Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Os opositores e os servos de Deus
“Nós mesmos.
“Nós mesmos.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
A construção do templo continua, mas não sem problemas. Os antagonistas ainda estão tentando bloquear o trabalho a todo momento. Uma segunda carta é enviada ao rei persa. Isso certamente deve ter aumentado a ansiedade entre o povo judeu. Mas, como escreveu o escritor de hinos William Cowper: “As nuvens que tanto temeis são grandes de misericórdia e quebrarão em bênçãos sobre a cabeça.” Bênçãos, de fato! O rei revisou os arquivos, não apenas aprovando o projeto de construção, mas direcionando seus inimigos para ajudar e pagar por isso! Que Deus maravilhoso!
O templo está agora completo. Mas as pessoas têm mais uma coisa a fazer. Eles se reúnem para celebrar esse Deus que deu tão abundantemente. Eles oferecem sacrifícios por esta incrível vitória. Deus dá. As pessoas dão. E há alegria.
Onde você está hoje? Bloqueado? Desanimado? Nada além de nuvens no céu? Lembre-se, Deus está nessas nuvens. Em seu tempo, elas se quebrarão, derramando ricas bênçãos e misericórdias quando você menos espera. Em nosso capítulo de hoje, Deus usou pagãos, profetas e pessoas para realizar Seu propósito. E ele vai usar você. Quando Ele o faz, regozije-se e se alegre!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Reflexão
ESDRAS 6 – A maior satisfação humana está em realizar os projetos divinos. A sensação é incomparável, mesmo enfrentado ferrenhas oposições infundadas.
Derek Kidner sintetiza o capítulo em questão nos seguintes tópicos:
• O decreto de Ciro redescoberto (vs. 1-5);
• Dario autoriza a obra (vs. 6-12);
• Conclusão (vs. 13-15);
• O templo é dedicado (vs. 16-18);
• Uma páscoa prazerosa (vs. 19-22).
Nós, seres humanos, somos extremamente limitados para as grandes obras de Deus a serem feitas neste mundo dominado pela oposição ao bem. Tendo sido o decreto de Ciro autorizando sua reconstrução emitido em 538/537 a.C, o templo foi concluído em 12 de março 515 a.C.
Os que investem tempo, talento e tesouro nas coisas de Deus em benefício espiritual dos pecadores e no avanço do reino de Deus no mundo, são as pessoas mais felizes e produtivas.
• Adam Clark investiu 40 anos de sua vida para realizar um comentário de toda a Bíblia;
• Noah Webster investiu 36 anos para elaborar um dicionário, cruzando o oceano duas vezes em busca de material visando oferecer dados mais corretos;
• John Milton interrompia seu sono diariamente às 4 h da madrugada para compor e reescrever poemas que se tornaram parte da melhor literatura do mundo.
• Edward Gibbon dedicou 26 anos escrevendo “O declínio e queda do Império Romano”, o qual é um monumento para a pesquisa histórica.
• William C. Bryant reescreveu 100 vezes uma de suas obras primas visando alcançar beleza poética e perfeição de expressão.
Fazer coisas incríveis que marcam a história exige muito daqueles que se dedicam a fazer bem feito aquilo que sonham para a humanidade. Contudo, o prazer de colocar toda a força, habilidade, tempo e recursos numa obra, não tem preço que pague e não se compara a mais nada.
As dificuldades existentes na elaboração de algo, servem para aprimorar o sonho e a convicção para agir com mais dedicação o que precisa ser feito. Foi assim que os judeus terminaram a reconstrução do templo e assim muitos concluem grandes feitos.
Quando o povo busca a Deus para fazer Sua vontade e Deus Se inclina para ajudar Seu povo, nada e nem ninguém conseguirá impedir a satisfação de concluir uma obra divina no mundo. Anima-te! Arregace as mangas, faça alguma coisa importante e útil!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Investigados os “arquivos reais da Babilônia” (v.1), “se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial” (v.2) contendo o decreto de Ciro autorizando a edificação do templo em Jerusalém, a origem de suas despesas, que viria “da casa do rei” (v.4), e a devolução dos “utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém” (v.5). Mediante estas informações, Dario baixou um novo decreto, reafirmando o decreto de Ciro e acrescentando punição de morte a “todo homem” (v.11) que alterasse o seu decreto e uma maldição “a todos os reis e povos” que estendessem a mão “para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus” (v.12).
“Então, Tatenai, o governador daquém do Eufrates, Setar-Bozenai e os seus companheiros assim o fizeram pontualmente, segundo decretara o rei Dario” (v.13). E conforme “profetizaram os profetas Ageu e Zacarias” (v.14), a obra prosperou e foi completada “no sexto ano do reinado do rei Dario” (v.15). O templo foi dedicado “com regozijo” (v.16), com ofertas “pelo pecado de todo o Israel, segundo o número das tribos de Israel” (v.17), e estabelecido o ministério dos sacerdotes e levitas em seus turnos e ocupações.
