Leitura da Bíblia
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RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O rei com coração duro
“No tempo de sua angústia, foi ainda mais infiel ao Senhor; ele mesmo, o rei Acaz.” 2 Crônicas 28:22
Acaz chegou a queimar seus filhos em sacrifício, como faziam os povos que Deus puniu (não “queime” seus filhos deixando de levá-los a Jesus). Tudo começou a dar errado para o reino de Judá, pois deram as costas para Deus. Abandonar o Senhor (fonte de vida) é convidar a morte.
Versos 9 e 10 – Deus usou Israel para punir Judá, mas Sua ira é misturada com misericórdia.
Versos 9 e 10: Deus condenou a severidade das ações de Israel contra Judá. Ele é justo.
Verso 16: sem poder contar com a ajuda divina, Acaz apelou para um inimigo.
Verso 20: não faça aliança com o inimigo. Ele sempre causará problemas.
Verso 21: não entregue seu tesouro ao inimigo. Ele nunca estará satisfeito.
Verso 22: infelizmente, as dificuldades apenas endureceram ainda mais o coração do rei.
Verso 23: princípio da teologia da prosperidade: Acaz adorou deuses em troca de favores. Mas, em lugar de ajuda, os falsos deuses foram a causa da ruína de Israel.
Verso 24: como se não bastasse a adoração de falsos deuses, Acaz ainda fechou as portas do templo do Senhor. Não podemos fechar as portas do templo; devemos é escancará-las para receber pecadores como nós.
Promessa: Deus disciplina e pune para que Seus filhos voltem para “casa”.
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“No tempo de sua angústia, foi ainda mais infiel ao Senhor; ele mesmo, o rei Acaz.” 2 Crônicas 28:22
Acaz chegou a queimar seus filhos em sacrifício, como faziam os povos que Deus puniu (não “queime” seus filhos deixando de levá-los a Jesus). Tudo começou a dar errado para o reino de Judá, pois deram as costas para Deus. Abandonar o Senhor (fonte de vida) é convidar a morte.
Versos 9 e 10 – Deus usou Israel para punir Judá, mas Sua ira é misturada com misericórdia.
Versos 9 e 10: Deus condenou a severidade das ações de Israel contra Judá. Ele é justo.
Verso 16: sem poder contar com a ajuda divina, Acaz apelou para um inimigo.
Verso 20: não faça aliança com o inimigo. Ele sempre causará problemas.
Verso 21: não entregue seu tesouro ao inimigo. Ele nunca estará satisfeito.
Verso 22: infelizmente, as dificuldades apenas endureceram ainda mais o coração do rei.
Verso 23: princípio da teologia da prosperidade: Acaz adorou deuses em troca de favores. Mas, em lugar de ajuda, os falsos deuses foram a causa da ruína de Israel.
Verso 24: como se não bastasse a adoração de falsos deuses, Acaz ainda fechou as portas do templo do Senhor. Não podemos fechar as portas do templo; devemos é escancará-las para receber pecadores como nós.
Promessa: Deus disciplina e pune para que Seus filhos voltem para “casa”.
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Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente. Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus.
Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes, como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou, sacrificando no fogo seus filhos a eles. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.
Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) bons pais e uma boa educação não garantem a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntariamente se afasta do plano de proteção de Deus.
A trágica história de Acaz é uma advertência solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.
Grace Shim
Geração Juventude para Cristo
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II CRÔNICAS 28 – A interpretação teológica é fundamental para entender corretamente os eventos históricos. Visando essa interpretação, o cronista fundamenta-se em II Reis 16 para fazer sua teologia inspirada.
Crônicas é uma recapitulação teológica da história do povo de Deus, um processo inverso de Deuteronômio, o qual refletia olhando para o futuro. Deuteronômio alerta ao povo que adentrava na Terra Prometida a fim de que não a perdesse; Crônicas explica aos que retornaram recentemente do cativeiro a razão de Israel passar por tantas adversidades.
• Reflita: O que você acha que Deus diria se Ele recapitulasse tua história?
Baseando-me no esboço de Richard Pratt Jr. apresento-lhes os pontos do capítulo em análise:
INÍCIO DO REINADO DE ACAZ (vs. 1-5)
I. Fidelidade de Israel do norte para com Deus (vs. 6-15)
1. Israel vitorioso toma despojos e prisioneiros (vs. 6-8)
a) Israel recebe repreensão profética (vs. 9-11)
b) Israel responde à repreensão profética (vs. 12-13)
2. Israel vitorioso devolve os despojos e os prisioneiros (vs. 14-15)
II. Infidelidade de Acaz para com Deus (vs. 16-25)
1. Acaz falha em receber ajuda da Assíria (vs. 16-21)
a) Apelo inicial de Acaz à Assíria (v. 16)
• Acaz busca ajuda dos assírios (v. 16)
EXPLICAÇÃO DOS ATOS DE ACAZ (vs. 17-19)
• Acaz recebe resposta negativa (v. 20)
2. Acaz apela novamente à Assíria (v. 21)
a) Acaz busca intensamente a ajuda dos assírios (v. 21)
b) Acaz recebe resposta negativa novamente (v. 21)
3. Acaz fracasse em receber ajuda dos deuses siros (v. 22-25)
a) O aumento da infidelidade de Acaz (v. 22)
• Acaz adora os deuses siros (v. 23)
A RUÍNA DE ACAZ É EXPLICADA (v. 23)
• Mais adoração de outros deuses por Acaz (vs. 24-25)
b) Juízo sobre Acaz (v. 25)
FIM DO REINADO DE ACAZ (vs. 26-27)
O cronista faz teologia da história sagrada. Nenhuma liderança é significativa se Deus for desconsiderado.
