Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O rei mimado e a esposa manipuladora
“Nunca houve ninguém igual a Acabe, que se vendeu para fazer o que era mau aos olhos do Senhor, porque Jezabel, sua esposa, o instigava.” 1 Reis 21:25
O capítulo mostra que o reino era governado por uma “criança mimada” e uma mulher perversa. Acabe representa aqueles que acham que as posses lhes farão felizes, mas nunca estão satisfeitos. Rei mimado e manipulável + esposa maquiavélica e manipuladora = fórmula perigosa e desastrosa.
Verso 3: Nabote dava muito mais valor às coisas da família do que o ímpio rei Acabe.
Verso 4: aborrecido, indignado, virou o rosto para a parede e se recusou a comer. Tudo por causa de um terreno. Rei minado!
Versos 10 e 15: Jezabel arranjou falsas testemunhas e acusou Nabote de traição. Deus não deixaria isso impune. Neste mundo injusto, muitas vezes o justo sofrerá e até perderá a vida. Mas Deus vê tudo.
Verso 20: Acabe chamou Elias de seu inimigo. Na verdade, o rei era inimigo de Deus.
Versos 27 a 29: “Você viu como Acabe se humilhou diante de Mim?” Deus procurou convencer Elias de que a misericórdia deve prevalecer. O Senhor Se apiedou de Acabe por causa de sua atitude de arrependimento. Isso é graça!
Verso 29: o capítulo termina contrastando a graça divina com a maldade humana.
Promessa:Quantas pessoas têm se vendido para fazer o que o Senhor reprova! Em troca de poder, prazer, riquezas... Façamos apenas o que o Senhor aprova, ainda que tenhamos que pagar por isso. Ele estará do nosso lado.
“Nunca houve ninguém igual a Acabe, que se vendeu para fazer o que era mau aos olhos do Senhor, porque Jezabel, sua esposa, o instigava.” 1 Reis 21:25
O capítulo mostra que o reino era governado por uma “criança mimada” e uma mulher perversa. Acabe representa aqueles que acham que as posses lhes farão felizes, mas nunca estão satisfeitos. Rei mimado e manipulável + esposa maquiavélica e manipuladora = fórmula perigosa e desastrosa.
Verso 3: Nabote dava muito mais valor às coisas da família do que o ímpio rei Acabe.
Verso 4: aborrecido, indignado, virou o rosto para a parede e se recusou a comer. Tudo por causa de um terreno. Rei minado!
Versos 10 e 15: Jezabel arranjou falsas testemunhas e acusou Nabote de traição. Deus não deixaria isso impune. Neste mundo injusto, muitas vezes o justo sofrerá e até perderá a vida. Mas Deus vê tudo.
Verso 20: Acabe chamou Elias de seu inimigo. Na verdade, o rei era inimigo de Deus.
Versos 27 a 29: “Você viu como Acabe se humilhou diante de Mim?” Deus procurou convencer Elias de que a misericórdia deve prevalecer. O Senhor Se apiedou de Acabe por causa de sua atitude de arrependimento. Isso é graça!
Verso 29: o capítulo termina contrastando a graça divina com a maldade humana.
Promessa:Quantas pessoas têm se vendido para fazer o que o Senhor reprova! Em troca de poder, prazer, riquezas... Façamos apenas o que o Senhor aprova, ainda que tenhamos que pagar por isso. Ele estará do nosso lado.
Comentário
1Rs 21 – O capítulo mostra que o reino era governado por uma “criança mimada” e uma mulher perversa.
1Rs 21 – Acabe representa aqueles que acham que as posses lhes farão felizes, mas nunca estão satisfeitos.
1Rs 21:3 – Nabote dava muito mais valor às coisas da família do que o ímpio rei Acabe.
1Rs 21:4 – Aborrecido, indignado, virou o rosto para a parede e se recusou a comer. Tudo por causa de um terreno. Rei minado!
1Rs 21:7, 8 – Rei mimado e manipulável + esposa maquiavélica e manipuladora = fórmula perigosa e desastrosa.
1Rs 21:8 – Quem realmente mandava “no pedaço” era a ímpia e idólatra Jezabel.
1Rs 21:10 – Jezabel arranjou falsas testemunhas e acusou Nabote de traição. Deus não deixaria isso impune.
