Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Os que voltaram para Jerusalém
“Então .
Comentário Blog Associação Geral
Você gosta de montanhas-russas? A história de Israel parece uma montanha-russa, como uma série de altos e baixos: Deus fala, o homem faz promessas, o homem quebra suas promessas, Deus fala novamente e o processo se repete.
Neemias 10 é um ponto alto. Depois de ouvir sua história novamente, o povo de Deus é motivado à mudança. Eles querem permanecer fiéis em fazer o que é certo, por isso decidem fazer uma aliança, “uma maldição e um juramento, para andar na lei de Deus …” (Neemias 10:29). A motivação admirável deles era que eles “não abandonariam a casa de nosso Deus” (v. 39). O problema era que suas promessas humanas não tinham poder de transformar. Eles criaram um sistema de obras que focava no método correto de adoração.
Um sistema de obras sempre leva a uma queda, sempre leva a um ponto baixo. É somente na cruz que podemos ganhar a motivação que nos transforma. O coração das pessoas deve ser fundamentalmente mudado pelo amor de Deus e confiar em Suas promessas. A menos que os esforços do homem para guardar as leis de Deus sejam divinamente motivados e espiritualmente energizados, eles falharão; Deus será esquecido e o ciclo de altos e baixos continuará.
Karen Lifshay
Cantora do Coro da IASD de Hermiston, Oregon EUA
Reflexão
NEEMIAS 10 – Comprometer-se com Deus apenas de boca para fora é fácil, mas é inaceitável a Deus. Reavivamento espiritual que não resulta em reforma de vida é um atraso de vida, é uma perversão da religião e uma afronta ao Deus que ama e faz tudo para o bem dos pecadores.
Neste capítulo é possível perceber muitas lições essenciais para quem realmente quer fazer um compromisso real com Deus:
1. Os líderes, pessoas públicas, representantes do povo, devem dar o exemplo de compromisso sério com o Soberano do Universo, o Deus verdadeiro (9:38).
2. Os líderes religiosos também devem demonstrar publicamente seu interesse no compromisso genuíno e total com o único Deus vivo que interfere na história para o bem de todos (10:1-27).
3. Os propósitos políticos e religiosos devem ser estabelecidos e promovidos com base na revelação de Deus, Seus mandamentos e estatutos (10:28-29).
4. O compromisso com Deus deve ser visto no comportamento, o qual é diferente dos que são comprometidos com o pecado/diabo:
a) O servo de Deus não se envolve em casamento que seja jugo desigual – com pessoas de denominação diferente (10:30).
b) O servo de Deus não escolhe dia para descansar, ele aceita o dia estipulado por Deus como santo, sagrado e exclusivo para adoração – o sábado! (10:31).
c) O servo de Deus corrige seus erros passados e passa a trabalhar conforme a orientação de Deus, que é melhor que viver pautando-se pela ambição da vontade pervertida (10:31).
5. O compromisso com Deus se vê no relacionamento com o dinheiro. O dinheiro não deve ocupar o lugar de Deus, para isso Deus pede uma parte do que Ele nos dá; para reconhecermos que tudo vem dEle e dependemos totalmente dEle para viver neste mundo (10:33).
6. O compromisso com Deus faz com que o adorador invista nos líderes espirituais a fim de que estes promovam o crescimento do reino de Deus no meio do reino das trevas (10:34-39).
O compromisso com Deus muda nossos relacionamentos interpessoais, nossa economia e nosso estilo de vida; pois, nossa missão será fazer sempre a vontade de Deus. Este capítulo revela que tem gente que não tem compromisso total com Deus; você tem?
Faça uma avaliação. Reflita profundamente! Tome atitude: Viva inteiramente para Deus! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Você já tomou alguma firme decisão na vida? Na verdade, tudo em nossa vida implica em decisões a todo o tempo. Quando acordamos precisamos decidir levantar ou ficar mais um pouco na cama; tomar banho frio ou morno; que roupa usar; que sapato calçar; relevar o mau humor de alguém ou agir da mesma forma. Enfim, o nosso dia a dia envolve escolhas e são estas escolhas que nos farão obter os resultados que delas derivam.
