Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O copeiro intercessor
“Ah! Senhor, estejam atentos os Teus ouvidos à oração do Teu servo e à oração dos Teus servos que se agradam de temer o Teu nome.” Neemias 1:11
Como intercessor, o justo Neemias se incluiu entre os pecadores e pediu perdão por si e por seu povo. Isso é humildade.
Verso 11: só existe verdadeiro prazer quando tememos (amamos e respeitamos) a Deus.
Verso 11: Neemias era copeiro do rei e usou essa proximidade para interceder pelo povo. Use suas vantagens e sua influência para Deus.
Verso 11: cada pessoa tem sua esfera de ação. Não perca as oportunidades que Deus lhe dá.
*Promessa:* Só existe verdadeiro prazer quando tememos (amamos e respeitamos) a Deus.
“Ah! Senhor, estejam atentos os Teus ouvidos à oração do Teu servo e à oração dos Teus servos que se agradam de temer o Teu nome.” Neemias 1:11
Como intercessor, o justo Neemias se incluiu entre os pecadores e pediu perdão por si e por seu povo. Isso é humildade.
Verso 11: só existe verdadeiro prazer quando tememos (amamos e respeitamos) a Deus.
Verso 11: Neemias era copeiro do rei e usou essa proximidade para interceder pelo povo. Use suas vantagens e sua influência para Deus.
Verso 11: cada pessoa tem sua esfera de ação. Não perca as oportunidades que Deus lhe dá.
*Promessa:* Só existe verdadeiro prazer quando tememos (amamos e respeitamos) a Deus.
Comentário Blog Associação Geral
Deus chama as pessoas de formas diferentes para tarefas que Ele lhes quer dar. Para Neemias, tudo começou quando ele ouviu um relatório que dizia que “Aqueles que sobreviveram ao cativeiro e estão lá na província passam por grande sofrimento e humilhação. O muro de Jerusalém foi derrubado, e suas portas foram destruídas pelo fogo” (v. 3). Deus plantou a paixão em Neemias para fazer algo sobre isso e fazer a diferença – voltar a Jerusalém e reconstruir os muros. Essa paixão o levou a chorar, jejuar e orar sobre o assunto, para ter clareza e entender o que estava incluído no chamado de Deus (v. 4).
A resposta para fazer qualquer coisa para Deus começa com a oração – com a busca da presença de Deus.
Muitas vezes, fazer a vontade de Deus não é fácil, mas quando se ora sobre o assunto, pode-se confiar que Deus abrandará os nossos corações e dará uma orientação sobre o que fazer para realizar a Sua vontade. Neemias não sabia como o rei iria reagir ao seu desejo de responder ao chamamento de Deus. Mas há poder na oração e Neemias orou pelo poder de Deus para amolecer o coração do rei e Deus fez.
“Senhor Deus, cria uma paixão em cada um de nós para fazer a tua vontade e dirija os nossos passos que o façamos.”.
Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD
Reflexão
NEEMIAS 1 – A oração é o meio de atingir alvos impossíveis, por conectar seres limitados ao Deus todo-poderoso. Oração é uma forma simples de se comunicar com o maior Soberano do Universo.
O livro de Esdras terminou com oração, e, na sequência, o de Neemias começou com oração. Certamente, Deus usa pessoas que oram, dependem dEle e agem conforme Seus planos.
• Neemias tornou-se instrumento de Deus ao orar e jejuar intensa e sinceramente (vs. 1-4);
• Os primeiros passos de Neemias na realização de algo foram orações intencionais e fervorosas, avançou dedicando-se à oração e chegou ao topo de seus planos pautados pela oração: “Ele inicia o livro com a transição completa de uma súplica pelo povo da aliança (1.5-11), finalizando-a com quatro petições ‘lembra-te de mim’, das quais a última é sua assinatura (13.14,22,29,31), e, no curso da narrativa, sai um pouco do rumo para registrar várias outras orações (J. I. Packer).
Horas dispensadas em oração e jejum, clamor e súplica em prol de um alvo que exige ação não é desperdício de tempo; pelo contrário, é o único meio de obter verdadeiro sucesso na obra de Deus num mundo tomado por inimigos do Seu eterno reino.
O exemplo de Neemias, sua intenção e planos, sua forma de agir e decidir demonstram serem corretas as palavras de Rick Warren: “As pessoas podem recusar o nosso amor ou rejeitar nossas palavras, mas não têm defesas contra nossas orações” (Rick Warren). Neemias lidaria com pessoas, tanto seu chefe (v. 11) como os membros de seu povo – que estava em péssimas condições após retornarem do exílio para Jerusalém (v. 3).
É certo o que disse Bill Rybels que, “quando nós temos o hábito de orar, nós ficamos constantemente sintonizados na presença de Deus e abertos a receber Suas bênçãos”. A bênção que Deus derramou sobre Neemias devido a sua vida de oração foi tão grande que, como veremos, abençoou imensamente ao remanescente de Deus.
A oração de Neemias revelou seu conhecimento e grande compromisso com a Palavra de Deus (vs. 7-9, conf. Dt. 28:14; 30:1-4). Realmente, conhecimento bíblico é essencial para que nossa oração tenha foco certo!
