Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Fiéis a Deus custe o que custar
“Então Hamã disse ao rei Assuero: – Existe um povo espalhado e disperso entre os povos em todas as províncias do seu reino, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos. Eles não cumprem as leis do rei e por isso não convém tolerá-los.” Ester 3:8
Hamã era descendente do ímpio Agague, que foi morto por Samuel. Daí a raiva que tinha do povo judeu. Já Mardoqueu era parte do povo que o agagita odiava. Não devemos ser vingativos como Hamã, e, como Mardoqueu, devemos obedecer às leis humanas enquanto elas não nos obrigarem a desobedecer a Deus.
Verso 2: curvar-se à autoridade de Hamã seria desobedecer ao segundo mandamento da Lei de Deus.
Verso 4: ainda que o pecado e a tentação nos assediem dia após dia, fiquemos firmes como Mardoqueu.
Verso 4: além de ficar firmes contra a tentação, devemos proclamar que somos filhos de Deus, parte de Seu povo.
Versos 5 a 6: Hamã agiu como Satanás: odiou Mardoqueu por sua fidelidade e buscou exterminar seu povo.
Verso 7: o inimigo trabalha com a sorte, Deus guia os destinos.
Verso 7: a vida do povo de Deus não depende da “sorte”; está nas mãos Dele.
Versos 10 e 11: sempre haverá malvados tentando manipular os poderosos.
Verso 15: sempre haverá insensíveis bebendo enquanto o povo sofre.
Promessa: Nestes tempos de injustiça e revolta, é bom lembrarmos que Deus guia os rumos da história e vai fazer justiça, finalmente.
“Então Hamã disse ao rei Assuero: – Existe um povo espalhado e disperso entre os povos em todas as províncias do seu reino, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos. Eles não cumprem as leis do rei e por isso não convém tolerá-los.” Ester 3:8
Hamã era descendente do ímpio Agague, que foi morto por Samuel. Daí a raiva que tinha do povo judeu. Já Mardoqueu era parte do povo que o agagita odiava. Não devemos ser vingativos como Hamã, e, como Mardoqueu, devemos obedecer às leis humanas enquanto elas não nos obrigarem a desobedecer a Deus.
Verso 2: curvar-se à autoridade de Hamã seria desobedecer ao segundo mandamento da Lei de Deus.
Verso 4: ainda que o pecado e a tentação nos assediem dia após dia, fiquemos firmes como Mardoqueu.
Verso 4: além de ficar firmes contra a tentação, devemos proclamar que somos filhos de Deus, parte de Seu povo.
Versos 5 a 6: Hamã agiu como Satanás: odiou Mardoqueu por sua fidelidade e buscou exterminar seu povo.
Verso 7: o inimigo trabalha com a sorte, Deus guia os destinos.
Verso 7: a vida do povo de Deus não depende da “sorte”; está nas mãos Dele.
Versos 10 e 11: sempre haverá malvados tentando manipular os poderosos.
Verso 15: sempre haverá insensíveis bebendo enquanto o povo sofre.
Promessa: Nestes tempos de injustiça e revolta, é bom lembrarmos que Deus guia os rumos da história e vai fazer justiça, finalmente.
Comentário Blog Associação Geral
Hamã estava cheio de orgulho, ganância e inveja, exatamente como Lúcifer. No entanto, a recusa de Mordecai de se curvar perante Hamã provavelmente não tinha nada a ver com essas falhas de caráter. As diferenças entre Hamã e Mordecai tinham origem em seus ancestrais. Eram tão “densas” quanto sangue.
Hamã era um descendente dos amalequitas, um inimigo histórico do povo judeu. O Rei Saul, ancestral de Mordecai, entrou em guerra contra o rei Agague e o seu povo. Saul não completou a tarefa da maneira que Deus pediu, e essa foi uma das razões porque Saul foi substituído por Davi. Curvar-se diante de Hamã, o agagita [descendente de Agague], seria uma grande humilhação e um sinal de desobediência para Mordecai, o benjamita.
A ira de Hamã não ficaria satisfeita apenas com a morte de Mordecai. Seu orgulho seria vingado apenas com a morte de todos os judeus na Pérsia.
Esta história se assemelha muito com os acontecimentos dos últimos dias descritos em Apocalipse 13 e 20. Um decreto de morte será emitido por todo o mundo para eliminar o povo de Deus. Gogue e Magogue são descrições dos inimigos de Deus, e essas palavras são derivadas do nome Agague.
