Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Deus não nos criou para sofrer e morrer
“Lembra-Te de que me formaste como em barro. [...] De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me teceste.” Jó 10:9, 11
Verso 1: ainda que sua alma esteja amargurada, não deixe de se expressar. Ore.
Verso 6: sim, Deus investiga o pecado, mas deseja absolver.
Verso 9: “Foram as Tuas mãos que me formaram e me fizeram.” Jó era criacionista.
Verso 9: foi o pecado que nos fez voltar ao pó, não Deus.
Verso 17: Jó continua sem entender que não é Deus quem traz as tragédias.
Versos 18 e 19: o sofrimento extremo traz depressão e o desejo pela morte. Mas Deus vê tudo.
Verso 20: compreensão errada: longe de Deus é que somos tristes. Alegria é um fruto do Espírito Santo.
Verso 21: da sepultura não se retorna, exceto na volta de Jesus (no caso dos salvos).
Promessa: Foi o Senhor quem nos criou, e como Deus de amor certamente cuida de nós, mesmo quando atravessamos momentos difíceis.
“Lembra-Te de que me formaste como em barro. [...] De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me teceste.” Jó 10:9, 11
Verso 1: ainda que sua alma esteja amargurada, não deixe de se expressar. Ore.
Verso 6: sim, Deus investiga o pecado, mas deseja absolver.
Verso 9: “Foram as Tuas mãos que me formaram e me fizeram.” Jó era criacionista.
Verso 9: foi o pecado que nos fez voltar ao pó, não Deus.
Verso 17: Jó continua sem entender que não é Deus quem traz as tragédias.
Versos 18 e 19: o sofrimento extremo traz depressão e o desejo pela morte. Mas Deus vê tudo.
Verso 20: compreensão errada: longe de Deus é que somos tristes. Alegria é um fruto do Espírito Santo.
Verso 21: da sepultura não se retorna, exceto na volta de Jesus (no caso dos salvos).
Promessa: Foi o Senhor quem nos criou, e como Deus de amor certamente cuida de nós, mesmo quando atravessamos momentos difíceis.
Comentário Blog Associação Geral
“Eu gostaria de ter morrido antes que alguém me visse. Eu gostaria de nunca ter saído do ventre de minha mãe.”
O lamento trágico de Jó é retirado do dicionário de um sofredor, uma linguagem do coração que somente aqueles que conhecem uma dor insondável podem articular. A dor da perda superou qualquer desejo de vida. A multiplicidade de perdas tem sido avassaladora. Ocorreu uma injustiça incompreensível. Então, Jó fala com tristeza amarga, uma dor que exige expressão através das palavras.
A dor física e emocional pode ser tão intensa que só se pode gritar: “Deus, nunca permita que eu acorde.” Uma pessoa pode não ser ativamente suicida e, no entanto, esperar a morte como uma fuga de perdas devastadoras.
A percepção de que Deus está desfazendo Sua própria criação cria agonia. “Você me moldou como barro. Você agora me fará voltar ao pó?” Por que Deus desfaz tudo o que ele fez na minha vida? Por que Ele permitiria que minha vida fosse despedaçada? A pergunta “por que” assombra todos os que sofrem.
Quando a dor engolir e a morte acenar, sussurre “Me ajude, Jesus!” repetidamente. Seu abraço amoroso pode ajudá-lo a suportar mais um segundo. Busque Seu coração, não Suas respostas. Seu coração precisa mais do amor de Deus do que de suas razões.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 10 – Perder um filho gera uma dor incompreensível na alma, quanto mais perder uma dezena! Além de perder todos os filhos, Jó perdeu toda sua fazenda e toda sua saúde. Seu sentimento era mais que mero luto. Sua dor era inexplicável!
Jó não sofria devido a algum pecado específico, ou por afastar-se de Deus e de Sua vontade. Não! Muito pelo contrário, assim como Jesus, ele sofria por ter vivido retamente. Se Jó não era culpado, qual, então, era a razão de tanto sofrimento? O diabo está como leão procurando algum servo de Deus para devorar – Relembre os primeiros capítulos!
Satanás fazia Jó sofrer demasiadamente, porém, ele não sabia o que havia nos bastidores. Com isso em mente, tente ser empático com Jó, que, neste capítulo…
1. Levanta grandes queixas contra Deus (vs. 1-7);
2. Filosofa nostalgicamente sobre seu passado (vs. 8-12);
3. Expõe ideias estranhas sobre Deus em relação à sua miséria (vs. 13-17);
4. Preocupa-se com sua existência e, principalmente, seu fim (vs. 18-22).
O sábio Jó do oriente perdeu até a sabedoria. Ele não entendia a razão de seu sofrimento, nem o motivo de sua existência e nem mesmo entendia seu Deus, o Criador do Universo.
Esmagados de todos os lados, o sofredor fica só o pó. Moído pela dor e espremido pela angústia, a autoestima vai ao chão; qualquer motivação desaparece, e, até a fé fica turva. Porém, Jó não desistiu de Deus.
• Não dizemos coisas feias de Deus com bem menos sofrimento que experimentou Jó?
• Não falamos inúmeras besteiras quando estamos sendo ferozmente torturados pela dor e aflição na alma?