O filhos de Israel fizeram uma escolha; tomaram uma decisão. Todavia não qualquer escolha, não qualquer decisão, mas o firme propósito de andar na Lei de Deus (v.29). A manifestação que vimos ontem do Espírito Santo a ensinar-lhes a Palavra de Deus foi o que conduziu o povo a firmar esta aliança com Deus. O papel fundamental do Espírito Santo não são manifestações exteriores de pessoas a se jogar no chão nem tampouco de palavras misteriosas que não edificam em nada seus ouvintes, mas é o de nos orientar por meio do estudo da Palavra, levando-nos a tomar a mesma firme decisão de Neemias e do povo, em andar conforme o que diz a Lei do Senhor e assim tornar-nos testemunhas de Cristo (At.1:8), mediante a revelação do fruto do Espírito Santo em nossa vida (Gl.5:22-23).
A pior das mazelas que acometia o povo de Deus daquela época era com relação aos casamentos mistos. E uma das cláusulas, por assim dizer, da aliança do povo com Deus foi a “de que não dariam as suas filhas aos povos da terra, nem tomariam as filhas destes para seus filhos” (v.30). Já estava mais do que confirmado de que Deus, em Sua infinita sabedoria e onisciência, não os havia advertido com respeito a este assunto simplesmente por requerer obediência estrita, e sim que a desobediência a tal ordem (Êx.34:15-16), seria a “causa mortis” de milhares de Israel. Quando o povo dava as costas à aliança feita com Deus para estabelecer aliança por meio de casamentos reprovados pelo Céu, os costumes e a idolatria dos povos pagãos encontravam guarida nos corações movidos pela paixão e logo tudo o que haviam aprendido acerca da Lei de Deus era esquecido. E o que acontecia depois? Esta deserção ao “assim diz o Senhor” era transmitida de geração em geração, atraindo assim a maldição da desobediência.
Amados do Senhor, o que estamos fazendo com o que Deus nos presenteou, que é o livre arbítrio? Por amor, Ele nos deixou livres para escolher a bênção ou a maldição, o bem ou o mal, a vida ou a morte (Dt.30:19). A escolha é minha. A escolha é sua. Não somos seres programados para fazer tudo o que Deus deseja, mas fomos criados para a Sua glória e para a vida eterna (Is.43:7). O pecado trouxe consigo a maldição, o mal e a morte; intrusos que desassossegam constantemente o nosso coração e nos fazem pensar duas vezes antes de tomarmos muitas decisões. O que ainda lhe prende a este mundo? O que ainda lhe faz pensar que Deus não está preocupado com a tua salvação? Como diz a letra de uma canção: “Você é a coisa mais linda de Deus!” Você é o alvo de Seu infinito amor! Foi por você que Cristo tomou a mais firme decisão do Universo, de vir a este mundo, ser humilhado, rejeitado, machucado e morto; e tudo isso, por você e por mim.
E como foi que Jesus, tornando-se em carne, encontrou forças para suportar tamanha humilhação? Simples, amados. Jesus, desde a infância foi ensinado nas Sagradas Letras e forjado na oração. Aos doze anos de idade impressionou os doutores da Lei com a Sua perfeita percepção das Escrituras (Lc.2:46-47). E foi por meio da oração e da Palavra que venceu o inimigo no deserto. A Sua comunhão com o Pai era a mais sublime forma de nos amar! Quer tomar hoje a firme decisão de amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo assim como Jesus nos amou? Olhe para Cristo! Dedique-se ao exame das Escrituras. Dedique-se à oração, pois a oração intercessora é uma das formas mais poderosas de dizer: eu te amo. Então, dia após dia, a sua vida estará sendo santificada e preparada para o resultado final da firme decisão do Salvador: a vida eterna. Vigiemos e oremos!
