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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Fiel em meio a infiéis
“Jotão se tornou cada vez mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus.” 2 Crônicas 27
Jotão começou a reinar com 25 anos de idade, e foi fiel, mesmo em meio a uma nação corrompida e pecadora. Esse jovem é prova de que não é preciso ceder à pressão do meio nem ir na “onda” dos maus.
Versos 2 e 6: Jotão fez o que o Senhor aprova e andava firmemente segundo a vontade de Deus. Belo registro!
Verso 3: Jotão reconstruiu a porta do templo, o que mostra seu cuidado pelas coisas de Deus. O que o Senhor quer que você reconstrua?
Verso 5: quando andamos com Deus, Ele nos ajuda nas batalhas da vida.
Verso 6: o poder só é válido e seguro quando vem de Deus e é mantido por Ele.
Verso 8: Jotão começou a reinar com 25 anos e foi fiel. Deus tem um plano e uma obra para os jovens.
Promessa: Mesmo que o povo seja corrupto, faça o que é certo. Não siga as multidões no que é errado. Deus vai abençoar você
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Jotão começou a reinar com 25 anos de idade, e foi fiel, mesmo em meio a uma nação corrompida e pecadora. Esse jovem é prova de que não é preciso ceder à pressão do meio nem ir na “onda” dos maus.
Versos 2 e 6: Jotão fez o que o Senhor aprova e andava firmemente segundo a vontade de Deus. Belo registro!
Verso 3: Jotão reconstruiu a porta do templo, o que mostra seu cuidado pelas coisas de Deus. O que o Senhor quer que você reconstrua?
Verso 5: quando andamos com Deus, Ele nos ajuda nas batalhas da vida.
Verso 6: o poder só é válido e seguro quando vem de Deus e é mantido por Ele.
Verso 8: Jotão começou a reinar com 25 anos e foi fiel. Deus tem um plano e uma obra para os jovens.
Promessa: Mesmo que o povo seja corrupto, faça o que é certo. Não siga as multidões no que é errado. Deus vai abençoar você
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Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Jotão tornou-se rei aos 25 anos e reinou por dezesseis anos. Muitos reis são apresentados no livro de Crônicas. Para muitos, apenas o seu pai é mencionado, mas para alguns, como Jotão, sua mãe também é mencionada. Curiosamente, quando uma mãe ou esposa é mencionada, quase sempre é seguida por uma declaração da fidelidade do rei. Ou: “Ele fez o que é certo aos olhos do Senhor” ou “Ele fez o mal diante do Senhor”. Alguns até vão mais longe, dizendo que o rei fez o mal porque sua esposa ou mãe o encorajaram nessa direção.
Jotão teve um bom pai. Uzias foi fiel na maior parte do tempo, mas a fama trouxe o orgulho que o fez tropeçar feio. A Bíblia apresenta a mãe de Jotão pouco antes de afirmar que Jotão se saiu bem, assim como seu pai, e ele não incorreu no mesmo pecado que seu pai havia cometido.
Cada um de nós é responsável por nosso próprio relacionamento pessoal com Deus, mas, no entanto, a Bíblia deixa claro que nossos relacionamentos mais próximos tem uma forte influência sobre nós. Trabalhemos por não apenas manter forte nosso próprio relacionamento com Deus, mas também encorajar as pessoas mais próximas a nós.
Lisa Ward
Funcionária da IASD Country Life, Cleburne, Texas EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II CRÔNICAS 27 – Nossa vida, família, cidade, nação e mundo seriam bem melhores se houvesse mais busca pela vontade de Deus!
Jotão “foi um rei bom e próspero”. Ele “reinou de c. 750 a c. 732” a.C. escreveu Merril F. Unger. “Sua força residia no fato de considerar Deus em tudo o que fazia” (William MacDonald). “Sua vitória sobre os amonitas foi atribuída ao favor de Deus para com ele” (Kenneth A. Mathews).
O relato de Jotão encontra paralelo em II Reis 15:32-38, contudo “de forma característica, o autor de Crônicas salienta a causa da prosperidade: consagração ao Senhor” (Francis D. Nichol), conquanto “o povo continuava na prática do mal” (v. 2). Pela falta de reparo espiritual, as coisas não permaneceriam avançando bem. “Os pronunciamentos dos profetas desse período dão evidências de que existia uma corrupção moral profundamente arraigada que estava minando a força da nação (Is. 1:4; 21-24; Os 4:1, 2; Mq 3:10-12)” (Nichol).
