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Pr. Michelson Borges
A loucura de Amazias
“Por que você está buscando deuses que não puderam livrar do seu ataque o povo deles.” 2 Crônicas 25:15
“Amazias [...] fez o que o Senhor aprova, mas não de todo o coração” (v. 1, 2). Eis o problema. Servir a Deus, mas não de coração, torna a vida religiosa um fardo. O afastamento de Deus por parte do rei foi gradual, até o ponto de ele cometer a loucura de confiar em falsos deuses que não haviam sequer protegido o povo contra os ataques de Judá. Quantos ainda hoje confiam em falsos deuses – métodos, ideologias, comportamentos – que não levam a nada, ou, pior, levam à ruína...
Verso 4: na execução da sentença contra os assassinos de seu pai, Amazias seguiu a lei de Moisés e não matou os filhos deles. A lei de Moisés ajudava a conter a vingança desproporcional.
Verso 4: “Cada um morrerá pelo seu próprio pecado.” Deus é justo.
Versos 7 e 8: sem Deus, a derrota sempre é certa. Siga a Palavra Dele.
Verso 9: Riquezas, poder e prazer? “O Senhor pode dar-lhe muito mais que isso.”
Verso 10: cuidado com decisões precipitadas! Se tiver que voltar atrás, isso pode irritar muita gente.
Versos 14 e 15: a loucura de Amazias: passou a adorar os deuses do povo derrotado.
Verso 27: sem a proteção de Deus, o rei foi alvo de conspirações e perseguição.
Promessa: Servir a Deus, mas não de coração, torna a vida religiosa um fardo. Entregue o coração ao Senhor e desfrute da paz que vem disso.
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“Por que você está buscando deuses que não puderam livrar do seu ataque o povo deles.” 2 Crônicas 25:15
“Amazias [...] fez o que o Senhor aprova, mas não de todo o coração” (v. 1, 2). Eis o problema. Servir a Deus, mas não de coração, torna a vida religiosa um fardo. O afastamento de Deus por parte do rei foi gradual, até o ponto de ele cometer a loucura de confiar em falsos deuses que não haviam sequer protegido o povo contra os ataques de Judá. Quantos ainda hoje confiam em falsos deuses – métodos, ideologias, comportamentos – que não levam a nada, ou, pior, levam à ruína...
Verso 4: na execução da sentença contra os assassinos de seu pai, Amazias seguiu a lei de Moisés e não matou os filhos deles. A lei de Moisés ajudava a conter a vingança desproporcional.
Verso 4: “Cada um morrerá pelo seu próprio pecado.” Deus é justo.
Versos 7 e 8: sem Deus, a derrota sempre é certa. Siga a Palavra Dele.
Verso 9: Riquezas, poder e prazer? “O Senhor pode dar-lhe muito mais que isso.”
Verso 10: cuidado com decisões precipitadas! Se tiver que voltar atrás, isso pode irritar muita gente.
Versos 14 e 15: a loucura de Amazias: passou a adorar os deuses do povo derrotado.
Verso 27: sem a proteção de Deus, o rei foi alvo de conspirações e perseguição.
Promessa: Servir a Deus, mas não de coração, torna a vida religiosa um fardo. Entregue o coração ao Senhor e desfrute da paz que vem disso.
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Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Em 2 Crônicas 25 o cronista mostra a real razão – omitida em 2 Reis 14 – da vitória de Amazias na batalha contra os edomitas: ele ouviu as palavras do profeta. Além disso, a história de Amazias é dividida em duas porções: a primeira conta sua boa conduta inicial e a segunda suas más escolhas em se desviar dos caminhos do Senhor e as desastrosas consequências disso.
Podemos aprender duas coisas aqui. Primeiro, nem sempre o mundo sabe qual é a verdadeira razão para o sucesso em quaisquer áreas da vida de quem ouve ao Senhor. Mas quando serve aos Seus propósitos, Deus mostra às pessoas como nossa fidelidade ao Senhor é recompensada com Seu cuidado e proteção. A vida cristã nem sempre é marcada por grandes vitórias visíveis ao mundo, mas a derrota não é a característica determinante na vida de um cristão.
Em segundo lugar, apesar de ser obediente inicialmente, o v. 14 mostra que o coração de Amazias nunca foi completamente do Senhor e isso foi a causa de sua ruína. Jesus nos advertiu a não servirmos dois senhores (Mt 6:24). Que nosso coração pertença apenas ao nosso Salvador hoje e sempre.
