Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A derrota dos amonitas
“Seja forte! Vamos lutar com coragem pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus. E que o Senhor Deus faça o que achar melhor.” 1 Crônicas 19:13
Verso 5: o líder tem que ter empatia para compreender as dificuldades dos liderados.
Verso 7: muitas vezes, uma atitude impensada pode trazer graves consequências. Pense sempre antes de agir. Sobretudo, consulte sempre a Deus.
Verso 12: o capítulo nos dá um exemplo de trabalho em equipe: os irmãos Joabe e Abisai apoiaram um ao outro no campo de batalha. Irmãos devem sempre se apoiar nas batalhas da vida.
Verso 13: “O Senhor faça o que for de Sua vontade”, disse Joabe. Devemos nos preparar para a guerra e confiar em Deus.
Verso 14: o inimigo foge daqueles que confiam em Deus.
Verso 19: Davi confiou no Senhor e seus inimigos foram sujeitados. Então houve paz.
Promessa: Nem sempre nossas boas intenções e ações serão bem interpretadas; mesmo assim, façamos sempre o bem. Nosso exemplo é Jesus.
“Seja forte! Vamos lutar com coragem pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus. E que o Senhor Deus faça o que achar melhor.” 1 Crônicas 19:13
Verso 5: o líder tem que ter empatia para compreender as dificuldades dos liderados.
Verso 7: muitas vezes, uma atitude impensada pode trazer graves consequências. Pense sempre antes de agir. Sobretudo, consulte sempre a Deus.
Verso 12: o capítulo nos dá um exemplo de trabalho em equipe: os irmãos Joabe e Abisai apoiaram um ao outro no campo de batalha. Irmãos devem sempre se apoiar nas batalhas da vida.
Verso 13: “O Senhor faça o que for de Sua vontade”, disse Joabe. Devemos nos preparar para a guerra e confiar em Deus.
Verso 14: o inimigo foge daqueles que confiam em Deus.
Verso 19: Davi confiou no Senhor e seus inimigos foram sujeitados. Então houve paz.
Promessa: Nem sempre nossas boas intenções e ações serão bem interpretadas; mesmo assim, façamos sempre o bem. Nosso exemplo é Jesus.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
O exército israelita se viu cercado. À frente deles, estavam os amonitas e por detrás estavam os mesopotâmios. Joabe dividiu os seus homens em dois grupos, um deles sob o comando do seu irmão Abisai, e lhe disse: “Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade” (v. 12-13). O espírito de companheirismo entre os dois comandantes israelitas e o senso de dependência divina foram determinantes para a vitória que se seguiu.
Algum tempo depois, o rei arameu (sírio), contratou outro exército de arameus que vivam do outro lado do Eufrates para se opor aos israelitas. Hadadezer enviou seu comandante com um grande exército, mas estes foram derrotados. Assim os arameus não quiseram mais ajudar aos amonitas.
Nem sempre conseguimos vencer as dificuldades que nos cercam utilizando apenas a diplomacia. Muitas vezes precisamos travar árduas batalhas contra inimigos internos e externos. Quando você estiver passando por uma situação desafiadora, clame a Deus e Ele lhe concederá a vitória.
Deus dos exércitos, na luta contra o mal, ajude-me a fazer a minha parte e a confiar no Teu livramento!
Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Quem não tem Deus no coração interpreta fatos benevolentes de maneira errada. Quem não é transformado pela graça tem dificuldades de lidar com a bondade das pessoas que servem a Deus. Estes olham para a compaixão com desprezo, desconhecem a misericórdia e a benevolência. Tais atitudes causam medo neles. Independentemente de tais atitudes negativas, os servos de Deus têm que demonstrar amor, bondade e preocupação por tais pessoas (I Crônicas 19:1-5). Ainda que o amor e a benevolência suscite a ira dos infiéis, nossa missão é amar. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para revelar o amor de Deus num mundo onde reina o ódio, o medo e a angústia. Na nossa conversão Jesus poderia muito bem nos levar para o Céu; cada convertido, Jesus poderia, imediatamente à conversão, tirar deste mundo de pecado, miséria, injustiça, doença e morte para que não mais sofram; entretanto, somos deixados aqui no mundo para alcançar a salvação de outros. Precisamos auxiliar os necessitados, carentes e dependentes. Precisamos ser bênção e levar esperança para os desesperados, consolar os enlutados, e, orientar famílias desestruturadas. Precisamos revelar o amor de Deus ao mundo que vive sem Deus. Só assim as pessoas podem ver Deus agindo na vida delas, e concluir que Deus se interessa por elas! Seja hoje um instrumento nas mãos de Deus, aprenda a amar; tire tempo para revelar o amor de Deus a um mundo que perece por falta desse amor.
