Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O rei que desobedeceu ao Rei
“Será que o Senhor tem mais prazer em holocaustos e sacrifícios do que no obedecer à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o ouvir é melhor do que a gordura de carneiros.” 1 Samuel 15:22
A desobediência à vontade de Deus, a mentira e a vaidade desqualificam o líder. Saul era da turma do “nada a ver”. Deus orienta sobre alimentação. Nada a ver. Ele fala sobre música e locais impróprios. Nada a ver. Ele pede obediência total à Sua Palavra. Nada a ver. Depois as consequências vêm...
Os amalequitas haviam tido séculos de misericórdia, mas não se arrependeram. O pecado precisava ser destruído. Por outro lado, assim como Deus poupou os queneus, salvou os ninivitas, Raabe de Jericó e outros. O amor de Deus transpõe fronteiras. Ele não destrói sem antes oferecer misericórdia.
A ganância falou mais alto que a obediência (v. 9). Era para destruir tudo (com o pecado não se brinca), mas o exército de Saul poupou “tudo o que era bom”. Mas a desobediência não parou aí: Saul ergueu um monumento em sua própria honra (v. 12). Quando abandonamos a Deus, o orgulho toma conta e o eu assume o trono da vida.
Além de tentar se enganar, Saul procurou inutilmente enganar o profeta: “Segui as instruções do Senhor” (v. 13, 14). A Palavra de Deus não pode ser parcialmente cumprida. Para Deus, a obediência é mais importante do que obras vazias. Ou somos fieis de todo o coração ou nada somos.
Samuel relembrou Saul de que ele não tinha motivos para se orgulhar (v. 17). Deus o havia tornado rei. Lembremo-nos sempre de quem somos.
Verso 23: rebeldia e arrogância são tão pecaminosas quanto feitiçaria e idolatria, mas parece mais fácil condenar as duas últimas.
Verso 26: Saul rejeitou a Palavra e o Senhor o rejeitou como rei de Israel. Deus nunca rejeita primeiro, mas respeita nossa vontade.
Verso 33: Samuel matou Agague porque a espada desse rei ímpio “deixou mulheres sem filhos”. Deus executou juízo.
Verso 35: Samuel nunca mais viu Saul, mas se entristeceu com a condição do rei. Você se entristece por causa dos ímpios?
Promessa: Arrogância e desobediência são o caminho da ruína; humildade, submissão e fidelidade à Palavra de Deus trazem bênçãos à vida.
“Será que o Senhor tem mais prazer em holocaustos e sacrifícios do que no obedecer à Sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o ouvir é melhor do que a gordura de carneiros.” 1 Samuel 15:22
A desobediência à vontade de Deus, a mentira e a vaidade desqualificam o líder. Saul era da turma do “nada a ver”. Deus orienta sobre alimentação. Nada a ver. Ele fala sobre música e locais impróprios. Nada a ver. Ele pede obediência total à Sua Palavra. Nada a ver. Depois as consequências vêm...
Os amalequitas haviam tido séculos de misericórdia, mas não se arrependeram. O pecado precisava ser destruído. Por outro lado, assim como Deus poupou os queneus, salvou os ninivitas, Raabe de Jericó e outros. O amor de Deus transpõe fronteiras. Ele não destrói sem antes oferecer misericórdia.
A ganância falou mais alto que a obediência (v. 9). Era para destruir tudo (com o pecado não se brinca), mas o exército de Saul poupou “tudo o que era bom”. Mas a desobediência não parou aí: Saul ergueu um monumento em sua própria honra (v. 12). Quando abandonamos a Deus, o orgulho toma conta e o eu assume o trono da vida.
Além de tentar se enganar, Saul procurou inutilmente enganar o profeta: “Segui as instruções do Senhor” (v. 13, 14). A Palavra de Deus não pode ser parcialmente cumprida. Para Deus, a obediência é mais importante do que obras vazias. Ou somos fieis de todo o coração ou nada somos.
Samuel relembrou Saul de que ele não tinha motivos para se orgulhar (v. 17). Deus o havia tornado rei. Lembremo-nos sempre de quem somos.