Você já tomou alguma firme decisão na vida? Na verdade, tudo em nossa vida implica em decisões a todo o tempo. Quando acordamos precisamos decidir levantar ou ficar mais um pouco na cama; tomar banho frio ou morno; que roupa usar; que sapato calçar; relevar o mau humor de alguém ou agir da mesma forma. Enfim, o nosso dia a dia envolve escolhas e são estas escolhas que nos farão obter os resultados que delas derivam.
O filhos de Israel fizeram uma escolha; tomaram uma decisão. Todavia não qualquer escolha, não qualquer decisão, mas o firme propósito de andar na Lei de Deus (v.29). A manifestação que vimos ontem do Espírito Santo a ensinar-lhes a Palavra de Deus foi o que conduziu o povo a firmar esta aliança com Deus. O papel fundamental do Espírito Santo não são manifestações exteriores de pessoas a se jogar no chão nem tampouco de palavras misteriosas que não edificam em nada seus ouvintes, mas é o de nos orientar por meio do estudo da Palavra, levando-nos a tomar a mesma firme decisão de Neemias e do povo, em andar conforme o que diz a Lei do Senhor e assim tornar-nos testemunhas de Cristo (At.1:8), mediante a revelação do fruto do Espírito Santo em nossa vida (Gl.5:22-23).
A pior das mazelas que acometia o povo de Deus daquela época era com relação aos casamentos mistos. E uma das cláusulas, por assim dizer, da aliança do povo com Deus foi a “de que não dariam as suas filhas aos povos da terra, nem tomariam as filhas destes para seus filhos” (v.30). Já estava mais do que confirmado de que Deus, em Sua infinita sabedoria e onisciência, não os havia advertido com respeito a este assunto simplesmente por requerer obediência estrita, e sim que a desobediência a tal ordem (Êx.34:15-16), seria a “causa mortis” de milhares de Israel. Quando o povo dava as costas à aliança feita com Deus para estabelecer aliança por meio de casamentos reprovados pelo Céu, os costumes e a idolatria dos povos pagãos encontravam guarida nos corações movidos pela paixão e logo tudo o que haviam aprendido acerca da Lei de Deus era esquecido. E o que acontecia depois? Esta deserção ao “assim diz o Senhor” era transmitida de geração em geração, atraindo assim a maldição da desobediência.
Amados do Senhor, o que estamos fazendo com o que Deus nos presenteou, que é o livre arbítrio? Por amor, Ele nos deixou livres para escolher a bênção ou a maldição, o bem ou o mal, a vida ou a morte (Dt.30:19). A escolha é minha. A escolha é sua. Não somos seres programados para fazer tudo o que Deus deseja, mas fomos criados para a Sua glória e para a vida eterna (Is.43:7). O pecado trouxe consigo a maldição, o mal e a morte; intrusos que desassossegam constantemente o nosso coração e nos fazem pensar duas vezes antes de tomarmos muitas decisões. O que ainda lhe prende a este mundo? O que ainda lhe faz pensar que Deus não está preocupado com a tua salvação? Como diz a letra de uma canção: “Você é a coisa mais linda de Deus!” Você é o alvo de Seu infinito amor! Foi por você que Cristo tomou a mais firme decisão do Universo, de vir a este mundo, ser humilhado, rejeitado, machucado e morto; e tudo isso, por você e por mim.
E como foi que Jesus, tornando-se em carne, encontrou forças para suportar tamanha humilhação? Simples, amados. Jesus, desde a infância foi ensinado nas Sagradas Letras e forjado na oração. Aos doze anos de idade impressionou os doutores da Lei com a Sua perfeita percepção das Escrituras (Lc.2:46-47). E foi por meio da oração e da Palavra que venceu o inimigo no deserto. A Sua comunhão com o Pai era a mais sublime forma de nos amar! Quer tomar hoje a firme decisão de amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo assim como Jesus nos amou? Olhe para Cristo! Dedique-se ao exame das Escrituras. Dedique-se à oração, pois a oração intercessora é uma das formas mais poderosas de dizer: eu te amo. Então, dia após dia, a sua vida estará sendo santificada e preparada para o resultado final da firme decisão do Salvador: a vida eterna. Vigiemos e oremos!
