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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Os que voltaram para Jerusalém
“Então o meu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, os magistrados e o povo, para registrar as genealogias. Achei o livro da genealogia dos que foram os primeiros a voltar do cativeiro.” Neemias 7:5
Os versos 66 a 69 trazem o registro preciso de todos os que vieram do exílio, juntamente com seus servos e animais. Isso mostra que todos são importantes para Deus.
Verso 1: mais uma vez fica claro que há lugar para todos na obra de Deus.
Verso 2: “Hananias era íntegro e temia a Deus mais do que a maioria dos homens.” Que descrição! Neemias sabia com quem contar.
Verso 3: devemos ser sentinelas de nossa casa, impedindo que o mal entre ali.
Verso 7: Você é chefe de família? Vá para Jerusalém com os seus.
Promessa: Alguns não puderam provar sua ascendência, mas foram para Jerusalém assim mesmo. Não importa de onde você vem, mas para onde vai.
Os versos 66 a 69 trazem o registro preciso de todos os que vieram do exílio, juntamente com seus servos e animais. Isso mostra que todos são importantes para Deus.
Verso 1: mais uma vez fica claro que há lugar para todos na obra de Deus.
Verso 2: “Hananias era íntegro e temia a Deus mais do que a maioria dos homens.” Que descrição! Neemias sabia com quem contar.
Verso 3: devemos ser sentinelas de nossa casa, impedindo que o mal entre ali.
Verso 7: Você é chefe de família? Vá para Jerusalém com os seus.
Promessa: Alguns não puderam provar sua ascendência, mas foram para Jerusalém assim mesmo. Não importa de onde você vem, mas para onde vai.
Comentário Blog Associação Geral
Neemias foi dada a capacidade única de liderar e incentivar o restante de Israel a reconstruir Jerusalém.
Mesmo depois que as muralhas foram construídas, a cidade ainda permaneceu vulnerável ao ataque. Neemias então desenvolveu uma estratégia para proteger os habitantes. Ele também incentivou a adoração a Deus e nomeou cantores para promover louvor e ação de graças.
Deus trabalhou através de Neemias para realizar Sua obra. E este não procurou poder para si mesmo. Em vez disso, promoveu outro homem fiel e piedoso para cuidar de Jerusalém. É assim que uma igreja pode prosperar e crescer. Se permitirmos que outras pessoas brilhem enquanto usam seus talentos para a glória de Deus, isso beneficia toda a congregação.
Dos judeus em cativeiro, apenas cerca de dois por cento retornaram a Jerusalém. Esses pioneiros fiéis tinham fé na promessa de Deus feita por meio de Jeremias. “Eis que os trarei da terra do Norte e os congregarei das extremidades da terra.” Jeremias 31:8. Os nomes desses judeus fiéis que retornaram foram listados duas vezes, primeiro em Esdras e novamente em Neemias. Deus se lembra dos fiéis e registra seus nomes. Ele ainda tem um Livro de Recordação (Mal 3:16). Oro para que todos os nossos nomes estejam nele registrados.
Cheri Holmes
Enfermeira de emergência
Lynden, Washington EUA
Reflexão
NEEMIAS 7 – Em 52 dias o muro de Jerusalém foi concluído. Tal reconstrução foi rápida e próspera “por causa da ajuda do Senhor. Por ironia, as nações ficaram intimidadas com o sucesso dos judeus, percebendo que eles tinham cumprido uma tarefa impossível” (Kenneth A. Mathews).
Após a conclusão do muro vista no capítulo 6, no capítulo em questão não se abordará mais a reconstrução física, mas a reconstrução social. De nada adianta ter construções se a sociedade está um caos. Uma sociedade reorganizada passa por uma espiritualidade renovada.
• Para que a cidade seja habitada é necessário que invista num sistema de segurança: Neemias põe guardas nas portas para proteger contra os perigos externos, e põe guardas espalhados nas diversas regiões da cidade, 24 horas por dia, para proteger dos perigos internos. O líder, Hananias, “era honesto e temia a Deus mais do que qualquer outra pessoa” (vs. 1-4).
• Uma boa cidade precisa ser bem planejada, seus moradores precisam ser bem organizados e distribuídos conforme uma ordem: Neemias declarou que isso não era invenção sua: “Deus pôs em meu coração reunir os nobres, os oficiais e toda a população para que todos fossem registrados”, conforme o registro genealógico. Foi feito um censo antes de a cidade ser organizada (vs. 5-65).
• O recenseamento é bíblico; em toda cidade deveria ser feito um censo: Registra-se o número total dos ex-exilados e as doações realizadas para a execução da obra (vs. 66-73).
Havia muito cuidado da parte de Neemias no repovoamento de Jerusalém. Por quê? “Esses judeus foram os ‘elos vivos’ que ligaram o passado histórico ao futuro profético e tornaram possível a vinda de Jesus Cristo ao mundo” – diz Warren W. Wiersbe.
As cidades seriam melhores se houvesse melhor vigilância – se até a cidade do povo de Deus precisava de guardas para proteger de perigos externos e internos, quanto mais as cidades onde têm uma multidão que não quer nada com princípios divinos!
As cidades seriam bem melhores se tivessem regras rígidas contra tudo o que a prejudica, como drogas, bebidas alcoólicas, cigarro, bar, danceteria, boates, etc.