1Rs 21:15 – Neste mundo injusto, muitas vezes o justo sofrerá e até perderá a vida. Mas Deus vê tudo.
1Rs 21:17 – No momento mais necessário, a palavra do Senhor sempre vem ao profeta. Deus observa e age.
1Rs 21:19 – O profeta Elias precisava de coragem e santa intrepidez para confrontar o rei com a dura mensagem. Temos essa coragem?
1Rs 21:20 – Acabe chamou Elias de seu inimigo. Na verdade, o rei era inimigo de Deus.
1Rs 21:20 – O rei era fraco e medroso; pelo menos havia uma vantagem nisso: não teve coragem de matar Elias.
1Rs 21:20 – Quantas pessoas têm se vendido para fazer o que o Senhor reprova! Em troca de poder, prazer, riquezas...
1Rs 21:20 – Façamos apenas o que o Senhor aprova, ainda que tenhamos que pagar por isso.
1Rs 21:27-29 – “Você viu como Acabe se humilhou diante de Mim?” Deus procurou convencer Elias de que a misericórdia deve prevalecer. O Senhor Se apiedou de Acabe por causa de sua atitude de arrependimento. Isso é graça!
1Rs 21:29 – O capítulo termina contrastando a graça divina com a maldade humana.
1Rs 21 – O capítulo mostra que o reino era governado por uma “criança mimada” e uma mulher perversa.
1Rs 21 – Acabe representa aqueles que acham que as posses lhes farão felizes, mas nunca estão satisfeitos.
1Rs 21:3 – Nabote dava muito mais valor às coisas da família do que o ímpio rei Acabe.
1Rs 21:4 – Aborrecido, indignado, virou o rosto para a parede e se recusou a comer. Tudo por causa de um terreno. Rei minado!
1Rs 21:7, 8 – Rei mimado e manipulável + esposa maquiavélica e manipuladora = fórmula perigosa e desastrosa.
1Rs 21:8 – Quem realmente mandava “no pedaço” era a ímpia e idólatra Jezabel.
1Rs 21:10 – Jezabel arranjou falsas testemunhas e acusou Nabote de traição. Deus não deixaria isso impune.
1Rs 21:15 – Neste mundo injusto, muitas vezes o justo sofrerá e até perderá a vida. Mas Deus vê tudo.
1Rs 21:17 – No momento mais necessário, a palavra do Senhor sempre vem ao profeta. Deus observa e age.
1Rs 21:19 – O profeta Elias precisava de coragem e santa intrepidez para confrontar o rei com a dura mensagem. Temos essa coragem?
1Rs 21:20 – Acabe chamou Elias de seu inimigo. Na verdade, o rei era inimigo de Deus.
1Rs 21:20 – O rei era fraco e medroso; pelo menos havia uma vantagem nisso: não teve coragem de matar Elias.
1Rs 21:20 – Quantas pessoas têm se vendido para fazer o que o Senhor reprova! Em troca de poder, prazer, riquezas...
1Rs 21:20 – Façamos apenas o que o Senhor aprova, ainda que tenhamos que pagar por isso.
1Rs 21:27-29 – “Você viu como Acabe se humilhou diante de Mim?” Deus procurou convencer Elias de que a misericórdia deve prevalecer. O Senhor Se apiedou de Acabe por causa de sua atitude de arrependimento. Isso é graça!
1Rs 21:29 – O capítulo termina contrastando a graça divina com a maldade humana.
Comentário Blog Associação Geral
Que dissonância! Depois de ler os dois capítulos anteriores, este capítulo não parece fazer sentido. Onde está Elias? O que ele está fazendo? Nós nos lembramos dele como o profeta que se levantou poderosamente por Deus. De muitas maneiras, ele se tornou nosso modelo. E agora nós o encontramos no deserto! Correndo e se escondendo de uma mulher. Sentindo-se deprimido, cansado, exausto e sozinho. Chegando à conclusão: “Chega! Agora, Senhor, tire minha vida! ” Mas Deus não desiste dele. Em vez disso, Deus cuida de Elias como um pai faz por seu filho. Ele entende. Deus apresenta a ele tempo para se curar, comida, uma conversa pessoal, uma nova tarefa e um amigo. É o tempo de silêncio pessoal com Deus que cura Elias fisica, emocional, mental, social e espiritualmente.