O Apocalipse prevê uma repetição da história para os cristãos nos últimos dias. Felizmente, a história do povo de Deus na antiga Pérsia não termina no capítulo 3. O grande conflito está quase no fim, e sabemos que o final será feliz.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
O caráter egoísta, amargo e irado de Hamã, cheio de ódio por Mardoqueu e pelo povo judeu, contrasta clara e viciosamente com a bondade, fidelidade e sabedoria de Mardoqueu e Ester. Hamã planeja destruir todas os judeus do país apenas porque Mardoqueu se recusa a se curvar e honrá-lo. Mordecai conhece o caráter egoísta de Hamã e sabe que este não é digno da honra que lhe é conferida.
Hamã é cheio de orgulho e egoísmo e usa seu poder e posição para ferir as pessoas, não para ajudá-las. Quando a lei genocida foi escrita, assinada e circulada, o rei e Hamã sentam-se para celebrar suas realizações com um banquete luxuoso.
A vida de Hamã demonstra o que acontece quando traços de caráter malignos se tornam fora de controle. Sua história também ilustra o que acontece quando ficamos com raiva e ressentidos daqueles que são diferentes de nós, ou quando ficamos cheios de orgulho destrutivo.
Existem sementes de amargura, raiva e orgulho em seu coração? Peça a Deus para eliminá-las e plantar as sementes da bondade e do respeito mútuo em seu coração, para que você possa demonstrar Seu amor pelos outros.
Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists
Reflexão - Heber Toth Armí
ESTER 3 – No dia a dia a vida é complicada, não se iluda! Comentando o capítulo em análise, Charles R. Swindoll escreve:
“A vida não é só penosa, é também injusta. Você talvez esteja pensando neste exato momento que será promovido porque se esforçou mais no trabalho, você apresentou boas ideias, você fez mais pelo seu chefe; portanto, nada mais justo que você ocupe a posição especial que esteve procurando. Fique preparado! Provavelmente isso não vai acontecer. Não estou tentando ser pessimista, apenas realista. As coisas erradas acontecem! Por que a vida não é justa? Por causa do mal”.
Reflita nos seguintes tópicos:
• Dê poder a pecador e você saberá quem ele realmente é: Mordecai foi alvo de Hamã que deixou o poder subir à cabeça. Quando o poder domina, a razão sai de cena e a loucura predomina. Orgulhoso e arrogante, Hamã cometeria um assassinato em série dos judeus e o faria de forma legal (vs. 1-6).
• Inimigos do povo de Deus fazem planos maquiavélicos visando lhe destruir: Planejando datas, inventando mentiras escrupulosas, investindo recursos altos e obtendo aprovação legal, Hamã armou para destruir todos os judeus residentes da Pérsia (vs. 7-11).
• Pessoas ruins não gostam de ter toda a culpa de suas maquinações diabólicas: Hamã enviou cartas “a todas as províncias do Império. A ordem era massacrar e, assim, eliminar os judeus” no “dia 13 do décimo mês… e confiscar todos os seus bens”. Habitantes de cada província executariam a ordem (vs. 12-14).
• A frieza que domina corações perversos gera indiferença diante da agonia da multidão: “O rei e Hamã sentaram-se para beber, enquanto a cidade de Susã se alvoroçava com a notícia” (v. 15).
Hamã é o típico homem do pecado. Pelo seu poder, orgulho, ódio do povo de Deus e conspiração maquiavélica ele é retratado, por muitos, como ícone perseguidor do povo de Deus no tempo do fim.
“Nossa sociedade é maligna não porque o outro sujeito é que está errado, mas porque você e eu estamos errados. O pecado é uma doença universal. Vivemos então na sua esteira. Ela destrói parcerias. Acaba com casamentos. Divide igrejas. Instiga pensamentos e planos perversos. Dissolve amizades. Paralisa alvos. Estraçalha sonhos”, observa Swindoll.
Numa sociedade ameaçadora, busque proteção em Deus! Leia a Bíblia atentamente! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Ocupando um alto cargo no governo persa, Hamã foi condecorado pelo próprio rei com privilégios superiores a “todos os príncipes que estavam com ele” (v.1). Movido pelo orgulho e exaltação própria, seu ego era massageado cada vez que “se inclinavam e se prostravam perante” ele (v.2). Mas, à semelhança dos três jovens hebreus no campo de Dura (Dn.3), Mordecai “não se inclinava, nem se prostrava” (v.2); uma afronta que não seria ignorada.
A postura ereta de Mordecai e sua firme resolução em não se curvar diante de Hamã, encheu o ímpio agagita de ira, de modo que “teve como pouco, nos seus propósitos, o atentar apenas contra Mordecai… por isso, procurou Hamã destruir todos os judeus, povo de Mordecai, que havia em todo o reino de Assuero” (v.6). Seu argumento diante do rei revela um plano maligno por trás de tudo, semelhante à matança dos bebês meninos no Egito (Êx.1:22), dos meninos em Belém (Mt.2:16) e do “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1) que o remanescente do Senhor terá de enfrentar num futuro próximo.