Verdades interessantes que os filhos de Deus devem saber. Estas verdades são extraídas de I Crônicas 19:
1. O servo de Deus ao fazer o bem poderá complicar-se: Em algum momento o que pratica o bem enfrentará situações opressoras por parte daqueles que não temem ao Deus verdadeiro, que não se curvam diante dEle.
2. O servo de Deus, Davi, desejou ser generoso com o filho do falecido rei Naás, seu aliado e se deu mal: Davi enviou uma delegação que expressasse seus pêsames a Hanum, filho de Naás. Entretanto, sua delegação foi mal entendida, e por isso acusada de espionagem e humilhada terrivelmente; depois disso, os amonitas contrataram mercenários arameus e preparam-se para atacar o povo de Deus causando assim um mal-entendido.
3. O servo de Deus deve ser amigo de todos e tratá-los bem: Esse é o princípio, porém, às vezes as melhores intenções são interpretadas erroneamente (mal entendido) causando a maior das confusões (mal-entendido). Isso vai acontecer no final da história deste mundo de pecado com a igreja de Deus. Os bons serão perseguidos, os servos de Deus não poderão nem comprar e nem vender, pois serão considerados os causadores de males na sociedade. Os perversos pervertem o bem e o mal, veem as coisas boas como se fossem ruins. Mesmo assim devemos ser o sal da terra e a luz do mundo, Deus nos ajudará!
Como lidar com injúrias, perjúrios, conflitos injustos, mal entendidos e julgamentos equivocados? Lições de 1 Crônicas 19:
1. Em meio às provocações e intrigas injustas os servos de Deus devem estar juntos, unidos (vs. 1-8);
2. Em meio ao conflito provocado pelos perversos, os servos de Deus devem lutar a favor uns dos outros, não uns contra os outros (vs. 9-12);
3. Em meio ao conflito, os inimigos claramente revelam sua intensão de acabar com o reino de Deus na terra, mas o povo de Deus luta pela unidade (v. 13);
4. Diante da grandiosidade do exército inimigo é preciso perseverar em permanecer firme na luta, sem esmorecer, sem vacilar e sem perder a postura de filho de Deus (vs. 13-15);
5. Diante da pressão intensa imposta pelos opressores, deve haver resistência por parte dos servos de Deus, não condescendência (vs. 16-17);
6. Diante das potências e fortes investidas para aniquilar os filhos de Deus, é preciso forças do Céu (v. 13);
7. Diante da provocação é preciso intensificar o que precisa ser feito e nunca priorizar o que não é importante; a ordem “esforça-te” implica em não perder o foco (v. 13);
8. É preciso dependência constante dos líderes instituídos por Deus para o benefício de Seu amado povo (vs. 8, 10, 12, 18-19);
9. É fundamental possuir confiança exclusiva no poder de Deus e independência do orgulho, egoísmo e arrogância humana (vs. 13, 19).
10. Siga estes passos e viva em paz com teus inimigos (v. 19) – Heber Toth Armí.
Quem não tem Deus no coração interpreta fatos benevolentes de maneira errada. Quem não é transformado pela graça tem dificuldades de lidar com a bondade das pessoas que servem a Deus. Estes olham para a compaixão com desprezo, desconhecem a misericórdia e a benevolência. Tais atitudes causam medo neles. Independentemente de tais atitudes negativas, os servos de Deus têm que demonstrar amor, bondade e preocupação por tais pessoas (I Crônicas 19:1-5). Ainda que o amor e a benevolência suscite a ira dos infiéis, nossa missão é amar. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para revelar o amor de Deus num mundo onde reina o ódio, o medo e a angústia. Na nossa conversão Jesus poderia muito bem nos levar para o Céu; cada convertido, Jesus poderia, imediatamente à conversão, tirar deste mundo de pecado, miséria, injustiça, doença e morte para que não mais sofram; entretanto, somos deixados aqui no mundo para alcançar a salvação de outros. Precisamos auxiliar os necessitados, carentes e dependentes. Precisamos ser bênção e levar esperança para os desesperados, consolar os enlutados, e, orientar famílias desestruturadas. Precisamos revelar o amor de Deus ao mundo que vive sem Deus. Só assim as pessoas podem ver Deus agindo na vida delas, e concluir que Deus se interessa por elas! Seja hoje um instrumento nas mãos de Deus, aprenda a amar; tire tempo para revelar o amor de Deus a um mundo que perece por falta desse amor.
Verdades interessantes que os filhos de Deus devem saber. Estas verdades são extraídas de I Crônicas 19:
1. O servo de Deus ao fazer o bem poderá complicar-se: Em algum momento o que pratica o bem enfrentará situações opressoras por parte daqueles que não temem ao Deus verdadeiro, que não se curvam diante dEle.