“A descrição do reino de Jotão é uma das mais breves em Crônicas. O ponto principal que o autor quer assinalar é que, diferente de seu pai, Jotão não foi dominado pelo orgulho como resultado do poder. A comparação é clara: ‘Havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína’ (26:16), mas Jotão ‘se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus (27:6). Uma pessoa pode tornar-se poderosa e continuar verdadeira para com Deus” (Nupanga Weanzana).
“Jotão viria a ser considerado um bom rei, apesar de seu filho, Acaz, ter sido um rei perverso. Na verdade, desde Jotão, décimo primeiro rei de Judá, até Zedequias, o vigésimo e último rei de Judá, somente Jotão, Ezequias e Josias foram chamados de reis bons – três dentre dez. O Senhor manteve a lâmpada de Davi acesa em Jerusalém todos esses anos, mas chegou um momento em que precisou deportar a nação para Babilônia e castigar o povo por seus pecados […]. No entanto, apesar dos pecados e das fraquezas de seu povo, o Senhor guardou um remanescente piedoso em sua nação, e seria desse remanescente que um dia viria o Messias” (Warren W. Wiersbe).
Deixe Deus dirigir teus caminhos, então verás quão bom será. Deixe-O ser teu Deus e serás recompensado! – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 27 – Nossa vida, família, cidade, nação e mundo seriam bem melhores se houvesse mais busca pela vontade de Deus!
Jotão “foi um rei bom e próspero”. Ele “reinou de c. 750 a c. 732” a.C. escreveu Merril F. Unger. “Sua força residia no fato de considerar Deus em tudo o que fazia” (William MacDonald). “Sua vitória sobre os amonitas foi atribuída ao favor de Deus para com ele” (Kenneth A. Mathews).
O relato de Jotão encontra paralelo em II Reis 15:32-38, contudo “de forma característica, o autor de Crônicas salienta a causa da prosperidade: consagração ao Senhor” (Francis D. Nichol), conquanto “o povo continuava na prática do mal” (v. 2). Pela falta de reparo espiritual, as coisas não permaneceriam avançando bem. “Os pronunciamentos dos profetas desse período dão evidências de que existia uma corrupção moral profundamente arraigada que estava minando a força da nação (Is. 1:4; 21-24; Os 4:1, 2; Mq 3:10-12)” (Nichol).
“A descrição do reino de Jotão é uma das mais breves em Crônicas. O ponto principal que o autor quer assinalar é que, diferente de seu pai, Jotão não foi dominado pelo orgulho como resultado do poder. A comparação é clara: ‘Havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína’ (26:16), mas Jotão ‘se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus (27:6). Uma pessoa pode tornar-se poderosa e continuar verdadeira para com Deus” (Nupanga Weanzana).
“Jotão viria a ser considerado um bom rei, apesar de seu filho, Acaz, ter sido um rei perverso. Na verdade, desde Jotão, décimo primeiro rei de Judá, até Zedequias, o vigésimo e último rei de Judá, somente Jotão, Ezequias e Josias foram chamados de reis bons – três dentre dez. O Senhor manteve a lâmpada de Davi acesa em Jerusalém todos esses anos, mas chegou um momento em que precisou deportar a nação para Babilônia e castigar o povo por seus pecados […]. No entanto, apesar dos pecados e das fraquezas de seu povo, o Senhor guardou um remanescente piedoso em sua nação, e seria desse remanescente que um dia viria o Messias” (Warren W. Wiersbe).
Deixe Deus dirigir teus caminhos, então verás quão bom será. Deixe-O ser teu Deus e serás recompensado! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Jotão foi um rei que a Bíblia não revela muita coisa a seu respeito. Tanto no relato de Crônicas, quanto no livro de 2Reis, capítulo 15, poucos são os versos que contam a história de Jotão. Foram dezesseis anos de reinado resumidos em exatos dezesseis versículos bíblicos. Podem ter a certeza de uma coisa, tudo o que precisávamos saber sobre esse rei, Deus nos deixou escrito. E o versículo seis nos oferece um resumo da vida dele: um excelente “motorista”. Leia novamente o versículo seis e confira a minha afirmação: “Assim, Jotão se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus”.
