Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Servir como Deus ordenou
“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe havia ordenado.” 1 Crônicas 24:19
A Bíblia aqui não entra em detalhes sobre a desobediência de Nadabe e Abiú, mas a simples menção deles traz lições. A trágica história dos filhos de Arão é um lembrete de que não se deve brincar com as coisas de Deus.
Verso 5: o ideal de Deus é que a escolha de Seus servos e líderes ocorra de maneira imparcial.
Verso 31: “As famílias dos irmãos mais velhos foram tratadas da mesma forma que as dos mais novos.” Isso é igualdade.
Promessa: Devemos viver “conforme o Senhor, o Deus de Israel”, nos ordena. Essa é a melhor forma de se viver.
“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe havia ordenado.” 1 Crônicas 24:19
A Bíblia aqui não entra em detalhes sobre a desobediência de Nadabe e Abiú, mas a simples menção deles traz lições. A trágica história dos filhos de Arão é um lembrete de que não se deve brincar com as coisas de Deus.
Verso 5: o ideal de Deus é que a escolha de Seus servos e líderes ocorra de maneira imparcial.
Verso 31: “As famílias dos irmãos mais velhos foram tratadas da mesma forma que as dos mais novos.” Isso é igualdade.
Promessa: Devemos viver “conforme o Senhor, o Deus de Israel”, nos ordena. Essa é a melhor forma de se viver.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Lançar sortes para decidir quem ocupará uma posição de liderança nos parece muito estranho. Considere nossos métodos hoje. Temos a comissão da igreja que dialoga, do ponto de vista humano, a respeito da melhor maneira de preencher um cargo. Mas neste capítulo, eles lançaram sortes sem maiores conversas! A escolha não ocorria porque alguns eram polidos e educados, ou tinham o título certo ou as melhores conexões interpessoais. No método de sorteio ficam de fora as competições, as fofocas e as brigas pelo poder antes das eleições.
O trabalho na igreja não deveria ter nada a ver com o poder, mas, sim, com o serviço. Ninguém tem uma procuração vinda do céu, ou o direito, de ficar num cargo para sempre. Todo cristão deve estar disposto a servir em uma posição hoje e em outra totalmente diferente no futuro. Se tivéssemos a mentalidade de “lançar sortes”, ou seja, seguir a vontade de Deus, manifestada pela Palavra e pelo Espírito, não precisaríamos ficar com medo de não sermos reeleitos! Nossas decisões seriam então baseadas, não no que os outros pensam, mas apenas nas verdades da Palavra de Deus. Quanto dano poderia ser evitado hoje, quanto mais espaço dado ao Espírito Santo, se fôssemos totalmente dependentes da liderança de Deus ao selecionarmos pessoas para os cargos da igreja.
Tente implantar este importante princípio em sua vida. Esteja satisfeito com qualquer função ou cargo em que você esteja servindo hoje e alegre-se por estar sendo dirigido pelo Espírito Santo.
Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
A organização, as divisões e os números que Davi idealizou em I Crônicas 24 nos ensinam algumas coisas extremamente importantes. O texto fala da família sacerdotal e das atividades cúlticas no templo; o templo, que fora baseado no tabernáculo, era uma cópia do verdadeiro santuário que existia no Céu (Hb 8,9; Sl 11:4; Ap 11:19; 14:17; 15:5), e ilustra todo o sistema de salvação, desde o Éden até o fim do pecado.
No verso 4 fala de 24 turnos sacerdotais para ministrarem no templo – 16 cabeças de famílias dos filhos de Eleazar, e 8 cabeças de famílias dos filhos de Itamar. Esses turnos foram divididos em número de 24.000, os quais promoveriam a obra do Senhor (I Crônicas 23:4). Segundo D. L. Moody, esses 24 turnos “continuaram como base para o rodízio das obrigações sacerdotais até os tempos do Novo Testamento”. Cada turno tinha 1000 homens, era uma divisão extraordinária. Isso revela que quanto mais pessoas se ajudarem no trabalho de Deus, melhor sairá, mais impactante será, mais rápido avançará e logo será concluída a missão de Deus aqui na terra. Além da quantidade, o texto nos surpreende com a organização, com a qual revela o caráter de Deus e impacta ainda mais aqueles que ainda não se uniram ao povo que sabe adorar ao único Deus que é digno de louvor e adoração. Podemos reavivar o culto a Deus melhorando nosso serviço a Ele em quantidade, qualidade e organização. Ele merece o melhor!
