Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Da Tristeza para a festa
“Também os demais judeus que viviam nas províncias do rei se reuniram e se organizaram para defender a vida e se livrar dos seus inimigos.” Ester 9:16
Versos 10, 15 e 16: três vezes é dito que, em seu direito de defesa, os judeus não se apropriaram dos despojos. O interesse deles nesse caso não era material. Queriam apenas se defender da injustiça promovida por Hamã.
Verso 14: os filhos de Hamã receberam punição exemplar. Cuidado com o legado que você está deixando para seus filhos.
Verso 16: disponha-se para defender a vida e um dia Deus lhe dará sossego.
Versos 17 e 18: um dia o povo de Deus será reunido para uma grande festa em celebração da vitória sobre o inimigo.
Verso 19: os judeus costumavam fazer celebrações para recordar os feitos de Deus. Devemos imitá-los nisso.
Verso 22: Deus muda a tristeza em alegria e o luto em festa, mas os pobres não podem ser esquecidos.
Verso 30: escreva cartas/e-mails/posts com palavras amigáveis e sinceras. Edifique sempre.
Promessa: Um povo sem memória não sabe para onde vai nem de onde veio. Você conhece a história da sua igreja? Lembrar o que Deus fez no passado nos enche de esperança e motivação para prosseguir.
“Também os demais judeus que viviam nas províncias do rei se reuniram e se organizaram para defender a vida e se livrar dos seus inimigos.” Ester 9:16
Versos 10, 15 e 16: três vezes é dito que, em seu direito de defesa, os judeus não se apropriaram dos despojos. O interesse deles nesse caso não era material. Queriam apenas se defender da injustiça promovida por Hamã.
Verso 14: os filhos de Hamã receberam punição exemplar. Cuidado com o legado que você está deixando para seus filhos.
Verso 16: disponha-se para defender a vida e um dia Deus lhe dará sossego.
Versos 17 e 18: um dia o povo de Deus será reunido para uma grande festa em celebração da vitória sobre o inimigo.
Verso 19: os judeus costumavam fazer celebrações para recordar os feitos de Deus. Devemos imitá-los nisso.
Verso 22: Deus muda a tristeza em alegria e o luto em festa, mas os pobres não podem ser esquecidos.
Verso 30: escreva cartas/e-mails/posts com palavras amigáveis e sinceras. Edifique sempre.
Promessa: Um povo sem memória não sabe para onde vai nem de onde veio. Você conhece a história da sua igreja? Lembrar o que Deus fez no passado nos enche de esperança e motivação para prosseguir.
Comentário Blog Associação Geral
Quando chegou o dia para o decreto de Hamã ser executado e todos os judeus serem aniquilados, o edito de Ester e Mordecai entrou em vigor para protegê-los. Com os nobres e líderes locais ao seu lado, os judeus estavam em uma posição forte para se defender. Em dois dias eles massacraram milhares de seus inimigos, incluindo os dez filhos de Hamã.
Olhando para trás, a partir do ponto de vista do século XXI, essas cenas violentas tornam a leitura desconfortável. Mas acima e além do derramamento de sangue, a grande história de Ester é que Deus proporcionou uma importante vitória ao seu povo e os resgatou de seus inimigos. Esta é uma história que vale a pena lembrar, celebrar e passar às gerações futuras.
O Purim ainda é comemorado por muitos judeus hoje, com presentes, festas e histórias. É um momento de alegria e riso para crianças, famílias e comunidades inteiras.
Quais são as histórias das vitórias de Deus em sua família? Como Ele te protegeu, guiou e respondeu às suas orações sinceras? O que você pode fazer para lembrar esses tempos com alegria, gratidão e celebração e como passará essas poderosas histórias do amor de Deus através das gerações de sua própria família?
Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Reflexão - Heber Toth Armí
ESTER 9 – Se chegarmos ao extremo de nossas forças sem percebermos possibilidades de resistir, portas e janelas da graça abrem-se miraculosamente para observarmos a poderosa providência de Deus agindo sobre a ignorância e arrogância dos incorrigíveis pecadores maus.
Antes, porém, se Deus nos conduz ao limite de nossas capacidades é porque quer despertar a fé dormente em nosso coração, moldar nossa espiritualidade e desenvolver nossa confiança nEle.
É exatamente essa preparação que o autor inspirado nos demonstra nos capítulos 1-8. Deus preparou Ester, a qual tornou-se corajosa, destemida e ousada; foi sábia, estrategista e muito capaz. Porém, o herói da história é Deus, mesmo que Seu nome não apareça explicitamente no texto. Como reverter uma lei irrevogável como a lei dos Persas?
Por causa disso, e de outras reviravoltas sobrenaturais, foi óbvia a atuação de Deus em prol de Seu povo, “a menina de Seus olhos”. Neste capítulo, Seu povo reage após a graça de Deus operar e criar oportunidades de livrar-se dos seus inimigos cruéis e destrutivos.
• Ester: Uma menina órfã, cujo povo estava na terra do exílio quando deveria ter voltado à Terra da promessa, foi alvo da graça de Deus para livrar Seu povo negligente da desgraça eminente (vs. 1-2);
• Mordecai: Um homem comum, permitiu-se, assim como Ester, ser alvo da graça do Deus que transformou o que ele fez em bênçãos revertendo a desgraça dos judeus em graça (vs. 3-15);
• Os judeus na Pérsia: Um povo acomodado, negligente, materialista, porém deu ouvidos às instruções de Ester, jejuaram e agiram com ousadia e fé diante de uma ameaça irreversível. Por fim, criaram e celebraram a festa do Purim por causa da graça divina (vs. 16-32).