Você se sente espiritualmente exausto? Vivenciando um esgotamento espiritual? É este o motivo pelo qual você não está mais envolvido ativamente em sua igreja? Então você precisa de uma experiência no deserto, uma redefinição espiritual. Mas acima de tudo você precisa de um tempo quieto com Jesus (DTN 362). E depois de ter experimentado o reavivamento e a reforma, Deus usará você mais uma vez para avançar em Sua obra. Mas por enquanto, “Tudo Entregarei” [HASD 295] para Jesus!
Denis Lachmann
Paramédico
Lago Constança, Alemanha
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Estudando a Bíblia aprendemos coisas que nunca aprenderíamos na vida. Quem medita e reflete na Palavra Divina viverá acima do padrão humano; o padrão será elevado, divino.
• O pomposo rei Acabe vivia conforme achava melhor, desejando coisas alheias, entristecendo-se quando não podia usufruir de algo que não era dele por direito e nem poderia sê-lo pela lei israelita (vs. 1-7).
Jezabel vivia conforme o que achava melhor, mandava e desmandava; era autoridade em pessoa, infligia a lei para conseguir o que quisesse, não se importava com nada a não ser com seus próprios interesses; a perversidade era sua marca registrada (vs. 8-16).
Nabote foi vítima das injustiças dos agentes da maldade. A acusação falsa contra ele; sua morte por culpa que ele não tinha, revela, primeiramente, quão cruel é o pecado, e, em segundo lugar, quanto sofrimento o justo passa neste mundo injusto nas mãos de pessoas que deveriam prezar pelo bem do povo.
O profeta Elias era o obstáculo usado por Deus diante da corrupção avassaladora reinante entre os principais líderes de seu povo a fim de impedir coisas piores. Sua profecia revela o verdadeiro caráter do pecado e o fim catastrófico que ele causa na vida de pessoas, mesmo poderosas, arrogantes e indiferentes (vs. 17-29).
Deus nunca quis um rei para Israel, muito menos um rei perverso. Pior ainda, um rei casado com uma mulher pagã, mandona, fria e calculista, fora da lei, corrupta ao máximo, idólatra, má, etc.
Deus sabia onde o desejo e o pedido por um rei, como tinha as nações ao redor de Israel, levaria seu povo; contudo, diante do pedido insistente e rebeldia declarada, Deus permitiu para que Seu povo entendesse os motivos pelos quais Ele não planejara que Israel tivesse rei humano.
Deus permite certas coisas para que confiemos mais que o Seu ideal é bem melhor que nossas melhores e mais ousadas ambições. Deus permitiu que Israel tivesse reis como as nações e, além disso, permitiu que Acabe e Jazabel fossem assassinos e ladrões de inocentes.
Deus não causa o pecado, nem é autor da desgraça; nós somos os responsáveis. Por isso, cada um se responsabiliza pelo que faz.
O juízo virá a todo culpado, como foi profetizado por Elias a Acabe! – Heber Toth Armí.
Estudando a Bíblia aprendemos coisas que nunca aprenderíamos na vida. Quem medita e reflete na Palavra Divina viverá acima do padrão humano; o padrão será elevado, divino.
• O pomposo rei Acabe vivia conforme achava melhor, desejando coisas alheias, entristecendo-se quando não podia usufruir de algo que não era dele por direito e nem poderia sê-lo pela lei israelita (vs. 1-7).
Jezabel vivia conforme o que achava melhor, mandava e desmandava; era autoridade em pessoa, infligia a lei para conseguir o que quisesse, não se importava com nada a não ser com seus próprios interesses; a perversidade era sua marca registrada (vs. 8-16).
Nabote foi vítima das injustiças dos agentes da maldade. A acusação falsa contra ele; sua morte por culpa que ele não tinha, revela, primeiramente, quão cruel é o pecado, e, em segundo lugar, quanto sofrimento o justo passa neste mundo injusto nas mãos de pessoas que deveriam prezar pelo bem do povo.
O profeta Elias era o obstáculo usado por Deus diante da corrupção avassaladora reinante entre os principais líderes de seu povo a fim de impedir coisas piores. Sua profecia revela o verdadeiro caráter do pecado e o fim catastrófico que ele causa na vida de pessoas, mesmo poderosas, arrogantes e indiferentes (vs. 17-29).