Clacir Virmes Junior
Professor do Seminário Latino Americano de Teologia, Bahia, Brasil
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II CRÔNICAS 25 – É perda de tempo fazer sem sinceridade o que é certo, nobre e honesto. Tem indivíduo que não aproveitará as glórias da eternidade no Céu nem os inúmeros prazeres do mundo perverso – porque está na igreja desprovido de sinceridade. Tem gente que faz e fará coisas boas e mesmo assim será reprovado por Deus. Isso está claro no relato de hoje: Amazias fez o que era reto perante o Senhor, mas não com inteireza de coração.
1. Fazer o que é correto diante do Senhor, mas ter o coração longe de Deus não garante a aprovação de Deus e nem a salvação de ninguém (vs. 1-4).
2. Desejar o sucesso da obediência é uma coisa, mas obedecer de coração é outra coisa. Na prática, obedecer de coração quase não se nota, pois obedientes por interesse e obedientes de coração revelarão comportamentos parecidos; só Deus vê o coração (vs. 5-13).
3. Quem obedece por interesse poderá até obter vitórias e sucessos, porém, logo sua arrogância e indiferença a Deus e Seus mensageiros revelará hipocrisia (vs. 14-16).
4. Quem não é íntegro para com Deus é provocador de intrigas, instiga outros à briga; sua arrogância desafia a força dos outros, rouba a paz de seu irmão, se mete em confusão… (vs. 17-24); contudo, como fica evidente, o orgulho precede a ruína (vs. 25-28).
Quem provoca os outros morre mais cedo. Amazias morreu aos 54 anos, quando poderia ter vivido mais. As bênçãos e vitórias dadas por Deus enchem de orgulho os crentes vazios de Deus. O orgulho, fonte muitos males, provoca autodestruição em quem é dominado por ele. A falta de humildade e integridade perante Deus é a causa de inúmeras calamidades. Ambição, materialismo, vaidade e idolatria tem como fundamento o orgulho.
Ser filho de pais piedosos, fazer coisas certas, andar segundo a Lei revelada, alcançar vitórias com auxílio divino, sem entregar inteiramente o coração a Deus, é insuficiente para a salvação. Uma fé superficial, uma vida cristã de fachada, o praticar os princípios bíblicos externamente, implica em falta de integridade e sinceridade. John Paulien observou: “Nenhuma experiência com Deus exercerá algum impacto significativo sobre a sociedade secular, a menos que seja autêntica e faça diferença em cada aspecto de nossa vida”. Fuja da religiosidade vazia de Amazias! – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 25 – É perda de tempo fazer sem sinceridade o que é certo, nobre e honesto. Tem indivíduo que não aproveitará as glórias da eternidade no Céu nem os inúmeros prazeres do mundo perverso – porque está na igreja desprovido de sinceridade. Tem gente que faz e fará coisas boas e mesmo assim será reprovado por Deus. Isso está claro no relato de hoje: Amazias fez o que era reto perante o Senhor, mas não com inteireza de coração.
1. Fazer o que é correto diante do Senhor, mas ter o coração longe de Deus não garante a aprovação de Deus e nem a salvação de ninguém (vs. 1-4).
2. Desejar o sucesso da obediência é uma coisa, mas obedecer de coração é outra coisa. Na prática, obedecer de coração quase não se nota, pois obedientes por interesse e obedientes de coração revelarão comportamentos parecidos; só Deus vê o coração (vs. 5-13).
3. Quem obedece por interesse poderá até obter vitórias e sucessos, porém, logo sua arrogância e indiferença a Deus e Seus mensageiros revelará hipocrisia (vs. 14-16).
4. Quem não é íntegro para com Deus é provocador de intrigas, instiga outros à briga; sua arrogância desafia a força dos outros, rouba a paz de seu irmão, se mete em confusão… (vs. 17-24); contudo, como fica evidente, o orgulho precede a ruína (vs. 25-28).
Quem provoca os outros morre mais cedo. Amazias morreu aos 54 anos, quando poderia ter vivido mais. As bênçãos e vitórias dadas por Deus enchem de orgulho os crentes vazios de Deus. O orgulho, fonte muitos males, provoca autodestruição em quem é dominado por ele. A falta de humildade e integridade perante Deus é a causa de inúmeras calamidades. Ambição, materialismo, vaidade e idolatria tem como fundamento o orgulho.
