Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Incenso na mão e lepra na testa
“Enquanto Uzias buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. [...] Mas depois que Uzias se tornou poderoso, o coração dele se exaltou para a sua própria ruína.” 2 Crônicas 26:5, 16
Uzias seguiu os passos do pai: (1) fez o que o Senhor aprova, (2) tornou-se poderoso, (3) orgulhoso e (4) terminou mal.
Verso 4: Deus é misericordioso: mesmo tendo Amazias cometido pecado, Ele o elogiou por ter feito algo correto. Vamos agir como o Senhor e enaltecer o que as pessoas têm de bom.
Verso 5: “Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar.” A importância da permanência/perseverança.
Verso 12: antes de ser homens de combate (ou qualquer outra coisa), devemos ser “chefes de família”, sacerdotes do lar.
Verso 15: temos que usar a tecnologia para lutar do lado certo do conflito.
Verso 16: “O seu orgulho provocou a sua queda.” Sempre ele! O orgulho cegou Uzias a ponto de ele assumir prerrogativas sacerdotais que lhe eram proibidas.
Verso 16: o pecado nos afasta gradativamente de Deus. Longe Dele somos capazes de fazer loucuras.
Verso 17: o mundo precisa de sacerdotes corajosos que não temam enfrentar os poderosos a fim de defender o que é certo.
Verso 19: a loucura de Uzias foi punida com um símbolo do pecado, na testa: a lepra.
Verso 21: fim dos orgulhosos que vivem em pecado: desprezo, humilhação e isolamento.
Promessa: Fama e poder são coisas perigosas na vida de quem não sabe lidar com eles. Sem consagração e entrega, podem se tornar maldição. Nas mãos de Deus podem abençoar muita gente.
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“Enquanto Uzias buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. [...] Mas depois que Uzias se tornou poderoso, o coração dele se exaltou para a sua própria ruína.” 2 Crônicas 26:5, 16
Uzias seguiu os passos do pai: (1) fez o que o Senhor aprova, (2) tornou-se poderoso, (3) orgulhoso e (4) terminou mal.
Verso 4: Deus é misericordioso: mesmo tendo Amazias cometido pecado, Ele o elogiou por ter feito algo correto. Vamos agir como o Senhor e enaltecer o que as pessoas têm de bom.
Verso 5: “Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar.” A importância da permanência/perseverança.
Verso 12: antes de ser homens de combate (ou qualquer outra coisa), devemos ser “chefes de família”, sacerdotes do lar.
Verso 15: temos que usar a tecnologia para lutar do lado certo do conflito.
Verso 16: “O seu orgulho provocou a sua queda.” Sempre ele! O orgulho cegou Uzias a ponto de ele assumir prerrogativas sacerdotais que lhe eram proibidas.
Verso 16: o pecado nos afasta gradativamente de Deus. Longe Dele somos capazes de fazer loucuras.
Verso 17: o mundo precisa de sacerdotes corajosos que não temam enfrentar os poderosos a fim de defender o que é certo.
Verso 19: a loucura de Uzias foi punida com um símbolo do pecado, na testa: a lepra.
Verso 21: fim dos orgulhosos que vivem em pecado: desprezo, humilhação e isolamento.
Promessa: Fama e poder são coisas perigosas na vida de quem não sabe lidar com eles. Sem consagração e entrega, podem se tornar maldição. Nas mãos de Deus podem abençoar muita gente.
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Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Minha percepção infantil de Joás foi quebrada quando eu li o final de sua vida. Não posso deixar de perguntar o que aconteceu com o inocente Joás, rei fiel dos meus antigos livros de história.Tão logo perdeu o apoio espiritual de seu mentor sacerdotal, Joás se sentiu fortemente atraído para a apostasia dos vizinhos de Judá. E a mudança foi radical e implacável. Deus envia-lhe então profeta após profeta para adverti-lo, porém sem sucesso (v. 19).
Finalmente, Joás morreu, assassinado por gente do seu convívio pessoal. Tudo porque ele seguiu o mau conselho dos que lhe eram próximos.