“Embora existam males na igreja, e tenham de existir até ao fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado. A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na Terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração. O mundo é uma oficina em que pela cooperação de agentes divinos, Jesus está, por Sua graça e divina misericórdia, fazendo experiências em corações humanos” (Ellen G. White).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
No dia treze do mês de adar, o reino de Assuero foi despertado por uma sangrenta guerra civil. O edito que concedia aos judeus a liberdade de se defender os encheu de coragem e de valentia. Sob a constante tensão de inimigos ocultos e declarados, eles ergueram suas espadas em defesa de suas vidas e de suas famílias. Em todas as províncias houve oposição, mas também a defesa daqueles que lutavam pela subsistência de seu povo.
Amparados pela invisível mão do Senhor, “se dispuseram para defender a vida, e tiveram sossego dos seus inimigos” (v.16). Dentre os mortos, restaram apenas os despojos, bens e animais que não foram tocados, pois simbolizavam a impiedade e a idolatria de seus algozes. E o pedido inusitado de Ester, na verdade era uma prática do antigo Oriente, que provavelmente servia como uma clara advertência quanto ao resultado da traição e a evidência da legitimidade dos decretos promulgados com o selo real.
Após um dia de acirrada luta, raiou um novo dia; “dia de alegria e de banquetes e dia de festa e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros” (v.19). Os judeus iniciaram um costume “que não se deixaria de comemorar” (v.27); “estes dias seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias… estes dias de Purim jamais caducariam entre os judeus” (v.28). Depois do labor, veio o descanso. Depois da tristeza, a alegria. Depois do luto, a festa.
Ester e Mordecai, que tornou-se “grande na casa do rei” e afamado “por todas as províncias” (v.4), “escreveram com toda a autoridade” (v.29), cartas aos judeus confirmando os dias de Purim, “com palavras amigáveis e sinceras” (v.30), palavras que encerravam um capítulo de dor e iniciavam um capítulo de vitória. Estamos vivendo, por assim dizer, o dia treze do mês de adar. Há um adversário ao nosso redor, “cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E o Senhor está prestes a encerrar o último capítulo da história do pecado e inaugurar o primeiro capítulo de nossa história eterna.
Deus escreveu “com toda a autoridade” (v.29), o dia e a hora de nossa redenção; o “Purim” que tanto almejamos. Mas enquanto aguardamos, precisamos estar revestidos com a armadura de Deus, porque a nossa luta não é contra pessoas, mas “contra as forças espirituais do mal” (Ef.6:12). Não é uma guerra civil, de uns contra os outros, e sim uma guerra espiritual que requer a confiança no Único que tem poder para vencê-la: Jesus Cristo. Com palavras amigáveis, e com letras que não se podem revogar, o nosso Salvador nos prometeu: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). É só um pouco mais, e viveremos com Cristo o eterno “Purim”. Vigiemos e oremos!
No dia treze do mês de adar, o reino de Assuero foi despertado por uma sangrenta guerra civil. O edito que concedia aos judeus a liberdade de se defender os encheu de coragem e de valentia. Sob a constante tensão de inimigos ocultos e declarados, eles ergueram suas espadas em defesa de suas vidas e de suas famílias. Em todas as províncias houve oposição, mas também a defesa daqueles que lutavam pela subsistência de seu povo.
Amparados pela invisível mão do Senhor, “se dispuseram para defender a vida, e tiveram sossego dos seus inimigos” (v.16). Dentre os mortos, restaram apenas os despojos, bens e animais que não foram tocados, pois simbolizavam a impiedade e a idolatria de seus algozes. E o pedido inusitado de Ester, na verdade era uma prática do antigo Oriente, que provavelmente servia como uma clara advertência quanto ao resultado da traição e a evidência da legitimidade dos decretos promulgados com o selo real.
Após um dia de acirrada luta, raiou um novo dia; “dia de alegria e de banquetes e dia de festa e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros” (v.19). Os judeus iniciaram um costume “que não se deixaria de comemorar” (v.27); “estes dias seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias… estes dias de Purim jamais caducariam entre os judeus” (v.28). Depois do labor, veio o descanso. Depois da tristeza, a alegria. Depois do luto, a festa.
Ester e Mordecai, que tornou-se “grande na casa do rei” e afamado “por todas as províncias” (v.4), “escreveram com toda a autoridade” (v.29), cartas aos judeus confirmando os dias de Purim, “com palavras amigáveis e sinceras” (v.30), palavras que encerravam um capítulo de dor e iniciavam um capítulo de vitória. Estamos vivendo, por assim dizer, o dia treze do mês de adar. Há um adversário ao nosso redor, “cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E o Senhor está prestes a encerrar o último capítulo da história do pecado e inaugurar o primeiro capítulo de nossa história eterna.
Deus escreveu “com toda a autoridade” (v.29), o dia e a hora de nossa redenção; o “Purim” que tanto almejamos. Mas enquanto aguardamos, precisamos estar revestidos com a armadura de Deus, porque a nossa luta não é contra pessoas, mas “contra as forças espirituais do mal” (Ef.6:12). Não é uma guerra civil, de uns contra os outros, e sim uma guerra espiritual que requer a confiança no Único que tem poder para vencê-la: Jesus Cristo. Com palavras amigáveis, e com letras que não se podem revogar, o nosso Salvador nos prometeu: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). É só um pouco mais, e viveremos com Cristo o eterno “Purim”. Vigiemos e oremos!
