Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Zelo com as coisas de Deus
“O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo.” 1 Crônicas 23:25
Versos 4 e 5: como bom líder, Davi sabia delegar responsabilidades.
Verso 14: novamente Moisés é chamado “homem de Deus”. Que possamos nós também ser conhecidos como homens e mulheres de Deus.
Verso 24: chefes de família têm muito valor. Deus os conhece individualmente.
Verso 27: foram empregados os levitas necessários para o trabalho. Davi não promoveu “cabides de emprego”.
Verso 30: no mínimo, devemos nos apresentar diante de Deus de manhã e à tarde.
Verso 32: os levitas não apenas trabalhavam no templo, mas davam assistência a seus irmãos. Liderar é servir.
Verso 32: quem trabalha para Deus, trabalha para o próximo.
Promessa: Davi foi zeloso com as coisas relacionadas ao templo. Sejamos nós também zelosos com as coisas de Deus. Há paz para quem vive assim.
“O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo.” 1 Crônicas 23:25
Versos 4 e 5: como bom líder, Davi sabia delegar responsabilidades.
Verso 14: novamente Moisés é chamado “homem de Deus”. Que possamos nós também ser conhecidos como homens e mulheres de Deus.
Verso 24: chefes de família têm muito valor. Deus os conhece individualmente.
Verso 27: foram empregados os levitas necessários para o trabalho. Davi não promoveu “cabides de emprego”.
Verso 30: no mínimo, devemos nos apresentar diante de Deus de manhã e à tarde.
Verso 32: os levitas não apenas trabalhavam no templo, mas davam assistência a seus irmãos. Liderar é servir.
Verso 32: quem trabalha para Deus, trabalha para o próximo.
Promessa: Davi foi zeloso com as coisas relacionadas ao templo. Sejamos nós também zelosos com as coisas de Deus. Há paz para quem vive assim.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
A boa organização permite que melhores resultados sejam alcançados com os mesmos recursos humanos e financeiros. Como não era mais necessário transportar a arca de um lugar para o outro, Davi reorganizou as responsabilidades entre os levitas, mas os descendentes de Arão continuariam com o sacerdócio. Somente eles podiam oferecer sacrifícios e entrar no lugar santo. Duas funções receberam maior valorização: os porteiros e os músicos. Juntos somavam um pouco mais de vinte por cento dos levitas. Seu número expressivo nos dá uma ideia da importância deles naqueles tempos.
Os Levitas viviam em cidades estrategicamente distribuídas pela nação. Eles eram os professores da Torá, os escritos de Moisés, e também os juízes. Periodicamente eles se dirigiam ao tabernáculo para cumprirem com suas obrigações. Cada um sabia exatamente o que fazer, quando e como. A influência deles levava o povo para mais perto de Deus.
A exemplar organização dos levitas, nos dias de Davi, nos desafia a sermos efetivos em nosso trabalho para Deus. Jesus, o supremo Sumo Sacerdote, oficia, hoje, no santuário celestial. Ele deseja ver seus seguidores organizados e ativos em Seu serviço. Como levitas e sacerdotes modernos, é nosso privilégio ajudar a preparar um povo que ame a Deus e sinta prazer em adorá-Lo.
Sumo sacerdote celestial, consagre-me e use-me em Seu serviço em qualquer posição que escolher para mim!
Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
É extremamente decepcionante viver uma vida religiosa decepcionante; porém, bem pior ainda é descobrir que se é o principal responsável por sua religiosidade superficial, oca e vazia. Muitas vezes, no entanto, aquele que vive a superficialidade da religião acusa e culpa os líderes religiosos. Porém, é muito importante saber que não é a igreja ou a liderança que irá te fazer alguém mais espiritual, pois muitos se perderão mesmo numa igreja onde os líderes sejam fortes espiritualmente e venham todos a salvar-se.
Entretanto, nem por isso a liderança deve ser exercida por qualquer pessoa, qualquer que quiser ou por possuir certas habilidades. Há um chamado de Deus para o serviço em prol de Sua igreja; há um reconhecimento do povo e uma disposição de servir do líder espiritual escolhido por Deus (I Crônicas 23). Hoje, em Cristo, todos recebem um dom e podemos servir aos outros com esse dom. Diz Matthew Henry: “Que nós busquemos e sirvamos retamente o Senhor e deixemos todo o resto a sua disposição, pela fé em Sua palavra”. Não importa se você é porteiro ou músico, dê o seu melhor, sirva ao Senhor onde você foi colocado, sem resmungar! Seja ministrando no templo ou limpando, dê o seu melhor no serviço ao Senhor, sem reclamar. Tudo é necessário e importante, desde a limpeza até a ministração da Palavra de Deus, tudo deve ser feito com o mesmo zelo. Dediquemo-nos mais ao Senhor!
