Leitura da Bíblia
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Pr. Michelson Borges
O mal eliminado
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
Comentário
2Rs 10 – Jeú reformou a nação, mas não o próprio coração.
Comentário Blog Associação Geral
Entra em cena Amazias. Encontramos o resumo habitual de um rei bíblico, incluindo como ele se classifica – “bom” ou “mau”. Para ele, o medidor aponta para pouco menos do que “bom”.
Amazias começou bem. Mais de sua história é encontrada em 2 Crônicas 25. Ele contratou Israel para atacar os edomitas. Um profeta declarou que isso era imprudente, então o exército israelita é dispensado. Amazias atacou Edom somente com os exércitos de Judá e venceu. Mas a história dá errado a partir daí e nunca se corrigiu.
O nome Amazias significa “o Senhor é a minha força”. Amazias, no entanto, dá importância à sua própria força. Ele se auto exaltou, envolveu-se em guerra contra Israel e foi derrotado, perdendo sua liberdade, sua segurança futura e comprometendo Judá. Por fim, seu povo se volta contra ele. Amazias foge para Laquis (um nome que significa “quem anda ou existe por si mesmo”) e lá é assassinado. Assim termina a vida de um rei que confiou em si mesmo, não em Deus.
Embora seja fácil julgar, somos diferentes? Quanto confiamos em Deus? Quanto dependemos de nossas próprias idéias? Quantas vezes nossas escolhas não apenas afetam os outros, mas também levam a comprometimentos e perda da liberdade?
Volte-se para Deus. Inclua-O em todos os seus planos. Então, e somente então, você será vitorioso.
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 14 – A Bíblia não é um livro histórico detalhado. Quando você estuda os livros de Reis você perceberá muito bem isso.
A Bíblia cita outros livros que contam detalhes dos quais o Espírito Santo achou desnecessário incluir no texto sagrado. Por isso, há referências a, pelo menos, 23 livros fora da Bíblia. Há os Livros das Batalhas do Senhor (Números 21:14); dos Justos ou Jasar (Josué 10:13; II Samuel 1:18); História de Salomão ou Atos de Salomão (I Reis 11:41); História dos Reis de Israel (I Reis 14:19); História dos Reis de Judá (I Reis 14:29); Livro dos Reis de Israel (I Crônicas 9:1); Crônicas do Profeta Samuel; do Profeta Natã; do Profeta Gade (I Crônicas 29:29); História do Profeta Natã; Profecias de Aías, de Siló; Visões do Profeta Ido (II Crônicas 9:29); História do Profeta Semaías e História do Profeta Ido (II Crônicas 12:15); História do Profeta Ido (II Crônicas 13:22).
Há também História dos Reis de Judá e de Israel (II Crônicas 16:11); dos Reis de Israel – Crônicas de Jeú (II Crônicas 20:34); Livro da História dos Reis (II Crônicas 24:27); Atos de Uzias, escrito pelo profeta Isaías (II Crônicas 26:22); História dos Reis de Israel e de Judá (II Crônicas 27:7); Visões do Profeta Isaías (II Crônicas 32:32); História dos Reis de Israel (II Crônicas 33:19); e, Livro de Registro ou das Crônicas (Neemias 12:23).
II Reis 14 cita o “Livro das Crônicas dos Reis de Israel”, o “Livro das Crônicas dos Reis de Judá”, e o “Livro das Crônicas de Israel” nos versículos 15, 18, 28. Embora a história tenha sido documentada, nem tudo entrou nas páginas sagradas.
Aquilo que ficou registrado visa revelar ao Deus gracioso lidando com seres humanos pecaminosos (II Reis 14:26-27). Deus opera maravilhas em meio à perversão religiosa de Seu povo e seus líderes. Amazias, rei de Judá, venceu Edom e ensoberbeceu-se (II Reis 14:1-22); Jeroboão II prosperou materialmente, todavia declinou-se espiritualmente (II Reis 14:23-29). E… Deus continuava agindo em benefício de Seu povo rebelde.
Embora os livros supracitados tenham desaparecido, a Bíblia foi divinamente preservada. Não que os outros fossem falsos; na realidade, a Bíblia é o suprassumo da verdade!
