Leitura da Bíblia
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Pr. Michelson Borges
Auxílio nas batalhas da vida
“Não há,
“Não há,
Comentário
2Rs 3:
2Rs 3:
Comentário Blog Associação Geral
Em 2 Reis 6, Eliseu revela os segredos militares dos arameus através do grande poder de Deus. O relacionamento de Eliseu com Deus é tão profundo que o rei de Israel percebe e o faz “vigiar” o país. O rei dos arameus não gosta disso e procura capturar Eliseu. O fato do exército arameu ter viajado à noite para não ser visto demonstra que eles não acreditavam no poder de Eliseu de antecipar seus movimentos.
Quando chega a manhã, Eliseu diz a seu servo assustado, que vê a cidade cercada por cavalos e carros: “Os que estão conosco são mais do que os que estão com eles” (versículo 16). Os olhos do servo se abrem e ele vê colinas cheias de cavalos e carros de fogo protegendo a cidade onde Eliseu está. Através do poder de Deus, o exército arameu é atingido pela cegueira.
Esses versículos deveriam ser uma grande fonte de conforto e segurança para todos os crentes. Como Romanos 8:31 diz: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (NIV). Eliseu instrui o rei de Israel a não matá-los, mas a oferecer comida e água. Como resultado, os arameus param de invadir e pilhar o território de Israel. Tal tratamento demonstra a confiança de Israel em Deus como seu protetor e foi um movimento no sentido de estabelecer relações pacíficas entre Israel e Aram [Síria].
Ricardo Bacchus
Diretor Assistente/ Editor
Columbia Union Visitor, USA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 6 – O ser humano não nasce com Manual de Instrução. Deus, o nosso Criador, deixou a Bíblia para instruir-nos. Sem a revelação divina, arruinamos nossa vida com nossas tentativas de acertar.
Precisamos estudar. Precisamos aprender! Sem ter bom fundamento, somos conduzidos por todo vento de doutrina. As escolas dos profetas foram edificadas para impedir à proliferação das ideias falsas sobre a vida, Deus e a religião. Em II Reis 6, uma das escolas precisou ser ampliada devido à grande demanda.
Essas escolas/colégios do passado servem de inspiração e modelo para nossas instituições de ensino. Ellen White afirma que, “se forem dirigidas de acordo com o desígnio de Deus, nossas escolas, nestes dias finais da mensagem, efetuarão uma obra semelhante à que foi efetuada pelas escolas dos profetas”.
É preciso ensinar que Deus Se preocupa inclusive com um machado emprestado, fazendo-o flutuar (II Reis 6:1-7), consegue descobrir segredos dos pagãos e compartilhá-los com Seus servos, além de ser estrategista cômico para impedir duas nações de guerrearem – como no caso de Israel e a Síria (II Reis 6:8-23). O texto revela, também, que Deus conhece o futuro como ninguém, quando nada sugere que poderia acontecer como Ele previu (II Reis 6:31-33).
• Anote: Deus não conhece meramente os problemas que enfrentamos, Ele sabe como e quando podem ser resolvidos.
Quando o ensino verdadeiro de Deus e a espiritualidade correta são preservados, Deus abençoa. Os que aceitam desafios e decidem colocar planos em ação com determinação de ver a obra de Deus avançando neste mundo corrompido, não se acomodam. A sugestão de ampliar a escola dos profetas “não veio de Eliseu, mas dos estudantes. Esses jovens não temiam o trabalho. Um dos objetivos das escolas dos profetas era oferecer treinamento prático para a vida. Os jovens eram treinados para o trabalho como os demais, porque não lhes era permitido ficar alheios para com os que tinham a responsabilidade de servir. O trabalho manual estava em perfeita harmonia com o desenvolvimento da mente e das afeições” (CBASD).
Muitos aprendem; outros, não. O rei Jorão não aprendia as lições que Deus queria ensinar nas provas da vida. Sua rejeição a Deus e ameaça de morte ao profeta mostra que foi desaprovado na escola divina.
E nós, seremos aprovados? – Heber Toth Armí.
II REIS 6 – O ser humano não nasce com Manual de Instrução. Deus, o nosso Criador, deixou a Bíblia para instruir-nos. Sem a revelação divina, arruinamos nossa vida com nossas tentativas de acertar.
Precisamos estudar. Precisamos aprender! Sem ter bom fundamento, somos conduzidos por todo vento de doutrina. As escolas dos profetas foram edificadas para impedir à proliferação das ideias falsas sobre a vida, Deus e a religião. Em II Reis 6, uma das escolas precisou ser ampliada devido à grande demanda.