A escolha de líderes religiosos deveria ser mais rigorosa. Nos dias de hoje qualquer um pode se declarar pastor e abrir igreja e terá seguidores. Como ninguém em sã consciência confiaria a vida a um cirurgião sem formação acadêmica, ninguém deveria aceitar um pastor sem preparo. Como assim? Segundo uma pesquisa realizada pelo editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana, Oswaldo Paião, cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia inteira pelo menos uma vez. Ou seja, mais da metade dos pastores nunca – sim, nunca! – nunca leram a Bíblia inteira. Pergunto, como eles vão ensinar ao povo toda a Palavra que sai da boca de Deus? O pior não é isso! O pior é que pessoas que não se submeteriam a uma cirurgia se soubessem que o cirurgião nunca esteve numa sala de aula a fim de receber preparo e orientação, se submetem à uma teologia incompleta, vazia, superficial, oca, manca, correndo o risco não de morrer na maca, mas de morrer no inferno pensando estar indo para o Céu. Olhemos para I Crônicas 23, ali vemos que não é qualquer um que pode candidatar-se ao sacerdócio. Liderança espiritual é coisa séria, é uma responsabilidade grande. Ela lida com a decisão crucial das pessoas: salvação ou perdição. Ainda que seja da vontade de Deus que haja líderes espirituais, nem todos os líderes espirituais fazem a vontade de Deus. Cuidado para não estar seguindo líderes cegos! Tua salvação está em jogo!
É preciso ter zelo, organização e respeito para com as coisas de Deus. Não se pode fazer as coisas de Deus de qualquer jeito, relaxadamente. Alguns princípios devem ser levados em conta ao liderar e administrar os serviços de culto na Casa de Deus:
• Verifique quantos estão aptos para realizar um serviço sacro e digno para Deus no templo (vs. 1-3);
• Separe em grupos e institua líderes sobre eles (vs. 6-23);
• Designe as tarefas para ser desempenhadas por cada grupo (vs. 4-5);
• Um grande grupo de músicos bem selecionados deve desempenhar bem sua função na adoração (v. 5);
• Outro grupo deve ser de recepcionistas (porteiros), que permaneçam à entrada da Casa do Senhor (v. 5);
• Outros seriam os diáconos, que ministram as coisas sagradas do templo (vs. 28-30), e assim por diante, conforme a necessidade (v. 32);
Enfim, tudo deve ser feito com ordem, organização e reverência… tudo deve ser feito! Independente do que seja, se você foi designado para uma determinada função, não reclame, clame a Deus e faça o teu melhor, Deus te abençoará! – Heber Toth Armí.
É extremamente decepcionante viver uma vida religiosa decepcionante; porém, bem pior ainda é descobrir que se é o principal responsável por sua religiosidade superficial, oca e vazia. Muitas vezes, no entanto, aquele que vive a superficialidade da religião acusa e culpa os líderes religiosos. Porém, é muito importante saber que não é a igreja ou a liderança que irá te fazer alguém mais espiritual, pois muitos se perderão mesmo numa igreja onde os líderes sejam fortes espiritualmente e venham todos a salvar-se.
Entretanto, nem por isso a liderança deve ser exercida por qualquer pessoa, qualquer que quiser ou por possuir certas habilidades. Há um chamado de Deus para o serviço em prol de Sua igreja; há um reconhecimento do povo e uma disposição de servir do líder espiritual escolhido por Deus (I Crônicas 23). Hoje, em Cristo, todos recebem um dom e podemos servir aos outros com esse dom. Diz Matthew Henry: “Que nós busquemos e sirvamos retamente o Senhor e deixemos todo o resto a sua disposição, pela fé em Sua palavra”. Não importa se você é porteiro ou músico, dê o seu melhor, sirva ao Senhor onde você foi colocado, sem resmungar! Seja ministrando no templo ou limpando, dê o seu melhor no serviço ao Senhor, sem reclamar. Tudo é necessário e importante, desde a limpeza até a ministração da Palavra de Deus, tudo deve ser feito com o mesmo zelo. Dediquemo-nos mais ao Senhor!
