Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A sabedoria vem do Criador
“Está a sabedoria com os idosos? Será que a longevidade traz o entendimento? Com Deus estão a sabedoria e a força; ele tem conselho e entendimento.” Jó 12:12, 13
Verso 3: Jó afirma que o que seus amigos estão dizendo é o óbvio e não ajuda em seu caso.
Verso 4: é realmente lamentável que um homem íntegro como Jó tenha se transformado num objeto de riso, segundo ele.
Verso 5: quem está bem frequentemente ignora a situação do sofredor. Deus nos ajude a ser sensíveis às necessidades do próximo.
Versos 7 a 9: quem de mente aberta fizer perguntas à natureza (pesquisar) obterá a resposta: foi Deus quem a fez.
Verso 10: “Em Sua [de Deus] mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade.”
Verso 10: a vida de todos – mesmo dos que ignoram isso – está nas mãos de Deus.
Versos 12 e 13: Vida longa traz entendimento? Nem sempre. Deus dá sabedoria. Sempre.
Versos 12 e 13: há velhos tolos que ignoram a fonte da sabedoria e jovens sábios que recorrem a ela.
Promessa: Ainda que riam de nós, mantenhamos a integridade. Deus nos recompensará.
“Está a sabedoria com os idosos? Será que a longevidade traz o entendimento? Com Deus estão a sabedoria e a força; ele tem conselho e entendimento.” Jó 12:12, 13
Verso 3: Jó afirma que o que seus amigos estão dizendo é o óbvio e não ajuda em seu caso.
Verso 4: é realmente lamentável que um homem íntegro como Jó tenha se transformado num objeto de riso, segundo ele.
Verso 5: quem está bem frequentemente ignora a situação do sofredor. Deus nos ajude a ser sensíveis às necessidades do próximo.
Versos 7 a 9: quem de mente aberta fizer perguntas à natureza (pesquisar) obterá a resposta: foi Deus quem a fez.
Verso 10: “Em Sua [de Deus] mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade.”
Verso 10: a vida de todos – mesmo dos que ignoram isso – está nas mãos de Deus.
Versos 12 e 13: Vida longa traz entendimento? Nem sempre. Deus dá sabedoria. Sempre.
Versos 12 e 13: há velhos tolos que ignoram a fonte da sabedoria e jovens sábios que recorrem a ela.
Promessa: Ainda que riam de nós, mantenhamos a integridade. Deus nos recompensará.
Comentário Blog Associação Geral
Jó respondeu a Zofar, dizendo que o conhecimento humano avançado vem do conhecimento da “revelação” (No livro Educação, p. 154-156, EGW enfatiza o mesmo ponto). Jó é ridicularizado por seus amigos porque suas referências estariam limitadas ao conhecimento da existência humana, e argumentava que ele “invocava a Deus”, e este lhe respondia (v. 4).
O mistério da salvação é loucura para o mundo. Tanto Jó como seus amigos sabem que Deus está acima da natureza, enfatizando a soberania de Deus, contudo Jó fala de um Deus pessoal que responde a quem O chama (v. 4).
Na opinião de Jó, o maus prosperam e “estão seguros”, porque por vezes Deus permite que eles estejam assim (v. 6). Jó exorta seus amigos a estudar cuidadosamente a ciência da zoologia: “os pássaros” do céu (v. 7), os animais terrestres, os “peixes do mar” (v. 8). Todo este conhecimento aponta para o Criador como vemos em Gênesis, cap. 1. Jó confirma isso, dizendo: “Na sua mão está a vida de cada criatura” (v. 10 NVI), exatamente o que Moisés tinha em mente em Gênesis 2:7.
Querido Deus,
Conceda-nos alinhar nossos pontos de vista pessoais com a perspectiva de Sua revelação. Que assim possamos compartilhar Seu conhecimento e salvação com este mundo. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 12 – Três contra um! Um trio irredutível em seus argumentos mesmo diante de provas contundentes. Jó e suas declarações de que mesmo os justos sofrem, contra os argumentos de que o sofrimento era punição aos pecadores impenitentes. Que desafio para Jó!
É usual o abandono até dos que se dizem amigos quando se perde tudo (Lucas 15:11-16). Mesmo que muitos tenham abandonado a Jó, seus amigos estavam com ele. Embora eles não fossem compreensivos, a fidelidade de Jó a Deus se fortalecia.
• Apesar dos pesares, o sofrimento extrai de nós muitas coisas boas.
Jó vasculhou fundo em sua mente visando encontrar respostas aos seus confrontadores. Isso é positivo! O ferro afia o ferro assim como relacionamentos influenciam no desenvolvimento do caráter. Não importa o tipo de amigo, no relacionamento, o fiel servo de Deus amadurecerá seu caráter. Com fé em Deus e atitude positiva é possível crescer/aprender até mesmo nas condições mais negativas.
• Jó mostra aos amigos que se supõem mais sábios que ele que é generalizada a suposta sabedoria mais elevada deles; suas verdades filosofadas não eram nenhuma novidade para ele (vs. 1-3).
• Jó intentava mostrar que a crença tradicional na teologia da retribuição não condizia com os fatos. Nem todo sofrimento vem por algum pecado cometido (vs. 4-6).
• Jó mostra que o conhecimento é universal, a natureza ensina muitas verdades aos que param para observá-la atentamente. A sabedoria natural é acessível a todos, mas a sobrenatural é exclusiva de Deus (vs. 7-13).