Consideremos o apelo emocionado de Ellen White a seus filhos Edson e Willie como um apelo de Deus aos nossos corações. Ela escreveu:
“Nós queremos que vocês se salvem. Queremos que vocês sejam pessoas corretas, e vivam para Deus, e sejam uma honra para a Sua causa. Vigie, Edson, contra as investidas de Satanás. Seja sóbrio e vigilante, e Deus lhe capacitará a ser vitorioso. Meu querido pequeno Willie, que o Senhor te abençoe. Estaremos orando por vocês. Orem a favor de vocês mesmos” (Appeal to Youth, p. 75).
Alvin Cardona
Geração Juventude para Cristo
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Mostre-me que você anda com Deus que te direi quem tu és. Dito de outra forma, priorize o pecado e rejeite aos mensageiros de Deus e, ainda que me digas que serves a Deus, eu jamais acreditarei.
Observe atentamente as duas fases da vida de Joás:
1. Ao ceder às influências piedosas, a vida de qualquer indivíduo, inclusive rei, priorizará a Deus, Sua vontade, Seu reino e a espiritualidade de Seu povo. Joás, sob influência positiva, desde os 7 anos no reino, “fez o que era reto perante o Senhor todos os dias do sacerdote Joiada”, não todos os dias de sua vida. Nesse tempo, ele foi zeloso com a Casa de Deus e regeu um movimento objetivando a restauração dessa Casa que havia sido arruinada no período de Atalia (vs. 1-16).
2. Ao ceder às influências perversas, a vida de qualquer indivíduo, inclusive rei, desprezará a Deus, Seus mensageiros e Sua vontade para prezar pela frieza e indiferença. Após a morte de Joiada, Joás deixou-se guiar por pessoas perversas; consequentemente, mandou matar o filho de seu tutor quando este, cheio do Espírito Santo, profetizou a ira do Senhor contra Judá e Jerusalém. E, certamente, o juízo veio! Joás morreu de forma vergonhosa, infelizmente (vs. 17-27).
Os ex-exilados judeus tinham estas duas opções de vida. Nós também. Nossa vida pode ter estas duas fases: Sem Deus, e com Deus; contudo, estaremos em desvantagem se morrermos longe de Deus.
Quem anda com Deus, buscando Sua presença e priorizando Sua vontade certamente mostrará zelo pelas coisas sagradas. Mas, quem se divorcia de Deus, fará coisas perversas e morrerá como quem foi ímpio a vida inteira.
Nossa atitude para com Deus hoje faz total diferença na vida presente e futura. Servimos a Deus e receberemos bênçãos, ou, servimos ao pecado e atrairemos juízos. O sacerdote Joiada foi sepultado com os reis (v. 16), mas, o rei Joás, não! (v. 26).
Podemos fazer o que quisermos com nossa vida, só não poderemos escolher os resultados que queremos. Podemos escolher servir a Deus ou ao diabo, mas não há como sermos abençoados vivendo em pecado.
O Pr. Gerson Pires de Araújo já dizia: “Oxalá cada um soubesse que é dono de seu próprio destino”.
Hoje, escolha bem! – Heber Toth Armí.
Mostre-me que você anda com Deus que te direi quem tu és. Dito de outra forma, priorize o pecado e rejeite aos mensageiros de Deus e, ainda que me digas que serves a Deus, eu jamais acreditarei.
Observe atentamente as duas fases da vida de Joás:
1. Ao ceder às influências piedosas, a vida de qualquer indivíduo, inclusive rei, priorizará a Deus, Sua vontade, Seu reino e a espiritualidade de Seu povo. Joás, sob influência positiva, desde os 7 anos no reino, “fez o que era reto perante o Senhor todos os dias do sacerdote Joiada”, não todos os dias de sua vida. Nesse tempo, ele foi zeloso com a Casa de Deus e regeu um movimento objetivando a restauração dessa Casa que havia sido arruinada no período de Atalia (vs. 1-16).
2. Ao ceder às influências perversas, a vida de qualquer indivíduo, inclusive rei, desprezará a Deus, Seus mensageiros e Sua vontade para prezar pela frieza e indiferença. Após a morte de Joiada, Joás deixou-se guiar por pessoas perversas; consequentemente, mandou matar o filho de seu tutor quando este, cheio do Espírito Santo, profetizou a ira do Senhor contra Judá e Jerusalém. E, certamente, o juízo veio! Joás morreu de forma vergonhosa, infelizmente (vs. 17-27).
Os ex-exilados judeus tinham estas duas opções de vida. Nós também. Nossa vida pode ter estas duas fases: Sem Deus, e com Deus; contudo, estaremos em desvantagem se morrermos longe de Deus.