Essas escolas/colégios do passado servem de inspiração e modelo para nossas instituições de ensino. Ellen White afirma que, “se forem dirigidas de acordo com o desígnio de Deus, nossas escolas, nestes dias finais da mensagem, efetuarão uma obra semelhante à que foi efetuada pelas escolas dos profetas”.
É preciso ensinar que Deus Se preocupa inclusive com um machado emprestado, fazendo-o flutuar (II Reis 6:1-7), consegue descobrir segredos dos pagãos e compartilhá-los com Seus servos, além de ser estrategista cômico para impedir duas nações de guerrearem – como no caso de Israel e a Síria (II Reis 6:8-23). O texto revela, também, que Deus conhece o futuro como ninguém, quando nada sugere que poderia acontecer como Ele previu (II Reis 6:31-33).
• Anote: Deus não conhece meramente os problemas que enfrentamos, Ele sabe como e quando podem ser resolvidos.
Quando o ensino verdadeiro de Deus e a espiritualidade correta são preservados, Deus abençoa. Os que aceitam desafios e decidem colocar planos em ação com determinação de ver a obra de Deus avançando neste mundo corrompido, não se acomodam. A sugestão de ampliar a escola dos profetas “não veio de Eliseu, mas dos estudantes. Esses jovens não temiam o trabalho. Um dos objetivos das escolas dos profetas era oferecer treinamento prático para a vida. Os jovens eram treinados para o trabalho como os demais, porque não lhes era permitido ficar alheios para com os que tinham a responsabilidade de servir. O trabalho manual estava em perfeita harmonia com o desenvolvimento da mente e das afeições” (CBASD).
Muitos aprendem; outros, não. O rei Jorão não aprendia as lições que Deus queria ensinar nas provas da vida. Sua rejeição a Deus e ameaça de morte ao profeta mostra que foi desaprovado na escola divina.
E nós, seremos aprovados? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O capítulo de hoje começa com uma situação aparentemente simples e termina com uma humanamente impossível de se resolver. Deus se preocupa com tudo o que nos diz respeito. O Seu desejo é o de atender a todas as nossas necessidades. Ele se compadece de nossos problemas, quer sejam simples, quer sejam de elevada complexidade. Fazer um machado flutuar ou cegar todo um exército, são ambas ações de um Deus que não se cansa de mostrar o quanto nos ama.
Nossos pecados e nossas imperfeições, por vezes, nos fazem afundar como aquele machado. E nos sentimos tão pesados como um pedaço de ferro. Pensamos que seria impossível livrar-nos de tão grande peso. Mas assim como Eliseu usou um galho como instrumento, Jesus tomou sobre Si uma cruz e a tornou instrumento que retira de nós todo o peso da culpa, todo o pecado, toda a imperfeição, e nos faz flutuar em Sua maravilhosa graça. Porque o Seu jugo é suave e o Seu fardo é leve (Mt.11:30).
Eliseu, apesar da rebeldia do rei de Israel, seguia em fazer a vontade de Deus. E antes que o inimigo conseguisse se aproximar, o profeta avisava e assim livrava Israel de guerras desnecessárias. Mas agora o exército sírio não marchava mais com o objetivo de atacar Israel, mas sim o de capturar Eliseu. A cidade de Dotã foi cercada. Eliseu permanecia calmo e confiante, pois o profeta enxergava o que ninguém mais conseguia ver. Enquanto Eliseu contemplava o poder de Deus, o seu servo olhava para a arregimentado exército inimigo.
Quantas vezes deixamos de contemplar o sobrenatural porque insistimos em fixar os olhos nas dificuldades da vida. Precisamos acreditar que mais são os que estão conosco do que todos os nossos problemas ou inimigos juntos. Vamos relembrar algumas situações aparentemente desvantajosas?
Noé e sua família X um mundo ímpio. Eu pergunto: Quem entrou na arca?
Davi X Golias. Quem saiu vitorioso?
Josué e homens com trombetas X muros intransponíveis e exército bem armado. Que lado venceu?
Eliseu X um exército inimigo. Que relato maravilhoso sobre a vontade do Senhor em nos revelar o que nossa cegueira espiritual nos impede de ver!
A cegueira daqueles homens do exército sírio representava a cegueira espiritual de Israel. Governados por um rei ímpio, o povo chegou à degradação de devorar seus próprios filhos. Meus irmãos, assim como Deus desejava realizar um grande milagre no meio de Israel, Ele deseja realizar no meio de Seu povo hoje. A cegueira nos leva à fome espiritual, e a fome nos leva a desejarmos nos alimentar do que é abominável ao Senhor. O exame das Escrituras tem nos reavivado poderosamente a cada dia. A Bíblia é o colírio e o alimento que precisamos para que possamos ver e nos sentir saciados.