Verso 23: rebeldia e arrogância são tão pecaminosas quanto feitiçaria e idolatria, mas parece mais fácil condenar as duas últimas.
Verso 26: Saul rejeitou a Palavra e o Senhor o rejeitou como rei de Israel. Deus nunca rejeita primeiro, mas respeita nossa vontade.
Verso 33: Samuel matou Agague porque a espada desse rei ímpio “deixou mulheres sem filhos”. Deus executou juízo.
Verso 35: Samuel nunca mais viu Saul, mas se entristeceu com a condição do rei. Você se entristece por causa dos ímpios?
Promessa: Arrogância e desobediência são o caminho da ruína; humildade, submissão e fidelidade à Palavra de Deus trazem bênçãos à vida.
Comentário
1Sm 15 – A desobediência à vontade de Deus, a mentira e a vaidade desqualificam o líder.
1Sm 15 – Saul era da turma do “nada a ver”. Deus orienta sobre alimentação. Nada a ver. Ele fala sobre música e locais impróprios. Nada a ver.
1Sm 15 – Os amalequitas haviam tido séculos de misericórdia, mas não se arrependeram. O pecado precisava ser destruído.
1Sm 15:6 – Assim como Deus poupou os queneus, salvou os ninivitas. O amor de Deus transpõe fronteiras.
1Sm 15:6 – Deus não destrói sem antes oferecer misericórdia. A forma como lidou com os queneus é prova disso.
1Sm 15:9 – A ganância falou mais alto que a obediência. Era para destruir tudo (com o pecado não se brinca), mas o exército de Saul poupou “tudo o que era bom”.
1Sm 15:10, 29 – O arrependimento de Deus não é como o humano, tem mais que ver com tristeza e mudança de planos.
1Sm 15:11 – “Samuel ficou irado e clamou ao Senhor.” Quando você ficar irado/nervoso, faça o mesmo.
1Sm 15:11 – Saul abandonou ao Senhor. Foi isso o que entristeceu a Deus e causou a ruína do rei de Israel.
1Sm 15:12 – Saul ergueu um monumento em sua própria honra. Quando abandonamos a Deus, o orgulho toma conta e o eu assume o trono da vida.
1Sm 15:13, 14 – A Palavra de Deus não pode ser parcialmente cumprida. Ou somos fieis de todo o coração ou nada somos.
1Sm 15:13, 14 – Além de tentar se enganar, Saul procurou inutilmente enganar o profeta: “Segui as instruções do Senhor.”
1Sm 15:15 – Não dê desculpas para o pecado; confesse-o.
1Sm 15:15 – Saul continuou com suas desculpas esfarrapadas: os soldados pouparam o melhor dos rebanhos para oferecer a Deus!
1Sm 15:16 – Servos de Deus não devem perder tempo com “conversa mole”; devem, sim, pregar a Palavra de Deus.
1Sm 15:16 – “Fique quieto.” Samuel não perdeu tempo com as desculpas de Saul. Ele tinha uma mensagem de Deus para o rei.
1Sm 15:17 – Samuel relembrou Saul de que ele não tinha motivos para se orgulhar. Deus o havia tornado rei. Lembremo-nos sempre de quem somos.
1Sm 15:20 – “Mas eu obedeci ao Senhor!” O pior cego é aquele que não quer ver. Saul não enxergava sua condição espiritual.
1Sm 15:22 – Para Deus, a obediência é mais importante do que obras vazias.
1Sm 15:23 – Rebeldia e arrogância são tão pecaminosas quanto feitiçaria e idolatria, mas parece mais fácil condenar as duas últimas.
1Sm 15:26 – Saul rejeitou a Palavra e o Senhor o rejeitou como rei de Israel. Deus nunca rejeita primeiro, mas respeita nossa vontade.
1Sm 15:29 – “Aquele que é a glória de Israel não mente.” Amém!
1Sm 15:30 – Saul se preocupava mais com a reputação do que com o caráter. Depois de tudo, a maior preocupação do rei ainda era com sua honra diante das autoridades do povo.