• O líder político que não tem Deus como seu Líder não conseguirá fazer o melhor por sua nação.
A humilhação que Deus permitiu Judá passar foi para despertar a humildade em Acaz; contudo, Deus não obteve sucesso – humildade é uma questão pessoal. Tudo o que Deus faz (ou permite) visa nossa salvação; porém, a decisão de aceitar ou não é de cada indivíduo.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 28 – A interpretação teológica é fundamental para entender corretamente os eventos históricos. Visando essa interpretação, o cronista fundamenta-se em II Reis 16 para fazer sua teologia inspirada.
Crônicas é uma recapitulação teológica da história do povo de Deus, um processo inverso de Deuteronômio, o qual refletia olhando para o futuro. Deuteronômio alerta ao povo que adentrava na Terra Prometida a fim de que não a perdesse; Crônicas explica aos que retornaram recentemente do cativeiro a razão de Israel passar por tantas adversidades.
• Reflita: O que você acha que Deus diria se Ele recapitulasse tua história?
Baseando-me no esboço de Richard Pratt Jr. apresento-lhes os pontos do capítulo em análise:
INÍCIO DO REINADO DE ACAZ (vs. 1-5)
I. Fidelidade de Israel do norte para com Deus (vs. 6-15)
1. Israel vitorioso toma despojos e prisioneiros (vs. 6-8)
a) Israel recebe repreensão profética (vs. 9-11)
b) Israel responde à repreensão profética (vs. 12-13)
2. Israel vitorioso devolve os despojos e os prisioneiros (vs. 14-15)
II. Infidelidade de Acaz para com Deus (vs. 16-25)
1. Acaz falha em receber ajuda da Assíria (vs. 16-21)
a) Apelo inicial de Acaz à Assíria (v. 16)
• Acaz busca ajuda dos assírios (v. 16)
EXPLICAÇÃO DOS ATOS DE ACAZ (vs. 17-19)
• Acaz recebe resposta negativa (v. 20)
2. Acaz apela novamente à Assíria (v. 21)
a) Acaz busca intensamente a ajuda dos assírios (v. 21)
b) Acaz recebe resposta negativa novamente (v. 21)
3. Acaz fracasse em receber ajuda dos deuses siros (v. 22-25)
a) O aumento da infidelidade de Acaz (v. 22)
• Acaz adora os deuses siros (v. 23)
A RUÍNA DE ACAZ É EXPLICADA (v. 23)
• Mais adoração de outros deuses por Acaz (vs. 24-25)
b) Juízo sobre Acaz (v. 25)
FIM DO REINADO DE ACAZ (vs. 26-27)
O cronista faz teologia da história sagrada. Nenhuma liderança é significativa se Deus for desconsiderado.
• O líder político que não tem Deus como seu Líder não conseguirá fazer o melhor por sua nação.
A humilhação que Deus permitiu Judá passar foi para despertar a humildade em Acaz; contudo, Deus não obteve sucesso – humildade é uma questão pessoal. Tudo o que Deus faz (ou permite) visa nossa salvação; porém, a decisão de aceitar ou não é de cada indivíduo.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O capítulo de hoje me fez lembrar de duas brincadeiras de infância: a gangorra e “O seu rei mandou dizer”. Na primeira, o brinquedo promove a divertida sensação de subir e descer rapidamente. Porém, aplicando este movimento na vida real, a sensação e os resultados não são nada divertidos. A sucessão dos reis de Judá se deu mediante efeito gangorra. Entre altos e baixos, o povo experimentava a bênção e a maldição em intervalos intercalados de anos ou até mesmo de décadas.
Na segunda brincadeira, havia um “rei” que liderava os demais, e todos deviam fazer exatamente o que ele pedia. A nação que mais havia testemunhado os milagres e os livramentos divinos, era a que mais rejeitava a voz do “Senhor, seu Deus” (v.5). Trocaram a liderança divina por seus falíveis líderes terrenos. O reinado de Acaz pode facilmente servir como modelo de governo maldito. E foi por seguir os passos deste rei ímpio que Judá caiu “em dissolução” (v.19), retornando à condição de escravidão.
