Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Ciro libertará o povo
.
.
.
.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Quando acordo todas as manhãs, tenho uma rotina. Vou ao banheiro, tomo banho, visto o roupão e vou para a sala onde abro as persianas e dou corda nos relógios. Em seguida, vou para a cozinha a fim de preparar o desjejum. Sento-me na mesma cadeira à mesma mesa com meu desjejum e minha Bíblia onde oficialmente começo o dia – com oração e estudo da Bíblia.
Após sete meses, o povo se uniu “como um homem” para reconstruir o altar no mesmo lugar e sobre a mesma fundação. Você pode criticá-los por terem demorado sete meses. Por que eles não colocaram Deus em primeiro lugar? Talvez pela mesma razão, considero o começo oficial do meu dia depois de descansada, com banho tomado e alimentada. Pessoas cansadas, com fome, com sede, sem teto onde morar, podem se distrair, tornarem-se irritadiças e irracionais. Deus não espera que essas pessoas se aprofundem em Sua Palavra ou no Seu serviço.
Quando todos se estabeleceram, eles colocaram as primeiras coisas primeiro – Deus e Sua adoração. Antes de construírem o templo, antes de construírem os muros da cidade, antes de estabelecerem um governo. Deus em primeiro lugar. Afinal, essa é sempre a nossa melhor defesa!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Reflexão
ESDRAS 3 – Existem livros bíblicos que não recebem o mesmo tratamento que outros. Assim, crentes deixam de receber nutrientes que Deus deixou em Sua Palavra para instruir-nos e fortalecer nossa fé. Quem ouviu ou pregou sermões expositivos extraídos do livro de Esdras? Eis diante de nós um livro relevante, onde há um Deus aparentemente distante, mas atuante em meio às crises que desafiam nossa existência. Deus libertou Seu povo da Babilônia e protegeu os libertos na caminhada de quase 1500 km até Jerusalém.
Este capítulo, intitulado “altar e templo” é assim sintetizado por Derek Kidner:
- Primeiro o primeiro (vs. 1-6a);
- Preparativos para o templo (vs. 6b-9);
- Clímax e anticlímax (vs. 10-13).
Apesar do perigo, desafios e supostas ameaças, o medo não deve determinar nenhuma decisão e atitude do povo de Deus. Contudo, não importa a situação, Deus deve ser sempre o primeiro. Devemos adorá-lO sempre.
As práticas eclesiásticas não são negligenciadas quando o medo é sufocado pela determinação de servir ao Senhor. Apesar da escassez e crises econômicas, Deus nunca deve ser deixado em segundo plano – pior ainda é substituí-lo por coisas insignificantes ou apegar-se ao dinheiro como mais importante que Deus.
Quem idolatra dinheiro expulsa Deus de sua vida. Por outro lado, quem é liberto da escravidão do pecado é generoso em suas ofertas para a obra divina. Quando Deus é levado a sério, Sua obra é feita sob o cuidado de supervisores. Para Deus, sempre o melhor!
Quando há sério investimento de tempo e recursos na obra de Deus, a satisfação, alegria e entusiasmo na adoração toma conta do coração dos crentes: há louvores, pulos de alegria, cânticos alegres e choros nostálgicos – consequentemente, “o barulho podia ser ouvido de longe”.
Choro e alegria? Sim! É assim que vive os extremos de duas gerações: Nostalgia dos velhos e alegria dos novos. Os jovens celebravam porque teriam novamente um templo. Os velhos choravam por lembrarem-se do Templo de Salomão.
• É perigoso ignorar o passado, mas também o é viver apenas do passado.
• É necessário aproveitar a experiência dos anos vividos com a força da juventude!
• É preciso existir harmonia entre a nova geração e a velha guarda – esta lição era importante no passado tanto quanto é no presente!
Reavivamento depende de tuas prioridades! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Assim que estabelecido em Jerusalém e nas cidades de Judá, aproximando-se o tempo da “Festa dos Tabernáculos” (v.4), “ajuntou-se o povo como um só homem, em Jerusalém” (v.1). Alguns de seus principais se levantaram para edificar o altar do Senhor, firmando-o “sobre as suas bases” (v.3). Celebrando a festa, “como está escrito, ofereceram holocaustos diários” (v.4) ao Senhor, bem como os sacrifícios prescritos para “todas as festas fixas do Senhor” (v.5).