Quem anda com Deus, buscando Sua presença e priorizando Sua vontade certamente mostrará zelo pelas coisas sagradas. Mas, quem se divorcia de Deus, fará coisas perversas e morrerá como quem foi ímpio a vida inteira.
Nossa atitude para com Deus hoje faz total diferença na vida presente e futura. Servimos a Deus e receberemos bênçãos, ou, servimos ao pecado e atrairemos juízos. O sacerdote Joiada foi sepultado com os reis (v. 16), mas, o rei Joás, não! (v. 26).
Podemos fazer o que quisermos com nossa vida, só não poderemos escolher os resultados que queremos. Podemos escolher servir a Deus ou ao diabo, mas não há como sermos abençoados vivendo em pecado.
O Pr. Gerson Pires de Araújo já dizia: “Oxalá cada um soubesse que é dono de seu próprio destino”.
Hoje, escolha bem! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O rei Joás fez “o que era reto perante o Senhor todos os dias do sacerdote Joiada” (v.2). Esse relato seria maravilhoso não fosse a sua conclusão. Joiada havia sido a figura paterna que Joás conheceu, seu professor e principal conselheiro. Sob os conselhos de Joiada, Joás agia com retidão e possuía propósitos nobres, como a reforma da Casa do Senhor. Aparentemente, Joás até se mostrou mais sensível à causa de Deus do que o próprio Joiada. Enquanto o rei tinha pressa em reformar o templo, pareceu que o sacerdote não foi tão diligente nesta causa. Mas a estratégia de Joás fez com que em pouco tempo houvesse recursos suficientes para reparar a Casa do Senhor e consolidá-la.
Além disso, “continuamente ofereceram holocaustos na Casa do Senhor, todos os dias de Joiada” (v.14). Não era apenas Joás que mantinha o perfil de um verdadeiro adorador, o povo também parecia estar na mesma sintonia. Entretanto, com a morte de Joiada, a máscara da santidade caiu. Joiada foi um homem tão considerado pelo povo que foi sepultado “com os reis; porque tinha feito bem em Israel e para com Deus e a sua casa” (v.16). Mas que decepção seria a de Joiada se pudesse ver o que se tornou aquele que protegeu com risco da própria vida e que criou como um filho. Foi só Joiada morrer para Joás sepultar junto com ele todos os sábios ensinamentos que recebeu.
Além de uma vida recebendo os cuidados de um homem de Deus, Joás e o povo ainda receberam da parte do Senhor “profetas para os reconduzir a Si” (v.19). Mas todas estas oportunidades foram lançadas por terra quando Joás tirou a vida do filho daquele que tanto o amou. A desgraça não caiu sobre Zacarias, pois o Seu galardão está guardado. A desgraça caiu sobre Joás, assinando a sua própria sentença de morte, como observamos nas últimas palavras de Zacarias: “O Senhor o verá e o retribuirá” (v.22). E assim se fez, conforme a Palavra do Senhor por intermédio de Seu profeta.
Meus amados, precisamos fazer um constante exame de nosso coração, como advertiu Paulo: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2Co.13:5). Estamos sendo fiéis a Deus porque o nosso líder espiritual está vendo? Somos fiéis porque o cargo que ocupamos na igreja assim o exige? Se assim o fazemos, sinto muito, mas a nossa vida cristã é uma mentira; uma linda fachada com um interior em ruínas. A reforma que Joás tão diligentemente empregou no templo deveria ter sido feita acompanhada de um reavivamento espiritual. Era importante reformar a Casa do Senhor, porém, antes importava que conhecessem ao Senhor da Casa.
Enquanto “a reparação tinha bom êxito com eles” (v.13), na restauração da Casa de Deus, a reparação de seus corações era deixada de lado. Enquanto a fidelidade de Joiada o fez ser sepultado como um rei, a maldade de Joás o fez ser sepultado como um homem comum. A mudança de rota de Joás nos deixa uma tremenda advertência. E sobre isso Ellen White escreveu: “Não temos exteriormente inimigos que precisemos temer. Nosso grande conflito é contra o eu não consagrado” (RH, 5/3/1908). Eis a nossa maior luta!
