Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Um líder de fé e coragem
“E o rei me deu o que eu pedi, porque a mão bondosa do meu Deus estava sobre mim.” Neemias 2:8
Assim como Jesus, Neemias deixou o palácio para Se misturar com o povo sofredor e ajudá-lo a ir para Jerusalém.
Verso 1: Neemias era senhor de seus sentimentos e nunca havia demonstrado tristeza diante do rei, mas naquele dia foi impossível.
Verso 2: Neemias era tão “transparente” que o rei pôde notar sua tristeza. E Deus usou isso em favor de Seu filho.
Versos 2 e 3: mesmo com medo, em nome do Senhor, avancemos com a coragem que Ele nos dá.
Verso 3: Neemias tinha um cargo importante na corte, mas não podia se sentir feliz enquanto seu povo e sua cidade estavam arrasados. Neemias é exemplo de empatia e de amor aos semelhantes.
Verso 4: O que você pediria ao rei? Por si mesmo ou por outras pessoas?
Verso 4: diante de uma decisão difícil, ore antes a Deus.
Verso 4: assim como Ester diante do rei, Neemias buscou sabedoria em Deus para aproveitar bem a oportunidade.
Verso 5: peça ao Rei forças para ser um reconstrutor (reformador).
Verso 6: o rei confiava tanto em Neemias que permitiu a seu servo partir para Jerusalém e ficar lá pelo tempo combinado.
Verso 6: temos que ser vistos como tão fiéis quanto a bússola o é ao polo. Somos embaixadores/embaixatrizes do Céu.
Verso 8: mais importante que tudo é estar sob a mão (proteção) de Deus.
Verso 15: examine quais são os pontos fracos em seu muro/caráter e trabalhe neles.
Verso 17: o verdadeiro líder não faz vista grossa para os problemas de “Jerusalém”, mas motiva o povo a superá-los.
Verso 18: o verdadeiro líder enche seus liderados de coragem e motivação.
Verso 19: mesmo que zombem de nós e nos desprezem, continuemos nosso trabalho para o Senhor.
Verso 20: “O Deus dos céus fará que sejamos bem-sucedidos.” Amém!
Promessa: O verdadeiro líder não aponta o erro para destruir/criticar, mas para reconstruir/edificar. Esse é o tipo de líder que Deus abençoa para que seja uma bênção.
“E o rei me deu o que eu pedi, porque a mão bondosa do meu Deus estava sobre mim.” Neemias 2:8
Assim como Jesus, Neemias deixou o palácio para Se misturar com o povo sofredor e ajudá-lo a ir para Jerusalém.
Verso 1: Neemias era senhor de seus sentimentos e nunca havia demonstrado tristeza diante do rei, mas naquele dia foi impossível.
Verso 2: Neemias era tão “transparente” que o rei pôde notar sua tristeza. E Deus usou isso em favor de Seu filho.
Versos 2 e 3: mesmo com medo, em nome do Senhor, avancemos com a coragem que Ele nos dá.
Verso 3: Neemias tinha um cargo importante na corte, mas não podia se sentir feliz enquanto seu povo e sua cidade estavam arrasados. Neemias é exemplo de empatia e de amor aos semelhantes.
Verso 4: O que você pediria ao rei? Por si mesmo ou por outras pessoas?
Verso 4: diante de uma decisão difícil, ore antes a Deus.
Verso 4: assim como Ester diante do rei, Neemias buscou sabedoria em Deus para aproveitar bem a oportunidade.
Verso 5: peça ao Rei forças para ser um reconstrutor (reformador).
Verso 6: o rei confiava tanto em Neemias que permitiu a seu servo partir para Jerusalém e ficar lá pelo tempo combinado.
Verso 6: temos que ser vistos como tão fiéis quanto a bússola o é ao polo. Somos embaixadores/embaixatrizes do Céu.
Verso 8: mais importante que tudo é estar sob a mão (proteção) de Deus.
Verso 15: examine quais são os pontos fracos em seu muro/caráter e trabalhe neles.
Verso 17: o verdadeiro líder não faz vista grossa para os problemas de “Jerusalém”, mas motiva o povo a superá-los.
Verso 18: o verdadeiro líder enche seus liderados de coragem e motivação.
Verso 19: mesmo que zombem de nós e nos desprezem, continuemos nosso trabalho para o Senhor.
Verso 20: “O Deus dos céus fará que sejamos bem-sucedidos.” Amém!
Promessa: O verdadeiro líder não aponta o erro para destruir/criticar, mas para reconstruir/edificar. Esse é o tipo de líder que Deus abençoa para que seja uma bênção.
