Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Os que voltaram para Jerusalém
“Então .
Comentário Blog Associação Geral
Reforma e reavivamento sempre são precedidos pelo estudo da Palavra de Deus. Sempre! É quando as pessoas ouvem a vontade de Deus, através da palavra escrita, que seus corações são trespassados e desejam uma mudança de coração e mente. Se a palavra de Deus fosse lida mais vezes e ensinada com mais frequência para as pessoas, haveria uma reforma e reavivamento tal que o mundo jamais testemunhou. É porque a palavra de Deus é negligenciada que vemos tão pouca reforma e reavivamento.
Quando as pessoas leem a Palavra de Deus, novas descobertas referentes à glória de Deus serão reveladas a elas. Foi assim que estes “Caçadores da Palavra” redescobriram a importância das festas do sétimo mês.
As pessoas choravam. Elas se entristeceram e lamentavam. Quando a palavra de Deus é ouvida, causa naqueles que a ouvem tristeza pelo afastamento de Sua vontade e o Espírito Santo cria um desejo por aquilo que é justo. O resultado é um retorno a Deus – o fazer a Sua vontade. Quando as pessoas começam a viver uma vida de fidelidade a Deus, Ele lhes dá grande alegria de coração.
Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Reflexão
NEEMIAS 8 – A pregação da Palavra de Deus deve ser o centro do culto cristão. “Nós nos congregamos em nome do Senhor. E o fazemos não para ouvir canções alegres, ser alimentados com vento, ou seja, com uma curiosidade vã e inútil, e sim para receber alimento espiritual; porque Deus não terá nada pregado em seu nome, senão aquilo que for proveitoso e edifique” (John Calvino).
O sermão é uma ponte que liga Deus ao ouvinte, o pregador fabrica esta ponte. Caso o pregador quer ser fiel à Palavra de Deus perante as pessoas, precisa expor, não suas ideias e conceitos, mas a Palavra de Deus como ela é; para isso, é preciso estudar muito a Bíblia, interpretá-la corretamente e, então, explicar aos ouvintes.
“A fim de que o Senhor trabalhe em Seu povo e por intermédio dele, é preciso que responda de modo favorável à Sua palavra. Este capítulo descreve três respostas básicas: Compreender a Palavra (8:1-8); regozijar-se na Palavra (vv. 9-12) e obedecer à Palavra (vv. 13-18). A pessoa em sua totalidade – mente (compreensão), coração (regozijo) e vontade (obediência) – deve ser cativada pela palavra”.
Após essa observação, Warren W. Wiersbe aponta estes tópicos:
1. Devemos compreender a Palavra de Deus (vs. 1-8):
• Neemias levou o livro (vs. 1-4)
• Neemias abriu o livro (vs. 5-6)
• Neemias leu e explicou o livro (vs. 7-8)
2. Devemos nos regozijar na Palavra (vs. 9-12)
3. Devemos obedecer a Palavra (vs. 13-18)
“A pregação expositiva está, portanto, inescapavelmente ligada à obra de exegese séria. Se o pregador tem de explicar o texto, ele deve estudá-lo e dedicar horas de estudo e pesquisa necessárias ao entendimento do texto” (Albert Mohler, Jr).
Ellen White destaca:
• “Discursos floreados não são suficientes para alimentar a alma de um esfomeado filho de Deus”.
• “Os pastores devem dedicar tempo à leitura, ao estudo, a meditar e orar”.
• “O Senhor quer que Seus pastores, que Lhe pregam a Palavra, sejam possuídos de energia de Seu Santo Espírito; e o povo que ouve não ficará sentado em sonolenta indiferença, ou olhando vagamente de um lado para outro, sem corresponder ao que é dito”.
Os resultados de uma boa pregação foram visíveis na celebração da festa dos tabernáculos: Entusiasmo e alegria – Reavivamento e reforma! (vs. 13-18) – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Homens, mulheres e crianças, “todos os que eram capazes de entender o que ouviam” (v.2), se reuniram “como um só homem” (v.1), “e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (v.3). Ali estavam reunidas diferentes gerações. Uma parte já havia ouvido a lei, mas também havia aqueles que provavelmente estavam tendo o primeiro contato com ela. Quando Esdras subiu ao púlpito e iniciou a leitura e com ele “os levitas que ensinavam o povo na Lei” (v.7), houve um momento de solene reverência e profundo reconhecimento do tempo de ignorância, de modo que “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei” (v.9).
Não foi um momento de simples discurso, mas de diligente estudo das Escrituras. A iniciativa em aprender a lei “diante da Porta das Águas” (v.1), moveu sobre eles o mesmo Espírito que, no princípio, “pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). Grande luz lhes foi concedida, e suas lágrimas foram enxugadas com a maravilhosa notícia: “a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). Todos foram tomados de muita alegria, uma alegria que deveria ser compartilhada, “porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas” (v.12).
“Como está escrito” (v.15), o povo celebrou a festa dos tabernáculos e “toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fez cabanas e nelas habitou” (v.17). Estavam todos reunidos num mesmo propósito “e houve mui grande alegria” (v.17). Em todos aqueles dias, “desde o primeiro dia até ao último”, “leu Esdras no Livro da Lei de Deus”, e, “no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o prescrito” (v.18). Foram dias de comunhão, de celebração e de renovação de suas vidas para com Deus.
Notem que a iniciativa de aprender a Lei de Deus partiu do próprio povo. Desde o juvenil até o mais experiente, cada judeu aplicou o coração para receber os sábios ensinamentos das palavras do Senhor. Homens iluminados pelo Espírito Santo foram capacitados para ensiná-los com firme convicção e santa alegria. Em cada palavra lida e em cada explicação proferida havia uma atmosfera tão sagrada que comoveu a todos. Tudo era tão claro que não havia como não reconhecer a ação divina.