A escolha de líderes religiosos deveria ser mais rigorosa. Nos dias de hoje qualquer um pode se declarar pastor e abrir igreja e terá seguidores. Como ninguém em sã consciência confiaria a vida a um cirurgião sem formação acadêmica, ninguém deveria aceitar um pastor sem preparo. Como assim? Segundo uma pesquisa realizada pelo editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana, Oswaldo Paião, cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia inteira pelo menos uma vez. Ou seja, mais da metade dos pastores nunca – sim, nunca! – nunca leram a Bíblia inteira. Pergunto, como eles vão ensinar ao povo toda a Palavra que sai da boca de Deus? O pior não é isso! O pior é que pessoas que não se submeteriam a uma cirurgia se soubessem que o cirurgião nunca esteve numa sala de aula a fim de receber preparo e orientação, se submetem à uma teologia incompleta, vazia, superficial, oca, manca, correndo o risco não de morrer na maca, mas de morrer no inferno pensando estar indo para o Céu. Olhemos para I Crônicas 23, ali vemos que não é qualquer um que pode candidatar-se ao sacerdócio. Liderança espiritual é coisa séria, é uma responsabilidade grande. Ela lida com a decisão crucial das pessoas: salvação ou perdição. Ainda que seja da vontade de Deus que haja líderes espirituais, nem todos os líderes espirituais fazem a vontade de Deus. Cuidado para não estar seguindo líderes cegos! Tua salvação está em jogo!
É preciso ter zelo, organização e respeito para com as coisas de Deus. Não se pode fazer as coisas de Deus de qualquer jeito, relaxadamente. Alguns princípios devem ser levados em conta ao liderar e administrar os serviços de culto na Casa de Deus:
• Verifique quantos estão aptos para realizar um serviço sacro e digno para Deus no templo (vs. 1-3);
• Separe em grupos e institua líderes sobre eles (vs. 6-23);
• Designe as tarefas para ser desempenhadas por cada grupo (vs. 4-5);
• Um grande grupo de músicos bem selecionados deve desempenhar bem sua função na adoração (v. 5);
• Outro grupo deve ser de recepcionistas (porteiros), que permaneçam à entrada da Casa do Senhor (v. 5);
• Outros seriam os diáconos, que ministram as coisas sagradas do templo (vs. 28-30), e assim por diante, conforme a necessidade (v. 32);
Enfim, tudo deve ser feito com ordem, organização e reverência… tudo deve ser feito! Independente do que seja, se você foi designado para uma determinada função, não reclame, clame a Deus e faça o teu melhor, Deus te abençoará! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Mesmo em sua velhice, Davi empregou seus últimos anos de vida em trabalho útil, deixando para as futuras gerações um legado de fé, ordem, dedicação e força. Mantendo a mente ocupada em fazer a vontade de Deus, Davi depôs sobre a cabeça de Salomão não apenas uma coroa, mas uma responsabilidade que este reconheceria já em seus primórdios como monarca de Israel.
Dentre as derradeiras obras de Davi, estava a organização dos levitas em seus turnos e funções. Como rei e líder de batalhas, reconhecia a importância da ordem em qualquer empreendimento. Sabia que muito mais deveria ser aplicado neste sentido na Casa de Deus; que o louvor, as cerimônias e qualquer serviço do templo deveria ser bem ordenado, resplandecendo a glória de Deus, que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8).
Desta forma, “foram contados nominalmente, um por um, encarregados do ministério da Casa do Senhor, de vinte anos para cima” (v.24). Não foi feita uma eleição aleatória ou humana, mas a confirmação de uma vocação divina. O Senhor levantara a tribo de Levi para servi-Lo em Seu tabernáculo, e “Arão foi separado para servir no Santo dos Santos, ele e seus filhos” (v.12). Tanto o ministério levítico como o ministério sacerdotal foram escolhidos por Aquele que não falha.