Deus nunca quis um rei para Israel, muito menos um rei perverso. Pior ainda, um rei casado com uma mulher pagã, mandona, fria e calculista, fora da lei, corrupta ao máximo, idólatra, má, etc.
Deus sabia onde o desejo e o pedido por um rei, como tinha as nações ao redor de Israel, levaria seu povo; contudo, diante do pedido insistente e rebeldia declarada, Deus permitiu para que Seu povo entendesse os motivos pelos quais Ele não planejara que Israel tivesse rei humano.
Deus permite certas coisas para que confiemos mais que o Seu ideal é bem melhor que nossas melhores e mais ousadas ambições. Deus permitiu que Israel tivesse reis como as nações e, além disso, permitiu que Acabe e Jazabel fossem assassinos e ladrões de inocentes.
Deus não causa o pecado, nem é autor da desgraça; nós somos os responsáveis. Por isso, cada um se responsabiliza pelo que faz.
O juízo virá a todo culpado, como foi profetizado por Elias a Acabe! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A ganância de Acabe não tinha limites. Suas atitudes revelam o caráter de um homem fraco e mimado. Novamente, a Bíblia diz que Acabe ficou “desgostoso e indignado” (v.4). Desta vez, porém, por causa de um pedido que lhe foi negado. A vinha de Nabote provavelmente era o único bem havido de seus pais e representava toda uma vida de trabalho e dedicação. Além disso, a herança patriarcal era considerada como um bem sagrado que deveria ser transmitida de geração em geração. Mas o semblante descaído de Acabe e sua greve de fome chamaram a atenção da malvada rainha. Jezabel sabia como resolver as coisas da pior forma possível. Manipuladora e de coração implacável, traçou rapidamente um plano para aniquilar a vida de Nabote e apoderar-se de sua vinha.
Cartas apregoando um jejum abominável e um julgamento injusto foram distribuídas entre os maiorais do povo. Logo, o plano maligno de Jezabel foi consumado e Acabe pôde tomar posse da terra regada com sangue inocente. Mas tamanha injustiça poderia ficar sem consequências? O casal do mau sairia impune de um crime tão vil? De forma alguma! Eles receberiam o pagamento por tão grande pecado: a morte. Quando Elias foi enviado para falar a Acabe em nome de Deus, foi assim que o profeta foi recebido: “Já me achaste, inimigo meu?” (v.20). Na verdade, Acabe estava diante de um amigo, e dormia ao lado de uma inimiga. Pois, “o que repreende ao homem achará, depois, mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua” (Pv.28:23).
Mas o que o homem não faz por cobiça! Para conseguir o almejado terreno, foi montado um cenário religioso com jejum e tudo mais. E “dois homens malignos” (v.10) testemunharam contra Nabote. Mas “a falsa testemunha não fica impune” (Pv.19:5) e o juízo viria sobre os algozes daquele pobre homem, um irmão do povo que foi morto pela ganância de um rei covarde. Sobre este tipo de atitude, o apóstolo Paulo escreveu: “Mas vós mesmos fazeis injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?” (1Co.6:8-9). A misericórdia do Senhor estendida sobre Acabe no versículo 29 é uma prova inequívoca de que a mensagem profética não tinha o objetivo final de condenação, mas de salvação.
Acabe tomou posse de uma herança que não lhe pertencia, trocando, mais uma vez, o eterno pelo temporário; trocando o reino de Deus por um pedacinho de terra roubada. Será que esta troca não tem sido praticada em nossos dias com uma semelhante roupagem de piedade? Fartura de bens materiais é rotulada de teologia da prosperidade. A adoração através dos dízimos e das ofertas foi banalizada e distorcida por uma falsa doutrina onde barganhar é adorar. Cuidado, meus irmãos! Muito cuidado com a aparência de religiosidade, pois assim como Jezabel, existem muitos que “movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias” (2Pe.2:3).