Comentário Blog Associação Geral
Neemias não só confiou em Deus para lhe dar as palavras certas a serem ditas ao rei, mas também para abrandar o coração do rei e, assim, que ele pudesse responder ao seu pedido favoravelmente. E, como pedir permissão para visitar Jerusalém não fosse suficiente, Neemias pede ao rei uma carta que lhe autorizasse a reconstruir os muros de Jerusalém, a paixão que Deus implantara em seu coração. Deus impressionou o rei e ele concedeu o que foi pedido. Amém!
Como é sempre o caso, nem todos ficam felizes quando se começa a fazer algo para Deus. Satanás leva pessoas a se oporem à obra de Deus. Neste caso, Satanás usou Sambalate e Tobias, os funcionários amonitas a se oporem a Neemias. A resposta de Neemias foi: “O Deus dos céus é quem nos dará bom êxito” (v. 20). A chave para a prosperidade e sucesso, quando nos propomos a fazer a vontade de Deus, é confiar plenamente em Deus.
Além disso, Neemias era um trabalhador cuidadoso. Ele não começou a trabalhar antes de fazer uma avaliação clara dos prejuízos, de forma que pudesse conhecer a amplitude do trabalho a ser feito. É exigido rigor sempre que fizermos a obra de Deus.
“Deus de Abraão, ajuda-nos sempre a fazer o Seu trabalho com perfeição.”.
Pardon Mwansa
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Reflexão
NEEMIAS 2 – Embora Neemias fosse um líder político, administrador, governador, dedicado à construção do muro de Jerusalém, sua vida era tão consagrada a Deus como a do sacerdote Esdras. Neemias “começa como oficial do governo a serviço de um rei estrangeiro. Depois, torna-se um empreiteiro, chamado para construir os muros de Jerusalém, trabalho que ele nos relata. Esdras, seu cooperador, era um estudioso e mestre que se dedicava às Escrituras. Neemias trabalhava com pedras e argamassa. As histórias desses dois homens estão entrelaçadas num tecido sem emendas de vocação sagrada. Um trabalho não era mais importante ou mais sagrado que o outro” (Eugene Peterson).
Antes de considerar os tópicos do capítulo em apreço, tenha em mente que um capítulo sobre oração precedeu a estes eventos:
• Na rotina do serviço no palácio, o rei lhe pergunta sobre sua tristeza; certamente ele era alguém que exalava alegria por onde ia, tinha disposição e contagiava o ambiente em que estava. Sua mudança de humor foi nítida e o rei persa se preocupou com ele (vs. 1-3).
• Respeitosa e educadamente, sem arrogância e autoritarismo, Neemias pede licença para interromper seu trabalho no palácio para ir a Jerusalém reconstruir a cidade. O rei o liberou, ainda ofereceu-lhe recursos (vs. 4-6).
• Diante da solicitação de Neemias, o rei, bondosamente, deu mais do que ele pediu: Uma escolta para protegê-lo na viagem (vs. 7-9).
• Qualquer pessoa que fizer algo pelo povo de Deus enfrentará oposições e provocações. Neemias experimentou (vs. 10, 19-20).
• Neemias chega a Jerusalém, passeia pela cidade, não faz estardalhaço, anima aos líderes do seu povo, motivando-os a reconstruir os muros da cidade (vs. 11-18).
Embora este capítulo seja prático, cheio de atividades aparentemente seculares, o espírito do trabalho estava cercado por oração e espiritualidade.
Neemias ora antes de responder ao rei (v. 4); diante da resposta do rei ele nota a mão de Deus (v. 8); e, frente às ameaças ele declara: “O Deus dos céus nos dará sucesso” (v. 20).
• Nossa rotina diária deveria ser pautada pela mesma religiosidade que nossas atividades na igreja.
• Deveríamos consagrar nosso trabalho a Deus e agir sempre com oração, dedicação, educação e respeito.
• Precisamos abolir a diferença entre santo e profano; em tudo devemos priorizar a vontade de Deus.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Passados alguns dias em jejum e oração, chegada era a hora de Neemias falar com o rei. Em anos de ditoso serviço, nunca dantes ele esteve triste diante do monarca. Em seu semblante não demonstrava uma expressão de insatisfação, mas revelava uma “tristeza do coração” (v.2), como dito pelo próprio Artarxerxes. Não lhe era permitido, porém, aparecer em seu trabalho de tal maneira. Diante da percepção do rei e da oportunidade de relatar-lhe o motivo de sua angústia, Neemias temeu sobremaneira.
Uma vez dita a sua queixa, foi-lhe dada a abertura de fazer o seu pedido. E após uma breve e objetiva oração, confessou ao rei o seu desejo, com o provável assentimento da rainha que estava presente num momento que poderia ser considerado como particular. A preocupação não era com os custos da viagem ou com o tempo em que Neemias ficaria fora do posto de seu dever. As perguntas seguintes revelam o apreço do rei por seu confiável copeiro: “Quanto durará a tua ausência? Quando voltarás?” (v.6).