Se Deus não o protegesse, Seu Livro teria se perdido. Vamos valorizá-lo mais? – Heber Toth Armí.
II REIS 14 – A Bíblia não é um livro histórico detalhado. Quando você estuda os livros de Reis você perceberá muito bem isso.
A Bíblia cita outros livros que contam detalhes dos quais o Espírito Santo achou desnecessário incluir no texto sagrado. Por isso, há referências a, pelo menos, 23 livros fora da Bíblia. Há os Livros das Batalhas do Senhor (Números 21:14); dos Justos ou Jasar (Josué 10:13; II Samuel 1:18); História de Salomão ou Atos de Salomão (I Reis 11:41); História dos Reis de Israel (I Reis 14:19); História dos Reis de Judá (I Reis 14:29); Livro dos Reis de Israel (I Crônicas 9:1); Crônicas do Profeta Samuel; do Profeta Natã; do Profeta Gade (I Crônicas 29:29); História do Profeta Natã; Profecias de Aías, de Siló; Visões do Profeta Ido (II Crônicas 9:29); História do Profeta Semaías e História do Profeta Ido (II Crônicas 12:15); História do Profeta Ido (II Crônicas 13:22).
Há também História dos Reis de Judá e de Israel (II Crônicas 16:11); dos Reis de Israel – Crônicas de Jeú (II Crônicas 20:34); Livro da História dos Reis (II Crônicas 24:27); Atos de Uzias, escrito pelo profeta Isaías (II Crônicas 26:22); História dos Reis de Israel e de Judá (II Crônicas 27:7); Visões do Profeta Isaías (II Crônicas 32:32); História dos Reis de Israel (II Crônicas 33:19); e, Livro de Registro ou das Crônicas (Neemias 12:23).
II Reis 14 cita o “Livro das Crônicas dos Reis de Israel”, o “Livro das Crônicas dos Reis de Judá”, e o “Livro das Crônicas de Israel” nos versículos 15, 18, 28. Embora a história tenha sido documentada, nem tudo entrou nas páginas sagradas.
Aquilo que ficou registrado visa revelar ao Deus gracioso lidando com seres humanos pecaminosos (II Reis 14:26-27). Deus opera maravilhas em meio à perversão religiosa de Seu povo e seus líderes. Amazias, rei de Judá, venceu Edom e ensoberbeceu-se (II Reis 14:1-22); Jeroboão II prosperou materialmente, todavia declinou-se espiritualmente (II Reis 14:23-29). E… Deus continuava agindo em benefício de Seu povo rebelde.
Embora os livros supracitados tenham desaparecido, a Bíblia foi divinamente preservada. Não que os outros fossem falsos; na realidade, a Bíblia é o suprassumo da verdade!
Se Deus não o protegesse, Seu Livro teria se perdido. Vamos valorizá-lo mais? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai “ (v.3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido. E Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.
Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que eu não avisei!
Resultado: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12), Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, “como também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Meus amados, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme. Mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.
Jeroboão II, seguindo a mesma linha de seus antecessores, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).
Quando estudamos os evangelhos, percebemos que enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome em nossa vida.
Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que Lhe testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).
O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos, não torna o nosso nome digno de louvor. Jeroboão foi usado pelo Senhor para livrar a Israel, segundo a profecia de Jonas. Contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para, cooperando uns com os outros, sermos semelhantes a Cristo! E, quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). Que a nossa identidade aponte para a eternidade! Vigiemos e oremos!
Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai “ (v.3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido. E Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.
Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que eu não avisei!
Resultado: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12), Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, “como também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Meus amados, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme. Mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.
Jeroboão II, seguindo a mesma linha de seus antecessores, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).
Quando estudamos os evangelhos, percebemos que enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome em nossa vida.
Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que Lhe testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).
O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos, não torna o nosso nome digno de louvor. Jeroboão foi usado pelo Senhor para livrar a Israel, segundo a profecia de Jonas. Contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para, cooperando uns com os outros, sermos semelhantes a Cristo! E, quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). Que a nossa identidade aponte para a eternidade! Vigiemos e oremos!