2. O servo de Deus, Davi, desejou ser generoso com o filho do falecido rei Naás, seu aliado e se deu mal: Davi enviou uma delegação que expressasse seus pêsames a Hanum, filho de Naás. Entretanto, sua delegação foi mal entendida, e por isso acusada de espionagem e humilhada terrivelmente; depois disso, os amonitas contrataram mercenários arameus e preparam-se para atacar o povo de Deus causando assim um mal-entendido.
3. O servo de Deus deve ser amigo de todos e tratá-los bem: Esse é o princípio, porém, às vezes as melhores intenções são interpretadas erroneamente (mal entendido) causando a maior das confusões (mal-entendido). Isso vai acontecer no final da história deste mundo de pecado com a igreja de Deus. Os bons serão perseguidos, os servos de Deus não poderão nem comprar e nem vender, pois serão considerados os causadores de males na sociedade. Os perversos pervertem o bem e o mal, veem as coisas boas como se fossem ruins. Mesmo assim devemos ser o sal da terra e a luz do mundo, Deus nos ajudará!
Como lidar com injúrias, perjúrios, conflitos injustos, mal entendidos e julgamentos equivocados? Lições de 1 Crônicas 19:
1. Em meio às provocações e intrigas injustas os servos de Deus devem estar juntos, unidos (vs. 1-8);
2. Em meio ao conflito provocado pelos perversos, os servos de Deus devem lutar a favor uns dos outros, não uns contra os outros (vs. 9-12);
3. Em meio ao conflito, os inimigos claramente revelam sua intensão de acabar com o reino de Deus na terra, mas o povo de Deus luta pela unidade (v. 13);
4. Diante da grandiosidade do exército inimigo é preciso perseverar em permanecer firme na luta, sem esmorecer, sem vacilar e sem perder a postura de filho de Deus (vs. 13-15);
5. Diante da pressão intensa imposta pelos opressores, deve haver resistência por parte dos servos de Deus, não condescendência (vs. 16-17);
6. Diante das potências e fortes investidas para aniquilar os filhos de Deus, é preciso forças do Céu (v. 13);
7. Diante da provocação é preciso intensificar o que precisa ser feito e nunca priorizar o que não é importante; a ordem “esforça-te” implica em não perder o foco (v. 13);
8. É preciso dependência constante dos líderes instituídos por Deus para o benefício de Seu amado povo (vs. 8, 10, 12, 18-19);
9. É fundamental possuir confiança exclusiva no poder de Deus e independência do orgulho, egoísmo e arrogância humana (vs. 13, 19).
10. Siga estes passos e viva em paz com teus inimigos (v. 19) – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A estratégia política usada por Naás não foi a mesma usada por seu filho, Hanum. Davi usou de bondade. Hanum desmoralizou os mensageiros de Davi. O contraste gerou discórdia, e a discórdia gerou guerra. E os valentes de Davi foram enviados para serem instrumentos do Senhor avançando com firmeza na certeza da vitória. A sentença dita por Joabe: “faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13), não denota um famoso “se Deus quiser”, e sim um “seja feita a Tua vontade” (Mt.6:10). Foi uma expressão de plena confiança na provisão divina. Deus os fortalecia e, por conseguinte, fortaleciam-se uns aos outros.
Percebam que o versículo 12 enfatiza a forma como eles se ajudavam mutuamente. Um agia em socorro do outro, conforme a necessidade. O mais forte agindo em favor do mais fraco. Esse é um dos princípios fundamentais da Palavra de Deus: a solidariedade. Primeiramente, a ajuda vem do Alto, mas ela precisa produzir seus efeitos horizontais. Ao nosso lado existem pessoas que precisam que usemos de bondade para com elas. Não por intenções egoístas, mas por amor; pelo precioso amor que de Deus procede.
Um dia João Batista enviou mensageiros a Jesus para perguntar se Ele realmente era o Messias. Ora, João havia confessado isso pouco tempo antes e pôde contemplar e ouvir a manifestação do Pai e do Espírito Santo. Como, pois, perguntar se ainda viria outro após Ele? Jesus poderia tê-lo censurado, porém, escolheu enviar-lhe uma resposta incontestável: “os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho” (Lc.7:22).
Assim como nas batalhas do antigo Israel, temos de lidar com um conflito cósmico cujo inimigo “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Mas o Senhor “escolheu dentre todos o que havia de melhor… e os formou em linha” (v.10), para a batalha final. Precisamos ter em mente que somos soldados de um só exército e que a nossa missão consiste em cuidar uns dos outros; aliviar os sofrimentos, tratar das feridas e, se preciso for, dar “a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo.15:13).