A restauração que tanto necessitamos deve ser feita de dentro para fora. Não adianta aparência de santidade, quando a santidade não é vivida. Precisamos desesperadamente de conversão e perseverança, só então a reparação exterior acontecerá naturalmente. Quando o Senhor olhar para nós, que Ele veja o manto de justiça de Cristo a nos cobrir e nos retribua segundo os méritos dEle. Que o seu cristianismo não se limite à presença de pessoas, mas que à cada dia a sua comunhão com Deus repare a sua vida, “apressai-vos nisto” (v.5)! Vigiemos e oremos!
O rei Joás fez “o que era reto perante o Senhor todos os dias do sacerdote Joiada” (v.2). Esse relato seria maravilhoso não fosse a sua conclusão. Joiada havia sido a figura paterna que Joás conheceu, seu professor e principal conselheiro. Sob os conselhos de Joiada, Joás agia com retidão e possuía propósitos nobres, como a reforma da Casa do Senhor. Aparentemente, Joás até se mostrou mais sensível à causa de Deus do que o próprio Joiada. Enquanto o rei tinha pressa em reformar o templo, pareceu que o sacerdote não foi tão diligente nesta causa. Mas a estratégia de Joás fez com que em pouco tempo houvesse recursos suficientes para reparar a Casa do Senhor e consolidá-la.
Além disso, “continuamente ofereceram holocaustos na Casa do Senhor, todos os dias de Joiada” (v.14). Não era apenas Joás que mantinha o perfil de um verdadeiro adorador, o povo também parecia estar na mesma sintonia. Entretanto, com a morte de Joiada, a máscara da santidade caiu. Joiada foi um homem tão considerado pelo povo que foi sepultado “com os reis; porque tinha feito bem em Israel e para com Deus e a sua casa” (v.16). Mas que decepção seria a de Joiada se pudesse ver o que se tornou aquele que protegeu com risco da própria vida e que criou como um filho. Foi só Joiada morrer para Joás sepultar junto com ele todos os sábios ensinamentos que recebeu.
Além de uma vida recebendo os cuidados de um homem de Deus, Joás e o povo ainda receberam da parte do Senhor “profetas para os reconduzir a Si” (v.19). Mas todas estas oportunidades foram lançadas por terra quando Joás tirou a vida do filho daquele que tanto o amou. A desgraça não caiu sobre Zacarias, pois o Seu galardão está guardado. A desgraça caiu sobre Joás, assinando a sua própria sentença de morte, como observamos nas últimas palavras de Zacarias: “O Senhor o verá e o retribuirá” (v.22). E assim se fez, conforme a Palavra do Senhor por intermédio de Seu profeta.
Meus amados, precisamos fazer um constante exame de nosso coração, como advertiu Paulo: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2Co.13:5). Estamos sendo fiéis a Deus porque o nosso líder espiritual está vendo? Somos fiéis porque o cargo que ocupamos na igreja assim o exige? Se assim o fazemos, sinto muito, mas a nossa vida cristã é uma mentira; uma linda fachada com um interior em ruínas. A reforma que Joás tão diligentemente empregou no templo deveria ter sido feita acompanhada de um reavivamento espiritual. Era importante reformar a Casa do Senhor, porém, antes importava que conhecessem ao Senhor da Casa.
Enquanto “a reparação tinha bom êxito com eles” (v.13), na restauração da Casa de Deus, a reparação de seus corações era deixada de lado. Enquanto a fidelidade de Joiada o fez ser sepultado como um rei, a maldade de Joás o fez ser sepultado como um homem comum. A mudança de rota de Joás nos deixa uma tremenda advertência. E sobre isso Ellen White escreveu: “Não temos exteriormente inimigos que precisemos temer. Nosso grande conflito é contra o eu não consagrado” (RH, 5/3/1908). Eis a nossa maior luta!
A restauração que tanto necessitamos deve ser feita de dentro para fora. Não adianta aparência de santidade, quando a santidade não é vivida. Precisamos desesperadamente de conversão e perseverança, só então a reparação exterior acontecerá naturalmente. Quando o Senhor olhar para nós, que Ele veja o manto de justiça de Cristo a nos cobrir e nos retribua segundo os méritos dEle. Que o seu cristianismo não se limite à presença de pessoas, mas que à cada dia a sua comunhão com Deus repare a sua vida, “apressai-vos nisto” (v.5)! Vigiemos e oremos!