Antes de colocarem “os fundamentos do templo do Senhor” (v.6), houve um período de resgate da verdadeira adoração. Houve um preparo pessoal e coletivo. Mesmo que estivessem “os filhos de Israel já nas cidades” (v.1), as festas anuais promoviam o ajuntamento de todos num mesmo lugar e num só propósito. Isso contribuiria na obra de construção do templo, mantendo-os unidos e fortalecidos.
Finalmente, chegado era o tempo de iniciar “a obra da Casa do Senhor” (v.8.). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor” (v.10). Não havia sequer uma nota dissonante ali. Harmoniosamente e com muita alegria, eles cantavam, “rendendo graças ao Senhor”: “Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v.11).
Neste cenário de louvor e adoração, onde “o povo jubilou com altas vozes” (v.11), também havia vozes de choro. Aqueles que tinham conhecido a glória do primeiro templo, “choraram em alta voz” (v.12), ao contemplar uma estrutura ainda informe. E entre gritos de alegria e vozes de choro, “de mui longe” (v.13) a voz do povo podia ser ouvida.
Deus tem filhos Seus espalhados por todo o mundo. E as festas que apontavam para o plano da redenção, ainda que não mais celebradas, devem nos remeter ao Seu profundo desejo de nos unir num só propósito. Foi quando os discípulos compreenderam este princípio que, reunindo-se com seus irmãos, “perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Podemos estar, hoje, “mui separados, longe uns dos outros” (Ne.4:19), mas quando “nós oramos ao nosso Deus” (Ne.4:9), o Espírito Santo nos une, coração a coração, e derrama sobre nós o poder que nos torna “como um só homem” (v.1) na obra de testemunhar do evangelho de Cristo.
Antes da ação vem a oração. Antes da reforma vem o reavivamento. Quando o povo de Deus estiver assim unido, as discussões serão cessadas, as disputas dissolvidas, as contendas desfeitas, as mágoas esquecidas, o amor amadurecido, e “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!
Assim que estabelecido em Jerusalém e nas cidades de Judá, aproximando-se o tempo da “Festa dos Tabernáculos” (v.4), “ajuntou-se o povo como um só homem, em Jerusalém” (v.1). Alguns de seus principais se levantaram para edificar o altar do Senhor, firmando-o “sobre as suas bases” (v.3). Celebrando a festa, “como está escrito, ofereceram holocaustos diários” (v.4) ao Senhor, bem como os sacrifícios prescritos para “todas as festas fixas do Senhor” (v.5).
Antes de colocarem “os fundamentos do templo do Senhor” (v.6), houve um período de resgate da verdadeira adoração. Houve um preparo pessoal e coletivo. Mesmo que estivessem “os filhos de Israel já nas cidades” (v.1), as festas anuais promoviam o ajuntamento de todos num mesmo lugar e num só propósito. Isso contribuiria na obra de construção do templo, mantendo-os unidos e fortalecidos.
Finalmente, chegado era o tempo de iniciar “a obra da Casa do Senhor” (v.8.). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor” (v.10). Não havia sequer uma nota dissonante ali. Harmoniosamente e com muita alegria, eles cantavam, “rendendo graças ao Senhor”: “Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v.11).
Neste cenário de louvor e adoração, onde “o povo jubilou com altas vozes” (v.11), também havia vozes de choro. Aqueles que tinham conhecido a glória do primeiro templo, “choraram em alta voz” (v.12), ao contemplar uma estrutura ainda informe. E entre gritos de alegria e vozes de choro, “de mui longe” (v.13) a voz do povo podia ser ouvida.
Deus tem filhos Seus espalhados por todo o mundo. E as festas que apontavam para o plano da redenção, ainda que não mais celebradas, devem nos remeter ao Seu profundo desejo de nos unir num só propósito. Foi quando os discípulos compreenderam este princípio que, reunindo-se com seus irmãos, “perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Podemos estar, hoje, “mui separados, longe uns dos outros” (Ne.4:19), mas quando “nós oramos ao nosso Deus” (Ne.4:9), o Espírito Santo nos une, coração a coração, e derrama sobre nós o poder que nos torna “como um só homem” (v.1) na obra de testemunhar do evangelho de Cristo.
Antes da ação vem a oração. Antes da reforma vem o reavivamento. Quando o povo de Deus estiver assim unido, as discussões serão cessadas, as disputas dissolvidas, as contendas desfeitas, as mágoas esquecidas, o amor amadurecido, e “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!