Há pessoas que devem se responsabilizar pelas atividades do Templo, da Casa de Deus. Davi isso deixou claro para todo o povo e o escritor de Crônicas reforçou esse ensinamento. Cada um tinha sua função. Os descendentes de Arão detinham o encargo exclusivo de servir perante a arca (1Cr 24:19). Os descendentes de Eleazar e Itamar foram divididos em 24 ordens que ministravam no templo em turnos diferentes (vs. 1-19). A ordem de serviço aos restantes dos levitas foi determinada por sorteios, dando-se da mesma forma com os sacerdotes (vs. 20-31). Servir a Deus em Seu sagrado templo era a função dos levitas no Antigo Testamento, agora Deus chama aos cristãos ao serviço; pois em Cristo todo verdadeiramente convertido se torna rei e sacerdote de Deus Pai (Apocalipse 1:5-6) tendo como Sumo Sacerdote a Jesus Cristo que ministra no Santuário Celestial (Hebreus 7:22-8:2). Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo Pedro diz que a igreja, composta de pessoas restauradas, é atualmente o sacerdócio real (I Pedro 2:9) com a missão de anunciar ao mundo “as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”. Você é especial para Deus e tem uma missão especial, não importa tua idade, gênero ou nacionalidade. Faça valer esse chamado, cumpra bem a tua missão, entregue-se ao trabalho missionário e leve muitas pessoas aos pés de Cristo!
O texto de I Crônicas 24 joga luz para a visão que João teve na ilha de Patmos, em Apocalipse 4. João vê 24 anciãos assentados ao redor do trono de Deus Pai, no santuário celestial, exatamente na primeira parte, o lugar santo. Interessante que a Mishná – texto que se compõe de explicações judaicas sobre todas as ordens encontradas na Lei Escrita – identifica os líderes de cada um dos 24 turnos de sacerdotes em I Crônicas 24, os “anciãos” como João relata em Apocalipse 4. Em Apocalipse o número 24 é simbólico e João refere-se a eles como tendo vestiduras brancas, coroas de vitória, assentados em tronos, assegurando, assim, as promessas de Apocalipse 2:10; 3:5, 21. São pessoas que venceram o pecado e João as viu no Céu. Como assim? Pessoas no Céu?! Sim, pessoas que venceram o pecado e estão lá para garantir a nós e a todo o Universo que o sacrifício de Cristo foi válido e as promessas se cumprirão literalmente na vida dos que vencerem ainda hoje. 12 + 12 = 24. O número 12 representa o povo da aliança, o remanescente, os salvos de todo o Israel, o Israel do AT e do NT. Mateus fala desse grupo que ressuscitou com Cristo (Mateus 27:52-53), Paulo fala da ascensão desse grupo (Efésios 4:8) e João os contempla no Santuário Celestial servindo a Deus (Apocalipse 4). Eles são a garantia de Deus a nós de que Suas promessas são válidas, fieis e verdadeiras. Seja fiel você também e um dia você saberá quem foi com Jesus para o Céu. – Heber Toth Armí.
A organização, as divisões e os números que Davi idealizou em I Crônicas 24 nos ensinam algumas coisas extremamente importantes. O texto fala da família sacerdotal e das atividades cúlticas no templo; o templo, que fora baseado no tabernáculo, era uma cópia do verdadeiro santuário que existia no Céu (Hb 8,9; Sl 11:4; Ap 11:19; 14:17; 15:5), e ilustra todo o sistema de salvação, desde o Éden até o fim do pecado.
No verso 4 fala de 24 turnos sacerdotais para ministrarem no templo – 16 cabeças de famílias dos filhos de Eleazar, e 8 cabeças de famílias dos filhos de Itamar. Esses turnos foram divididos em número de 24.000, os quais promoveriam a obra do Senhor (I Crônicas 23:4). Segundo D. L. Moody, esses 24 turnos “continuaram como base para o rodízio das obrigações sacerdotais até os tempos do Novo Testamento”. Cada turno tinha 1000 homens, era uma divisão extraordinária. Isso revela que quanto mais pessoas se ajudarem no trabalho de Deus, melhor sairá, mais impactante será, mais rápido avançará e logo será concluída a missão de Deus aqui na terra. Além da quantidade, o texto nos surpreende com a organização, com a qual revela o caráter de Deus e impacta ainda mais aqueles que ainda não se uniram ao povo que sabe adorar ao único Deus que é digno de louvor e adoração. Podemos reavivar o culto a Deus melhorando nosso serviço a Ele em quantidade, qualidade e organização. Ele merece o melhor!