• Jó, em sua ignorância ao tema do grande conflito – entre um Satanás poderoso, agente do mal, e um Deus Todo-poderoso agente do bem – enfatiza aspectos negativos da criação/natureza relacionados com Deus. Sua teologia é confusa (vs. 14-25).
Como alguém na escuridão buscando luz, a pressão psicológica dos amigos de Jó o fez procurar por saída, solução e explicação. A falta de compreensão do grande conflito impede até os mais sábios de entender sua história e seu mundo.
• O causador do mal é Satanás; Deus só investe no bem!
• O destruidor é Satanás; Deus é o Criador!
Desconsiderar a existência de Satanás leva a interpretações equivocadas do caráter de Deus!
Como Jó, muitas pessoas carecem destas verdades… – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Daqueles os quais esperava ouvir palavras de conforto e de esperança, Jó encontrou mais um motivo de tristeza e de desânimo. Acusado injustamente, seus amigos tornaram-se oponentes que queriam a todo custo convencê-lo de que sua condição significava a colheita de sua impiedade. Como um tição tirado do fogo, a enfermidade o consumia, mas não machucava mais do que as palavras de depreciação em discursos especulativos.
Após tirar de Jó toda a sua prosperidade, mergulhá-lo em um terrível luto e afligi-lo com enfermidades malignas, Satanás incluiu a tudo isso uma de suas maiores armas: o próprio homem. Através de seus agentes humanos, ele persegue, aflige e maltrata a muitos, mas seu ódio homicida tem como alvo principal o fiel servo de Deus. Confiados em sua posição contrária à de Jó, aqueles homens julgaram-se sábios e suficientemente corretos para dirigir-se a ele do alto do “pódio da santidade”.
A defesa de Jó revelou-se como um ato desesperado de não vituperar a sua fé. Ele tinha guardada na lembrança as suas experiências com Deus por meio da comunhão. Olhando para o passado, Jó suportava o presente e visualizava o futuro. E dia após dia, ainda que não notasse, Deus aliviava as suas aflições e colocava em seu coração a grande esperança que irrompe as barreiras das dificuldades deste mundo e que nem a morte pode conter: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25).
Diante das densas trevas morais e espirituais destes últimos dias, estamos cercados de perigos que sobrepujam as enfermidades do corpo ou as intempéries do dia a dia. Maiores do que essas coisas são aquelas que põem em risco a nossa salvação. O mundo caminha para uma iminente crise que nos afetará não somente em escala política, econômica ou ambiental, mas que provará a nossa fé com a força de superior poder. Se não estamos aproveitando, hoje, o tempo de oportunidade que nos é dado; e se não considerarmos o que o Senhor realizou no passado, olharemos para o futuro sem nenhuma esperança.
Se como Jó confiarmos: “Com Deus está a sabedoria e a força; Ele tem conselho e entendimento” (v.13), podemos estar certos “de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39). Satanás pode até nos atacar com suas armas falíveis, mas Deus nos põe “por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze” (Jr.1:18), pois “não há outro deus que possa livrar como Este” (Dn.3:29). “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5). Vigiemos e oremos!
Daqueles os quais esperava ouvir palavras de conforto e de esperança, Jó encontrou mais um motivo de tristeza e de desânimo. Acusado injustamente, seus amigos tornaram-se oponentes que queriam a todo custo convencê-lo de que sua condição significava a colheita de sua impiedade. Como um tição tirado do fogo, a enfermidade o consumia, mas não machucava mais do que as palavras de depreciação em discursos especulativos.
Após tirar de Jó toda a sua prosperidade, mergulhá-lo em um terrível luto e afligi-lo com enfermidades malignas, Satanás incluiu a tudo isso uma de suas maiores armas: o próprio homem. Através de seus agentes humanos, ele persegue, aflige e maltrata a muitos, mas seu ódio homicida tem como alvo principal o fiel servo de Deus. Confiados em sua posição contrária à de Jó, aqueles homens julgaram-se sábios e suficientemente corretos para dirigir-se a ele do alto do “pódio da santidade”.
A defesa de Jó revelou-se como um ato desesperado de não vituperar a sua fé. Ele tinha guardada na lembrança as suas experiências com Deus por meio da comunhão. Olhando para o passado, Jó suportava o presente e visualizava o futuro. E dia após dia, ainda que não notasse, Deus aliviava as suas aflições e colocava em seu coração a grande esperança que irrompe as barreiras das dificuldades deste mundo e que nem a morte pode conter: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25).
Diante das densas trevas morais e espirituais destes últimos dias, estamos cercados de perigos que sobrepujam as enfermidades do corpo ou as intempéries do dia a dia. Maiores do que essas coisas são aquelas que põem em risco a nossa salvação. O mundo caminha para uma iminente crise que nos afetará não somente em escala política, econômica ou ambiental, mas que provará a nossa fé com a força de superior poder. Se não estamos aproveitando, hoje, o tempo de oportunidade que nos é dado; e se não considerarmos o que o Senhor realizou no passado, olharemos para o futuro sem nenhuma esperança.
Se como Jó confiarmos: “Com Deus está a sabedoria e a força; Ele tem conselho e entendimento” (v.13), podemos estar certos “de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39). Satanás pode até nos atacar com suas armas falíveis, mas Deus nos põe “por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze” (Jr.1:18), pois “não há outro deus que possa livrar como Este” (Dn.3:29). “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5). Vigiemos e oremos!