Acertado “certo prazo” (v.6), e concedidas as condições necessárias para a viagem e para dar início à obra em Jerusalém, amparado pela boa mão de Deus, por onde passava, Neemias cuidava de comprovar a autorização do rei para que lhe dessem passagem pacífica e não interferissem no andamento da “boa obra” (v.18). Mesmo em face das cartas que tinha em mãos, houve resistência por parte de Sambalate, Tobias e Gesém, que fariam de tudo para atrapalhar os planos do fiel servo de Deus.
A discrição de Neemias em guardar silêncio a respeito do real motivo de sua chegada em Jerusalém, revela sua prudência como líder. Examinados os muros e a dimensão da obra, só então foi declarada a sua intenção, e o povo fortaleceu “as mãos para a boa obra” (v.18). Os opositores, contudo, logo se levantaram, zombando e desprezando o projeto. Mas não esperavam encontrar a firme convicção de um líder que não permitiria ser a obra vituperada.
Quão maior é a dimensão da obra que nos foi confiada para os nossos dias! Da mesma forma que Neemias encontrou o favor do rei, Deus promete nos favorecer tanto quanto nos acheguemos a Ele com plena confiança. Não é o ato de orar e jejuar que abre as janelas dos céus, mas a intenção por trás do ato. Neemias não entrou em barganha com Deus. Ele estava disposto a fazer a vontade do Senhor e a servi-Lo, ainda que tivesse de enfrentar oposição e perseguição.
Em tempos em que a verdade é desprezada, e os mensageiros de Deus não poucas vezes tem de enfrentar o escárnio, a postura de Neemias deve ser a nossa. Necessitamos da mesma disposição, coragem e ousadia. Precisamos confiar que “o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito” (v.20), que a obra é dEle, e que Ele mesmo há de concluí-la. Sejamos, pois, Seus cooperadores, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!
Passados alguns dias em jejum e oração, chegada era a hora de Neemias falar com o rei. Em anos de ditoso serviço, nunca dantes ele esteve triste diante do monarca. Em seu semblante não demonstrava uma expressão de insatisfação, mas revelava uma “tristeza do coração” (v.2), como dito pelo próprio Artarxerxes. Não lhe era permitido, porém, aparecer em seu trabalho de tal maneira. Diante da percepção do rei e da oportunidade de relatar-lhe o motivo de sua angústia, Neemias temeu sobremaneira.
Uma vez dita a sua queixa, foi-lhe dada a abertura de fazer o seu pedido. E após uma breve e objetiva oração, confessou ao rei o seu desejo, com o provável assentimento da rainha que estava presente num momento que poderia ser considerado como particular. A preocupação não era com os custos da viagem ou com o tempo em que Neemias ficaria fora do posto de seu dever. As perguntas seguintes revelam o apreço do rei por seu confiável copeiro: “Quanto durará a tua ausência? Quando voltarás?” (v.6).
Acertado “certo prazo” (v.6), e concedidas as condições necessárias para a viagem e para dar início à obra em Jerusalém, amparado pela boa mão de Deus, por onde passava, Neemias cuidava de comprovar a autorização do rei para que lhe dessem passagem pacífica e não interferissem no andamento da “boa obra” (v.18). Mesmo em face das cartas que tinha em mãos, houve resistência por parte de Sambalate, Tobias e Gesém, que fariam de tudo para atrapalhar os planos do fiel servo de Deus.
A discrição de Neemias em guardar silêncio a respeito do real motivo de sua chegada em Jerusalém, revela sua prudência como líder. Examinados os muros e a dimensão da obra, só então foi declarada a sua intenção, e o povo fortaleceu “as mãos para a boa obra” (v.18). Os opositores, contudo, logo se levantaram, zombando e desprezando o projeto. Mas não esperavam encontrar a firme convicção de um líder que não permitiria ser a obra vituperada.
Quão maior é a dimensão da obra que nos foi confiada para os nossos dias! Da mesma forma que Neemias encontrou o favor do rei, Deus promete nos favorecer tanto quanto nos acheguemos a Ele com plena confiança. Não é o ato de orar e jejuar que abre as janelas dos céus, mas a intenção por trás do ato. Neemias não entrou em barganha com Deus. Ele estava disposto a fazer a vontade do Senhor e a servi-Lo, ainda que tivesse de enfrentar oposição e perseguição.
Em tempos em que a verdade é desprezada, e os mensageiros de Deus não poucas vezes tem de enfrentar o escárnio, a postura de Neemias deve ser a nossa. Necessitamos da mesma disposição, coragem e ousadia. Precisamos confiar que “o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito” (v.20), que a obra é dEle, e que Ele mesmo há de concluí-la. Sejamos, pois, Seus cooperadores, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!
