Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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Pr. Michelson Borges
O mal eliminado
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
Comentário
2Rs 10 – Jeú reformou a nação, mas não o próprio coração.
Comentário Blog Associação Geral
Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.
Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria!” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. A maioria dos comentaristas acredita que tal ordem não significava acertar para o chão, mas atirar mais flechas. O rei obedece, mas logo interrompe. O profeta, então, expressa frustração e raiva.
E quanto a você? Você é um cristão de três flechas? Você hesita ao orar? E quanto à salvação? A fé? O testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?
Elias cavalga para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte através da trasladação! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem recobre a vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 13 – Se quisermos uma vida relevante e interessante é fundamental que mergulhemos fundo na busca pela vontade do Autor da vida; e, dar devida atenção a Sua Palavra, que é a Bíblia Sagrada!
Ao considerar o capítulo em pauta, sugiro três atitudes:
• Estabeleça o plano de colocar Deus como centro de tudo, em tudo o que você fizer.
• Dependa da orientação de Deus e de Sua Palavra quanto aos planos de tua vida.
• Lute confiando no poder de Deus até ver os planos dEle realizados em tua história.
Tais itens foram desconsiderados pelos reis tanto de Israel quanto de Judá, mas não por Eliseu – grande homem de Deus que, até seus ossos secos deram sinal revelando o sobrenatural poder de Deus atuando através deles (II Reis 13:20-21).
Do capítulo tratando de Jeoacaz, Jeoás e Eliseu, somos informados que, estando o povo de Deus em perigo de inimigos, maior perigo era a morte do servo de Deus. Jeoás, rei de Israel, considerava o profeta como seu pai e como carros de Israel e seus cavaleiros (II Reis 13:14).
Chorando, Jeoás pediu conselhos; Eliseu orientou que ele atirasse flechas. Ele atirou 3, quando deveria ter atirado mais; desta forma, apenas 3 vezes feriria os siros, portanto não os venceria completamente (II Reis 13:15-19). Esse exercício rende preciosas lições aos que buscam a Deus em momentos de crises e de intenso desespero:
• Retesa o arco: Saia do comodismo e da ociosidade. Não deixe a preguiça reger tua conduta.
• Abra a janela para o oriente e atira: Siga a direção determinada por Deus, então avance confiantemente.
• Toma as flechas e fere a terra: Seja intensivo em tua dedicação ao lutar pelos sonhos que Deus te dá.
Toda pessoa que procura a Deus, ainda que de forma errada, recebe atenção e resposta; porém, a vitória depende da confiança depositada nEle. Os reis de Israel venciam pela graça de Deus, mas permaneciam em desgraça pela falta de mais confiança em Sua regência (II Reis 13:22-25).
Sem Deus, a vida é incompleta mesmo para os reis. Na hora do desespero, os aflitos se lembram de Deus; que não os decepciona. A decepção que as pessoas enfrentam se dá pelo fracasso em viver intensamente as orientações divinas!
Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
II REIS 13 – Se quisermos uma vida relevante e interessante é fundamental que mergulhemos fundo na busca pela vontade do Autor da vida; e, dar devida atenção a Sua Palavra, que é a Bíblia Sagrada!
Ao considerar o capítulo em pauta, sugiro três atitudes:
• Estabeleça o plano de colocar Deus como centro de tudo, em tudo o que você fizer.
• Dependa da orientação de Deus e de Sua Palavra quanto aos planos de tua vida.
• Lute confiando no poder de Deus até ver os planos dEle realizados em tua história.
Tais itens foram desconsiderados pelos reis tanto de Israel quanto de Judá, mas não por Eliseu – grande homem de Deus que, até seus ossos secos deram sinal revelando o sobrenatural poder de Deus atuando através deles (II Reis 13:20-21).
Do capítulo tratando de Jeoacaz, Jeoás e Eliseu, somos informados que, estando o povo de Deus em perigo de inimigos, maior perigo era a morte do servo de Deus. Jeoás, rei de Israel, considerava o profeta como seu pai e como carros de Israel e seus cavaleiros (II Reis 13:14).
Chorando, Jeoás pediu conselhos; Eliseu orientou que ele atirasse flechas. Ele atirou 3, quando deveria ter atirado mais; desta forma, apenas 3 vezes feriria os siros, portanto não os venceria completamente (II Reis 13:15-19). Esse exercício rende preciosas lições aos que buscam a Deus em momentos de crises e de intenso desespero:
• Retesa o arco: Saia do comodismo e da ociosidade. Não deixe a preguiça reger tua conduta.
• Abra a janela para o oriente e atira: Siga a direção determinada por Deus, então avance confiantemente.
• Toma as flechas e fere a terra: Seja intensivo em tua dedicação ao lutar pelos sonhos que Deus te dá.
Toda pessoa que procura a Deus, ainda que de forma errada, recebe atenção e resposta; porém, a vitória depende da confiança depositada nEle. Os reis de Israel venciam pela graça de Deus, mas permaneciam em desgraça pela falta de mais confiança em Sua regência (II Reis 13:22-25).
Sem Deus, a vida é incompleta mesmo para os reis. Na hora do desespero, os aflitos se lembram de Deus; que não os decepciona. A decepção que as pessoas enfrentam se dá pelo fracasso em viver intensamente as orientações divinas!
Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Por muitas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor, e quando as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais eu estudo o Antigo Testamento, mais eu consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus e a tragédia e infelicidade em andar longe dos Seus propósitos. Pois o Novo Testamento não anula o Antigo, antes o confirma.
Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras. Contudo, diante da tragédia em andar na contramão de Deus, uma súplica foi o bastante, uma oração, para Deus Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isto não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor, está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau diante dEle, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que mesmo em meio às dificuldades, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão causada acerca do caráter de Deus Pai é que muitos aceitam e desejam a Jesus como seu Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como o seu Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai […] o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).
Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18), não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação.
Como o foi com Jeoás, por vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus em nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. Convido o povo de Deus, onde quer que estiver, para nos ajuntarmos em uma assembleia solene, em jejum e oração, na quarta-feira, dia 07 de dezembro. Clamemos pelo batismo do Espírito Santo, para que o Senhor nos use como usou a Eliseu. Vigiemos e oremos!
Por muitas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor, e quando as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais eu estudo o Antigo Testamento, mais eu consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus e a tragédia e infelicidade em andar longe dos Seus propósitos. Pois o Novo Testamento não anula o Antigo, antes o confirma.
Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras. Contudo, diante da tragédia em andar na contramão de Deus, uma súplica foi o bastante, uma oração, para Deus Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isto não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor, está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau diante dEle, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que mesmo em meio às dificuldades, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão causada acerca do caráter de Deus Pai é que muitos aceitam e desejam a Jesus como seu Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como o seu Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai […] o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).
Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18), não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação.
Como o foi com Jeoás, por vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus em nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. Convido o povo de Deus, onde quer que estiver, para nos ajuntarmos em uma assembleia solene, em jejum e oração, na quarta-feira, dia 07 de dezembro. Clamemos pelo batismo do Espírito Santo, para que o Senhor nos use como usou a Eliseu. Vigiemos e oremos!