Como líderes espirituais da nação, deveriam corresponder ao seu chamado com fidelidade e diligência. “Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor e O louvarem; e da mesma sorte, à tarde” (v.30). Ao amanhecer e ao entardecer, cada casa de Israel deveria copiar tal modelo, tornando-se uma extensão do santuário quando os pais reuniam seus filhos em torno de si para o culto familiar. Era uma celebração diária que fortalecia a fé e confirmava uma próxima geração de homens e mulheres tementes a Deus.
Deveria nos soar como familiar os princípios aqui erigidos. A dedicação, a ordem e a obediência fazem parte da vida cristã assim como os elementos da natureza seguem o seu curso, “porque Deus não é de confusão, e sim de paz” (1Co.14:33). Por isso que após concluir a organização dos levitas, Davi declarou: “O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo e habitará em Jerusalém para sempre” (v.25). Deus tem prazer na ordem e na paz e confirma a Sua presença no lugar assim dirigido.
Como mordomos de Cristo em Sua obra final, quanto necessitamos destes princípios bem estabelecidos e confirmados na vida! O Senhor nos escolheu, “nominalmente, um por um” (v.24) para ministérios diversos em torno de um mesmo objetivo: pregar o evangelho eterno “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Mas esta obra sagrada deve ser regida pela ordem: em meu coração, em minha casa, e, então, em meus semelhantes.
Que sua vida seja um instrumento do Senhor “para esse mister” (v.5), e, certamente, Deus habitará com você, e você fará parte do povo de Deus, e Deus mesmo estará com você e com sua família para sempre (Ap.21:3). Vigiemos e oremos!
Mesmo em sua velhice, Davi empregou seus últimos anos de vida em trabalho útil, deixando para as futuras gerações um legado de fé, ordem, dedicação e força. Mantendo a mente ocupada em fazer a vontade de Deus, Davi depôs sobre a cabeça de Salomão não apenas uma coroa, mas uma responsabilidade que este reconheceria já em seus primórdios como monarca de Israel.
Dentre as derradeiras obras de Davi, estava a organização dos levitas em seus turnos e funções. Como rei e líder de batalhas, reconhecia a importância da ordem em qualquer empreendimento. Sabia que muito mais deveria ser aplicado neste sentido na Casa de Deus; que o louvor, as cerimônias e qualquer serviço do templo deveria ser bem ordenado, resplandecendo a glória de Deus, que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8).
Desta forma, “foram contados nominalmente, um por um, encarregados do ministério da Casa do Senhor, de vinte anos para cima” (v.24). Não foi feita uma eleição aleatória ou humana, mas a confirmação de uma vocação divina. O Senhor levantara a tribo de Levi para servi-Lo em Seu tabernáculo, e “Arão foi separado para servir no Santo dos Santos, ele e seus filhos” (v.12). Tanto o ministério levítico como o ministério sacerdotal foram escolhidos por Aquele que não falha.
Como líderes espirituais da nação, deveriam corresponder ao seu chamado com fidelidade e diligência. “Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor e O louvarem; e da mesma sorte, à tarde” (v.30). Ao amanhecer e ao entardecer, cada casa de Israel deveria copiar tal modelo, tornando-se uma extensão do santuário quando os pais reuniam seus filhos em torno de si para o culto familiar. Era uma celebração diária que fortalecia a fé e confirmava uma próxima geração de homens e mulheres tementes a Deus.
Deveria nos soar como familiar os princípios aqui erigidos. A dedicação, a ordem e a obediência fazem parte da vida cristã assim como os elementos da natureza seguem o seu curso, “porque Deus não é de confusão, e sim de paz” (1Co.14:33). Por isso que após concluir a organização dos levitas, Davi declarou: “O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo e habitará em Jerusalém para sempre” (v.25). Deus tem prazer na ordem e na paz e confirma a Sua presença no lugar assim dirigido.
Como mordomos de Cristo em Sua obra final, quanto necessitamos destes princípios bem estabelecidos e confirmados na vida! O Senhor nos escolheu, “nominalmente, um por um” (v.24) para ministérios diversos em torno de um mesmo objetivo: pregar o evangelho eterno “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Mas esta obra sagrada deve ser regida pela ordem: em meu coração, em minha casa, e, então, em meus semelhantes.
Que sua vida seja um instrumento do Senhor “para esse mister” (v.5), e, certamente, Deus habitará com você, e você fará parte do povo de Deus, e Deus mesmo estará com você e com sua família para sempre (Ap.21:3). Vigiemos e oremos!
