Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Cidadãos ativos e úteis
“O rei .,
“O rei .,
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
A cada mês do ano uma divisão militar com 24 mil homens ficava a disposição para servir como guarda nacional. Este rodízio das tropas possibilitava o treinamento de mais pessoas. Assim, no caso de alguma ameaça, podia-se contar com um enorme exército treinado. E como o tempo de serviço era de apenas um mês, os soldados podiam levar uma vida normal no restante do ano.
A fim de ajudar o rei na administração da nação príncipes foram escolhidos para liderar cada uma das tribos. Estes príncipes ajudavam o rei a perceber as principais necessidades dos seus respectivos grupos populacionais e geográficos.
Após 40 anos de governo, Davi havia reunido uma considerável riqueza. Doze administradores haviam sido selecionados para tomar conta das terras, dos trabalhadores, dos animais, da produção agrícola e dos depósitos do rei. O capítulo termina mencionando alguns dos conselheiros pessoais de Davi. Jônatas, o escrivão, é apresentado como um homem sábio e instruído. Jeiel, ficou encarregado da educação dos filhos do rei. Joabe era o comandante geral do exército e Aitofel, Husai, Abiatar e Joiada eram conselheiros do rei. Grande parte dos acertos de Davi, foi devido a dedicação e fidelidade desses homens.
Davi cercou-se de especialistas em diversas áreas civis e militares do reino. Se quisermos, também, alcançar excelência, faremos bem em cercar-nos de bons amigos e conselheiros.
Pastor Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Neste mundo corrupto é extremamente importante aprender a tomar cuidado, vigiar, estar atento e proteger o que Deus nos dá, desde o tempo até os bens materiais. O roubo, a guerra e o vandalismo pode acontecer em qualquer lugar, portanto, todo cuidado é pouco. É preciso guardar e proteger o que se tem.
Davi colocou pessoas responsáveis pelo cuidado e proteção dos seus tesouros, dos tesouros dos campos, das cidades, das aldeias e das torres; ou seja, todo patrimônio estava assegurado por pessoas de respeito (v. 25-31). Muitas pessoas não têm nada ou sempre perdem o que têm por falta de vigilância. Nunca devemos esquecer que somos mordomos de Deus e tudo o que temos não é nosso; está sob nossa responsabilidade, porém pertence a Deus. Se devemos cuidar bem do que é nosso ou do que é dos outros, que dirá do que é de Deus?! É por isso que Davi investiu na organização e treinamento de um exército a fim de proteger o povo de Deus (vs. 1-22). Tem gente que ganha bem, tem um bom salário, e vive sempre na miséria porque não cuida do que tem. Além disso, tem o aspecto espiritual da vida que também exige cuidado, muito cuidado! Matthew Henry afirma “Nos reinos deste mundo a prontidão para a guerra assegura a paz; em forma semelhante, nada anima tanto os ataques de Satanás como estar descuidado”. Jesus alertou: vigiai e orai; faça isso hoje e viva em paz!
Há uma tensão neste mundo entre as forças do mal e as do bem, entre as pessoas do mal contra as pessoas do bem; por isso, um servo de Deus nunca deve baixar a guarda. Qualquer brechinha é suficiente para que o inimigo encontre espaço e destrua bens materiais, bens espirituais, a família, a paz, a saúde e, até mesmo a fé. Todo o conhecimento que se adquire nesta vida deve ser acompanhado do desejo de saber cada vez mais, pois os desafios neste mundo são infindos e imprevisíveis. Veja com atenção que Davi separou o povo maduro, esperto e hábil para a batalha sem que houvesse sinal de guerra. Ele separou o seu numeroso exército em 12 divisões, cada um com 24.000 homens, e pôs comandantes para cada uma das divisões. Cada divisão era chamada à ativa uma vez ao ano, por trinta dias. Cada divisão era responsável por um mês. Assim, nenhum mês, nenhuma semana e nenhum dia do ano o povo de Israel ficava desprotegido. Nossa vida deve ser de total vigilância, e isso se faz através da oração; porém, infelizmente uma pesquisa na Christianity Today revela que “o pastor médio ora apenas três minutos por dia”. Se um pastor, o líder, ora apenas isso, será que os membros do exército de Deus estão orando mais? … Eu convoco você a convidar mais gente a se unir em oração fervorosa e constante a fim de não abaixarmos a guarda em momento algum até Jesus voltar para buscar o Seu povo!