Ser filho de pais piedosos, fazer coisas certas, andar segundo a Lei revelada, alcançar vitórias com auxílio divino, sem entregar inteiramente o coração a Deus, é insuficiente para a salvação. Uma fé superficial, uma vida cristã de fachada, o praticar os princípios bíblicos externamente, implica em falta de integridade e sinceridade. John Paulien observou: “Nenhuma experiência com Deus exercerá algum impacto significativo sobre a sociedade secular, a menos que seja autêntica e faça diferença em cada aspecto de nossa vida”. Fuja da religiosidade vazia de Amazias! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Fidelidade circunstancial, como o próprio nome já diz, é aquela baseada em circunstâncias. Diante da batalha contra os edomitas, Amazias ajuntou todo o seu exército, mas também recrutou mais “cem mil homens valentes” de Israel pelo preço de “cem talentos de prata” (v.6). Aqueles homens seriam uma forte garantia de sucesso na guerra. Mas quem disse que quantidade é sinônimo de vitória? Amazias logo tomou conhecimento disso, quando o Senhor lhe falou através do homem de Deus. Ao invés de bênção, o exército de Efraim lhe seria uma maldição. O recado de Deus foi claro: “Vai só, age e sê forte” (v.8).
Contudo, Amazias já havia preparado tudo. Sua estratégia de guerra estava arquitetada. Ele já havia pago pelo reforço. E o prejuízo que teria? Prestem bastante atenção nas palavras do homem de Deus, meus amados: “Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor” (v.9). Um teste de fidelidade estava diante de Amazias. Era como se o profeta estivesse lhe dizendo: “Não troque a bênção de Deus por míseros cem talentos de prata!” E para nós, fica a lição: “Não troque a bênção de Deus por planos que não estão de acordo com a vontade dEle, ainda que tenhas investido toda a tua vida nisso!” O Senhor está disposto a te dar muito mais do que você possa imaginar. Pois os planos de Deus sempre são maiores e melhores do que os nossos! E ser fiel a Deus independente das circunstâncias sempre termina em ânimo e em vitória.
Os efraimitas poderiam ter voltado para casa satisfeitos, pois foram recompensados sem nem mesmo precisar lutar. Mas o que ia no coração daqueles homens era tão perverso que “voltaram para casa ardendo em ira” (v.10). Eles queriam derramar sangue, e descontaram sua frustração em algumas cidades de Judá. Tudo isso porque Amazias não consultou ao Senhor antes de tomar a decisão de convocá-los para a guerra.
Deus estava disposto a dar muito mais do que ele pudesse imaginar. Amazias, porém, não possuía “inteireza de coração” (v.2) para com o Senhor e isso lhe custou a vida. Fazia as coisas sem levar em consideração a vontade de Deus; não hesitava em se prostrar diante dos ídolos pagãos; não deu ouvidos à disciplina do Senhor; e agia por vingança. Amazias foi fiel circunstancialmente. Ele fez o que era reto perante Deus até que o seu reino fosse “confirmado” (v.3) e obedeceu à palavra do homem de Deus para sair vitorioso na guerra (v.11). São atitudes que devem nos levar a uma séria reflexão pessoal: Temos sido fiéis porque amamos ao Senhor, ou porque queremos apenas receber as bênçãos? A nossa fidelidade depende das circunstâncias, ou somos fiéis com inteireza de coração?
Quantas vezes nós fazemos planos sem pedir a orientação de Deus, e decidimos rascunhar a nossa própria vida. Então o Senhor nos envia homens ou mulheres de Deus para nos orientar através de Sua Palavra, e, como Amazias, dizemos: “Para com isso” (v.16). Ignoramos conselhos que poderiam ter nos dado muito mais do que as migalhas que corremos atrás. E até ficamos chateados com aqueles que nos repreendem. Nada, amados, nada neste mundo pode ser melhor do que o que Deus tem preparado para mim e para você.
O rei de Judá fechou os ouvidos, e isso para a sua própria destruição. A fidelidade que o Senhor nos pede é aquela que não se intimida nem diante da morte: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10). Não confiemos, como Amazias, em glórias terrenas. Mas que sejamos fiéis filhos de Deus que fazem a Sua vontade ainda que Ele nos diga: “Vai só” (v.8). Que nossos ouvidos estejam sempre atentos para ouvir a voz do Espírito Santo e obedecê-la. Não troque o “muito mais” (v.9) do Senhor pelos cavalos fúnebres (v.28) deste mundo. Sei que o caminho é estreito e difícil, mas se confiarmos nossa vida nas mãos do nosso maravilhoso Deus, Ele tem o poder de nos reerguer e de transformar maldição em bênção. Ore neste momento, e clame pela orientação divina! Há um Deus no Céu disposto a te ouvir. Vigiemos e oremos!
