Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Descendentes de Benjamin e o pecado de Saaraim
“Saaraim, depois de ter repudiado as suas mulheres Husim e Baara, gerou filhos nos campos de Moabe.” 1 Crônicas 8:8
O capítulo faz menção ao divórcio de Saaraim (v. 8). Outra triste consequência do pecado que deixa corações destruídos. O diabo “adora” o divórcio.
Verso 28: “Todos esses eram chefes de família [...] e moravam em Jerusalém.” Os chefes de família devem escolher bem onde vão morar, e fazer de Deus um hóspede permanente no lar. O chefe de família deve ser também seu líder espiritual. Você tem sido?
Verso 33: Saul é mencionado como “um qualquer”. Para Deus, somos todos iguais; todos especiais.
Promessa: Deus promete abençoar homens e mulheres que O buscam em oração em favor do casamento e fazem seu melhor para tornar o lar um pedaço do Céu na Terra.
“Saaraim, depois de ter repudiado as suas mulheres Husim e Baara, gerou filhos nos campos de Moabe.” 1 Crônicas 8:8
O capítulo faz menção ao divórcio de Saaraim (v. 8). Outra triste consequência do pecado que deixa corações destruídos. O diabo “adora” o divórcio.
Verso 28: “Todos esses eram chefes de família [...] e moravam em Jerusalém.” Os chefes de família devem escolher bem onde vão morar, e fazer de Deus um hóspede permanente no lar. O chefe de família deve ser também seu líder espiritual. Você tem sido?
Verso 33: Saul é mencionado como “um qualquer”. Para Deus, somos todos iguais; todos especiais.
Promessa: Deus promete abençoar homens e mulheres que O buscam em oração em favor do casamento e fazem seu melhor para tornar o lar um pedaço do Céu na Terra.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Essas palavras ilustram o histórico familiar primário da tribo de Benjamim. Eles faziam parte do povo escolhido, mas eram cheios de defeitos como eu e você. Por exemplo, vemos que um dos descendentes de Benjamim gerou filhos de outra esposa depois de ter “repudiado” outras duas (1 Cr. 8:7, 8.) Apesar disso, o capítulo termina com o filhos de Ulam sendo declarados homens poderosos e arqueiros. Eles acabam prosperando, apesar de suas imperfeições. Esta é uma boa notícia.
Há, porém, um outro lado. Mais adiante, no NT, vemos um grupo que se autodenomina “os filhos de Abraão” sendo repreendido pelo Messias, afirmando que “se vocês fossem [verdadeiramente] filhos de Abraão, fariam as obras que Abraão fez” (João 8:39 NVI). O Messias não declara que a linhagem é o bastante para estar em harmonia com Deus e suas leis. Ele simplesmente declara: “Segue-me” (Mt 4:19). “Siga meu exemplo”. Ele não diz “Vá em frente enquanto espero aqui”, como fazem muitos líderes. Ele diz “siga-me” ou, em outras palavras, “faça o que eu faço”.
Liderança não tem a ver com posição; tem a ver com caráter. Você é um líder para Deus?
Nicholas Arroyave Howling-Crane
Colportor
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
A graça divina não nos livra das desgraças de nossos pecados, mas nas desgraças causadas por eles.
Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dEle. Como houve resistência à vontade de Deus e insistência na instituição de um reino terrestre, o Soberano do Universo cedeu à exigência da criatura. O capítulo em questão visa mostrar, ao leitor, a tribo da qual saiu o primeiro rei de Israel, cujo reinado deu início à monarquia israelita.
“As genealogias que o cronista formula de Israel terminam com um segundo relato longo de Benjamim (ver 7:6-12) […] mas seu final segue outro rumo. Ao fechar suas genealogias com um longo relato de Benjamim, o cronista elevou esta tribo ao nível de Judá e Levi”.
Avançando em seu comentário sobre este capítulo Richard Pratt Jr. explica que um segundo registro da genealogia de Benjamim “é que o cronista distinguia dois grupos de benjamitas. Quando as tribos setentrionais se separaram de Judá por volta de 722 a.C., a tribo de Benjamim dividiu sua lealdade. Alguns benjamitas seguiram para o norte (ver 1Rs 11:31,32), enquanto outros permaneceram com Judá (ver 1Rs 12:21) […]. O segundo registro… se concentra nos benjamitas que foram leais a Jerusalém… Esses benjamitas receberam atenção maior porque foram fieis ao monarca de Jerusalém e ao Templo, tal como foram Judá e Levi”.
O comentário Bíblico Adventista divide assim este capítulo:
1. Os filhos de Benjamim e os chefes das famílias (vs. 1-32);
2. A linhagem de Saul e Jônatas (vs. 33-40).
As 12 tribos de Israel foram unificadas por Saul. Mas, a nação foi divida em dois reinos após a morte de Salomão: Ao sul, o reino de Judá, composto das duas tribos: Judá e Benjamim; e, ao norte, o reino de Israel, formado pelas outras 10 tribos, que ficaram conhecidas como “as dez tribos perdidas de Israel”, após terem o reino invadido pela Assíria em 722 a.C.