Tudo o que fizermos precisa ser pautado pela Palavra de Deus! Até mesmo nossas orações em prol de nossas ações! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Neemias ocupava uma posição de confiança no reino persa. Sua presença era cativa e agradável, e demonstrava um sincero interesse pelo bem-estar dos outros. Sendo um zeloso guardador da Lei de Deus, sua vida era radiante e nunca entrava na presença do rei sem que isso lhe transparecesse na face. A alegria do Senhor era a sua força. Mas as notícias trazidas de Jerusalém lhe abateram o espírito: “Os restantes… estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas” (v.3).
Neemias não considerou ser a sua posição uma desculpa para permanecer no conforto. Seu coração estremeceu frente à ignomínia daquela que já fora a capital de Deus na Terra. Ele sentiu o peso dos pecados de Israel, e como a nação eleita provocou a própria ruína. A sua consagração pessoal através do jejum e da oração o estava preparando para liderar uma importante missão. Sua humildade em incluir-se como culpado, “pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (v.6), revela um caráter verdadeiramente provado no fogo que purifica.
Assentado e chorando, suas palavras traduziam a sua profunda angústia. Primeiro, ele exaltou a fidelidade de Deus, então, prosseguiu com uma súplica intercessora, confessou seus pecados e do povo, destacou o desejo do Senhor em restaurar a sorte de Seus filhos e encerrou com uma petição em favor dos que temem a Deus, e em favor dele mesmo a fim de que alcançasse o favor do rei. Em sua oração, a desobediência é citada como o principal fator destrutivo. Em não guardar os mandamentos de Deus, os Seus estatutos e os Seus juízos, a nação foi perdendo a sua identidade até os filhos de Israel acabarem espalhados “por entre os povos” (v.8), como quem não tem cidadania.
Amados, nunca houve tempo mais solene em que, como povo de Deus, deveríamos estar “jejuando e orando perante o Deus dos céus” (v.4). Mediante a crise iminente que já começa a se avolumar em suas obras, nosso coração deve estar tão submisso a Deus e tão ligado ao dos nossos semelhantes, que não cessemos de vigiar e orar até que todos estejamos na segurança de nossa pátria eterna. O Senhor está reunindo os Seus escolhidos de todas as nações da Terra e cumprirá fielmente a Sua promessa: “de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o Meu nome” (v.9).
“Os restantes” (v.3) representavam uma pequena porção do povo que aceitaram o convite de Deus para regressar à terra de seus pais. Nos últimos dias, “os restantes” da descendência da igreja de Cristo, são “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Não somos salvos por obedecer aos mandamentos de Deus, mas porque fomos salvos, obedecemos. Fiados na salvação pela graça de Cristo, resgatados por Seu grande poder e mão poderosa, oremos neste oportuno momento:
“Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os Teus ouvidos à oração do(a) Teu(Tua) servo(a) e à dos Teus servos que se agradam de temer o Teu nome” (v.11). Vigiemos e oremos!
Neemias ocupava uma posição de confiança no reino persa. Sua presença era cativa e agradável, e demonstrava um sincero interesse pelo bem-estar dos outros. Sendo um zeloso guardador da Lei de Deus, sua vida era radiante e nunca entrava na presença do rei sem que isso lhe transparecesse na face. A alegria do Senhor era a sua força. Mas as notícias trazidas de Jerusalém lhe abateram o espírito: “Os restantes… estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas” (v.3).
Neemias não considerou ser a sua posição uma desculpa para permanecer no conforto. Seu coração estremeceu frente à ignomínia daquela que já fora a capital de Deus na Terra. Ele sentiu o peso dos pecados de Israel, e como a nação eleita provocou a própria ruína. A sua consagração pessoal através do jejum e da oração o estava preparando para liderar uma importante missão. Sua humildade em incluir-se como culpado, “pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (v.6), revela um caráter verdadeiramente provado no fogo que purifica.
Assentado e chorando, suas palavras traduziam a sua profunda angústia. Primeiro, ele exaltou a fidelidade de Deus, então, prosseguiu com uma súplica intercessora, confessou seus pecados e do povo, destacou o desejo do Senhor em restaurar a sorte de Seus filhos e encerrou com uma petição em favor dos que temem a Deus, e em favor dele mesmo a fim de que alcançasse o favor do rei. Em sua oração, a desobediência é citada como o principal fator destrutivo. Em não guardar os mandamentos de Deus, os Seus estatutos e os Seus juízos, a nação foi perdendo a sua identidade até os filhos de Israel acabarem espalhados “por entre os povos” (v.8), como quem não tem cidadania.
Amados, nunca houve tempo mais solene em que, como povo de Deus, deveríamos estar “jejuando e orando perante o Deus dos céus” (v.4). Mediante a crise iminente que já começa a se avolumar em suas obras, nosso coração deve estar tão submisso a Deus e tão ligado ao dos nossos semelhantes, que não cessemos de vigiar e orar até que todos estejamos na segurança de nossa pátria eterna. O Senhor está reunindo os Seus escolhidos de todas as nações da Terra e cumprirá fielmente a Sua promessa: “de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o Meu nome” (v.9).
“Os restantes” (v.3) representavam uma pequena porção do povo que aceitaram o convite de Deus para regressar à terra de seus pais. Nos últimos dias, “os restantes” da descendência da igreja de Cristo, são “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Não somos salvos por obedecer aos mandamentos de Deus, mas porque fomos salvos, obedecemos. Fiados na salvação pela graça de Cristo, resgatados por Seu grande poder e mão poderosa, oremos neste oportuno momento:
“Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os Teus ouvidos à oração do(a) Teu(Tua) servo(a) e à dos Teus servos que se agradam de temer o Teu nome” (v.11). Vigiemos e oremos!