A resposta que os mensageiros de Davi tiveram tornou-se em vergonha, mas a resposta dada por Cristo aos mensageiros de João Batista tornou-se em inconfundível manifestação das maravilhosas obras de Deus. Cumpre-nos permanecer em Cristo Jesus a fim de que as Suas obras sejam reveladas em nós. Nas trincheiras deste mundo ainda existem milhares de soldados aguardando alistamento. O Espírito de Deus tem Se movido por sobre as multidões e procurado pelos verdadeiros adoradores, “todo o exército dos valentes” (v.8) do Senhor.
Há uma ardente expectativa do universo não caído pelo fim do pecado e pelo começo de um planeta Terra renovado. Anjos intensificam seu “serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Jesus mostra ao Pai as marcas de Seu sacrifício, e Seu amor é derramado sobre o mundo em forma de longanimidade, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É nosso dever cristão fazer parte deste cenário de amor eterno agindo em socorro de nossos irmãos. Mas agindo como? Jesus nos dá a resposta: “aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará” (Jo.14:12).
Vá a Jesus, hoje. Olhe para Ele. Só podemos ser transformados à Sua imagem através da contemplação. Olhando para Jesus você conseguirá olhar para o seu semelhante com as lentes da graça de Deus. Portanto, “executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (Zc.7:9). Vigiemos e oremos!
A estratégia política usada por Naás não foi a mesma usada por seu filho, Hanum. Davi usou de bondade. Hanum desmoralizou os mensageiros de Davi. O contraste gerou discórdia, e a discórdia gerou guerra. E os valentes de Davi foram enviados para serem instrumentos do Senhor avançando com firmeza na certeza da vitória. A sentença dita por Joabe: “faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13), não denota um famoso “se Deus quiser”, e sim um “seja feita a Tua vontade” (Mt.6:10). Foi uma expressão de plena confiança na provisão divina. Deus os fortalecia e, por conseguinte, fortaleciam-se uns aos outros.
Percebam que o versículo 12 enfatiza a forma como eles se ajudavam mutuamente. Um agia em socorro do outro, conforme a necessidade. O mais forte agindo em favor do mais fraco. Esse é um dos princípios fundamentais da Palavra de Deus: a solidariedade. Primeiramente, a ajuda vem do Alto, mas ela precisa produzir seus efeitos horizontais. Ao nosso lado existem pessoas que precisam que usemos de bondade para com elas. Não por intenções egoístas, mas por amor; pelo precioso amor que de Deus procede.
Um dia João Batista enviou mensageiros a Jesus para perguntar se Ele realmente era o Messias. Ora, João havia confessado isso pouco tempo antes e pôde contemplar e ouvir a manifestação do Pai e do Espírito Santo. Como, pois, perguntar se ainda viria outro após Ele? Jesus poderia tê-lo censurado, porém, escolheu enviar-lhe uma resposta incontestável: “os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho” (Lc.7:22).
Assim como nas batalhas do antigo Israel, temos de lidar com um conflito cósmico cujo inimigo “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Mas o Senhor “escolheu dentre todos o que havia de melhor… e os formou em linha” (v.10), para a batalha final. Precisamos ter em mente que somos soldados de um só exército e que a nossa missão consiste em cuidar uns dos outros; aliviar os sofrimentos, tratar das feridas e, se preciso for, dar “a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo.15:13).
A resposta que os mensageiros de Davi tiveram tornou-se em vergonha, mas a resposta dada por Cristo aos mensageiros de João Batista tornou-se em inconfundível manifestação das maravilhosas obras de Deus. Cumpre-nos permanecer em Cristo Jesus a fim de que as Suas obras sejam reveladas em nós. Nas trincheiras deste mundo ainda existem milhares de soldados aguardando alistamento. O Espírito de Deus tem Se movido por sobre as multidões e procurado pelos verdadeiros adoradores, “todo o exército dos valentes” (v.8) do Senhor.
Há uma ardente expectativa do universo não caído pelo fim do pecado e pelo começo de um planeta Terra renovado. Anjos intensificam seu “serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Jesus mostra ao Pai as marcas de Seu sacrifício, e Seu amor é derramado sobre o mundo em forma de longanimidade, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É nosso dever cristão fazer parte deste cenário de amor eterno agindo em socorro de nossos irmãos. Mas agindo como? Jesus nos dá a resposta: “aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará” (Jo.14:12).
Vá a Jesus, hoje. Olhe para Ele. Só podemos ser transformados à Sua imagem através da contemplação. Olhando para Jesus você conseguirá olhar para o seu semelhante com as lentes da graça de Deus. Portanto, “executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (Zc.7:9). Vigiemos e oremos!
