Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A Alegria Divina
“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram, pois Deus os havia enchido de alegria. Também as mulheres e as crianças se alegraram, de modo que a alegria de Jerusalém podia ser ouvida de longe.” Neemias 12:43
A música coral executada por pessoas designadas para esse ministério é mencionada várias vezes no capítulo.
Verso 24: a música era executada segundo as prescrições de Davi. A alegria do louvor deve ser balizada por princípios e padrões.
Versos 27 e 28: Levitas e cantores são essenciais no culto. Pregação, serviço e louvor devem ter seu lugar.
Verso 36: “Instrumentos musicais prescritos.” No louvor não vale tudo. Deve haver sabedoria e bom senso na escolha dos instrumentos.
Verso 43: a verdadeira alegria é Deus quem nos dá. E toda a família se alegra quando Ele está presente. Envolva todos no culto.
Verso 43: nossa alegria deve ser vista/ouvida de longe para que os tristes sejam atraídos para Deus.
Verso 44: contribuições gerais, primeiros frutos e dízimos: resultado da fidelidade e da alegria.
Verso 44: como é bom quando o povo está satisfeito com seus líderes.
Verso 45: cantores, porteiros, todos deveriam ser purificados.
Verso 47: a música era um ministério mantido por ofertas, o que denota sua importância espiritual.
Promessa: O verdadeiro culto deve nos levar ao arrependimento e à alegria do perdão .
“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram, pois Deus os havia enchido de alegria. Também as mulheres e as crianças se alegraram, de modo que a alegria de Jerusalém podia ser ouvida de longe.” Neemias 12:43
A música coral executada por pessoas designadas para esse ministério é mencionada várias vezes no capítulo.
Verso 24: a música era executada segundo as prescrições de Davi. A alegria do louvor deve ser balizada por princípios e padrões.
Versos 27 e 28: Levitas e cantores são essenciais no culto. Pregação, serviço e louvor devem ter seu lugar.
Verso 36: “Instrumentos musicais prescritos.” No louvor não vale tudo. Deve haver sabedoria e bom senso na escolha dos instrumentos.
Verso 43: a verdadeira alegria é Deus quem nos dá. E toda a família se alegra quando Ele está presente. Envolva todos no culto.
Verso 43: nossa alegria deve ser vista/ouvida de longe para que os tristes sejam atraídos para Deus.
Verso 44: contribuições gerais, primeiros frutos e dízimos: resultado da fidelidade e da alegria.
Verso 44: como é bom quando o povo está satisfeito com seus líderes.
Verso 45: cantores, porteiros, todos deveriam ser purificados.
Verso 47: a música era um ministério mantido por ofertas, o que denota sua importância espiritual.
Promessa: O verdadeiro culto deve nos levar ao arrependimento e à alegria do perdão .
Comentário Blog Associação Geral
Três coisas que amo são encontradas no capítulo 12.
Os primeiros 26 versos são genealogia. Tome cuidado para não ignorar o que parece ser uma lista de nomes desinteressantes. Esses nomes falam do significado da tribo de Levi para o plano de Neemias. Neemias estava pressionando o botão de reset. Mas esses homens eram importantes para a liderança espiritual de Israel e suas conexões familiares eram inestimáveis.
Li a descrição dos coros, líderes e sacerdotes marchando no topo do muro e meu coração dispara. Eu amo organização! Eu posso ver a procissão ordenada. Eu posso ouvir o eco ecoando pelas colinas. Eu posso sentir a marcha dos pés no ritmo da música deles. Eu posso sentir a emoção que ocorre quando um evento organizado corre exatamente como planejado.
Neemias volta aos dias de Davi e Salomão. Ele lembra as pessoas de sua história. Tudo o que Neemias executa é intencional. Ele mostra que o futuro espiritual tem fundamento no passado espiritual.
Mas há uma quarta coisa que eu amo. As pessoas preparadas, o evento organizado, o relembrar a história passada, tudo tinha como propósito a adoração. Deus é louvado. E é isso que, na verdade, direciona nossos passos e músicas.
Merle Poirier
Gerente de Operações das Revistas Adventist Review e Adventist World
Reflexão - Heber Toth Armí
NEEMIAS 12 – Quando o povo age conforme a vontade de Deus, Deus enche o coração do povo de alegria e satisfação. Não tem coisa melhor do que agir conforme as orientações divinas em cada fase da vida – o resultado é indescritível!