• Seguir os planos divinos é melhor que lutar por nossas maiores ambições humanas. Ignorar estes planos significa assinar nosso fracasso.
No tempo do cronista, havia sobrado apenas as tribos de Judá e Benjamim. As quais foram cativas em Babilônia, mas Deus não desistiu de investir nestes remanescentes! Que bom, assim a Bíblia foi preservada!
“Senhor, reaviva-nos espiritualmente!” – Heber Toth Armí.
A graça divina não nos livra das desgraças de nossos pecados, mas nas desgraças causadas por eles.
Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dEle. Como houve resistência à vontade de Deus e insistência na instituição de um reino terrestre, o Soberano do Universo cedeu à exigência da criatura. O capítulo em questão visa mostrar, ao leitor, a tribo da qual saiu o primeiro rei de Israel, cujo reinado deu início à monarquia israelita.
“As genealogias que o cronista formula de Israel terminam com um segundo relato longo de Benjamim (ver 7:6-12) […] mas seu final segue outro rumo. Ao fechar suas genealogias com um longo relato de Benjamim, o cronista elevou esta tribo ao nível de Judá e Levi”.
Avançando em seu comentário sobre este capítulo Richard Pratt Jr. explica que um segundo registro da genealogia de Benjamim “é que o cronista distinguia dois grupos de benjamitas. Quando as tribos setentrionais se separaram de Judá por volta de 722 a.C., a tribo de Benjamim dividiu sua lealdade. Alguns benjamitas seguiram para o norte (ver 1Rs 11:31,32), enquanto outros permaneceram com Judá (ver 1Rs 12:21) […]. O segundo registro… se concentra nos benjamitas que foram leais a Jerusalém… Esses benjamitas receberam atenção maior porque foram fieis ao monarca de Jerusalém e ao Templo, tal como foram Judá e Levi”.
O comentário Bíblico Adventista divide assim este capítulo:
1. Os filhos de Benjamim e os chefes das famílias (vs. 1-32);
2. A linhagem de Saul e Jônatas (vs. 33-40).
As 12 tribos de Israel foram unificadas por Saul. Mas, a nação foi divida em dois reinos após a morte de Salomão: Ao sul, o reino de Judá, composto das duas tribos: Judá e Benjamim; e, ao norte, o reino de Israel, formado pelas outras 10 tribos, que ficaram conhecidas como “as dez tribos perdidas de Israel”, após terem o reino invadido pela Assíria em 722 a.C.
• Seguir os planos divinos é melhor que lutar por nossas maiores ambições humanas. Ignorar estes planos significa assinar nosso fracasso.
No tempo do cronista, havia sobrado apenas as tribos de Judá e Benjamim. As quais foram cativas em Babilônia, mas Deus não desistiu de investir nestes remanescentes! Que bom, assim a Bíblia foi preservada!
“Senhor, reaviva-nos espiritualmente!” – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Benjamim, em comparação às demais, era uma tribo pequena. Ele era o filho mais novo de Jacó, e Raquel, sua mãe, morreu logo após o seu nascimento (Gn.35:18). Foi o único irmão de José por parte de pai e mãe, e também o único que não participou da trama cruel dos irmãos de José. Esta foi a bênção profética de Jacó a seu filho caçula: “Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo” (Gn.49:27). A tribo de Benjamim foi de “homens valentes, flecheiros” (v.40), de guerreiros destemidos.
De Benjamim foi gerado o primeiro rei de Israel: Saul. Mas o trono não permaneceria nesta tribo. O cetro passaria para Judá, como foi profetizado: “O cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). A genealogia de hoje, portanto, não é uma repetição da que vimos ontem, mas uma lista detalhada desta tribo, centralizando a figura de Saul, primeiro monarca de Israel. O rei Saul iniciou o seu reinado como um homem transformado pelo Espírito Santo (1Sm.10:6), e terminou a sua vida trocando a presença do Espírito do Senhor por um espírito maligno (1Sm.16:14).
Apesar de ser a menor tribo, tinha tudo para ser a maior em grandeza aos olhos de Deus. Porém, a atitude de Saul lhe roubou a glória. Vivemos em um mundo de visão extremamente egoísta. O “eu” prevalece sobre o todo. “Cada um por si”, é o lema de uma sociedade cada vez maior, contudo, incrivelmente mais solitária. “Faça o que o seu coração mandar” é a máxima de hoje. Decisões são tomadas e riscos assumidos sem pensar nas consequências. Mas o pior de tudo é que as consequências não recaem apenas sobre quem comete o erro, e inocentes acabam sofrendo.
