Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Corrigindo injustiças
“Vamos parar com esta exploração.” Neemias 5:10
Neemias ficou furioso (e com razão), pois judeus estavam praticando a escravidão por dívida e juros abusivos. Como podiam judeus que haviam sido escravos submeter seus irmãos à escravidão? Cúmulo da ingratidão e da mesquinhez.
Versos 6 a 8: (1) Identificação do problema, (2) repreensão individual, (3) comissão. Ordem correta.
Verso 7: antes de tomar uma atitude e repreender os pecadores, Neemias fez uma avaliação de tudo. Corretíssimo. Não agiu com base no “achismo”. Tomou providências com conhecimento de causa.
Verso 9: “Vocês devem andar no temor do nosso Deus para evitar a zombaria dos outros povos, os nossos inimigos.” Quando pratica injustiça, o povo de Deus se sujeita ao escárnio dos ímpios. Satanás “adora” isso.
Verso 11: não basta reconhecer o erro e pedir perdão. Na medida do possível, é preciso fazer reparação.
Verso 15: o temor a Deus nos faz agir de forma correta e ser íntegros.
Verso 15: quer ter um bom casamento, um bom sócio, bons amigos? Associe-se com quem teme a Deus.
Verso 16: Neemias era governador, mas colocava a “mão na massa”. Bons líderes lideram pelo exemplo.
Verso 16: Neemias não se aproveitava de sua função para obter ganhos.
Verso 18: por amor ao povo Neemias até abria mão de direitos e regalias.
Verso 19: “Lembra-Te de mim, ó meu Deus.” O ladrão na Cruz pediu a mesma coisa. Todos carecem de graça.
Promessa: Neemias é o tipo de líder de que o mundo tanto carece: nobre, honesto, preocupado com seus liderados, temente a Deus. Esses contam com a ajuda do Alto.
Neemias ficou furioso (e com razão), pois judeus estavam praticando a escravidão por dívida e juros abusivos. Como podiam judeus que haviam sido escravos submeter seus irmãos à escravidão? Cúmulo da ingratidão e da mesquinhez.
Versos 6 a 8: (1) Identificação do problema, (2) repreensão individual, (3) comissão. Ordem correta.
Verso 7: antes de tomar uma atitude e repreender os pecadores, Neemias fez uma avaliação de tudo. Corretíssimo. Não agiu com base no “achismo”. Tomou providências com conhecimento de causa.
Verso 9: “Vocês devem andar no temor do nosso Deus para evitar a zombaria dos outros povos, os nossos inimigos.” Quando pratica injustiça, o povo de Deus se sujeita ao escárnio dos ímpios. Satanás “adora” isso.
Verso 11: não basta reconhecer o erro e pedir perdão. Na medida do possível, é preciso fazer reparação.
Verso 15: o temor a Deus nos faz agir de forma correta e ser íntegros.
Verso 15: quer ter um bom casamento, um bom sócio, bons amigos? Associe-se com quem teme a Deus.
Verso 16: Neemias era governador, mas colocava a “mão na massa”. Bons líderes lideram pelo exemplo.
Verso 16: Neemias não se aproveitava de sua função para obter ganhos.
Verso 18: por amor ao povo Neemias até abria mão de direitos e regalias.
Verso 19: “Lembra-Te de mim, ó meu Deus.” O ladrão na Cruz pediu a mesma coisa. Todos carecem de graça.
Promessa: Neemias é o tipo de líder de que o mundo tanto carece: nobre, honesto, preocupado com seus liderados, temente a Deus. Esses contam com a ajuda do Alto.
Comentário Blog Associação Geral
“ O povo judeu era filho da mesma aliança, mas alguns haviam esquecido as instruções de Deus dadas por Moisés a respeito dos pobres entre eles. Certos nobres e governantes estavam ficando ricos ao adquirir propriedades de judeus menos afortunados, por meio de práticas de empréstimo sem escrúpulos. Houve um grande clamor do povo a Neemias sobre a perda de seus lares, terras, filhos e até escravidão forçada.
Neemias expressou sua indignação com o tratamento que estava sendo dado aos pobres! Ele convocou uma reunião dos nobres e governantes e os repreendeu. Ele os chamou a temer o Senhor e a lembrar dos mandamentos de Deus.
“Mesmo entre os que professam estar andando no temor do Senhor, há alguns que estão agindo outra vez conforme o curso seguido pelos nobres de Israel. Estando em seu poder proceder assim, eles pedem mais do que é justo, tornando-se opressores. E porque avareza e perfídia são vistas na vida daqueles que levam o nome de Cristo … a religião de Cristo é tida em desonra.” Profetas e Reis, p. 335.