Há pessoas que devem se responsabilizar pelas atividades do Templo, da Casa de Deus. Davi isso deixou claro para todo o povo e o escritor de Crônicas reforçou esse ensinamento. Cada um tinha sua função. Os descendentes de Arão detinham o encargo exclusivo de servir perante a arca (1Cr 24:19). Os descendentes de Eleazar e Itamar foram divididos em 24 ordens que ministravam no templo em turnos diferentes (vs. 1-19). A ordem de serviço aos restantes dos levitas foi determinada por sorteios, dando-se da mesma forma com os sacerdotes (vs. 20-31). Servir a Deus em Seu sagrado templo era a função dos levitas no Antigo Testamento, agora Deus chama aos cristãos ao serviço; pois em Cristo todo verdadeiramente convertido se torna rei e sacerdote de Deus Pai (Apocalipse 1:5-6) tendo como Sumo Sacerdote a Jesus Cristo que ministra no Santuário Celestial (Hebreus 7:22-8:2). Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo Pedro diz que a igreja, composta de pessoas restauradas, é atualmente o sacerdócio real (I Pedro 2:9) com a missão de anunciar ao mundo “as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”. Você é especial para Deus e tem uma missão especial, não importa tua idade, gênero ou nacionalidade. Faça valer esse chamado, cumpra bem a tua missão, entregue-se ao trabalho missionário e leve muitas pessoas aos pés de Cristo!
O texto de I Crônicas 24 joga luz para a visão que João teve na ilha de Patmos, em Apocalipse 4. João vê 24 anciãos assentados ao redor do trono de Deus Pai, no santuário celestial, exatamente na primeira parte, o lugar santo. Interessante que a Mishná – texto que se compõe de explicações judaicas sobre todas as ordens encontradas na Lei Escrita – identifica os líderes de cada um dos 24 turnos de sacerdotes em I Crônicas 24, os “anciãos” como João relata em Apocalipse 4. Em Apocalipse o número 24 é simbólico e João refere-se a eles como tendo vestiduras brancas, coroas de vitória, assentados em tronos, assegurando, assim, as promessas de Apocalipse 2:10; 3:5, 21. São pessoas que venceram o pecado e João as viu no Céu. Como assim? Pessoas no Céu?! Sim, pessoas que venceram o pecado e estão lá para garantir a nós e a todo o Universo que o sacrifício de Cristo foi válido e as promessas se cumprirão literalmente na vida dos que vencerem ainda hoje. 12 + 12 = 24. O número 12 representa o povo da aliança, o remanescente, os salvos de todo o Israel, o Israel do AT e do NT. Mateus fala desse grupo que ressuscitou com Cristo (Mateus 27:52-53), Paulo fala da ascensão desse grupo (Efésios 4:8) e João os contempla no Santuário Celestial servindo a Deus (Apocalipse 4). Eles são a garantia de Deus a nós de que Suas promessas são válidas, fieis e verdadeiras. Seja fiel você também e um dia você saberá quem foi com Jesus para o Céu. – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Sem dúvida, o ofício sacerdotal era o de maior responsabilidade dentro da nação eleita. Como principais líderes religiosos de Israel, cabia aos sacerdotes a missão de fortalecer a espiritualidade do povo, ensinando-o a guardar todas as palavras da Lei. Dando continuidade aos últimos atos de Davi, este cuidou de dividir os sacerdotes “segundo os seus deveres no seu ministério” (v.3), de forma justa e ordenada.
Não se sabe que tipo de método foi utilizado, mas, “sendo escolhidas as famílias por sorte” (v.6), Davi promoveu uma espécie de comissão de nomeação harmônica e prática. Como as famílias que descendiam de Itamar estavam em menor número, metade do número das famílias de Eleazar, o procedimento utilizado por Davi também promoveu igualdade entre todos, vinte e quatro “dos cabeças das famílias dos sacerdotes” (v.31).
“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe ordenara” (v.19). Tanto os príncipes do santuário como os príncipes de Deus, sacerdotes e sumo sacerdotes, representavam as “funções religiosas da mais elevada hierarquia” (CBASD, v.3, p.194). Tudo deveria seguir um padrão criterioso, e estes sacerdotes principais tinham por dever garantir isso.