Fidelidade circunstancial, como o próprio nome já diz, é aquela baseada em circunstâncias. Diante da batalha contra os edomitas, Amazias ajuntou todo o seu exército, mas também recrutou mais “cem mil homens valentes” de Israel pelo preço de “cem talentos de prata” (v.6). Aqueles homens seriam uma forte garantia de sucesso na guerra. Mas quem disse que quantidade é sinônimo de vitória? Amazias logo tomou conhecimento disso, quando o Senhor lhe falou através do homem de Deus. Ao invés de bênção, o exército de Efraim lhe seria uma maldição. O recado de Deus foi claro: “Vai só, age e sê forte” (v.8).
Contudo, Amazias já havia preparado tudo. Sua estratégia de guerra estava arquitetada. Ele já havia pago pelo reforço. E o prejuízo que teria? Prestem bastante atenção nas palavras do homem de Deus, meus amados: “Muito mais do que isso pode dar-te o Senhor” (v.9). Um teste de fidelidade estava diante de Amazias. Era como se o profeta estivesse lhe dizendo: “Não troque a bênção de Deus por míseros cem talentos de prata!” E para nós, fica a lição: “Não troque a bênção de Deus por planos que não estão de acordo com a vontade dEle, ainda que tenhas investido toda a tua vida nisso!” O Senhor está disposto a te dar muito mais do que você possa imaginar. Pois os planos de Deus sempre são maiores e melhores do que os nossos! E ser fiel a Deus independente das circunstâncias sempre termina em ânimo e em vitória.
Os efraimitas poderiam ter voltado para casa satisfeitos, pois foram recompensados sem nem mesmo precisar lutar. Mas o que ia no coração daqueles homens era tão perverso que “voltaram para casa ardendo em ira” (v.10). Eles queriam derramar sangue, e descontaram sua frustração em algumas cidades de Judá. Tudo isso porque Amazias não consultou ao Senhor antes de tomar a decisão de convocá-los para a guerra.
Deus estava disposto a dar muito mais do que ele pudesse imaginar. Amazias, porém, não possuía “inteireza de coração” (v.2) para com o Senhor e isso lhe custou a vida. Fazia as coisas sem levar em consideração a vontade de Deus; não hesitava em se prostrar diante dos ídolos pagãos; não deu ouvidos à disciplina do Senhor; e agia por vingança. Amazias foi fiel circunstancialmente. Ele fez o que era reto perante Deus até que o seu reino fosse “confirmado” (v.3) e obedeceu à palavra do homem de Deus para sair vitorioso na guerra (v.11). São atitudes que devem nos levar a uma séria reflexão pessoal: Temos sido fiéis porque amamos ao Senhor, ou porque queremos apenas receber as bênçãos? A nossa fidelidade depende das circunstâncias, ou somos fiéis com inteireza de coração?
Quantas vezes nós fazemos planos sem pedir a orientação de Deus, e decidimos rascunhar a nossa própria vida. Então o Senhor nos envia homens ou mulheres de Deus para nos orientar através de Sua Palavra, e, como Amazias, dizemos: “Para com isso” (v.16). Ignoramos conselhos que poderiam ter nos dado muito mais do que as migalhas que corremos atrás. E até ficamos chateados com aqueles que nos repreendem. Nada, amados, nada neste mundo pode ser melhor do que o que Deus tem preparado para mim e para você.
O rei de Judá fechou os ouvidos, e isso para a sua própria destruição. A fidelidade que o Senhor nos pede é aquela que não se intimida nem diante da morte: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10). Não confiemos, como Amazias, em glórias terrenas. Mas que sejamos fiéis filhos de Deus que fazem a Sua vontade ainda que Ele nos diga: “Vai só” (v.8). Que nossos ouvidos estejam sempre atentos para ouvir a voz do Espírito Santo e obedecê-la. Não troque o “muito mais” (v.9) do Senhor pelos cavalos fúnebres (v.28) deste mundo. Sei que o caminho é estreito e difícil, mas se confiarmos nossa vida nas mãos do nosso maravilhoso Deus, Ele tem o poder de nos reerguer e de transformar maldição em bênção. Ore neste momento, e clame pela orientação divina! Há um Deus no Céu disposto a te ouvir. Vigiemos e oremos!