Matthew Henry destaca que neste capítulo estão os seguintes registros:
1. Os nomes dos chefes dos sacerdotes e dos levitas que vieram com Zorobabel de Babilônia (vs. 1-9);
2. A sucessão dos sumos sacerdotes (vs. 10-11);
3. Os nomes das próximas gerações dos outros chefes dos sacerdotes (vs. 12-21);
4. Os levitas notáveis da época de Neemias (vs. 22-26);
5. As solenidades da dedicação dos muros de Jerusalém (vs. 27-43);
6. Os estabelecimentos dos ofícios dos sacerdotes e levitas no Templo (vs. 44-47).
Davi, cheio do Espírito Santo, havia orientado os corais para adoração a Deus. Assim, após retornar do cativeiro babilônico, a adoração foi estabelecida conforme rege a revelação dada por Deus a Davi – identificado como homem de Deus (v. 24).
• Existem pessoas identificadas com o pecado (II Tessalonicenses 2:3) e outras identificadas com Deus, como Davi (vs. 24, 36). Pessoas que te conhecem te identificam com o quê, ou, com quem?
Chamo tua atenção para o versículo 43, sobre a celebração e consagração dos muros de Jerusalém, que na Bíblia “A Mensagem” reza assim: “Naquele dia, oferecerem muitos sacrifícios, numa grande celebração, pois Deus os havia enchido de alegria. As mulheres e as crianças levantaram a voz com todo o povo. O júbilo de Jerusalém foi ouvido de muito longe”.
A Bíblia não faz muitas referências à alegria efusiva das mulheres, mas quando o faz é para enfatizar a intensidade da alegria que tomou conta de todo o povo. Essa alegria indescritível origina-se em Deus, vinculada com a satisfação de realizar a Sua sublime vontade (vs. 45-47)
• Quem é indiferente à missão dada por Deus nunca experimentará a alegria num nível mais elevado que a alegria que o mundo oferece.
Hernandes Dias Lopes extrai os seguintes princípios deste capítulo: Devemos celebrar louvores a Deus…
• Pelas nossas vitórias (12:27);
• Com união entre os irmãos (12:27-29,43);
• Com grande alegria (12:27,43);
• Com vida pura (12:30);
• Com ordem e arte (12:8,9,24,27,36,42);
• Com a fidelidade das nossas ofertas (12.44-47).
Vamos celebrar e adorar a Deus? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Com muros erguidos e portas fixadas em seus lugares, Jerusalém começou a renascer das ruínas. Aqueles que antes haviam presenciado a glória da santa cidade e de seu templo sabiam que as reformas não mostravam sequer o mínimo do brilho que outrora revelava. Aqueles, contudo, que haviam nascido em cativeiro babilônico, contemplavam absortos o vislumbre de um lugar que só haviam conhecido por ouvir falar. Os dois grupos experimentavam sensações diferentes, mas uma mesma alegria que irrompeu em cânticos de louvor e alto júbilo.
Precedido pelos levitas e sacerdotes, todo o povo acompanhava “dois grandes coros em procissão” (v.31). Ao som dos coros, acompanhados pelos sacerdotes “com trombetas” (v.35) e pelos músicos levitas, “com os instrumentos músicos de Davi, homem de Deus; Esdras, o escriba, ia adiante deles” (v.36). “Purificaram-se os sacerdotes e os levitas, que também purificaram o povo e as portas e o muro” (v.30), até que “ambos os coros pararam na Casa de Deus” (v.40), e a alegria descrita no verso 43, por cinco vezes, pôde ser ouvida à grande distância.
Diante de um cenário tão propício à verdadeira adoração, da experiência do cativeiro, do reavivamento experimentado pelo estudo da Lei de Deus e dos episódios de livramento e auxílio sobrenaturais, tudo cooperava para que o povo permanecesse em santa convicção como fiéis adoradores do Deus vivo. O sentimento de finalmente estar em casa tomou cada coração em arrebatadora alegria. Estava longe, no entanto, de ser um culto meramente emocional. A presença de Esdras “adiante deles” (v.36) era-lhes uma constante lembrança do fundamento de sua fé: a Palavra de Deus. Se perseverassem em crescer firmes no conhecimento do Senhor, Jerusalém tornar-se-ia novamente o brilho de Deus na Terra, convidando todos os povos a conhecê-Lo.