Humilhados, nus, machucados e famintos, os filhos da desobediência foram vistos pelos olhos da misericórdia. Por intermédio de Seu profeta, Deus falou ao coração dos filhos de Israel, que “levaram presos de Judá, seu povo irmão, duzentos mil” (v.8). Temendo “o brasume da ira do Senhor” (v.13), “alguns homens dentre os cabeças dos filhos de Efraim” (v.12) falaram a favor dos cativos, que após serem vestidos, calçados, alimentados e ungidos, foram mandados de volta “a seus irmãos” (v.15).
Ao invés de reconhecer a intervenção de Deus e Sua terna misericórdia, o rei Acaz foi “pedir aos reis da Assíria que o ajudassem” (v.16) e, “de todo, se entregou à transgressão contra o Senhor” (v.19). Mas um dos reis da Assíria “mandou dizer” que Acaz fez uma péssima escolha, pois ele “o pôs em aperto, em vez se fortalecê-lo” (v.20). E mesmo entregando nas mãos do inimigo os mais valiosos tesouros, “isso não o ajudou” (v.21). Em lhe sobrevindo grande angústia, “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor”, selando seu destino eterno, “ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).
Sabem, amados, quando estudamos a Bíblia sem aplicá-la à nossa vida corremos o risco de perder de vista o seu propósito original: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16). Em cada sentença da Bíblia há utilidade, há ensino, há correção, há educação, há vida. Seja por testemunhos inspiradores, seja por exemplos de apostasia, todo crente, que busca ao Senhor de todo o coração, é santificado pelo “está escrito”.
Toda liderança exerce poderosa influência, mas isso não significa que os liderados tenham que submeter-se em tudo. Como os fiéis apóstolos da igreja primitiva, diante da corrupção humana seja esta a nossa resoluta decisão: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). Perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), que na angústia não façamos como Acaz, mas como o salmista: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (Sl.120:1). O Reis dos reis lhes “mandou dizer”: “Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus… Ele vem e vos salvará” (Is.35:4). Vigiemos e oremos!
O capítulo de hoje me fez lembrar de duas brincadeiras de infância: a gangorra e “O seu rei mandou dizer”. Na primeira, o brinquedo promove a divertida sensação de subir e descer rapidamente. Porém, aplicando este movimento na vida real, a sensação e os resultados não são nada divertidos. A sucessão dos reis de Judá se deu mediante efeito gangorra. Entre altos e baixos, o povo experimentava a bênção e a maldição em intervalos intercalados de anos ou até mesmo de décadas.
Na segunda brincadeira, havia um “rei” que liderava os demais, e todos deviam fazer exatamente o que ele pedia. A nação que mais havia testemunhado os milagres e os livramentos divinos, era a que mais rejeitava a voz do “Senhor, seu Deus” (v.5). Trocaram a liderança divina por seus falíveis líderes terrenos. O reinado de Acaz pode facilmente servir como modelo de governo maldito. E foi por seguir os passos deste rei ímpio que Judá caiu “em dissolução” (v.19), retornando à condição de escravidão.
Humilhados, nus, machucados e famintos, os filhos da desobediência foram vistos pelos olhos da misericórdia. Por intermédio de Seu profeta, Deus falou ao coração dos filhos de Israel, que “levaram presos de Judá, seu povo irmão, duzentos mil” (v.8). Temendo “o brasume da ira do Senhor” (v.13), “alguns homens dentre os cabeças dos filhos de Efraim” (v.12) falaram a favor dos cativos, que após serem vestidos, calçados, alimentados e ungidos, foram mandados de volta “a seus irmãos” (v.15).
Ao invés de reconhecer a intervenção de Deus e Sua terna misericórdia, o rei Acaz foi “pedir aos reis da Assíria que o ajudassem” (v.16) e, “de todo, se entregou à transgressão contra o Senhor” (v.19). Mas um dos reis da Assíria “mandou dizer” que Acaz fez uma péssima escolha, pois ele “o pôs em aperto, em vez se fortalecê-lo” (v.20). E mesmo entregando nas mãos do inimigo os mais valiosos tesouros, “isso não o ajudou” (v.21). Em lhe sobrevindo grande angústia, “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor”, selando seu destino eterno, “ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).
Sabem, amados, quando estudamos a Bíblia sem aplicá-la à nossa vida corremos o risco de perder de vista o seu propósito original: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16). Em cada sentença da Bíblia há utilidade, há ensino, há correção, há educação, há vida. Seja por testemunhos inspiradores, seja por exemplos de apostasia, todo crente, que busca ao Senhor de todo o coração, é santificado pelo “está escrito”.
Toda liderança exerce poderosa influência, mas isso não significa que os liderados tenham que submeter-se em tudo. Como os fiéis apóstolos da igreja primitiva, diante da corrupção humana seja esta a nossa resoluta decisão: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). Perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), que na angústia não façamos como Acaz, mas como o salmista: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (Sl.120:1). O Reis dos reis lhes “mandou dizer”: “Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus… Ele vem e vos salvará” (Is.35:4). Vigiemos e oremos!