1Sm 15:33 – Deus não deixará impunes os impenitentes que destroem vidas.
1Sm 15:33 – Samuel matou Agague porque a espada desse rei ímpio “deixou mulheres sem filhos”. Deus executou juízo.
1Sm 15:35 – Samuel nunca mais viu Saul, mas se entristeceu com a condição do rei. Você se entristece por causa dos ímpios?
1Sm 15 – A desobediência à vontade de Deus, a mentira e a vaidade desqualificam o líder.
1Sm 15 – Saul era da turma do “nada a ver”. Deus orienta sobre alimentação. Nada a ver. Ele fala sobre música e locais impróprios. Nada a ver.
1Sm 15 – Os amalequitas haviam tido séculos de misericórdia, mas não se arrependeram. O pecado precisava ser destruído.
1Sm 15:6 – Assim como Deus poupou os queneus, salvou os ninivitas. O amor de Deus transpõe fronteiras.
1Sm 15:6 – Deus não destrói sem antes oferecer misericórdia. A forma como lidou com os queneus é prova disso.
1Sm 15:9 – A ganância falou mais alto que a obediência. Era para destruir tudo (com o pecado não se brinca), mas o exército de Saul poupou “tudo o que era bom”.
1Sm 15:10, 29 – O arrependimento de Deus não é como o humano, tem mais que ver com tristeza e mudança de planos.
1Sm 15:11 – “Samuel ficou irado e clamou ao Senhor.” Quando você ficar irado/nervoso, faça o mesmo.
1Sm 15:11 – Saul abandonou ao Senhor. Foi isso o que entristeceu a Deus e causou a ruína do rei de Israel.
1Sm 15:12 – Saul ergueu um monumento em sua própria honra. Quando abandonamos a Deus, o orgulho toma conta e o eu assume o trono da vida.
1Sm 15:13, 14 – A Palavra de Deus não pode ser parcialmente cumprida. Ou somos fieis de todo o coração ou nada somos.
1Sm 15:13, 14 – Além de tentar se enganar, Saul procurou inutilmente enganar o profeta: “Segui as instruções do Senhor.”
1Sm 15:15 – Não dê desculpas para o pecado; confesse-o.
1Sm 15:15 – Saul continuou com suas desculpas esfarrapadas: os soldados pouparam o melhor dos rebanhos para oferecer a Deus!
1Sm 15:16 – Servos de Deus não devem perder tempo com “conversa mole”; devem, sim, pregar a Palavra de Deus.
1Sm 15:16 – “Fique quieto.” Samuel não perdeu tempo com as desculpas de Saul. Ele tinha uma mensagem de Deus para o rei.
1Sm 15:17 – Samuel relembrou Saul de que ele não tinha motivos para se orgulhar. Deus o havia tornado rei. Lembremo-nos sempre de quem somos.
1Sm 15:20 – “Mas eu obedeci ao Senhor!” O pior cego é aquele que não quer ver. Saul não enxergava sua condição espiritual.
1Sm 15:22 – Para Deus, a obediência é mais importante do que obras vazias.
1Sm 15:23 – Rebeldia e arrogância são tão pecaminosas quanto feitiçaria e idolatria, mas parece mais fácil condenar as duas últimas.
1Sm 15:26 – Saul rejeitou a Palavra e o Senhor o rejeitou como rei de Israel. Deus nunca rejeita primeiro, mas respeita nossa vontade.
1Sm 15:29 – “Aquele que é a glória de Israel não mente.” Amém!
1Sm 15:30 – Saul se preocupava mais com a reputação do que com o caráter. Depois de tudo, a maior preocupação do rei ainda era com sua honra diante das autoridades do povo.
1Sm 15:33 – Deus não deixará impunes os impenitentes que destroem vidas.
1Sm 15:33 – Samuel matou Agague porque a espada desse rei ímpio “deixou mulheres sem filhos”. Deus executou juízo.
1Sm 15:35 – Samuel nunca mais viu Saul, mas se entristeceu com a condição do rei. Você se entristece por causa dos ímpios?