“Na medida em que estejamos armados com toda a armadura de Deus, no exercício de nossa fé e preparação do coração, certamente estaremos a salvo, e provavelmente desfrutemos de paz interior”, comenta Matthew Henry sobre I Crônicas 27. Se não ficarmos atentos, se não vigiamos como deveria, como podemos ter paz se o inimigo não perde tempo, não dorme, não vacila e nem brinca no trabalho? Paz é o que todos querem, entretanto poucos realmente fazem o que deve ser feito a fim de ter e manter a paz. Para manter a paz é preciso precaver, como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”. Charles Cook nos chama a atenção, “Não há algo de que mais precisem a igreja e o mundo do que um forte Espírito de intercessão, para que o poder de Deus seja derramado sobre a terra. Ore para que se derrame do Céu o Espírito de intercessão e haja um grande reavivamento na oração”. Não existe outra forma, outra estratégia ou outro método para se ver livre das cruentas afrontas do mal; ou seja, não há como ter paz a não ser através da vigilância e da oração. Não ore apenas, vigie também! Clame pelo poder de Deus, mas fique atento contra armadilhas do inimigo que deseja te impedir de orar. Evite qualquer coisa que esteja ligado a sessões espíritas, levitação, meditação transcendental, cartas de tarô, horóscopos, etc. É melhor evitar a guerra do que lutar pela paz! Então, leia a Bíblia, ore, vigie e viva em paz! – Heber Toth Armí
Neste mundo corrupto é extremamente importante aprender a tomar cuidado, vigiar, estar atento e proteger o que Deus nos dá, desde o tempo até os bens materiais. O roubo, a guerra e o vandalismo pode acontecer em qualquer lugar, portanto, todo cuidado é pouco. É preciso guardar e proteger o que se tem.
Davi colocou pessoas responsáveis pelo cuidado e proteção dos seus tesouros, dos tesouros dos campos, das cidades, das aldeias e das torres; ou seja, todo patrimônio estava assegurado por pessoas de respeito (v. 25-31). Muitas pessoas não têm nada ou sempre perdem o que têm por falta de vigilância. Nunca devemos esquecer que somos mordomos de Deus e tudo o que temos não é nosso; está sob nossa responsabilidade, porém pertence a Deus. Se devemos cuidar bem do que é nosso ou do que é dos outros, que dirá do que é de Deus?! É por isso que Davi investiu na organização e treinamento de um exército a fim de proteger o povo de Deus (vs. 1-22). Tem gente que ganha bem, tem um bom salário, e vive sempre na miséria porque não cuida do que tem. Além disso, tem o aspecto espiritual da vida que também exige cuidado, muito cuidado! Matthew Henry afirma “Nos reinos deste mundo a prontidão para a guerra assegura a paz; em forma semelhante, nada anima tanto os ataques de Satanás como estar descuidado”. Jesus alertou: vigiai e orai; faça isso hoje e viva em paz!
Há uma tensão neste mundo entre as forças do mal e as do bem, entre as pessoas do mal contra as pessoas do bem; por isso, um servo de Deus nunca deve baixar a guarda. Qualquer brechinha é suficiente para que o inimigo encontre espaço e destrua bens materiais, bens espirituais, a família, a paz, a saúde e, até mesmo a fé. Todo o conhecimento que se adquire nesta vida deve ser acompanhado do desejo de saber cada vez mais, pois os desafios neste mundo são infindos e imprevisíveis. Veja com atenção que Davi separou o povo maduro, esperto e hábil para a batalha sem que houvesse sinal de guerra. Ele separou o seu numeroso exército em 12 divisões, cada um com 24.000 homens, e pôs comandantes para cada uma das divisões. Cada divisão era chamada à ativa uma vez ao ano, por trinta dias. Cada divisão era responsável por um mês. Assim, nenhum mês, nenhuma semana e nenhum dia do ano o povo de Israel ficava desprotegido. Nossa vida deve ser de total vigilância, e isso se faz através da oração; porém, infelizmente uma pesquisa na Christianity Today revela que “o pastor médio ora apenas três minutos por dia”. Se um pastor, o líder, ora apenas isso, será que os membros do exército de Deus estão orando mais? … Eu convoco você a convidar mais gente a se unir em oração fervorosa e constante a fim de não abaixarmos a guarda em momento algum até Jesus voltar para buscar o Seu povo!
