permanecer inabalável.
Assim como não foi fácil para Jó (até mesmo insuportável) aquele período de sofrimento em todos os âmbitos de sua vida, hoje, enfrentamos um período que antecede a grande angústia final. Jesus mesmo afirmou, referindo-Se aos últimos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Não se trata, pois, de vida ou morte aqui nesta Terra, mas é o nosso destino eterno que está em jogo.
Da mesma forma em que há um clamor do Espírito Santo para que ouçamos a Sua voz, o diabo reforça e aprimora o seu jogo satânico. Pouco a pouco ele foi acrescentando suas ciladas de modo que o ser humano fosse se adaptando a elas. A princípio, vozes se levantam em protesto, mas, com o decorrer do tempo, o que era inaceitável torna-se comum, até que um novo conceito possa ser acrescentado. Creio que já passamos pela fase das sutilezas, e estamos vivendo no limiar do “game over” deste mundo. Um tempo sobremodo arriscado para baixarmos a guarda.
Está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo” (Is.5:20). Ou seja, amados, maldito o que faz distorção entre o santo e o profano. Mesmo não tendo todas as respostas, ou não compreendendo o seu sofrimento, Jó se manteve íntegro à luz que possuía. Nem a doença física, nem a depressão fizeram ruir a sua confiança na justiça de Deus. O mesmo poder nos é garantido, hoje. E comparado ao “que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9), o nosso sofrimento aqui não passará de um breve lapso temporal.
Eu não sei você, mas eu acho que está ficando cada vez mais difícil viver em conformidade com a Palavra de Deus. Todo cristão sincero tem experimentado as dificuldades de se nadar contra a correnteza deste século. Cansados e afligidos, a nossa única segurança está em obedecer aos reclamos do Senhor e nos lançarmos em Seus braços como dependentes criancinhas: “Oh, Senhor, assim como Jó recebeu a Tua força na tribulação e o Teu alívio em tempo oportuno, neste tempo sobremodo escuro, Te pedimos força e perseverança, no poder do Espírito Santo, até que venhas em nosso resgate! Em nome de Cristo Jesus, nós Te clamamos! Amém!”. Vigiemos e oremos!