Tudo o que temos é uma bênção do alto. Levemos sempre nossas finanças a Deus para recebermos Sua orientação e procuremos maneiras de ser uma bênção para os pobres entre nós.
Cheri Holmes
Enfermeira de sala de emergência
Lynden, Washington EUA
Reflexão
NEEMIAS 5 – Em épocas de eleições precisamos atentar para este texto inspirado para saber o perfil do político que fará a diferença numa sociedade de tanta violência.
1. O povo carece de líderes que lutam em seu favor. É importante e necessária a existência de governadores. Há sempre indivíduos que gostam de aproveitar da situação difícil para explorar os mais fracos. Há injustiça, trapaça e opressão na sociedade, por isso é fundamental que haja bons líderes políticos (vs. 1-5).
2. O líder sábio pondera, medita, analisa a questão quando chega a suas mãos. Ele defende a causa do pobre e necessitado, auxilia o fraco e resolve suas questões desejando-lhes o bem. Neemias enfrentou aproveitadores e exploradores com argumentos lógicos e espirituais. Deus sempre deve ser a base de toda ação e resolução do líder cristão (vs. 6-13).
3. O bom líder sabe e aplica o princípio do “exemplo fala mais alto que as palavras e atitudes impactam mais que argumentos”.
Neemias faz um resumo dos 12 anos em que ele governou Israel (vs. 14-19):
• Nunca exigiu salário do povo;
• Nunca tirou vantagem do cargo para conseguir propriedade;
• Nunca se beneficiou do cargo para garantir um futuro confortável;
• Empregou todo seu tempo e talento para tornar Jerusalém um lugar seguro para seu povo;
• Sustentava-se com recursos próprios;
• Dividia seus recursos com estrangeiros que vinham visitá-lo.
O que distingue Neemias de outros políticos?
– Ele temia a Deus, O respeitava, e agia com responsabilidade sob o povo que ele liderava (vs. 15, 19). Para Neemias, “era suficiente saber que o Senhor prestava atenção a seu sacrifício pessoal” (William MacDonald).
– Devido a seu temor do Senhor, Neemias e seus irmãos não comeram a comida devida ao governador; além de ele mesmo dedicar-se à obra do muro da cidade.
Precisamos de políticos como Neemias, que não sejam…
1. Egoístas, interesseiros;
2. Ambiciosos, aproveitadores;
3. Exploradores, corruptos e imorais.
Amor pelo próximo e temor ao Senhor são características essenciais que fazem a diferença em uma sociedade marcada pela indiferença, injustiça e opressão
• Diante da injustiça social, faça a diferença, seja excelente exemplo, e quebre tradições para fazer o certo.
• A liderança política que é espiritual fará total diferença na vida dos liderados.
• Precisamos de políticos convertidos a Cristo!
Gostou? Compartilhe! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O avanço da obra e os constantes ajuntamentos começaram a encorajar a parcela do povo que, pelas necessidades pós-exílio, tornou-se economicamente refém de seus irmãos mais abastados. Vendo em Neemias um líder justo e temente a Deus, os judeus injustiçados ergueram um grande clamor contra seus irmãos opressores. Suas terras, suas vinhas e suas casas foram empenhadas a fim de prover o sustento da família. Mas a situação agravou-se de tal maneira que até seus filhos foram entregues como escravos.
Neemias ficou indignado ao ouvir tamanho descaso e extorsão para com os pobres do povo. Mas a sua indignação não foi desculpa para agir com imprudência. Não tomou as rédeas da situação no impulso de sua ira. Como líder sábio e prudente, buscou avaliar o problema considerando a melhor maneira de resolver a questão. Como se tratava de algo que havia se tornado publicamente conhecido, Neemias pelejou com os nobres e magistrados, convocando “contra eles uma grande assembleia” (v.7).
Diante do discurso acalorado e verdadeiro de Neemias, “se calaram, e não acharam que responder” (v.8). Como flechas, as palavras do sábio líder atingiu-lhes diretamente a consciência. Não foi a prática de empréstimo em si que foi condenada, mas a forma como era realizada, oprimindo a seus irmãos com altos juros. O próprio Neemias não justificou a si mesmo, pois que também emprestava a seus irmãos, ainda que sem prejudicá-los. Além disso, abdicava de seu salário de governador, “porquanto a servidão deste povo era grande” (v.18).
Como se tivesse um vislumbre dos últimos tempos, o apóstolo Paulo descreveu a miséria humana em nossos dias difíceis, a começar pelo egoísmo (2Tm.3:1-5). O egoísmo ou a ausência de altruísmo tem corrompido o coração da humanidade e encaminhado o mundo para o cumprimento da profecia dada por Cristo: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Costumamos ter muita facilidade em destacar os erros do antigo Israel e muita dificuldade em aplicá-los à nossa realidade. Temos nós agido com compaixão e altruísmo diante das necessidades de nossos semelhantes?