O próprio santuário era uma figura de Cristo e de Seu ministério. Tudo ali indicava para o plano da redenção e seu objetivo salvífico. O fato de haver formas pré-estabelecidas de como tudo deveria funcionar não elimina em nada o caráter de um Deus que faz de tudo para salvar. Se à cada geração de sacerdotes houvesse a mesma disposição em servir ao Senhor através da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), certamente haveria sempre comunhão entre forma e resultado, e a primeira vinda de Jesus teria sido celebrada não só por todo o Israel, mas por todo o mundo daquele tempo.
Como no santuário, os nossos locais de culto devem ser regidos com ordem e harmonia, respeitando que apesar de haver uma hierarquia, esta não pode e não deve ser usada ou considerada de forma arbitrária, mas sob o zeloso olhar de quem ama o Senhor e as ovelhinhas de Seu rebanho. Negociar princípios em troca de pequenas concessões pode não parecer perigoso, mas tem o potencial de causar grave ruptura e divisão no meio do povo de Deus. Como membros do corpo de Cristo, precisamos estar bem atentos quanto a isto, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Sempre que houver risco de cometermos alguma injustiça ou que surjam diferenças que ameacem a harmonia, busquemos ao Senhor de todo o nosso coração, oremos e clamemos por Seu auxílio. Como “sacerdócio real” de Deus, fomos eleitos para proclamar “as virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Vivamos, pois, segundo os deveres do ministério que o Senhor nos confiou. Pois isto é justo, e nos guiará para Casa. Vigiemos e oremos!
Sem dúvida, o ofício sacerdotal era o de maior responsabilidade dentro da nação eleita. Como principais líderes religiosos de Israel, cabia aos sacerdotes a missão de fortalecer a espiritualidade do povo, ensinando-o a guardar todas as palavras da Lei. Dando continuidade aos últimos atos de Davi, este cuidou de dividir os sacerdotes “segundo os seus deveres no seu ministério” (v.3), de forma justa e ordenada.
Não se sabe que tipo de método foi utilizado, mas, “sendo escolhidas as famílias por sorte” (v.6), Davi promoveu uma espécie de comissão de nomeação harmônica e prática. Como as famílias que descendiam de Itamar estavam em menor número, metade do número das famílias de Eleazar, o procedimento utilizado por Davi também promoveu igualdade entre todos, vinte e quatro “dos cabeças das famílias dos sacerdotes” (v.31).
“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe ordenara” (v.19). Tanto os príncipes do santuário como os príncipes de Deus, sacerdotes e sumo sacerdotes, representavam as “funções religiosas da mais elevada hierarquia” (CBASD, v.3, p.194). Tudo deveria seguir um padrão criterioso, e estes sacerdotes principais tinham por dever garantir isso.
O próprio santuário era uma figura de Cristo e de Seu ministério. Tudo ali indicava para o plano da redenção e seu objetivo salvífico. O fato de haver formas pré-estabelecidas de como tudo deveria funcionar não elimina em nada o caráter de um Deus que faz de tudo para salvar. Se à cada geração de sacerdotes houvesse a mesma disposição em servir ao Senhor através da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), certamente haveria sempre comunhão entre forma e resultado, e a primeira vinda de Jesus teria sido celebrada não só por todo o Israel, mas por todo o mundo daquele tempo.
Como no santuário, os nossos locais de culto devem ser regidos com ordem e harmonia, respeitando que apesar de haver uma hierarquia, esta não pode e não deve ser usada ou considerada de forma arbitrária, mas sob o zeloso olhar de quem ama o Senhor e as ovelhinhas de Seu rebanho. Negociar princípios em troca de pequenas concessões pode não parecer perigoso, mas tem o potencial de causar grave ruptura e divisão no meio do povo de Deus. Como membros do corpo de Cristo, precisamos estar bem atentos quanto a isto, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Sempre que houver risco de cometermos alguma injustiça ou que surjam diferenças que ameacem a harmonia, busquemos ao Senhor de todo o nosso coração, oremos e clamemos por Seu auxílio. Como “sacerdócio real” de Deus, fomos eleitos para proclamar “as virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Vivamos, pois, segundo os deveres do ministério que o Senhor nos confiou. Pois isto é justo, e nos guiará para Casa. Vigiemos e oremos!
