Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
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RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Mãos à obra
“Então o sumo sacerdote Eliasibe se levantou com os seus irmãos, os sacerdotes, e reconstruíram o Portão das Ovelhas.” Neemias 1:3
Quando trabalhamos em equipe vamos mais longe. E há lugar para todos na obra de Deus: homens, mulheres, levitas, sacerdotes, ourives, comerciantes...
Verso 3: a primeira porta mencionada é a das Ovelhas. Devemos desimpedir o caminho para as ovelhas de Cristo.
Verso 1: porta, muro e torre: entrada/caminho, proteção e vigilância.
Verso 3: De que adianta ser chamado nobre e não se unir ao trabalho mais nobre – o de Deus?
Verso 3: “Salum [...] fez os reparos [...] com a ajuda das filhas.” Interessante menção de mulheres num trabalho tipicamente masculino.
Versos 17 e 22: levitas e sacerdotes se envolveram ativamente nas obras de reconstrução. Líderes dão exemplo agindo.
Verso 28: a reforma deve começar por nossa própria casa.
Promessa: Devemos erigir um muro de proteção em volta da cidadela da alma. Deus guarda aqueles que trabalham em parceria com Ele.
“Então o sumo sacerdote Eliasibe se levantou com os seus irmãos, os sacerdotes, e reconstruíram o Portão das Ovelhas.” Neemias 1:3
Quando trabalhamos em equipe vamos mais longe. E há lugar para todos na obra de Deus: homens, mulheres, levitas, sacerdotes, ourives, comerciantes...
Verso 3: a primeira porta mencionada é a das Ovelhas. Devemos desimpedir o caminho para as ovelhas de Cristo.
Verso 1: porta, muro e torre: entrada/caminho, proteção e vigilância.
Verso 3: De que adianta ser chamado nobre e não se unir ao trabalho mais nobre – o de Deus?
Verso 3: “Salum [...] fez os reparos [...] com a ajuda das filhas.” Interessante menção de mulheres num trabalho tipicamente masculino.
Versos 17 e 22: levitas e sacerdotes se envolveram ativamente nas obras de reconstrução. Líderes dão exemplo agindo.
Verso 28: a reforma deve começar por nossa própria casa.
Promessa: Devemos erigir um muro de proteção em volta da cidadela da alma. Deus guarda aqueles que trabalham em parceria com Ele.
Comentário Blog Associação Geral
Neemias 3 pode parecer ser uma longa descrição da construção do muro de Jerusalém. E é. Mas professores, treinadores, líderes, pastores, CEOs, tomem nota! Este capítulo não tem a ver com o muro; tem a ver com quem o está construindo.
Neemias faz uma convocação geral para o trabalho. O muro é dividido em seções e cada uma delas é atribuída a alguém. Conte os nomes ou grupos listados – mais de 40. Reserve um tempo para ver quem eles são. Não são pedreiros, empreiteiros ou construtores. São sacerdotes, perfumistas, ourives e mulheres. São pessoas comuns que não têm todas as habilidades, mas que contribuem com o que têm e trabalham unidas.
A palavra para “reparo” é usada 38 vezes neste capítulo. Traduzido, pode significar fortalecer; incentivar; fazer algo significativo. Não é exatamente isso que somos chamados a fazer? Está na hora de cada membro da igreja se voluntariar, se responsabilizar por sua parte da obra e contribuir para o breve retorno de Jesus.
Onde está a parte em que você está reparando o muro? Você já começou a construir?
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World
Reflexão
NEEMIAS 3 – Levante-se! Leia a Bíblia! Há muitas lições neste capítulo de Neemias para tua vida! Ore e medite:
O capítulo em vista, “é um dos mais importantes do livro todo” (Cyril Barber). “Neemias 3 é um dos textos mais fantásticos da Bíblia. Ele tem muitos princípios sobre liderança e aponta vários caminhos para o sucesso” (Hernandes Dias Lopes).
1. Organizar mutirão através de uma sábia mobilização resulta em um bom trabalho com resultados rápidos: São identificados nominalmente 38 trabalhadores e 42 grupos (havia outros trabalhadores que não foram citados). Foi grande a mobilização para a reconstrução do muro de Jerusalém, e muita motivação!
• Até o sumo Sacerdote se dispôs a reconstruir (v. 1). Ele foi o primeiro a abraçar a causa, sua posição não o isentou do trabalho. Não havia imposição, mas disposição ao trabalho.
• Baruque trabalhou com grande ardor, cheio de entusiasmo. “As palavras ‘com zelo’ são as únicas palavras descritivas que há neste capítulo […]. Este homem fez seu trabalho de tal modo, que Neemias anotou sua atitude. Trabalhou com entusiasmo […]. Graças a seu entusiasmo, Baruque continua sendo um exemplo para nós” (Rick Warren).
2. Sempre tem quem não move um dedo por nenhuma obra; não se deve desperdiçar energia com preguiçosos, eles nunca farão nada (v. 5).
3. As mulheres não podem ser subestimadas, mas valorizadas, em toda mobilização. Neemias reconheceu a importância delas no trabalho e atribuiu méritos a elas (v. 12).