Quando confiamos em Deus, Ele deixa nossos pecados nas profundezas e nos faz flutuar em águas tranquilas. Quando confiamos em Deus, Ele abre os nossos olhos para que possamos ver o sobrenatural. Quando confiamos em Deus, Ele sacia a nossa fome com o Pão do Céu. Lembrem-se: antes do milagre, vem sempre a confiança! “Oh! Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia” (Sl.34:8). Os discípulos dos profetas reconheceram uma necessidade e agiram para supri-la. Existe algo que você precisa realizar e ainda não o fez? Ore a respeito disso em um horário específico todos os dias desta semana e busque em Deus a melhor maneira de iniciar este novo projeto. Vigiemos e oremos!
O capítulo de hoje começa com uma situação aparentemente simples e termina com uma humanamente impossível de se resolver. Deus se preocupa com tudo o que nos diz respeito. O Seu desejo é o de atender a todas as nossas necessidades. Ele se compadece de nossos problemas, quer sejam simples, quer sejam de elevada complexidade. Fazer um machado flutuar ou cegar todo um exército, são ambas ações de um Deus que não se cansa de mostrar o quanto nos ama.
Nossos pecados e nossas imperfeições, por vezes, nos fazem afundar como aquele machado. E nos sentimos tão pesados como um pedaço de ferro. Pensamos que seria impossível livrar-nos de tão grande peso. Mas assim como Eliseu usou um galho como instrumento, Jesus tomou sobre Si uma cruz e a tornou instrumento que retira de nós todo o peso da culpa, todo o pecado, toda a imperfeição, e nos faz flutuar em Sua maravilhosa graça. Porque o Seu jugo é suave e o Seu fardo é leve (Mt.11:30).
Eliseu, apesar da rebeldia do rei de Israel, seguia em fazer a vontade de Deus. E antes que o inimigo conseguisse se aproximar, o profeta avisava e assim livrava Israel de guerras desnecessárias. Mas agora o exército sírio não marchava mais com o objetivo de atacar Israel, mas sim o de capturar Eliseu. A cidade de Dotã foi cercada. Eliseu permanecia calmo e confiante, pois o profeta enxergava o que ninguém mais conseguia ver. Enquanto Eliseu contemplava o poder de Deus, o seu servo olhava para a arregimentado exército inimigo.
Quantas vezes deixamos de contemplar o sobrenatural porque insistimos em fixar os olhos nas dificuldades da vida. Precisamos acreditar que mais são os que estão conosco do que todos os nossos problemas ou inimigos juntos. Vamos relembrar algumas situações aparentemente desvantajosas?
Noé e sua família X um mundo ímpio. Eu pergunto: Quem entrou na arca?
Davi X Golias. Quem saiu vitorioso?
Josué e homens com trombetas X muros intransponíveis e exército bem armado. Que lado venceu?
Eliseu X um exército inimigo. Que relato maravilhoso sobre a vontade do Senhor em nos revelar o que nossa cegueira espiritual nos impede de ver!
A cegueira daqueles homens do exército sírio representava a cegueira espiritual de Israel. Governados por um rei ímpio, o povo chegou à degradação de devorar seus próprios filhos. Meus irmãos, assim como Deus desejava realizar um grande milagre no meio de Israel, Ele deseja realizar no meio de Seu povo hoje. A cegueira nos leva à fome espiritual, e a fome nos leva a desejarmos nos alimentar do que é abominável ao Senhor. O exame das Escrituras tem nos reavivado poderosamente a cada dia. A Bíblia é o colírio e o alimento que precisamos para que possamos ver e nos sentir saciados.
Quando confiamos em Deus, Ele deixa nossos pecados nas profundezas e nos faz flutuar em águas tranquilas. Quando confiamos em Deus, Ele abre os nossos olhos para que possamos ver o sobrenatural. Quando confiamos em Deus, Ele sacia a nossa fome com o Pão do Céu. Lembrem-se: antes do milagre, vem sempre a confiança! “Oh! Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia” (Sl.34:8). Os discípulos dos profetas reconheceram uma necessidade e agiram para supri-la. Existe algo que você precisa realizar e ainda não o fez? Ore a respeito disso em um horário específico todos os dias desta semana e busque em Deus a melhor maneira de iniciar este novo projeto. Vigiemos e oremos!
