Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Um líder de fé e coragem
“E o
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Comentário Blog Associação Geral
“O nosso Deus pelejará por nós”, era a convicção de Neemias em meio aos ataques dos inimigos. E essa mesma crença é que sustentará o povo de Deus em tempos de dificuldade.
Quanto mais o povo de Deus se esforçar para fazer a vontade de Deus, mais o inimigo multiplicará seus esforços para frustrar o seu trabalho. Satanás não ataca aqueles que não fazem nada que perturbe o reino das trevas, mas ataca aqueles que fazem a vontade de Deus.
Alguém poderia pensar que por Neemias ter orado a Deus e confiado nEle, nem ele nem o povo teriam que fazer nada diante da situação. Mas não foi assim que aconteceu. Neemias colocou pessoas em todo o perímetro do muro segurando lanças em uma mão e construindo com a outra. É importante saber que Deus espera que Seu povo faça a sua parte enquanto olha para Ele e nEle confia para sua proteção. Foi fazendo assim que Deus lutou por eles e venceu seus inimigos.
Palavras de encorajamento de líderes são poderosas em tempos de angústia. Neemias encorajou as pessoas com estas palavras: “Não tenham medo deles, lembrem-se do Senhor ….” (v. 14).
Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Reflexão
NEEMIAS 4 – Precisamos fazer de nosso talento, nosso ministério. Precisamos transformar nossa empresa em nossa igreja.
Para alcançar o alvo acima, é preciso consagração constante por meio de oração. Observe: o capítulo em apreço está pautado pela oração.
1. Enquanto a obra de Deus avança, inimigos se levantam para insultar e ameaçar visando paralisar o povo de Deus (vs. 1-3). Sambalate, irado e indignado, conspirou contra os judeus. Suas palavras foram de humilhação e desprezo.
2. Não se deve rebaixar ao nível dos inimigos e trocar impropérios com eles, pelo contrário, é necessário elevar-se a Deus em busca de intervenção contra o inimigo (vs. 4-5). As orações imprecatórias são bíblicas e tem o seu lugar, é melhor fazê-las do que tentar aliança ou discutir com provocadores inveteradas.
3. A oração fortalece o corpo, anima a alma e revitaliza a disposição frente à provocação, humilhação e ameaças (v. 6). A reedificação do muro avançou rapidamente após a oração.
4. Oposições que não surtem efeitos procuram ajuda, engrossam a fileira de opositores e investem mais acirradamente contra o povo de Deus. Entretanto, este ora mais intensamente buscando forças, direção e capacitação em Deus (vs. 7-9). Enquanto o povo do mal (Sambalate, Tobias, os árabes, amonitas e adoditas) causa confusão, o povo do bem investe na oração.
5. Após orar, o povo de Deus sabe o quê fazer; em vez de atacar os inimigos, concentra-se na obra que tem de fazer (vs. 10-23). Neemias organizou uma defesa civil a fim de que os trabalhadores continuassem a executar a obra.
Nossa vida deve ser totalmente dedicada a Deus, desde os nossos talentos até nossos negócios. Tudo o que temos e somos deve ser consagrado. A teologia deste capítulo revela a importância do conhecimento correto de quem é Deus para avançarmos com fé:
1. Deus é grande e temível (v. 14);
2. Deus pode facilmente frustrar inimigos (v. 15);
3. Deus tem poder de batalhar contra os inimigos e vencê-los (v. 20).
Quando o povo de Deus se levanta para trabalhar, sempre alguém se erguerá para atrapalhar; contudo, Deus, certamente, intervirá para ajudar.
Quando crises nos sufocam tentando fazer-nos esquecer de Deus, é o momento de exercitar nossa mente para lembrar do Seu superpoder.
Ore, e vencerás! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A reconstrução seguia o seu curso com bom êxito, de forma que “todo o muro se fechou até a metade de sua altura; porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (v.6). Tendo ouvido sobre a bem-sucedida obra, seus adversários ficaram furiosos e reuniram forças para “atacar Jerusalém e suscitar confusão ali” (v.8). Diante de comprovada ameaça, Neemias e o povo se uniram em oração e organizando-os “por famílias… com as suas espadas, e as suas lanças, e os seus arcos” (v.13), “cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma” (v.17).
A atmosfera tornou-se de constante vigilância. Cada qual permanecia em sua função de edificar, mas atento e preparado para proteger sua família e seu povo. Tomando ciência de que os judeus estavam organizados como um exército, os inimigos perceberam “que Deus tinha frustrado o desígnio deles” (v.15). Mesmo que parecesse ter sido dada uma trégua, as armas não foram depostas, e o povo seguiu firme na edificação dos muros e na vigilância “por detrás de toda a casa de Judá” (v.16).