O que mais me chama a atenção no capítulo em análise é que cargos políticos deveriam ser preenchidos por pessoas altamente consagradas a Deus. Quanto mais a liderança da igreja! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Concluída a edificação dos muros e das portas de Jerusalém, Neemias tomou providências com relação à segurança da cidade. Estabelecendo dois homens de confiança como chefes em Jerusalém, dentre eles Hananias, “homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos outros” (v.2), também organizou um esquema de segurança, de forma que havia “guardas dos moradores de Jerusalém, cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3).
Movido pelo Senhor, Neemias encabeçou a tarefa de “registrar as genealogias”, deparando-se com “o livro da genealogia dos que subiram primeiro” (v.5). Os judeus eram identificados através dos nomes dos chefes de família, de forma que na ausência desse registro, alguns “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.61). As genealogias, portanto, tinham um papel importante para fins de administração, de organização, para fins testamentários e até mesmo espirituais, visto que fazem parte das Escrituras.
Tudo se encaminhava para que Jerusalém fosse novamente a Cidade de Deus. “Alguns dos cabeças das famílias contribuíram para a obra” (v.70) e muitos recursos foram doados para o templo. A força conjunta para proteger a cidade e seus moradores, e para reformá-la, foi seguida por um grande reavivamento. Enquanto guardavam suas casas ou se reuniam em adoração a Deus, sua fé era provada e fortalecida ainda que sob constante ameaça inimiga.
Deus tem uma cidade preparada para os Seus filhos, cujos fundamentos dos muros são adornados de pedras preciosas, e cujas portas são de pérola, “cada uma dessas portas, de uma só pérola” (Ap.21:21). Ali não há necessidade de um sistema de segurança, pois o Guarda de Israel nela habita. Nela também não há santuário, “porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Ap.21:22). Nela o homem não tem participação, pois “Deus é o arquiteto e edificador” (Hb.11:10).
Não é desejo do Senhor que a realidade da antiga Jerusalém pós-exílio se repita na futura Jerusalém: “A cidade era espaçosa e grande, mas havia pouca gente nela” (v.4). E nem que não se ache o nosso nome no registro celeste. O Céu é movido pela ardente expectativa de nosso resgate definitivo. Os anjos relatores vibram cada vez que um pecador é liberto do exílio do pecado e tem o seu nome escrito no Livro da Vida. Há uma comovente espera de que Jesus venha colher “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Cada partícula da cidade santa contém o amor ilimitado de um Deus que sente saudades de nós. Que enquanto Cristo não vem, O aguardemos em constante vigilância, “cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3). Que o nosso lar seja um pedacinho do Céu na Terra. Quando a relação dos salvos estiver finalmente concluída, que a nosso respeito esteja escrito: “filhos de Deus, salvos pela graça de Cristo Jesus”. Vigiemos e oremos!
Concluída a edificação dos muros e das portas de Jerusalém, Neemias tomou providências com relação à segurança da cidade. Estabelecendo dois homens de confiança como chefes em Jerusalém, dentre eles Hananias, “homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos outros” (v.2), também organizou um esquema de segurança, de forma que havia “guardas dos moradores de Jerusalém, cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3).
Movido pelo Senhor, Neemias encabeçou a tarefa de “registrar as genealogias”, deparando-se com “o livro da genealogia dos que subiram primeiro” (v.5). Os judeus eram identificados através dos nomes dos chefes de família, de forma que na ausência desse registro, alguns “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.61). As genealogias, portanto, tinham um papel importante para fins de administração, de organização, para fins testamentários e até mesmo espirituais, visto que fazem parte das Escrituras.
Tudo se encaminhava para que Jerusalém fosse novamente a Cidade de Deus. “Alguns dos cabeças das famílias contribuíram para a obra” (v.70) e muitos recursos foram doados para o templo. A força conjunta para proteger a cidade e seus moradores, e para reformá-la, foi seguida por um grande reavivamento. Enquanto guardavam suas casas ou se reuniam em adoração a Deus, sua fé era provada e fortalecida ainda que sob constante ameaça inimiga.
Deus tem uma cidade preparada para os Seus filhos, cujos fundamentos dos muros são adornados de pedras preciosas, e cujas portas são de pérola, “cada uma dessas portas, de uma só pérola” (Ap.21:21). Ali não há necessidade de um sistema de segurança, pois o Guarda de Israel nela habita. Nela também não há santuário, “porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Ap.21:22). Nela o homem não tem participação, pois “Deus é o arquiteto e edificador” (Hb.11:10).
Não é desejo do Senhor que a realidade da antiga Jerusalém pós-exílio se repita na futura Jerusalém: “A cidade era espaçosa e grande, mas havia pouca gente nela” (v.4). E nem que não se ache o nosso nome no registro celeste. O Céu é movido pela ardente expectativa de nosso resgate definitivo. Os anjos relatores vibram cada vez que um pecador é liberto do exílio do pecado e tem o seu nome escrito no Livro da Vida. Há uma comovente espera de que Jesus venha colher “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Cada partícula da cidade santa contém o amor ilimitado de um Deus que sente saudades de nós. Que enquanto Cristo não vem, O aguardemos em constante vigilância, “cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3). Que o nosso lar seja um pedacinho do Céu na Terra. Quando a relação dos salvos estiver finalmente concluída, que a nosso respeito esteja escrito: “filhos de Deus, salvos pela graça de Cristo Jesus”. Vigiemos e oremos!