4. Ser prático e diversificar atividades com sabedoria aliviam “os trabalhadores de ansiedades desnecessárias e os encoraja a fazer o máximo” observa Lopes. “Neemias organizou pessoas para trabalharem tão perto de casa quanto possível. Assim eles tinham interesse pessoal em construir aquela seção do muro que defenderia suas próprias casas ou negócios […]. Neemias organizou grupos de trabalho em várias bases diferentes. Algumas foram organizadas pela vizinhança; outras por família, posição social e profissão […]. Deus dá às pessoas diferentes dons e chama-nos de diferentes culturas e formações. Contudo, a igreja é única; e crentes devem trabalhar e adorar juntos” (Lawrence O. Richards).
A obra de Deus precisa avançar em unidade e harmonia, com estratégia e sabedoria!
Oração dá discernimento espiritual para a realização das obras divinas no mundo!
Oração gera ação comunitária, reavivamento e reforma! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A obra de reconstrução dos muros de Jerusalém foi cuidadosamente planejada e dividida entre uma equipe multidisciplinar. Sacerdotes, ourives, perfumistas, representantes do povo, mercadores, servos do templo e até mulheres, as filhas de Salum, compunham a força-tarefa precedida por “Eliasibe, o sumo sacerdote” (v.1). A iniciativa do principal líder espiritual foi imprescindível para que os demais dessem sequência à obra. E espalhados pela extensão dos muros, todos trabalhavam com ânimo, cada qual fazendo a sua parte.
No entanto, houve um grupo de nobres tecoítas que “não se sujeitaram ao serviço do seu senhor” (v.5). Ao que parece, eles não ficaram de fora da obra, mas agiram por conta própria. Talvez a sua tímida participação tenha sido por medo da oposição. Em contraste com este grupo estava Baruque, que “reparou com grande ardor” (v.20), demonstrando perfeita confiança no poder de Deus e certeza de que estava fazendo a coisa certa. O fato de serem citadas pelo nome, demonstra a importância dessas pessoas na reforma, e a exposição de suas ocupações revela que a capacitação vem de Deus, ainda que seja algo que nunca fizemos na vida.
A grande última obra de reforma requer trabalhadores motivados e submissos ao serviço do seu Senhor. Crentes que não esmoreçam, ainda que diante de insistente resistência, “porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16). Precisamos de mais líderes que compreendendo o seu papel de animar seus irmãos, assumam suas funções como maiorais de uma obra sem precedentes. Assim como pessoas que talvez nunca tivessem a experiência de erguer um instrumento de edificação conseguiram reconstruir os muros de Jerusalém, Deus promete conceder a mesma capacitação para todo filho que se dispõe a servi-Lo.
Dirigindo-Se aos Seus discípulos, Jesus os advertiu, dizendo: “A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mt.9:37-38). Antes da reconstrução dos muros houve a disposição de uma pessoa que resolveu jejuar e orar por este propósito. E só então, as portas se abriram e outros se uniram a ele. Como a boa mão do Senhor estava sobre Neemias, também somos chamados a ser por ela conduzidos. Eis a nossa missão: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Tenhamos bom ânimo nessa boa obra! Vigiemos e oremos!
A obra de reconstrução dos muros de Jerusalém foi cuidadosamente planejada e dividida entre uma equipe multidisciplinar. Sacerdotes, ourives, perfumistas, representantes do povo, mercadores, servos do templo e até mulheres, as filhas de Salum, compunham a força-tarefa precedida por “Eliasibe, o sumo sacerdote” (v.1). A iniciativa do principal líder espiritual foi imprescindível para que os demais dessem sequência à obra. E espalhados pela extensão dos muros, todos trabalhavam com ânimo, cada qual fazendo a sua parte.
No entanto, houve um grupo de nobres tecoítas que “não se sujeitaram ao serviço do seu senhor” (v.5). Ao que parece, eles não ficaram de fora da obra, mas agiram por conta própria. Talvez a sua tímida participação tenha sido por medo da oposição. Em contraste com este grupo estava Baruque, que “reparou com grande ardor” (v.20), demonstrando perfeita confiança no poder de Deus e certeza de que estava fazendo a coisa certa. O fato de serem citadas pelo nome, demonstra a importância dessas pessoas na reforma, e a exposição de suas ocupações revela que a capacitação vem de Deus, ainda que seja algo que nunca fizemos na vida.
A grande última obra de reforma requer trabalhadores motivados e submissos ao serviço do seu Senhor. Crentes que não esmoreçam, ainda que diante de insistente resistência, “porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16). Precisamos de mais líderes que compreendendo o seu papel de animar seus irmãos, assumam suas funções como maiorais de uma obra sem precedentes. Assim como pessoas que talvez nunca tivessem a experiência de erguer um instrumento de edificação conseguiram reconstruir os muros de Jerusalém, Deus promete conceder a mesma capacitação para todo filho que se dispõe a servi-Lo.
Dirigindo-Se aos Seus discípulos, Jesus os advertiu, dizendo: “A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mt.9:37-38). Antes da reconstrução dos muros houve a disposição de uma pessoa que resolveu jejuar e orar por este propósito. E só então, as portas se abriram e outros se uniram a ele. Como a boa mão do Senhor estava sobre Neemias, também somos chamados a ser por ela conduzidos. Eis a nossa missão: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Tenhamos bom ânimo nessa boa obra! Vigiemos e oremos!