Amados, este capítulo me remeteu à minha experiência com Deus. Após quinze anos de igreja, eu finalmente aceitei o chamado do Espírito Santo. E enquanto lia as Escrituras, meus olhos foram sendo abertos para verdades que eu desconhecia. E nesse processo de descobertas e de ardente desejo em compreender a Bíblia, por muitos dias me derramava em lágrimas pensando em quanto tempo havia perdido longe do Senhor e de Sua maravilhosa sabedoria. Até que a terna sentença do Salvador: “A Minha graça te basta”, me encheu o coração de alegria e do desejo de compartilhar as boas-novas do Evangelho com outros.
O estudo diário das Escrituras é útil para nos ensinar, corrigir, repreender e nos educar na justiça, como está escrito na segunda carta de Paulo a Timóteo, 3:15. Mas a finalidade é para que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados “para toda boa obra” (2Tm.3:16); é de que, assim como o Espírito Santo estava presente sobre as águas da criação e sobre as águas do Jordão no batismo de Cristo, que Ele esteja presente em nossa vida, “Dia após dia” (v.18), nos fortalecendo com a alegria que faz parte de Seu fruto (Gl.5:22), e nos capacitando a testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8).
Que o estudo da Palavra de Deus seja a sua alegria diária, e que esta alegria incontida transborde de seu coração para os que estão ao seu redor. O conhecimento das Escrituras não é um fim em si mesmo, mas é um meio de nos levar ao verdadeiro conhecimento e à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Um genuíno e feliz relacionamento com Deus, é o que promove o sincero estudo da Bíblia. Um presente e um privilégio que somente o Céu poderá superar. Sempre que examinando as Escrituras se deparar com a tristeza por erros passados, lembre-se das palavras de Jesus: “nem Eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Vigiemos e oremos!
Homens, mulheres e crianças, “todos os que eram capazes de entender o que ouviam” (v.2), se reuniram “como um só homem” (v.1), “e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (v.3). Ali estavam reunidas diferentes gerações. Uma parte já havia ouvido a lei, mas também havia aqueles que provavelmente estavam tendo o primeiro contato com ela. Quando Esdras subiu ao púlpito e iniciou a leitura e com ele “os levitas que ensinavam o povo na Lei” (v.7), houve um momento de solene reverência e profundo reconhecimento do tempo de ignorância, de modo que “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei” (v.9).
Não foi um momento de simples discurso, mas de diligente estudo das Escrituras. A iniciativa em aprender a lei “diante da Porta das Águas” (v.1), moveu sobre eles o mesmo Espírito que, no princípio, “pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). Grande luz lhes foi concedida, e suas lágrimas foram enxugadas com a maravilhosa notícia: “a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). Todos foram tomados de muita alegria, uma alegria que deveria ser compartilhada, “porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas” (v.12).
“Como está escrito” (v.15), o povo celebrou a festa dos tabernáculos e “toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fez cabanas e nelas habitou” (v.17). Estavam todos reunidos num mesmo propósito “e houve mui grande alegria” (v.17). Em todos aqueles dias, “desde o primeiro dia até ao último”, “leu Esdras no Livro da Lei de Deus”, e, “no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o prescrito” (v.18). Foram dias de comunhão, de celebração e de renovação de suas vidas para com Deus.
Notem que a iniciativa de aprender a Lei de Deus partiu do próprio povo. Desde o juvenil até o mais experiente, cada judeu aplicou o coração para receber os sábios ensinamentos das palavras do Senhor. Homens iluminados pelo Espírito Santo foram capacitados para ensiná-los com firme convicção e santa alegria. Em cada palavra lida e em cada explicação proferida havia uma atmosfera tão sagrada que comoveu a todos. Tudo era tão claro que não havia como não reconhecer a ação divina.
Amados, este capítulo me remeteu à minha experiência com Deus. Após quinze anos de igreja, eu finalmente aceitei o chamado do Espírito Santo. E enquanto lia as Escrituras, meus olhos foram sendo abertos para verdades que eu desconhecia. E nesse processo de descobertas e de ardente desejo em compreender a Bíblia, por muitos dias me derramava em lágrimas pensando em quanto tempo havia perdido longe do Senhor e de Sua maravilhosa sabedoria. Até que a terna sentença do Salvador: “A Minha graça te basta”, me encheu o coração de alegria e do desejo de compartilhar as boas-novas do Evangelho com outros.
O estudo diário das Escrituras é útil para nos ensinar, corrigir, repreender e nos educar na justiça, como está escrito na segunda carta de Paulo a Timóteo, 3:15. Mas a finalidade é para que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados “para toda boa obra” (2Tm.3:16); é de que, assim como o Espírito Santo estava presente sobre as águas da criação e sobre as águas do Jordão no batismo de Cristo, que Ele esteja presente em nossa vida, “Dia após dia” (v.18), nos fortalecendo com a alegria que faz parte de Seu fruto (Gl.5:22), e nos capacitando a testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8).
Que o estudo da Palavra de Deus seja a sua alegria diária, e que esta alegria incontida transborde de seu coração para os que estão ao seu redor. O conhecimento das Escrituras não é um fim em si mesmo, mas é um meio de nos levar ao verdadeiro conhecimento e à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Um genuíno e feliz relacionamento com Deus, é o que promove o sincero estudo da Bíblia. Um presente e um privilégio que somente o Céu poderá superar. Sempre que examinando as Escrituras se deparar com a tristeza por erros passados, lembre-se das palavras de Jesus: “nem Eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Vigiemos e oremos!