Meus amados irmãos, o Senhor deseja nos levar de volta para casa, para a santa cidade que Ele mesmo nos edificou. Não estamos longe desse sublime momento! “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp.4:4). O caminho que temos de trilhar até lá deve ser dado com passos não vacilantes, mas firmes segundo as orientações de um Deus que não muda (Ml.3:6). Aqueles que aguardam ser recolhidos deste mundo escuro no grande Dia de Deus são os que, pela Palavra têm sido edificados e purificados. Em oração, aguardam com expectativa contemplar o amoroso olhar de seu Senhor e Salvador, o Verbo, a Palavra; um desejo que o Espírito Santo torna em luz para o mundo.
Há um canto celestial e uma alegria suspensa no Universo, que em breve irromperá em louvores ao Criador. Mas há um cântico e uma alegria que só os salvos poderão cantar e sentir. Um louvor arrebatador será ouvido no espaço infinito quando a graça de Cristo consumar o seu resultado eterno. Olhando para o Autor e Consumador de nossa fé e contemplando as marcas de Seu amor, nosso coração se tornará em incansável instrumento de louvor. Enquanto aguardamos, “guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). Vigiemos e oremos!
Com muros erguidos e portas fixadas em seus lugares, Jerusalém começou a renascer das ruínas. Aqueles que antes haviam presenciado a glória da santa cidade e de seu templo sabiam que as reformas não mostravam sequer o mínimo do brilho que outrora revelava. Aqueles, contudo, que haviam nascido em cativeiro babilônico, contemplavam absortos o vislumbre de um lugar que só haviam conhecido por ouvir falar. Os dois grupos experimentavam sensações diferentes, mas uma mesma alegria que irrompeu em cânticos de louvor e alto júbilo.
Precedido pelos levitas e sacerdotes, todo o povo acompanhava “dois grandes coros em procissão” (v.31). Ao som dos coros, acompanhados pelos sacerdotes “com trombetas” (v.35) e pelos músicos levitas, “com os instrumentos músicos de Davi, homem de Deus; Esdras, o escriba, ia adiante deles” (v.36). “Purificaram-se os sacerdotes e os levitas, que também purificaram o povo e as portas e o muro” (v.30), até que “ambos os coros pararam na Casa de Deus” (v.40), e a alegria descrita no verso 43, por cinco vezes, pôde ser ouvida à grande distância.
Diante de um cenário tão propício à verdadeira adoração, da experiência do cativeiro, do reavivamento experimentado pelo estudo da Lei de Deus e dos episódios de livramento e auxílio sobrenaturais, tudo cooperava para que o povo permanecesse em santa convicção como fiéis adoradores do Deus vivo. O sentimento de finalmente estar em casa tomou cada coração em arrebatadora alegria. Estava longe, no entanto, de ser um culto meramente emocional. A presença de Esdras “adiante deles” (v.36) era-lhes uma constante lembrança do fundamento de sua fé: a Palavra de Deus. Se perseverassem em crescer firmes no conhecimento do Senhor, Jerusalém tornar-se-ia novamente o brilho de Deus na Terra, convidando todos os povos a conhecê-Lo.
Meus amados irmãos, o Senhor deseja nos levar de volta para casa, para a santa cidade que Ele mesmo nos edificou. Não estamos longe desse sublime momento! “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp.4:4). O caminho que temos de trilhar até lá deve ser dado com passos não vacilantes, mas firmes segundo as orientações de um Deus que não muda (Ml.3:6). Aqueles que aguardam ser recolhidos deste mundo escuro no grande Dia de Deus são os que, pela Palavra têm sido edificados e purificados. Em oração, aguardam com expectativa contemplar o amoroso olhar de seu Senhor e Salvador, o Verbo, a Palavra; um desejo que o Espírito Santo torna em luz para o mundo.
Há um canto celestial e uma alegria suspensa no Universo, que em breve irromperá em louvores ao Criador. Mas há um cântico e uma alegria que só os salvos poderão cantar e sentir. Um louvor arrebatador será ouvido no espaço infinito quando a graça de Cristo consumar o seu resultado eterno. Olhando para o Autor e Consumador de nossa fé e contemplando as marcas de Seu amor, nosso coração se tornará em incansável instrumento de louvor. Enquanto aguardamos, “guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). Vigiemos e oremos!