Paulo também apresenta, em nosso contexto de igreja, um importante princípio: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl.6:10). Irmãos, estamos vivendo a realidade descrita pelo apóstolo dos gentios. São tempos muito difíceis. Há um inimigo feroz querendo nos destruir, e será que não estamos mais preocupados com coisas temporais quando existem tantos ao nosso redor perecendo? Será que podemos sinceramente dizer: “Lembra-te de mim, ó meu Deus, e de tudo quanto fiz a este povo”?
Com dedicação desinteressada e trabalho voluntário, Neemias praticamente financiou boa parte da reconstrução dos muros. Deu tudo de si para uma causa que sabia ter a assinatura da aprovação divina. Todos nós fomos criados para um propósito maior. O Senhor nos incluiu em Seu plano não que precise de nós, mas em que nós precisamos dEle. Quando a criatura entrega o curso da vida nas mãos do Criador, Ele sempre a conduz na direção de seus semelhantes, formando uma corrente do bem, ligada elo a elo.
Que nossa vida, nas mãos de Deus, seja um elo inabalável nesta corrente, como obreiros fiéis e altruístas na última grande obra. Vigiemos e oremos!
O avanço da obra e os constantes ajuntamentos começaram a encorajar a parcela do povo que, pelas necessidades pós-exílio, tornou-se economicamente refém de seus irmãos mais abastados. Vendo em Neemias um líder justo e temente a Deus, os judeus injustiçados ergueram um grande clamor contra seus irmãos opressores. Suas terras, suas vinhas e suas casas foram empenhadas a fim de prover o sustento da família. Mas a situação agravou-se de tal maneira que até seus filhos foram entregues como escravos.
Neemias ficou indignado ao ouvir tamanho descaso e extorsão para com os pobres do povo. Mas a sua indignação não foi desculpa para agir com imprudência. Não tomou as rédeas da situação no impulso de sua ira. Como líder sábio e prudente, buscou avaliar o problema considerando a melhor maneira de resolver a questão. Como se tratava de algo que havia se tornado publicamente conhecido, Neemias pelejou com os nobres e magistrados, convocando “contra eles uma grande assembleia” (v.7).
Diante do discurso acalorado e verdadeiro de Neemias, “se calaram, e não acharam que responder” (v.8). Como flechas, as palavras do sábio líder atingiu-lhes diretamente a consciência. Não foi a prática de empréstimo em si que foi condenada, mas a forma como era realizada, oprimindo a seus irmãos com altos juros. O próprio Neemias não justificou a si mesmo, pois que também emprestava a seus irmãos, ainda que sem prejudicá-los. Além disso, abdicava de seu salário de governador, “porquanto a servidão deste povo era grande” (v.18).
Como se tivesse um vislumbre dos últimos tempos, o apóstolo Paulo descreveu a miséria humana em nossos dias difíceis, a começar pelo egoísmo (2Tm.3:1-5). O egoísmo ou a ausência de altruísmo tem corrompido o coração da humanidade e encaminhado o mundo para o cumprimento da profecia dada por Cristo: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Costumamos ter muita facilidade em destacar os erros do antigo Israel e muita dificuldade em aplicá-los à nossa realidade. Temos nós agido com compaixão e altruísmo diante das necessidades de nossos semelhantes?
Paulo também apresenta, em nosso contexto de igreja, um importante princípio: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl.6:10). Irmãos, estamos vivendo a realidade descrita pelo apóstolo dos gentios. São tempos muito difíceis. Há um inimigo feroz querendo nos destruir, e será que não estamos mais preocupados com coisas temporais quando existem tantos ao nosso redor perecendo? Será que podemos sinceramente dizer: “Lembra-te de mim, ó meu Deus, e de tudo quanto fiz a este povo”?
Com dedicação desinteressada e trabalho voluntário, Neemias praticamente financiou boa parte da reconstrução dos muros. Deu tudo de si para uma causa que sabia ter a assinatura da aprovação divina. Todos nós fomos criados para um propósito maior. O Senhor nos incluiu em Seu plano não que precise de nós, mas em que nós precisamos dEle. Quando a criatura entrega o curso da vida nas mãos do Criador, Ele sempre a conduz na direção de seus semelhantes, formando uma corrente do bem, ligada elo a elo.
Que nossa vida, nas mãos de Deus, seja um elo inabalável nesta corrente, como obreiros fiéis e altruístas na última grande obra. Vigiemos e oremos!