Algumas considerações são importantes para reflexão. Pelas colocações de Jó neste capítulo, fique alerta: NÃO…
• …leve a sério tudo o que alguém alterado, amargurado e extremamente aflito fala; principalmente suas ideias esquisitas sobre Deus.
• …considere que tudo o que um sofredor no extremo da dor diga sobre sua origem, sua história e sua morte.
• …tente argumentar com alguém que está variado por passar pela experiência da dor infernal; questionar seus argumentos vai lhe ferir ainda mais.
Amigos leitores… Vamos tentar ser o intercessor humano que todo sofredor precisa. Vamos conduzir os sofredores ao Libertador divino que o coração aflito tanto almeja: Jesus Cristo!
Muita gente precisa de Jesus… – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Caso não conhecêssemos as estratégias de Satanás e o desfecho deste livro, como será que julgaríamos as palavras e a reação de Jó? Sob o ponto de vista humano, os discursos de seus amigos seriam justos e os de Jó, insensatos. Em seu desespero, Jó questionava a Deus: “O que foi que eu fiz?”, e sua dor sem causa lhe afligia grande trauma emocional. Parecia que tudo conspirava para o seu mal e para o bem dos que o oprimiam. Jó protestou contra o que julgava ser o severo juízo de Deus.
As palavras de Jó acerca de sua origem revelam o seu conhecimento sobre da criação. Através de comparações, ele reafirmou a verdade sobre a origem da humanidade, mas não possuía total entendimento sobre a diferença entre o juízo de Deus e as obras do Maligno. Para Jó, as mãos que o criaram eram as mesmas que agora o afligiam.
Sabemos que todo o mal que sucedeu a Jó foi proveniente da cólera do adversário. Deus tinha todo o poder de livrá-lo, mas em Sua onisciência, já vislumbrava a vitória de Seu fiel servo. Uma coisa faltava a Jó, e todo o seu sofrimento seria esquecido frente ao seu encontro com o conhecimento que salva. Estamos no primeiro dia do ano, e cada um de nós passou por experiências diferentes, umas boas e outras ruins. E talvez tenha sido um ano tão difícil, que muitos chegaram a questionar: “faze-me saber por que contendes comigo” (v.2).
Cristo mesmo, em Seu sofrimento, questionou: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt.27:46). Não é pecado questionar a Deus e nEle buscar respostas. O Senhor anseia que o Seu povo O busque, e é “no vale da sombra da morte” (Sl.23:4), que a Sua presença e a Sua graça mais se revelam.
Meus irmãos, estamos vivendo no período que o apóstolo Paulo denominou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1). Não estamos apenas cercados pelo mal, mas corremos o sério risco de permitir que o mal nos domine. Jesus mesmo falou, referindo-Se aos nossos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Os dias, meses e anos correm com a celeridade de um relógio que marca o fim do pecado e da miséria humana. Enquanto há tempo, busquemos conhecer ao Senhor e a perfeita revelação de Seu amor através de Jesus Cristo. Ele nos criou e prometeu nos levar de volta para Casa. Confiemos, vigiemos e oremos!
Caso não conhecêssemos as estratégias de Satanás e o desfecho deste livro, como será que julgaríamos as palavras e a reação de Jó? Sob o ponto de vista humano, os discursos de seus amigos seriam justos e os de Jó, insensatos. Em seu desespero, Jó questionava a Deus: “O que foi que eu fiz?”, e sua dor sem causa lhe afligia grande trauma emocional. Parecia que tudo conspirava para o seu mal e para o bem dos que o oprimiam. Jó protestou contra o que julgava ser o severo juízo de Deus.
As palavras de Jó acerca de sua origem revelam o seu conhecimento sobre da criação. Através de comparações, ele reafirmou a verdade sobre a origem da humanidade, mas não possuía total entendimento sobre a diferença entre o juízo de Deus e as obras do Maligno. Para Jó, as mãos que o criaram eram as mesmas que agora o afligiam.
Sabemos que todo o mal que sucedeu a Jó foi proveniente da cólera do adversário. Deus tinha todo o poder de livrá-lo, mas em Sua onisciência, já vislumbrava a vitória de Seu fiel servo. Uma coisa faltava a Jó, e todo o seu sofrimento seria esquecido frente ao seu encontro com o conhecimento que salva. Estamos no primeiro dia do ano, e cada um de nós passou por experiências diferentes, umas boas e outras ruins. E talvez tenha sido um ano tão difícil, que muitos chegaram a questionar: “faze-me saber por que contendes comigo” (v.2).
Cristo mesmo, em Seu sofrimento, questionou: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt.27:46). Não é pecado questionar a Deus e nEle buscar respostas. O Senhor anseia que o Seu povo O busque, e é “no vale da sombra da morte” (Sl.23:4), que a Sua presença e a Sua graça mais se revelam.
Meus irmãos, estamos vivendo no período que o apóstolo Paulo denominou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1). Não estamos apenas cercados pelo mal, mas corremos o sério risco de permitir que o mal nos domine. Jesus mesmo falou, referindo-Se aos nossos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Os dias, meses e anos correm com a celeridade de um relógio que marca o fim do pecado e da miséria humana. Enquanto há tempo, busquemos conhecer ao Senhor e a perfeita revelação de Seu amor através de Jesus Cristo. Ele nos criou e prometeu nos levar de volta para Casa. Confiemos, vigiemos e oremos!
