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Pr. Michelson Borges
Força para vencer
“Os filhos de
“Os filhos de
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Em 2 Crônicas 15 somos informados das causas essenciais do êxito do rei Asa em suas primeiras ações administrativas: sua postura atentiva à voz do Senhor por meio do profeta Azarias e sua pronta reação em obediência a ela. Deste relato claramente nota-se que a busca e a permanência constante em Deus traz paz e alegria.
O capítulo revela o empenho do rei em promover um verdadeiro reavivamento e reforma, fato que se deu por duas ações: a expulsão do profano e a aclamação do sagrado. Asa “recobra o ânimo”, ou seja, foi avivado e, então, na reforma que se seguiu, ele “tirou as abominações de toda terra” e “renovou o altar do Senhor” (v. 8). O resultado não poderia ser diferente: um povo vibrante e alegre por ter achado o Senhor, gozando de paz e repouso (v. 15).
Assim como o foi a todo o Israel, este relato ainda serve como motivador a nós hoje. A autêntica vida cristã não se limita às fronteiras da aparência exterior, ela envolve nosso íntimo e proporciona o refrigério pela presença do Senhor em nossas vidas.
Isael Santos Souza Costa
SALT – Seminário Adventista Latino Americano
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II CRÔNICAS 15 – O povo de Deus está tão sem apetite espiritual hoje como esteve na época do rei Asa. Quando as coisas de Deus parecem não atrair o povo é preciso alguém que lhes abra os olhos diante das perplexidades da vida pela falta de paz, harmonia e felicidade como fez o profeta Azarias (II Crônicas 15).
Alguns passos devem ser dados para recobrar o ânimo e o alento espiritual de quem está indiferente:
1. Alguém cheio do Espírito Santo deve ser usado por Deus para falar a líderes do povo de Deus (v. 1).
2. Falar palavras positivas, encorajadoras e não fazer críticas ou falar palavras depreciativas (v. 2).
3. Explicar a situação real em que o povo vive fazendo um Raio-X da sociedade e da igreja de forma espiritual (vs. 3-6).
4. Escolher as mais positivas palavras para animar e empolgar quem já não está tão empolgado com as coisas de Deus (v. 7).
A igreja moderna não está apenas precisando de um despertamento espiritual, ela também carece de líderes sábios, cheios do Espírito Santo que falem equilibradamente. Muitos se levantam tentando levar a igreja a um reavivamento sem o Espírito Santo, tais pessoas fazem estragos na igreja, causam divisões, e em vez de reforma espiritual eles deformam espiritualmente a igreja. De um lado, pessoas legalistas revelam-se zelosas enquanto, pelo outro lado, os liberais tentam defender seus fracos pontos de vista; tanto legalistas quanto liberais estão errados. O equilíbrio só tem quem tem o Espírito Santo regendo seu ser!
A nossa geração espiritual está dormindo. Está enferma e não sabe. Está carente de Deus, e corre atrás de coisas para tentar preencher o vazio da alma. Há muitos compradores compulsivos, outros vivem o capitalismo, outros estão obcecados pelo dinheiro e trabalho enquanto outros o estão pelo poder e, tem uma multidão buscando todo tipo de prazer. Já não tem prazer na igreja, não têm tempo para Deus, não oram mais e nem leem a Bíblia, muito menos pregam o evangelho. A vida se resume em correria, trabalho e contas para pagar e ainda se dizem espirituais. Precisamos de pessoas que tenham fome de Deus e sede da Sua Palavra. Falta de apetite espiritual é doença que precisa ser tratada, e Jesus tem a solução (Mt 4:4; Ap 3:17-18). As reuniões de oração estão morrendo em nossas igrejas, as pessoas não tem pressa para orar como tem para trabalhar! O reconhecimento de estar distante de Deus é o primeiro passo para uma restauração espiritual (2Cr 15:8). Logo após reconhecer isso, deve-se tirar de dentro de casa tudo o que Deus não aprova (vs. 8, 16) e, por fim, renovar o culto a Deus e consagrar-lhe a vida (v. 8, 12, 15). A partir destes passos Deus age, protege, dá vitórias e paz ao Seu povo (vs. 7, 15, 19). Uma igreja moldada pelo mundo, enfraquecida pelas forças diabólicas e detonada pelas investidas satânicas só poderá obter vitórias através do poder de Deus sobre ela. Clamemos por esse poder, ele está a nossa disposição!
Quando a igreja tem a presença, a bênção e a intervenção de Deus em resposta à consagração, dedicação e reavivamento espiritual do povo, muito pessoas são atraídas a ela (2Cr 15:9-12). Igrejas que não recebem visitas e não têm batismos, é carente de Deus e de um reavivamento espiritual que as desperte e restaure. Quando o povo de Judá se consagrou a Deus, os apostatados de Israel deixaram as tradições religiosas instituídas por Jeroboão e correram para onde Deus estava presente (v. 9) ofereceram-Lhe sacrifícios (v. 11) e se consagraram a Ele (v. 13). Precisamos da presença poderosa de Deus em nossos cultos, em nossas igrejas; assim que as pessoas perceberem que Deus está em nossa igreja, elas virão de todas as direções e religiões apostatadas e se unirão a nós. Quando o Espírito Santo enche a igreja com a gloriosa presença de Deus, os corações dos membros são renovados e restaurados, o povo se inclina e se rende ao Salvador Jesus. E ela se levanta com ousadia no poder do Espírito Santo para alcançar os perdidos, libertar os cativos, incendiar o coração com o fogo do Espírito daqueles que estão se congelando nas frias trevas do mundo; assim ela atrairá multidões aos pés da cruz de Cristo. Recursos são trazidos à igreja pelos membros antigos que estavam apáticos (v. 18) e a igreja se torna poderosa e operosa. Eu como pastor, sonho isso para as igrejas que Deus me confiou! Oro por isso sempre e me coloco à disposição de Deus; e você, o que vai fazer? – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 15 – O povo de Deus está tão sem apetite espiritual hoje como esteve na época do rei Asa. Quando as coisas de Deus parecem não atrair o povo é preciso alguém que lhes abra os olhos diante das perplexidades da vida pela falta de paz, harmonia e felicidade como fez o profeta Azarias (II Crônicas 15).
