Leitura da Bíblia
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Pr. Michelson Borges
Um Homem Íntegro
“Havia um homem na terra de Uz cujo nome era Jó. Este homem era íntegro e reto, temia a Deus e se desviava do mal.” Jó 1
“Viste o Meu servo Jó?” (v. 8). Somos espetáculo ao mundo e temos o privilégio de honrar nosso Deus sendo representantes Dele. Um dia Jó saberá que ajudou a vindicar o caráter de Deus perante o Universo. Um dia Jó saberá que a história dele ajudou a esclarecer muita coisa e a fortalecer a fé de muitos que sofrem.
Verso 1: Jó era “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”. Que exemplo!
Verso 3: embora seja mais difícil, Jó foi uma prova viva de que é possível ser rico e temente a Deus.
Verso 5: “Chamava Jó a seus filhos e os santificava.” Você chama seus filhos para santificá-los? Não esqueça do culto familiar.
Verso 5: Jó se levantava de madrugada para interceder pelos filhos. Pais, façamos o mesmo.
Versos 6 e 7: relato de uma reunião cósmica com seres humanos não caídos e com Satanás, que se tornou príncipe deste planeta.
Versos 6 e 7: aqui é revelada a tolerância de Deus, que ainda aceitava a presença do traidor na reunião. Isso lembra a atitude de Jesus com Judas: o Mestre o tolerou até o fim.
Verso 8: Deus reconhece e Se alegra com a fidelidade de Seus filhos. É um verdadeiro “pai coruja”.
Versos 9 e 10: Satanás (como sempre) acusou Jó de servir a Deus por interesse, mas Deus conhecia o coração de Seu servo.
Versos 11 e 12: Satanás perdeu sua posição no Céu e blasfemou, então quis provar que Jó poderia ser como ele. Só que não.
Versos 13 a 20: depois de ouvir relatórios de tragédia após tragédia, Jó ainda adorou a Deus!
Verso 16: “Fogo de Deus.” Erro típico dos seres humanos: atribuir a Deus a desgraça operada por Satanás.
Versos 21 e 22: Jó confiava em Deus em todas as circunstâncias. Sabia que neste mundo não existe verdadeira paz.
Promessa: Não basta temer a Deus; precisamos consciente e diligentemente nos desviar do mal. O Senhor promete força para resistirmos à tentação.
“Viste o Meu servo Jó?” (v. 8). Somos espetáculo ao mundo e temos o privilégio de honrar nosso Deus sendo representantes Dele. Um dia Jó saberá que ajudou a vindicar o caráter de Deus perante o Universo. Um dia Jó saberá que a história dele ajudou a esclarecer muita coisa e a fortalecer a fé de muitos que sofrem.
Verso 1: Jó era “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”. Que exemplo!
Verso 3: embora seja mais difícil, Jó foi uma prova viva de que é possível ser rico e temente a Deus.
Verso 5: “Chamava Jó a seus filhos e os santificava.” Você chama seus filhos para santificá-los? Não esqueça do culto familiar.
Verso 5: Jó se levantava de madrugada para interceder pelos filhos. Pais, façamos o mesmo.
Versos 6 e 7: relato de uma reunião cósmica com seres humanos não caídos e com Satanás, que se tornou príncipe deste planeta.
Versos 6 e 7: aqui é revelada a tolerância de Deus, que ainda aceitava a presença do traidor na reunião. Isso lembra a atitude de Jesus com Judas: o Mestre o tolerou até o fim.
Verso 8: Deus reconhece e Se alegra com a fidelidade de Seus filhos. É um verdadeiro “pai coruja”.
Versos 9 e 10: Satanás (como sempre) acusou Jó de servir a Deus por interesse, mas Deus conhecia o coração de Seu servo.
Versos 11 e 12: Satanás perdeu sua posição no Céu e blasfemou, então quis provar que Jó poderia ser como ele. Só que não.
Versos 13 a 20: depois de ouvir relatórios de tragédia após tragédia, Jó ainda adorou a Deus!
Verso 16: “Fogo de Deus.” Erro típico dos seres humanos: atribuir a Deus a desgraça operada por Satanás.
Versos 21 e 22: Jó confiava em Deus em todas as circunstâncias. Sabia que neste mundo não existe verdadeira paz.
Promessa: Não basta temer a Deus; precisamos consciente e diligentemente nos desviar do mal. O Senhor promete força para resistirmos à tentação.
