Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Fiéis a Deus custe o que custar
“Então
“Então
Comentário Blog Associação Geral
As notícias chocantes do terrível decreto de Hamã se espalham rapidamente por todo o reino e por todas as casas judaicas … exceto para Ester. A comunidade judaica responde como sempre, diante de tanta violência, ódio e antagonismo – eles jejuam, rezam e expressam sua dor abertamente, com pano de saco e cinzas.
Ester fica profundamente perturbada quando descobre o motivo do pesar de Mordecai. Inicialmente, ela hesita em interceder. Como uma jovem em um imenso palácio, ela ainda se sente vulnerável, principalmente pela ameaça de morte que paira sobre aqueles que ousam se aproximar do rei sem ser convidado.
Mordecai percebe que todos esses anos passados do desenvolvimento do caráter de Ester, aumentando sua coragem e alimentando sua fé em Deus, visavam este exato momento da história. Ela é a pessoa principal que pode interceder e iniciar um processo para proteger seu povo. Ele sente a hesitação dela: “A propósito, você sabe que se não nos defender, Deus enviará outra pessoa e o nome da sua família se dissolverá no esquecimento.”
Deus chama cada um de nós para nossos próprios momentos de Ester. Como suas experiências de vida, suas tragédias e sofrimentos podem nutrir sua fé e coragem e prepará-lo para se posicionar por Deus?
Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists
Reflexão - Heber Toth Armí
ESTER 4 – A negligência do povo em atender orientações de Deus o coloca em perigo. Aprofunde e amplie tua visão bíblica:
“Mais de cinquenta anos antes deste episódio de Ester, o imperador Ciro fizera proclamação que permitia e exortava todos os judeus a voltarem para a Judeia, conforme registrado no livro de Esdras (1.2-4). Esdras teve o cuidado de dizer que este decreto de Ciro se deu em cumprimento à profecia de Jeremias, feita antes mesmo do início do cativeiro dos judeus. Os setenta anos de cativeiro haviam sido pré-estabelecidos (Jr 29.10 etc.; veja também 25.11, 12). Além disso, o profeta Isaías realmente havia falado de Ciro pelo seu nome, vendo-o como futuro restaurador de Jerusalém, antes mesmo que Ele tivesse nascido (Is 44.28 etc.)”, analisa J. Sindlow Baxter.
Devido ao pecado, o povo de Deus foi ao cativeiro. Apenas um remanescente retornou. A maioria preferiu ficar na Pérsia. Os judeus acomodados “na verdade, em seu egoísmo, não queriam trocar a abundância da Pérsia pela pobreza da Judéia desolada, embora aquele fosse o lugar da bênção da aliança. Eles criam no Senhor e o reconheciam como o Deus único e verdadeiro, mas seus corações estavam voltados para as coisas deste mundo. Sem dúvida, tais judeus são tipos dos homens mundanos em meio ao povo do Senhor hoje” – diz Baxter.
• As consequências de negligenciar as orientações de Deus causam dores indescritíveis, tristezas irreparáveis e angústia imensurável (vs. 1-8).
• Privilégios políticos não são positivos quando a vontade de Deus é ignorada. Ester lamenta o decreto de Hamã e precisa elaborar uma sábia estratégia para salvar-se e também salvar seu povo: A verdade seria descoberta! (vs. 9-11). Além disso, “o fato de Ester não ter sido chamada aos aposentos do rei nestes trinta dias é apenas mais indicação de como a vida era anormal no palácio de Susã” (Joyce G. Baldwin).
• Contudo, o secular povo de Deus crê na divina providência em ação no curso da história (vs. 12-17).
Atenção: Deus sempre está no controle, mesmo quando tudo sai do nosso controle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
As leis dos medos e dos persas eram leis extremamente severas e de cunho irrevogável. O que o rei selasse como lei, nem ele mesmo poderia futuramente revogar. Os judeus estavam, portanto, sem saída. Aparentemente não havia solução para aquele decreto de morte. Sob o ponto de vista humano, eles estavam vivendo os seus últimos dias de vida. Notem que o verso três diz que houve entre os judeus “grande luto”. Ou seja, eles choravam a própria morte numa espécie de velório antecipado.
Mas havia alguém que da mesma forma vestiu-se de “pano de saco e de cinza”, mas que no lugar de lamentar o luto, “clamou com grande e amargo clamor” (v.1), e dirigiu-se à porta do rei para declarar o ocorrido a Ester. A atitude inicial da rainha foi de misericórdia para com seu primo, enviando-lhe roupas. Ao saber do motivo pelo qual ele estava naquela situação, temeu pela própria vida. Contudo, ao perceber a seriedade do último recado de Mardoqueu tomou uma decisão firme e corajosa. A convocação para o jejum tirou o foco do povo do luto, para a esperança na misericórdia e providência divina.