Alguns passos devem ser dados para recobrar o ânimo e o alento espiritual de quem está indiferente:
1. Alguém cheio do Espírito Santo deve ser usado por Deus para falar a líderes do povo de Deus (v. 1).
2. Falar palavras positivas, encorajadoras e não fazer críticas ou falar palavras depreciativas (v. 2).
3. Explicar a situação real em que o povo vive fazendo um Raio-X da sociedade e da igreja de forma espiritual (vs. 3-6).
4. Escolher as mais positivas palavras para animar e empolgar quem já não está tão empolgado com as coisas de Deus (v. 7).
A igreja moderna não está apenas precisando de um despertamento espiritual, ela também carece de líderes sábios, cheios do Espírito Santo que falem equilibradamente. Muitos se levantam tentando levar a igreja a um reavivamento sem o Espírito Santo, tais pessoas fazem estragos na igreja, causam divisões, e em vez de reforma espiritual eles deformam espiritualmente a igreja. De um lado, pessoas legalistas revelam-se zelosas enquanto, pelo outro lado, os liberais tentam defender seus fracos pontos de vista; tanto legalistas quanto liberais estão errados. O equilíbrio só tem quem tem o Espírito Santo regendo seu ser!
A nossa geração espiritual está dormindo. Está enferma e não sabe. Está carente de Deus, e corre atrás de coisas para tentar preencher o vazio da alma. Há muitos compradores compulsivos, outros vivem o capitalismo, outros estão obcecados pelo dinheiro e trabalho enquanto outros o estão pelo poder e, tem uma multidão buscando todo tipo de prazer. Já não tem prazer na igreja, não têm tempo para Deus, não oram mais e nem leem a Bíblia, muito menos pregam o evangelho. A vida se resume em correria, trabalho e contas para pagar e ainda se dizem espirituais. Precisamos de pessoas que tenham fome de Deus e sede da Sua Palavra. Falta de apetite espiritual é doença que precisa ser tratada, e Jesus tem a solução (Mt 4:4; Ap 3:17-18). As reuniões de oração estão morrendo em nossas igrejas, as pessoas não tem pressa para orar como tem para trabalhar! O reconhecimento de estar distante de Deus é o primeiro passo para uma restauração espiritual (2Cr 15:8). Logo após reconhecer isso, deve-se tirar de dentro de casa tudo o que Deus não aprova (vs. 8, 16) e, por fim, renovar o culto a Deus e consagrar-lhe a vida (v. 8, 12, 15). A partir destes passos Deus age, protege, dá vitórias e paz ao Seu povo (vs. 7, 15, 19). Uma igreja moldada pelo mundo, enfraquecida pelas forças diabólicas e detonada pelas investidas satânicas só poderá obter vitórias através do poder de Deus sobre ela. Clamemos por esse poder, ele está a nossa disposição!
Quando a igreja tem a presença, a bênção e a intervenção de Deus em resposta à consagração, dedicação e reavivamento espiritual do povo, muito pessoas são atraídas a ela (2Cr 15:9-12). Igrejas que não recebem visitas e não têm batismos, é carente de Deus e de um reavivamento espiritual que as desperte e restaure. Quando o povo de Judá se consagrou a Deus, os apostatados de Israel deixaram as tradições religiosas instituídas por Jeroboão e correram para onde Deus estava presente (v. 9) ofereceram-Lhe sacrifícios (v. 11) e se consagraram a Ele (v. 13). Precisamos da presença poderosa de Deus em nossos cultos, em nossas igrejas; assim que as pessoas perceberem que Deus está em nossa igreja, elas virão de todas as direções e religiões apostatadas e se unirão a nós. Quando o Espírito Santo enche a igreja com a gloriosa presença de Deus, os corações dos membros são renovados e restaurados, o povo se inclina e se rende ao Salvador Jesus. E ela se levanta com ousadia no poder do Espírito Santo para alcançar os perdidos, libertar os cativos, incendiar o coração com o fogo do Espírito daqueles que estão se congelando nas frias trevas do mundo; assim ela atrairá multidões aos pés da cruz de Cristo. Recursos são trazidos à igreja pelos membros antigos que estavam apáticos (v. 18) e a igreja se torna poderosa e operosa. Eu como pastor, sonho isso para as igrejas que Deus me confiou! Oro por isso sempre e me coloco à disposição de Deus; e você, o que vai fazer? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através das palavras de Azarias.
A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15).
A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua mãe foi deposta “da dignidade de rainha-mãe”, por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17), colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.
Nunca houve tempo em que se falasse tanto de reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e preparar um povo que esteja pronto para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e O buscaram, foi por eles achado” (v.4).
Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é presunção. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a imortalidade perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração.
A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé.
Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:15-16). E “sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7). Vigiemos e oremos!
Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através das palavras de Azarias.
A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15).
A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua mãe foi deposta “da dignidade de rainha-mãe”, por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17), colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.
Nunca houve tempo em que se falasse tanto de reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e preparar um povo que esteja pronto para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e O buscaram, foi por eles achado” (v.4).
Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é presunção. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a imortalidade perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração.
A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé.
Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:15-16). E “sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7). Vigiemos e oremos!