Os judeus ainda eram conhecidos como “um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos” (v.8). Ou seja, era um povo peculiar, um povo diferente. Ainda que em terra estrangeira e por tantos anos separados uns dos outros, a Lei de Deus os tornava únicos. E pela fidelidade de um, todos responderiam com a própria vida. Da mesma forma que um membro comprometido faz sofrer todo o corpo, como corpo de Cristo, a queda ou a vitória de um afeta o todo. Naquele momento de perplexidade, parecia que tudo estava perdido e, em um só dia, o povo de Deus seria dizimado da Terra. Mas Deus usaria aquela situação aparentemente terrível para renovar a fé de Seu povo e uni-lo num mesmo propósito.
Amados, precisamos fazer uma distinção muito clara entre sensacionalismo e cumprimento profético. E uma das formas de compreendermos essa distinção é estudando o sermão profético de Jesus nos capítulos 24 e 25 do livro de Mateus. O objetivo de Seu sermão não foi causar perplexidade, e sim promover vigilância e preparo. Pensando estar alcançando seus propósitos egoístas e malignos, Hamã foi o autor do decreto de morte que faria o povo de Deus renascer das cinzas. Mediante um período de oração e jejum coletivo, o povo veria a manifestação do braço da Onipotência.
Ao ver os sinais proféticos se cumprirem, e aproximar-se o tempo sobremodo difícil, que façamos parte do povo que, mesmo espalhado entre os povos da Terra, esteja unido num mesmo propósito de invocar ao Senhor e nEle confiar. Como Mordecai, não nos curvemos ao príncipe deste mundo, mas nos revistamos de toda a armadura de Deus para que possamos “resistir no dia mau” (Ef.6:13) e encararmos os últimos acontecimentos com a segura esperança que nos foi dada por Cristo: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Vigiemos e oremos!
Ocupando um alto cargo no governo persa, Hamã foi condecorado pelo próprio rei com privilégios superiores a “todos os príncipes que estavam com ele” (v.1). Movido pelo orgulho e exaltação própria, seu ego era massageado cada vez que “se inclinavam e se prostravam perante” ele (v.2). Mas, à semelhança dos três jovens hebreus no campo de Dura (Dn.3), Mordecai “não se inclinava, nem se prostrava” (v.2); uma afronta que não seria ignorada.
A postura ereta de Mordecai e sua firme resolução em não se curvar diante de Hamã, encheu o ímpio agagita de ira, de modo que “teve como pouco, nos seus propósitos, o atentar apenas contra Mordecai… por isso, procurou Hamã destruir todos os judeus, povo de Mordecai, que havia em todo o reino de Assuero” (v.6). Seu argumento diante do rei revela um plano maligno por trás de tudo, semelhante à matança dos bebês meninos no Egito (Êx.1:22), dos meninos em Belém (Mt.2:16) e do “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1) que o remanescente do Senhor terá de enfrentar num futuro próximo.
Os judeus ainda eram conhecidos como “um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos” (v.8). Ou seja, era um povo peculiar, um povo diferente. Ainda que em terra estrangeira e por tantos anos separados uns dos outros, a Lei de Deus os tornava únicos. E pela fidelidade de um, todos responderiam com a própria vida. Da mesma forma que um membro comprometido faz sofrer todo o corpo, como corpo de Cristo, a queda ou a vitória de um afeta o todo. Naquele momento de perplexidade, parecia que tudo estava perdido e, em um só dia, o povo de Deus seria dizimado da Terra. Mas Deus usaria aquela situação aparentemente terrível para renovar a fé de Seu povo e uni-lo num mesmo propósito.
Amados, precisamos fazer uma distinção muito clara entre sensacionalismo e cumprimento profético. E uma das formas de compreendermos essa distinção é estudando o sermão profético de Jesus nos capítulos 24 e 25 do livro de Mateus. O objetivo de Seu sermão não foi causar perplexidade, e sim promover vigilância e preparo. Pensando estar alcançando seus propósitos egoístas e malignos, Hamã foi o autor do decreto de morte que faria o povo de Deus renascer das cinzas. Mediante um período de oração e jejum coletivo, o povo veria a manifestação do braço da Onipotência.
Ao ver os sinais proféticos se cumprirem, e aproximar-se o tempo sobremodo difícil, que façamos parte do povo que, mesmo espalhado entre os povos da Terra, esteja unido num mesmo propósito de invocar ao Senhor e nEle confiar. Como Mordecai, não nos curvemos ao príncipe deste mundo, mas nos revistamos de toda a armadura de Deus para que possamos “resistir no dia mau” (Ef.6:13) e encararmos os últimos acontecimentos com a segura esperança que nos foi dada por Cristo: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Vigiemos e oremos!