“Na medida em que estejamos armados com toda a armadura de Deus, no exercício de nossa fé e preparação do coração, certamente estaremos a salvo, e provavelmente desfrutemos de paz interior”, comenta Matthew Henry sobre I Crônicas 27. Se não ficarmos atentos, se não vigiamos como deveria, como podemos ter paz se o inimigo não perde tempo, não dorme, não vacila e nem brinca no trabalho? Paz é o que todos querem, entretanto poucos realmente fazem o que deve ser feito a fim de ter e manter a paz. Para manter a paz é preciso precaver, como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”. Charles Cook nos chama a atenção, “Não há algo de que mais precisem a igreja e o mundo do que um forte Espírito de intercessão, para que o poder de Deus seja derramado sobre a terra. Ore para que se derrame do Céu o Espírito de intercessão e haja um grande reavivamento na oração”. Não existe outra forma, outra estratégia ou outro método para se ver livre das cruentas afrontas do mal; ou seja, não há como ter paz a não ser através da vigilância e da oração. Não ore apenas, vigie também! Clame pelo poder de Deus, mas fique atento contra armadilhas do inimigo que deseja te impedir de orar. Evite qualquer coisa que esteja ligado a sessões espíritas, levitação, meditação transcendental, cartas de tarô, horóscopos, etc. É melhor evitar a guerra do que lutar pela paz! Então, leia a Bíblia, ore, vigie e viva em paz! – Heber Toth Armí
Comentário Rosana Barros
Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que se tornara o povo não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei em seus últimos anos deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.
Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de ser uma luz no mundo.
Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis dadas por Deus ao Seu povo deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).
Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo por preceito e por exemplo a validade dos Seus mandamentos: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais, homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem através de uma vida sensata o verdadeiro conhecimento de Deus. Só assim, a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
Na tentativa de conhecer o “número” de seu poder, Davi ordenou que fosse feito um censo sem a aprovação de Deus. Em um lapso de orgulho, ignorou que “o Senhor tinha dito que multiplicaria a Israel como as estrelas do céu” (v.23). A multidão em que se tornara o povo não era obra humana, mas divina. Superado este episódio, buscou o rei em seus últimos anos deixar toda a nação em ordem, de forma que todas as famílias tivessem algum tipo de participação no bom andamento e avanço do reino.
Além de organizar as funções e turnos dos oficiais do tabernáculo, Davi também contava com doze companhias de vinte e quatro mil soldados cada, cada uma escalada para servir durante um mês. As doze tribos de Israel também possuíam seus chefes, além dos “administradores da fazenda do rei Davi” (v.31) e dos conselheiros do rei. Um reino assim organizado tinha tudo para galgar as maiores alturas da Terra e cumprir o propósito de ser uma luz no mundo.
Só a organização, contudo, não é suficiente para tornar um povo ilustre. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (1Co.14:40). A palavra “decência” significa “dignidade; modo de agir de quem segue as regras morais e éticas”. Ou seja, além da ordem, deve haver obediência às leis estabelecidas à comunidade. As leis dadas por Deus ao Seu povo deveriam ser cabalmente obedecidas, principalmente pelos líderes em todas as esferas, incluindo os “chefes das famílias” (v.1).
Deus não chamou o Seu povo nos últimos dias para ser apenas uma igreja organizada, mas que declare ao mundo por preceito e por exemplo a validade dos Seus mandamentos: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Como “Jônatas, tio de Davi” (v.32), precisamos de Jônatas atuais, homens sábios e conhecedores da Lei; conselheiros que revelem através de uma vida sensata o verdadeiro conhecimento de Deus. Só assim, a organização fará sentido e faremos parte da última geração de Deus, que muito em breve exclamará: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