Será que também não estamos perdendo o foco das coisas eternas, centralizando nossos pensamentos e emoções nas coisas deste mundo? A nossa tendência é a de esmorecer diante das dificuldades, principalmente daquelas que julgamos impossíveis de serem resolvidas. Meus amados, nós somos limitados. Limitados pelo pecado. É ele que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). É por isso que a nossa única libertação está em Cristo Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo.14:6). “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).
Enquanto não aprendermos a lição de Cristo não iremos compreender o que realmente significa ser livre pela verdade: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). Assim como a criança é dependente e necessita ser cuidada, nós precisamos depender do Senhor e permitir que Ele cuide de nós. Aquele decreto do rei Assuero não era nada diante do poder do Rei dos reis, mas o povo precisava aprender a nEle confiar. O poder não estava nos três dias de oração e de jejum promovidos por Ester, mas em Quem eles dirigiam os seus clamores. A oração sincera rompe as barreiras do pecado e nos eleva ao trono de Deus. Em nome de Jesus recebemos o privilégio de adentrar ao Santo dos santos e depositar aos Seus pés todas as nossas preces.
Faço minhas as palavras de Roger Morneau: “Amigos, desconfiança de Deus e incredulidade muitas vezes bloqueiam as bênçãos divinas” (Respostas Incríveis à Oração, p.30). A palavra chave é CONFIANÇA. No lugar de lamentar, precisamos orar. Foi para uma conjuntura como esta que o Senhor nos chamou neste tempo. Confiemos de que até as aparentes derrotas, Deus tem o poder de transformar em grandes vitórias. Vigiemos e oremos!
As leis dos medos e dos persas eram leis extremamente severas e de cunho irrevogável. O que o rei selasse como lei, nem ele mesmo poderia futuramente revogar. Os judeus estavam, portanto, sem saída. Aparentemente não havia solução para aquele decreto de morte. Sob o ponto de vista humano, eles estavam vivendo os seus últimos dias de vida. Notem que o verso três diz que houve entre os judeus “grande luto”. Ou seja, eles choravam a própria morte numa espécie de velório antecipado.
Mas havia alguém que da mesma forma vestiu-se de “pano de saco e de cinza”, mas que no lugar de lamentar o luto, “clamou com grande e amargo clamor” (v.1), e dirigiu-se à porta do rei para declarar o ocorrido a Ester. A atitude inicial da rainha foi de misericórdia para com seu primo, enviando-lhe roupas. Ao saber do motivo pelo qual ele estava naquela situação, temeu pela própria vida. Contudo, ao perceber a seriedade do último recado de Mardoqueu tomou uma decisão firme e corajosa. A convocação para o jejum tirou o foco do povo do luto, para a esperança na misericórdia e providência divina.
Será que também não estamos perdendo o foco das coisas eternas, centralizando nossos pensamentos e emoções nas coisas deste mundo? A nossa tendência é a de esmorecer diante das dificuldades, principalmente daquelas que julgamos impossíveis de serem resolvidas. Meus amados, nós somos limitados. Limitados pelo pecado. É ele que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). É por isso que a nossa única libertação está em Cristo Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo.14:6). “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).
Enquanto não aprendermos a lição de Cristo não iremos compreender o que realmente significa ser livre pela verdade: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). Assim como a criança é dependente e necessita ser cuidada, nós precisamos depender do Senhor e permitir que Ele cuide de nós. Aquele decreto do rei Assuero não era nada diante do poder do Rei dos reis, mas o povo precisava aprender a nEle confiar. O poder não estava nos três dias de oração e de jejum promovidos por Ester, mas em Quem eles dirigiam os seus clamores. A oração sincera rompe as barreiras do pecado e nos eleva ao trono de Deus. Em nome de Jesus recebemos o privilégio de adentrar ao Santo dos santos e depositar aos Seus pés todas as nossas preces.
Faço minhas as palavras de Roger Morneau: “Amigos, desconfiança de Deus e incredulidade muitas vezes bloqueiam as bênçãos divinas” (Respostas Incríveis à Oração, p.30). A palavra chave é CONFIANÇA. No lugar de lamentar, precisamos orar. Foi para uma conjuntura como esta que o Senhor nos chamou neste tempo. Confiemos de que até as aparentes derrotas, Deus tem o poder de transformar em grandes vitórias. Vigiemos e oremos!