Comentário Blog Associação Geral
Satanás tinha acesso a Cristo até a cruz, mas não depois (ver História da Redenção, p. 26). No livro de Jó, o objetivo de Satanás era questionar o mérito e culpa das criaturas de Deus. Quando o Filho de Deus perguntou a Satanás se ele havia visto Jó e quão íntegro e reto ele era (v. 8), a resposta foi negativa. Satanás não presta atenção às coisas boas. Ele acusou Jó de ser fiel somente porque Deus o estava abençoando e exaltando (v. 10) e pediu uma chance para derrubá-lo.
Satanás concluiu que Jó iria se voltar contra Deus se as coisas fossem na direção oposta. Após quatro grandes desastres, em choque, Jó fez seis coisas: ele se levantou, rasgou as suas roupas, raspou a cabeça, caiu no chão, adorou a Deus, e discursou, louvando a Deus. Deus se agradou disso, mas Satanás não. Jó não pecou e não culpou a Deus.
Querido Deus,
Dá-nos a força para que, como Jó, “não caiamos quando em tentação”. E que possamos dizer, tanto nos bons quanto nos maus momentos: “Bendito é o meu Deus”. Em nome de Jesus, amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 1 – Grandes nomes de persongens intelectuais como Tomas Carlyle e Victor Hugo tem o livro de Jó em alta estima alegando que o mesmo foi considerado “a obra prima da literatura humana”.
Este foi o primeiro livro bíblico a ser escrito. Seu autor é Deus, mas o escritor é Moisés – que pastoreava ovelhas do sogro (Jetro), um não-israelita, quando soube da história de Jó, outro não-israelita.
Jó viveu na parte leste do rio Jordão, conhecido atualmente como Jordânia. Ele era rico e respeitado na região. Mesmo não sendo descendente de Abraão, servia o mesmo Deus e tinha a mesma atitude de adoração que o patriarca que se tornou o pai da fé.
Enquanto que Abraão fosse oriundo de uma família pagã, politeísta e idólatra conforme revelado por Deus em Josué 24:2-3, e seus netos fossem avessos à piedade (Gênesis 34-38), os filhos de Jó tinham um pai exemplar, que, conforme revelado por Deus, era íntegro, reto, temente/fervoroso/piedoso e desviava-se do mal.
Além de estruturada espiritualmente, a família em questão era estruturada financeiramente. Entretanto, sua vida passou por uma reviravolta negativa. O capítulo foi assim sintetizado por John E. Hartley:
• Fé e prosperidade de Jó (vs. 1-5);
• Primeira cena diante de Yahweh (vs. 6-12);
• Infortúnio trágico de Jó (vs. Vs. 13-22).
As cenas alternam entre o céu e a terra. Deus provoca Satanás e Satanás provoca a Deus infernizando a vida de Seu servo Jó. Satanás tem acesso ao Céu e a Terra; contudo, não tem poder para ultrapassar os limites instituídos por Deus.
• Deus é soberano; Satanás não pode fazer nada sem Sua permissão!
Jó era homem de oração; todavia, tragicamente perdeu tudo o que tinha. Ele, que orava pelos filhos, os perdeu num só dia! Satanás é um ser real, mau, cruel e destruidor; sem a interferência divina sua periculosidade aumentaria desmedidamente.
Jó, embora seja o livro bíblico mais antigo, escrito décadas antes da composição de Gênesis, que conta uma história ocorrida cerca de 2000 anos antes de Cristo, não apresenta assuntos elementares nem está desatualizado.
Jó ficou falido num só dia, fez o funeral dos dez filhos e, depois, adorou a Deus (vs. 20-22). Um exemplo de fé e motivação para enfrentarmos as dificuldades e injustiças do dia-a-dia.
Observaste o servo Jó? Reaviva-te! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O primeiro livro da Bíblia em ordem cronológica também recebeu o nome de seu personagem principal. O livro de Jó inicia com uma história de grande prosperidade em todos os sentidos. Além de ser um homem de Deus, Jó gozava de riquezas e prestígio e possuía uma família bem ordenada. Mas, de repente, o relato é cortado e nos é revelado o que não podemos ver. Através da experiência de Jó, podemos compreender com mais clareza o grande conflito em que estamos envolvidos.
Ostentando ser o representante deste mundo e senhor de todos os seres humanos, Satanás misturou-se aos “filhos de Deus” (v.6), mas logo foi notado por Aquele que tudo vê. Sua mácula se discernia dos santos seres e manchava a solene assembleia. Na pergunta do Senhor: “Donde vens?” (v.7) estava implícita a ideia de que ele não deveria estar ali. E sua resposta desafiadora lhe conferia uma autoridade que não lhe pertencia. O diálogo entre o Senhor e o maligno acabou em uma prova da fidelidade de Jó e do quanto Satanás é um inimigo derrotado.