Os exilados puderam então celebrar a Páscoa do Senhor, pois “os sacerdotes e os levitas se tinham purificado como se fossem um só homem, e todos estavam limpos” (v.20). O cordeiro pascal foi morto “para todos os que vieram do cativeiro” (v.20), e “comeram a Páscoa os filhos de Israel que tinham voltado do exílio e todos os que, unindo-se a eles, se haviam separado da imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21).
Amados, há um registro no qual nossa vida está escrita: “e no Teu livro foram escritos todos os meus dias” (Sl.139:16). Também há uma obra de edificação sendo realizada na vida de “todos os que vieram do cativeiro” (v.19) do pecado e de “todos os que, unindo-se a eles”, decidiram dizer não à “imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21). Sendo este mundo de pecado o cativeiro, o Cordeiro de Deus foi morto por toda a raça humana, mas o galardão de Sua morte e ressurreição está reservado somente para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16).
Está chegando o tempo em que o príncipe deste mundo questionará sobre a vida de cada ser humano, e apenas aqueles cujos registros estiverem limpos pelo sangue de Jesus, que decidiram se separar das imundícias da Terra, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), receberão o selo do Deus vivo (Ap.7:3), e completada será a obra do Espírito Santo em suas vidas, e celebrarão e comerão diante do Cordeiro e de Deus, no banquete preparado nas cortes celestiais.
Permita que, “dia após dia, sem falta” (v.9), Deus opere em você a boa obra que Ele já começou, sendo transformado, “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, naquele grande Dia, o acusador não terá do que lhe condenar, pois os teus pecados foram perdoados pelo verdadeiro Cordeiro da Páscoa. O Senhor alegre teu coração e fortaleça as tuas mãos nesta certeza, até que Ele venha. Vigiemos e oremos !
Investigados os “arquivos reais da Babilônia” (v.1), “se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial” (v.2) contendo o decreto de Ciro autorizando a edificação do templo em Jerusalém, a origem de suas despesas, que viria “da casa do rei” (v.4), e a devolução dos “utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém” (v.5). Mediante estas informações, Dario baixou um novo decreto, reafirmando o decreto de Ciro e acrescentando punição de morte a “todo homem” (v.11) que alterasse o seu decreto e uma maldição “a todos os reis e povos” que estendessem a mão “para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus” (v.12).
“Então, Tatenai, o governador daquém do Eufrates, Setar-Bozenai e os seus companheiros assim o fizeram pontualmente, segundo decretara o rei Dario” (v.13). E conforme “profetizaram os profetas Ageu e Zacarias” (v.14), a obra prosperou e foi completada “no sexto ano do reinado do rei Dario” (v.15). O templo foi dedicado “com regozijo” (v.16), com ofertas “pelo pecado de todo o Israel, segundo o número das tribos de Israel” (v.17), e estabelecido o ministério dos sacerdotes e levitas em seus turnos e ocupações.
Os exilados puderam então celebrar a Páscoa do Senhor, pois “os sacerdotes e os levitas se tinham purificado como se fossem um só homem, e todos estavam limpos” (v.20). O cordeiro pascal foi morto “para todos os que vieram do cativeiro” (v.20), e “comeram a Páscoa os filhos de Israel que tinham voltado do exílio e todos os que, unindo-se a eles, se haviam separado da imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21).
Amados, há um registro no qual nossa vida está escrita: “e no Teu livro foram escritos todos os meus dias” (Sl.139:16). Também há uma obra de edificação sendo realizada na vida de “todos os que vieram do cativeiro” (v.19) do pecado e de “todos os que, unindo-se a eles”, decidiram dizer não à “imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21). Sendo este mundo de pecado o cativeiro, o Cordeiro de Deus foi morto por toda a raça humana, mas o galardão de Sua morte e ressurreição está reservado somente para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16).
Está chegando o tempo em que o príncipe deste mundo questionará sobre a vida de cada ser humano, e apenas aqueles cujos registros estiverem limpos pelo sangue de Jesus, que decidiram se separar das imundícias da Terra, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), receberão o selo do Deus vivo (Ap.7:3), e completada será a obra do Espírito Santo em suas vidas, e celebrarão e comerão diante do Cordeiro e de Deus, no banquete preparado nas cortes celestiais.
Permita que, “dia após dia, sem falta” (v.9), Deus opere em você a boa obra que Ele já começou, sendo transformado, “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, naquele grande Dia, o acusador não terá do que lhe condenar, pois os teus pecados foram perdoados pelo verdadeiro Cordeiro da Páscoa. O Senhor alegre teu coração e fortaleça as tuas mãos nesta certeza, até que Ele venha. Vigiemos e oremos !