Comentário Blog Associação Geral
Esta não é uma discussão sobre quem eram os amalequitas e do porquê Deus disse a Saul que os devotasse à destruição. O que importa é que Saul realizou essa missão … e “fez do jeito dele”. Tantos animais lindos! Lindas ovelhas! E quem mataria um rei derrotado se pudesse trazê-lo de volta como um troféu? Então Saul prosseguiu em direção a Gilgal após a batalha, parando no Carmelo para montar um monumento para si mesmo.
Entra então em cena Samuel, que havia entregue a Saul a mensagem para destruir Amaleque. Saul cumprimentou-o ansiosamente: “Deus te abençoe! Eu fiz o que você me disse para fazer!”
Uau! Então, o que são todos esses sons de animais? – o balido das ovelhas, o mugido dos bois? Por que você não obedeceu ao Senhor?
“Oh, mas eu obedeci! Nós mantivemos de lado tudo de melhor e destruímos todo o resto. Queríamos ter um bom sacrifício para oferecer ao Senhor em Gilgal.“
Mas Deus realmente se importa com sacrifícios e ofertas, quando você não se importa com o que Ele diz? A rebelião – fazer sua própria vontade – coloca você em aliança com o diabo. Presunçosamente achar que você está certo, faz da sua própria opinião um ídolo, coloca você no trono.
Isto ainda é verdade hoje.
Virginia Davidson
Artista (projeta e constrói vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.
Esta não é uma discussão sobre quem eram os amalequitas e do porquê Deus disse a Saul que os devotasse à destruição. O que importa é que Saul realizou essa missão … e “fez do jeito dele”. Tantos animais lindos! Lindas ovelhas! E quem mataria um rei derrotado se pudesse trazê-lo de volta como um troféu? Então Saul prosseguiu em direção a Gilgal após a batalha, parando no Carmelo para montar um monumento para si mesmo.
Entra então em cena Samuel, que havia entregue a Saul a mensagem para destruir Amaleque. Saul cumprimentou-o ansiosamente: “Deus te abençoe! Eu fiz o que você me disse para fazer!”
Uau! Então, o que são todos esses sons de animais? – o balido das ovelhas, o mugido dos bois? Por que você não obedeceu ao Senhor?
“Oh, mas eu obedeci! Nós mantivemos de lado tudo de melhor e destruímos todo o resto. Queríamos ter um bom sacrifício para oferecer ao Senhor em Gilgal.“
Mas Deus realmente se importa com sacrifícios e ofertas, quando você não se importa com o que Ele diz? A rebelião – fazer sua própria vontade – coloca você em aliança com o diabo. Presunçosamente achar que você está certo, faz da sua própria opinião um ídolo, coloca você no trono.
Isto ainda é verdade hoje.
Virginia Davidson
Artista (projeta e constrói vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Sabemos advogar nossa causa. Criamos mecanismos de defesas para anestesiar até nossas atitudes mais horrendas.
“Alguém já disse que a ‘racionalização’ é uma técnica mental que permite que sejamos injustos com os outros sem que nos sintamos culpados. Gosto dessa definição. No entanto, ela é simplista demais” – expressa Gene Getz. E, continua: “Há algo mais envolvido. A racionalização é uma maneira de nos auto-enganarmos”.
Assim, Gene Getz diz do capítulo em análise:
“Quando Saul foi ungido rei, o Senhor o instruiu a destruir os amalequitas, pois eles haviam atacado impiedosamente os filhos de Israel no deserto. Ele não deveria poupar nada, nem mesmo seus ‘bois e ovelhas, camelos e jumentos’” [v. 3].
“Infelizmente, Saul desobedeceu ao Senhor. Ele reteve ‘o melhor… tudo o que era bom’ (v. 9). O Senhor ficou insatisfeito com aquilo – assim como Samuel. Em meio a sua dor, Samuel foi ver Saul e o confrontou com sua desobediência”.