Apesar de ter sido um trabalho coletivo e unificado, a longa extensão dos muros os separava uns dos outros. Em momento de tensão e de ameaças inimigas, havia a necessidade de um ajuntamento solene de tempos em tempos. Ao som do instrumento sacerdotal, todo o povo deveria entender que chegada era a hora de se reunir. Aquele momento era como um bálsamo aos cansados e corajosos obreiros e soldados. Ali eles oravam, adoravam e louvavam juntos, sendo fortalecidos por Deus e pela comunhão uns com os outros.
Quanto mais se aproxima o grande Dia de Deus, mais o coração dos fiéis servos do Senhor se anima para o findar da seara. Em contrapartida, o diabo e seus anjos, ardendo em ira, tentam de todas as formas fazer “cessar a obra” (v.11). Mas, como Neemias, precisamos erguer a voz a nossos irmãos e fortalecer-nos uns aos outros com as animadoras palavras: “não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa” (v.14).
Hoje, em nossos locais de culto, quer seja num grande templo, ou num modesto espaço; quer seja embaixo de uma árvore ou no culto doméstico, temos o privilégio de nos reunir e juntos buscar o poder do alto para “resistir no dia mau… [e] permanecer inabaláveis” (Ef.6:13). Portanto, “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb.10:25).
Quando Jesus declarar: “Feito está!” (Ap.16:17), todos já estarão com seu destino eterno selado. Enquanto há oportunidade, Sua doce voz insiste ao coração de cada ser humano: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Jesus é o nosso Sumo Sacerdote que toca a Sua trombeta de graça a fim de reunir-nos para junto dEle. Com Cristo como o nosso General, todas as brechas do pecado serão fechadas e qual muro intransponível, Ele nos protege e guarda para o ajuntamento solene da eternidade. Quer, você, estar pronto para a reunião dos santos de todos os tempos? Então, sigamos o exemplo de Neemias e dos fiéis obreiros, e a ordem de Jesus: Vigiemos e oremos!
A reconstrução seguia o seu curso com bom êxito, de forma que “todo o muro se fechou até a metade de sua altura; porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (v.6). Tendo ouvido sobre a bem-sucedida obra, seus adversários ficaram furiosos e reuniram forças para “atacar Jerusalém e suscitar confusão ali” (v.8). Diante de comprovada ameaça, Neemias e o povo se uniram em oração e organizando-os “por famílias… com as suas espadas, e as suas lanças, e os seus arcos” (v.13), “cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma” (v.17).
A atmosfera tornou-se de constante vigilância. Cada qual permanecia em sua função de edificar, mas atento e preparado para proteger sua família e seu povo. Tomando ciência de que os judeus estavam organizados como um exército, os inimigos perceberam “que Deus tinha frustrado o desígnio deles” (v.15). Mesmo que parecesse ter sido dada uma trégua, as armas não foram depostas, e o povo seguiu firme na edificação dos muros e na vigilância “por detrás de toda a casa de Judá” (v.16).
Apesar de ter sido um trabalho coletivo e unificado, a longa extensão dos muros os separava uns dos outros. Em momento de tensão e de ameaças inimigas, havia a necessidade de um ajuntamento solene de tempos em tempos. Ao som do instrumento sacerdotal, todo o povo deveria entender que chegada era a hora de se reunir. Aquele momento era como um bálsamo aos cansados e corajosos obreiros e soldados. Ali eles oravam, adoravam e louvavam juntos, sendo fortalecidos por Deus e pela comunhão uns com os outros.
Quanto mais se aproxima o grande Dia de Deus, mais o coração dos fiéis servos do Senhor se anima para o findar da seara. Em contrapartida, o diabo e seus anjos, ardendo em ira, tentam de todas as formas fazer “cessar a obra” (v.11). Mas, como Neemias, precisamos erguer a voz a nossos irmãos e fortalecer-nos uns aos outros com as animadoras palavras: “não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa” (v.14).
Hoje, em nossos locais de culto, quer seja num grande templo, ou num modesto espaço; quer seja embaixo de uma árvore ou no culto doméstico, temos o privilégio de nos reunir e juntos buscar o poder do alto para “resistir no dia mau… [e] permanecer inabaláveis” (Ef.6:13). Portanto, “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb.10:25).
Quando Jesus declarar: “Feito está!” (Ap.16:17), todos já estarão com seu destino eterno selado. Enquanto há oportunidade, Sua doce voz insiste ao coração de cada ser humano: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Jesus é o nosso Sumo Sacerdote que toca a Sua trombeta de graça a fim de reunir-nos para junto dEle. Com Cristo como o nosso General, todas as brechas do pecado serão fechadas e qual muro intransponível, Ele nos protege e guarda para o ajuntamento solene da eternidade. Quer, você, estar pronto para a reunião dos santos de todos os tempos? Então, sigamos o exemplo de Neemias e dos fiéis obreiros, e a ordem de Jesus: Vigiemos e oremos!