A resposta de Elias a Acabe revelou a situação do rei e revela a situação de muitos atualmente: “…já te vendeste para fazeres o que é mau perante o Senhor” (v.20). Aquela terra foi tomada a preço de sangue inocente para resultar em morte aos injustos. Esta Terra foi comprada a custo do sangue inocente para resultar em vida eterna para os justificados pela fé em Cristo Jesus. Não foi sem razão que o Senhor encerrou os dez mandamentos condenando a cobiça. Porque cobiçar pode gerar o homicídio, o adultério, o roubo e a dizer falso testemunho (Êx.20:13-17). Meus amados, que não sejamos achados em falta como Acabe (v. 20), mas que, com inteireza de coração, nossa vida revele o poder do Espírito Santo agindo em nós e nos tornando testemunhas verdadeiras de Jesus que, muito em breve, nos concederá a Terra eterna que Ele nos comprou por direito! Vigiemos e oremos!
A ganância de Acabe não tinha limites. Suas atitudes revelam o caráter de um homem fraco e mimado. Novamente, a Bíblia diz que Acabe ficou “desgostoso e indignado” (v.4). Desta vez, porém, por causa de um pedido que lhe foi negado. A vinha de Nabote provavelmente era o único bem havido de seus pais e representava toda uma vida de trabalho e dedicação. Além disso, a herança patriarcal era considerada como um bem sagrado que deveria ser transmitida de geração em geração. Mas o semblante descaído de Acabe e sua greve de fome chamaram a atenção da malvada rainha. Jezabel sabia como resolver as coisas da pior forma possível. Manipuladora e de coração implacável, traçou rapidamente um plano para aniquilar a vida de Nabote e apoderar-se de sua vinha.
Cartas apregoando um jejum abominável e um julgamento injusto foram distribuídas entre os maiorais do povo. Logo, o plano maligno de Jezabel foi consumado e Acabe pôde tomar posse da terra regada com sangue inocente. Mas tamanha injustiça poderia ficar sem consequências? O casal do mau sairia impune de um crime tão vil? De forma alguma! Eles receberiam o pagamento por tão grande pecado: a morte. Quando Elias foi enviado para falar a Acabe em nome de Deus, foi assim que o profeta foi recebido: “Já me achaste, inimigo meu?” (v.20). Na verdade, Acabe estava diante de um amigo, e dormia ao lado de uma inimiga. Pois, “o que repreende ao homem achará, depois, mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua” (Pv.28:23).
Mas o que o homem não faz por cobiça! Para conseguir o almejado terreno, foi montado um cenário religioso com jejum e tudo mais. E “dois homens malignos” (v.10) testemunharam contra Nabote. Mas “a falsa testemunha não fica impune” (Pv.19:5) e o juízo viria sobre os algozes daquele pobre homem, um irmão do povo que foi morto pela ganância de um rei covarde. Sobre este tipo de atitude, o apóstolo Paulo escreveu: “Mas vós mesmos fazeis injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?” (1Co.6:8-9). A misericórdia do Senhor estendida sobre Acabe no versículo 29 é uma prova inequívoca de que a mensagem profética não tinha o objetivo final de condenação, mas de salvação.
Acabe tomou posse de uma herança que não lhe pertencia, trocando, mais uma vez, o eterno pelo temporário; trocando o reino de Deus por um pedacinho de terra roubada. Será que esta troca não tem sido praticada em nossos dias com uma semelhante roupagem de piedade? Fartura de bens materiais é rotulada de teologia da prosperidade. A adoração através dos dízimos e das ofertas foi banalizada e distorcida por uma falsa doutrina onde barganhar é adorar. Cuidado, meus irmãos! Muito cuidado com a aparência de religiosidade, pois assim como Jezabel, existem muitos que “movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias” (2Pe.2:3).
A resposta de Elias a Acabe revelou a situação do rei e revela a situação de muitos atualmente: “…já te vendeste para fazeres o que é mau perante o Senhor” (v.20). Aquela terra foi tomada a preço de sangue inocente para resultar em morte aos injustos. Esta Terra foi comprada a custo do sangue inocente para resultar em vida eterna para os justificados pela fé em Cristo Jesus. Não foi sem razão que o Senhor encerrou os dez mandamentos condenando a cobiça. Porque cobiçar pode gerar o homicídio, o adultério, o roubo e a dizer falso testemunho (Êx.20:13-17). Meus amados, que não sejamos achados em falta como Acabe (v. 20), mas que, com inteireza de coração, nossa vida revele o poder do Espírito Santo agindo em nós e nos tornando testemunhas verdadeiras de Jesus que, muito em breve, nos concederá a Terra eterna que Ele nos comprou por direito! Vigiemos e oremos!