“Ele racionalizou e colocou a culpa em seus homens. Ele disse a Samuel: ‘Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao Senhor, o teu Deus’ (v. 15, NVI)”.
Percebeu? – “Teu”, não “meu/nosso” Deus!
Ousadia, atrevimento e insubordinação de Saul a Deus e às Suas orientações tornaram-no inadequado à regência do povo do qual nasceria o Messias – o Filho de Deus encarnado.
Note este esboço feito por Merril F. Unger:
1. Saul é incumbido de exterminar Amaleque (vs. 1-8);2. Desobediência e rejeição de Saul (vs. 9-31);3. Destruição de Agague (vs. 32-33);4. Samuel se afasta de Saul (vs. 34-35).Convite à reflexão:
• Pecados acabam conosco…
• Afastar culpas usando desculpas – ainda que lógicas, inteligentes e racionais –, não isenta ninguém das consequências fatais de nossos erros.
• Os orgulhosos, quando confrontados por um servo de Deus, inventam várias respostas que não coadunam com sinceridade, arrependimento e confissão, mas com racionalização.
• Coração audacioso/astuto torna a consciência do pecador impenetrável diante da repreensão, deixando o indivíduo perdido, inalcançável pelo perdão divino.
• Por mais excelente/nobre que seja a racionalização (sacrificar ao Senhor), não nos torna obedientes diante de Deus.
• Atitudes impenitentes afastam pecadores do Senhor deixando espaço livre ao tentador.
• Diante do Senhor, não adianta “o jeitinho brasileiro”.
“Senhor, reconheço meus erros. Perdoa-me” – Heber Toth Armí.
Sabemos advogar nossa causa. Criamos mecanismos de defesas para anestesiar até nossas atitudes mais horrendas.
“Alguém já disse que a ‘racionalização’ é uma técnica mental que permite que sejamos injustos com os outros sem que nos sintamos culpados. Gosto dessa definição. No entanto, ela é simplista demais” – expressa Gene Getz. E, continua: “Há algo mais envolvido. A racionalização é uma maneira de nos auto-enganarmos”.
Assim, Gene Getz diz do capítulo em análise:
“Quando Saul foi ungido rei, o Senhor o instruiu a destruir os amalequitas, pois eles haviam atacado impiedosamente os filhos de Israel no deserto. Ele não deveria poupar nada, nem mesmo seus ‘bois e ovelhas, camelos e jumentos’” [v. 3].
“Infelizmente, Saul desobedeceu ao Senhor. Ele reteve ‘o melhor… tudo o que era bom’ (v. 9). O Senhor ficou insatisfeito com aquilo – assim como Samuel. Em meio a sua dor, Samuel foi ver Saul e o confrontou com sua desobediência”.
“Ele racionalizou e colocou a culpa em seus homens. Ele disse a Samuel: ‘Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao Senhor, o teu Deus’ (v. 15, NVI)”.
Percebeu? – “Teu”, não “meu/nosso” Deus!
Ousadia, atrevimento e insubordinação de Saul a Deus e às Suas orientações tornaram-no inadequado à regência do povo do qual nasceria o Messias – o Filho de Deus encarnado.
Note este esboço feito por Merril F. Unger:
Convite à reflexão:
• Pecados acabam conosco…
• Afastar culpas usando desculpas – ainda que lógicas, inteligentes e racionais –, não isenta ninguém das consequências fatais de nossos erros.
• Os orgulhosos, quando confrontados por um servo de Deus, inventam várias respostas que não coadunam com sinceridade, arrependimento e confissão, mas com racionalização.
• Coração audacioso/astuto torna a consciência do pecador impenetrável diante da repreensão, deixando o indivíduo perdido, inalcançável pelo perdão divino.
• Por mais excelente/nobre que seja a racionalização (sacrificar ao Senhor), não nos torna obedientes diante de Deus.
• Atitudes impenitentes afastam pecadores do Senhor deixando espaço livre ao tentador.
• Diante do Senhor, não adianta “o jeitinho brasileiro”.
“Senhor, reconheço meus erros. Perdoa-me” – Heber Toth Armí.