Nas estradas da vida, Jotão era plenamente habilitado para trafegar com segurança, porque o seu condutor era o Senhor. E a sua escolha foi o que o tornou “mais poderoso”. Porém, uma coisa faltou a Jotão: conduzir o povo para esta mesma via segura. Pois “o povo continuava na prática do mal” (v.2). Ele teve a oportunidade, desperdiçada por seu pai, de reaproximar o povo de Deus. Mas a sua história se resumiu a “guerras e empreendimentos” (v.7). Não temos como saber se ele realmente foi negligente ou não. Não temos como afirmar que ele foi omisso diante da idolatria de Judá, mas foi em seus dias que o Senhor enviou contra Judá reis que lhe fizessem guerra, com o fim de corrigir o povo e de reconduzi-lo ao caminho certo.
Jotão não teve a ousadia de Josafá, no entanto, sua vida lhe rendeu uma biografia privilegiada em comparação com os tantos reis perversos de Israel e de Judá. Nós estamos inseridos em um conflito cada vez mais intenso. A prática do mal pode ser vista a todo instante, e, muitas vezes, até nos atinge sem que tenhamos contribuído para isso. E prosseguimos no “trânsito” deste mundo sem saber se seremos mais uma vítima de “motoristas” embriagados com o êxtase do pecado. Porém, uma coisa é certa, se escolhermos fazer como fez Jotão, a nossa jornada aqui pode até ser interrompida, mas descansaremos para sermos despertados para a jornada eterna: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Lembram? “Tomai posição” (2Cr.20:17), com joelhos no chão e Jesus no coração. Então, Ele cuidará de ser o nosso “GPS”, conduzindo a nossa vida segundo a Sua vontade. Ore, persevere e sua biografia será eterna. Vigiemos e oremos!
Jotão foi um rei que a Bíblia não revela muita coisa a seu respeito. Tanto no relato de Crônicas, quanto no livro de 2Reis, capítulo 15, poucos são os versos que contam a história de Jotão. Foram dezesseis anos de reinado resumidos em exatos dezesseis versículos bíblicos. Podem ter a certeza de uma coisa, tudo o que precisávamos saber sobre esse rei, Deus nos deixou escrito. E o versículo seis nos oferece um resumo da vida dele: um excelente “motorista”. Leia novamente o versículo seis e confira a minha afirmação: “Assim, Jotão se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus”.
Nas estradas da vida, Jotão era plenamente habilitado para trafegar com segurança, porque o seu condutor era o Senhor. E a sua escolha foi o que o tornou “mais poderoso”. Porém, uma coisa faltou a Jotão: conduzir o povo para esta mesma via segura. Pois “o povo continuava na prática do mal” (v.2). Ele teve a oportunidade, desperdiçada por seu pai, de reaproximar o povo de Deus. Mas a sua história se resumiu a “guerras e empreendimentos” (v.7). Não temos como saber se ele realmente foi negligente ou não. Não temos como afirmar que ele foi omisso diante da idolatria de Judá, mas foi em seus dias que o Senhor enviou contra Judá reis que lhe fizessem guerra, com o fim de corrigir o povo e de reconduzi-lo ao caminho certo.
Jotão não teve a ousadia de Josafá, no entanto, sua vida lhe rendeu uma biografia privilegiada em comparação com os tantos reis perversos de Israel e de Judá. Nós estamos inseridos em um conflito cada vez mais intenso. A prática do mal pode ser vista a todo instante, e, muitas vezes, até nos atinge sem que tenhamos contribuído para isso. E prosseguimos no “trânsito” deste mundo sem saber se seremos mais uma vítima de “motoristas” embriagados com o êxtase do pecado. Porém, uma coisa é certa, se escolhermos fazer como fez Jotão, a nossa jornada aqui pode até ser interrompida, mas descansaremos para sermos despertados para a jornada eterna: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Lembram? “Tomai posição” (2Cr.20:17), com joelhos no chão e Jesus no coração. Então, Ele cuidará de ser o nosso “GPS”, conduzindo a nossa vida segundo a Sua vontade. Ore, persevere e sua biografia será eterna. Vigiemos e oremos!