Quando “Satanás saiu da presença do Senhor” (v.12), Jó tornou-se o alvo de sua terrível cólera. Movido por inveja e ódio, em um único dia o inimigo dissipou todos os bens de Jó, matou os seus servos e, por último, seus filhos. À cada má notícia, a dor aumentava no coração do homem de Deus como um fogo que o consumia. A morte de todos os seus filhos, porém, lhe causou uma dor tão extrema, que não fosse a sua atitude de humilhação e adoração a Deus, e o luto o teria feito cair em desespero.
O diagnóstico dado por Deus a respeito de Seu servo Jó deve nos fazer refletir sobre o resumo de nossa própria vida. Diante de uma batalha espiritual invisível, somos alvos do amor de Deus e alvos da ira de Satanás. Ninguém nos conhece como o Senhor. Ninguém tem a capacidade de discernir a nossa essência, nem mesmo o inimigo. Ele pode até tentar destruir os filhos de Deus, mas sempre terminará frustrado, pois o Senhor é fiel e Suas promessas jamais falham: “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:15).
Aos pais, Jó deixou o exemplo de uma paternidade vivida sob os moldes da santidade. Um lugar de honra era dado à oração. E ao interceder por seus filhos “de madrugada” (v.5), ele declarava ao Senhor o seu desejo de ter toda a sua família no Céu. “Assim o fazia Jó continuamente” (v.5) e seus filhos eram guardados no único lugar seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2).
Amados, Jesus mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Podemos como Jó até não ver o grande conflito que é travado em nosso redor, mas se confiarmos a nossa vida e a nossa família nas mãos de Deus, Ele nos honrará com um final feliz. Portanto, quer na alegria quer na dor, saiam de nossos lábios e de nosso coração a mais sincera expressão de adoração: “bendito seja o nome do Senhor” (v.21)! Vigiemos e oremos!
O primeiro livro da Bíblia em ordem cronológica também recebeu o nome de seu personagem principal. O livro de Jó inicia com uma história de grande prosperidade em todos os sentidos. Além de ser um homem de Deus, Jó gozava de riquezas e prestígio e possuía uma família bem ordenada. Mas, de repente, o relato é cortado e nos é revelado o que não podemos ver. Através da experiência de Jó, podemos compreender com mais clareza o grande conflito em que estamos envolvidos.
Ostentando ser o representante deste mundo e senhor de todos os seres humanos, Satanás misturou-se aos “filhos de Deus” (v.6), mas logo foi notado por Aquele que tudo vê. Sua mácula se discernia dos santos seres e manchava a solene assembleia. Na pergunta do Senhor: “Donde vens?” (v.7) estava implícita a ideia de que ele não deveria estar ali. E sua resposta desafiadora lhe conferia uma autoridade que não lhe pertencia. O diálogo entre o Senhor e o maligno acabou em uma prova da fidelidade de Jó e do quanto Satanás é um inimigo derrotado.
Quando “Satanás saiu da presença do Senhor” (v.12), Jó tornou-se o alvo de sua terrível cólera. Movido por inveja e ódio, em um único dia o inimigo dissipou todos os bens de Jó, matou os seus servos e, por último, seus filhos. À cada má notícia, a dor aumentava no coração do homem de Deus como um fogo que o consumia. A morte de todos os seus filhos, porém, lhe causou uma dor tão extrema, que não fosse a sua atitude de humilhação e adoração a Deus, e o luto o teria feito cair em desespero.
O diagnóstico dado por Deus a respeito de Seu servo Jó deve nos fazer refletir sobre o resumo de nossa própria vida. Diante de uma batalha espiritual invisível, somos alvos do amor de Deus e alvos da ira de Satanás. Ninguém nos conhece como o Senhor. Ninguém tem a capacidade de discernir a nossa essência, nem mesmo o inimigo. Ele pode até tentar destruir os filhos de Deus, mas sempre terminará frustrado, pois o Senhor é fiel e Suas promessas jamais falham: “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:15).
Aos pais, Jó deixou o exemplo de uma paternidade vivida sob os moldes da santidade. Um lugar de honra era dado à oração. E ao interceder por seus filhos “de madrugada” (v.5), ele declarava ao Senhor o seu desejo de ter toda a sua família no Céu. “Assim o fazia Jó continuamente” (v.5) e seus filhos eram guardados no único lugar seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2).
Amados, Jesus mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Podemos como Jó até não ver o grande conflito que é travado em nosso redor, mas se confiarmos a nossa vida e a nossa família nas mãos de Deus, Ele nos honrará com um final feliz. Portanto, quer na alegria quer na dor, saiam de nossos lábios e de nosso coração a mais sincera expressão de adoração: “bendito seja o nome do Senhor” (v.21)! Vigiemos e oremos!