O que fazemos neste mundo não afeta apenas a nós mesmos. Estamos ligados uns aos outros e, como num efeito dominó, nossas ações acabam afetando primeiro aqueles que estão mais próximos de nós. O pecado de uma pessoa não recai sobre outra (Ez.18:20), mas os resultados dele podem sim atingir a terceiros. Diante disso, você pode estar pensando neste momento: “Mas isso é muito injusto!” E é mesmo! Porque o pecado gerou a maior injustiça que já houve neste mundo, quando o Inocente morreu pelos pecados de um mundo de imerecedores.
Amados, o mundo ecoa a palavra injustiça desde que nossos primeiros pais pecaram. O pecado gera ruína e tem como salário a morte (Rm.6:23), fazendo inocentes sofrerem com isso. Não permita que a sua genealogia termine neste mundo mau. Mas que você e a sua descendência desfrutem do que gratuitamente Cristo nos comprou ao assumir na cruz uma culpa que era nossa. Jesus padeceu a maior injustiça para que a Sua justiça prevalecesse.
Deus nos chama para começarmos a viver aqui o que viveremos na eternidade. Lembremos que o que fazemos neste mundo gera consequências boas ou ruins, a depender de nossas escolhas. Lembremos de nosso estudo de ontem. Fomos escolhidos para a salvação, mas precisamos aceitar essa escolha divina diariamente para sermos bem-aventurados: “Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios” (Sl.65:4). Os passos que damos aqui revelam para onde estamos indo. O meu desejo é que o resultado de nossa vida seja a consumação da letra de meu hino favorito: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Siga as pegadas do Mestre e, com certeza, você não chegará ao Céu sozinho. Vigiemos e oremos!
Benjamim, em comparação às demais, era uma tribo pequena. Ele era o filho mais novo de Jacó, e Raquel, sua mãe, morreu logo após o seu nascimento (Gn.35:18). Foi o único irmão de José por parte de pai e mãe, e também o único que não participou da trama cruel dos irmãos de José. Esta foi a bênção profética de Jacó a seu filho caçula: “Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo” (Gn.49:27). A tribo de Benjamim foi de “homens valentes, flecheiros” (v.40), de guerreiros destemidos.
De Benjamim foi gerado o primeiro rei de Israel: Saul. Mas o trono não permaneceria nesta tribo. O cetro passaria para Judá, como foi profetizado: “O cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). A genealogia de hoje, portanto, não é uma repetição da que vimos ontem, mas uma lista detalhada desta tribo, centralizando a figura de Saul, primeiro monarca de Israel. O rei Saul iniciou o seu reinado como um homem transformado pelo Espírito Santo (1Sm.10:6), e terminou a sua vida trocando a presença do Espírito do Senhor por um espírito maligno (1Sm.16:14).
Apesar de ser a menor tribo, tinha tudo para ser a maior em grandeza aos olhos de Deus. Porém, a atitude de Saul lhe roubou a glória. Vivemos em um mundo de visão extremamente egoísta. O “eu” prevalece sobre o todo. “Cada um por si”, é o lema de uma sociedade cada vez maior, contudo, incrivelmente mais solitária. “Faça o que o seu coração mandar” é a máxima de hoje. Decisões são tomadas e riscos assumidos sem pensar nas consequências. Mas o pior de tudo é que as consequências não recaem apenas sobre quem comete o erro, e inocentes acabam sofrendo.
O que fazemos neste mundo não afeta apenas a nós mesmos. Estamos ligados uns aos outros e, como num efeito dominó, nossas ações acabam afetando primeiro aqueles que estão mais próximos de nós. O pecado de uma pessoa não recai sobre outra (Ez.18:20), mas os resultados dele podem sim atingir a terceiros. Diante disso, você pode estar pensando neste momento: “Mas isso é muito injusto!” E é mesmo! Porque o pecado gerou a maior injustiça que já houve neste mundo, quando o Inocente morreu pelos pecados de um mundo de imerecedores.
Amados, o mundo ecoa a palavra injustiça desde que nossos primeiros pais pecaram. O pecado gera ruína e tem como salário a morte (Rm.6:23), fazendo inocentes sofrerem com isso. Não permita que a sua genealogia termine neste mundo mau. Mas que você e a sua descendência desfrutem do que gratuitamente Cristo nos comprou ao assumir na cruz uma culpa que era nossa. Jesus padeceu a maior injustiça para que a Sua justiça prevalecesse.
Deus nos chama para começarmos a viver aqui o que viveremos na eternidade. Lembremos que o que fazemos neste mundo gera consequências boas ou ruins, a depender de nossas escolhas. Lembremos de nosso estudo de ontem. Fomos escolhidos para a salvação, mas precisamos aceitar essa escolha divina diariamente para sermos bem-aventurados: “Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios” (Sl.65:4). Os passos que damos aqui revelam para onde estamos indo. O meu desejo é que o resultado de nossa vida seja a consumação da letra de meu hino favorito: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Siga as pegadas do Mestre e, com certeza, você não chegará ao Céu sozinho. Vigiemos e oremos!
